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A Força da Verdade

por Pedro Silva, em 08.01.17

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Biografia, DramaDesporto - (2015) "Concussion"

Realizador: Peter Landesman

Elenco: Will Smith, Alec Baldwin, Albert Brooks

 

Sinopse: Este filme dá a conhecer a luta de Dr. Bennet Omalu, neuropatologista forense de renome, contra a National Football League (NFL), para que fossem reconhecidos os elevados riscos cerebrais a que os jogadores de futebol americano estão sujeitos. Investigações levadas a cabo pelo Dr. Bennet Omalu em jogadores de futebol americano decobriram uma grande incidência de Encefalopatia Traumática Crónica (CTE), uma doença cerebral degenerativa que afeta principalmente pessoas com histórico de lesões constantes, mesmo que leves, na cabeça. Uma doença outrora associada a lutadores de ringue e por isso até então conhecida como demência pugilística. O primeiro caso entre jogadores de futebol americano da doença foi descrito em 2002, em Mike Webster, ex-Pittsburgh Steelers. E em 2005, fruto de um projeto de investigação conduzido por Omalu no Departamento de Patologia da Universidade de Pittsburgh, foi publicado um artigo no jornal Neurosurgery, intitulado "Chronic Traumatic Encephalopathy in a National Football League Player".

 

Critica: Ano novo, filme em condições. Eis uma boa maneira de dar o pontapé de saída em mais um ano de cinema. “A Força da Verdade” de Peter Landesman está longe (muito longe) de ser um filme que entre no top 10 das minhas preferências cinematográficas, mas é um filme que tenho de catalogar como bom.

 

Há uma razão para não considerar esta produção de Peter Landesman uma criação de top. O seu argumento é banal (para não dizer banalíssimo). Embora a temática deste “A Força da Verdade” seja algo controversa e teca algumas críticas à sociedade norte-americana, a verdade é que o argumento deste filme não é nada que já não tenha sido utilizado em outros filmes. O que é demais enjoa e é muito por causa disto que o argumento de “A Força da Verdade” acaba por ser algo desinteressante. Nem as partes mais ficcionadas o salvam do rótulo de banal.

 

Já o elenco é outra conversa. Outra conversa para bem melhor. E muito por causa de Will Smith. O actor norte-americano faz aquilo que na gíria se denomina de “papelaço”. Excelente o desempenho de Will Smith. Este acaba por ser a alma deste “A Força da Verdade”. E é muito por causa deste seu desempenho que acabo a considerar este filme como algo de bom. Alec Baldwin também não fica nada atrás de Will Smith na interpretação do seu papel.

 

Seno elenco esta produção de Peter Landesman é das melhores, já o mesmo nãos e pode dizer dos cenários e banda sonora. Cenários pouco ou nada variados embora bem filmados aqui e acolá e a banda sonora quase não existe. Tal acaba por retirar muito do potencial interesse que um cinéfilo pode ter neste “A Força da Verdade”.

 

Em suma, dou a minha recomendação a esta produção de Peter Landesman não obstante os muitos “contras” e poucos “prós”.

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publicado às 19:28


Esquadrão Suicida

por Pedro Silva, em 16.10.16

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Acção, Aventura, Fantasia (2016) “Suicide Squad”

Realizador: David Ayer

Elenco:  Will Smith, Jared Leto, Margot Robbie

 

Sinopse: Um grupo de conhecidos super-vilões é recrutado pelo governo americano com o objectivo de executar uma missão demasiado perigosa para ser entregue a super-heróis. Habituados a trabalhar por conta própria, os vilões são forçados a superar antigos conflitos e metas individuais para trabalharem em equipa. Em troca, o governo promete-lhes perdão…


Critica: Acho que já vai sendo hora de os Realizadores que adaptam os Comics a filmes de pessoas de carne e osso perceberem que não se pode seguir à risca tudo o que acontece nos Comics. Existem algumas adaptações que têm de ser feitas (com o normal “engordar” do argumento) sob pena de acabarem por se produzir filmes como este “Esquadrão Suicida” que não passam do razoável mesmo tendo potencial para muito mais. E não, não basta o marketing e alguma “escandaleira” na Comunicação Social para se fazer de um filme a roçar o fraco tornar-se numa grandiosa adaptação do Comics.

