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Os Sete Magníficos

por Pedro Silva, em 22.01.17

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AcçãoAventuraWestern - (2016) "The Magnificent Seven"

Realizador: Antoine Fuqua

Elenco: Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D'Onofrio

 

Sinopse:  Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo de especialistas para contra