 

O argumento deste “Esquadrão Suicida” até que está interessante. Cativa ao início mas com o desenrolar da história o argumento parece ter sido “cortado”, e mais para o meio acaba por ser uma espécie de coisa que nem eu sei bem dizer o que é. Tal retira muito do interesse que este filme tem. E é uma pena pois existe ali muita matéria-prima para fazer deste “Esquadrão Suicida” de David Ayer um filme marcante no seu género. Alias, permitam-me este desabafo, já começa a ser raro filme de super heróis que seja produzido em condições.

 

No elenco tenho de destacar o bom trabalho de Jared Leto e o excelente desempenho de Margot Robbie. É muito por causa destes dois actores que tenho uma opinião positiva sobre este filme. Já o restante elenco não está mal, nem bem mas bem que poderiam ser menos “comics” e mais “adaptação”.

 

Relativamente aos cenários tenho de ser sincero e dizer que não me agradaram nada. Escuros, pouco ou nada variáveis e muito mal filmados. A meu ver este tipo de cinema exige mais, muito mais, deste aspecto para podermos dizer que estamos perante um filme em condições.

 

Já Banda Sonora acaba pro ser a surpresa pela positiva. Muito bem penada e devidamente aplicada aos variados momentos do filme. Onde tudo o resto falhou, a Banda Sonora arrasou!

 

Concluindo; não estamos perante um filme que valha muito a atenção do cinéfilo, mas acredito que vai fazer o gosto dos fãs do género embora eu acredite que vai haver muita gente desiludida com o dito.

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publicado às 23:41


Eu sou a Lenda

por Pedro Silva, em 16.10.15

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Drama, Ficção Científica, Suspense (2007) - “I Am Legend”

Realizador: Francis Lawrence

Elenco:  Will Smith, Alice Braga, Charlie Tahan

 

Sinopse: Robert Neville é um brilhante cientista, mas nem mesmo ele foi capaz de conter o terrível vírus criado pelo homem. Por algum motivo imune ao vírus, Neville é agora provavelmente o último ser humano sobrevivente na cidade de Nova Iorque e, talvez até, no mundo. Durante três anos, diária e incessantemente, Neville enviou mensagens via rádio, desesperado à procura de outros sobreviventes que como ele pudessem ter resistido... Mas Neville não está sozinho. Mutantes, vítimas da praga – Os Infectados – espreitam na sombra, observando cada movimento seu, à espera que cometa um erro fatal. Última esperança da humanidade, Neville é impelido por uma única derradeira missão: descobrir um modo de inverter os efeitos do vírus, utilizando o seu próprio sangue imune. Mas o seu tempo esgota-se rapidamente.

 

Critica: Antes de mais há que dizer que já conhecia este filme só que ainda não o tinha visto com “olhos de ver”, daí que o impacto do mesmo não tenha sido muito grande contudo, tendo em conta uma série de variáveis, atribuo-lhe um satisfaz +. Não creio que mereça muito mais do que isto e mais à frente irei explicar porquê.

 

Francis Lawrence mostra-nos que é possível criar cinema de qualidade e interessante sem recorrer em massa a elencos de luxo e com cenários pouco variados. Basta que se junte a esta fórmula um argumento com “cabeça, tronco e membros” e temos aí um excelente filme,

 

Contudo este “Eu sou a Lenda” peca numa parte vital do seu argumento. O dos “membros” dado que o seu final é um tudo ou nada tristinho, previsível e enfadonho… Uma espécie de cliché, um Déjà vu que retira muita da carga emocional que este filme nos transmite. Sei que existe um final alternativo para o fito e faço votos de que seja um tudo ou nada melhor pois o grandioso trabalho de Will Smith merecia um final de história ao seu nível de excelência do actor.

 

Relativamente ao elenco já disse o que tinha a dizer. Will Smith leva a cabo um trabalho exepcional e é ele a razão desta produção de Francis Lawrence. O resto é paisagem e ponto final.

 

Relativamente ao cenário e banda sonora, também já aqui o disse. “Eu sou a Lenda” foi exemplarmente trabalhado no que á questão dos cenários diz respeito mostrando que não é preciso muito par se fazer um bom filme e a banda sonora não aquece nem arrefece (o outro ponto negativo deste trabalho de Francis Lawrence.

 

Em suma, trata-se de um filme que entretêm mas que não deixa de ser mais um na vasta galeria dos filmes apocalípticos.

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publicado às 23:19


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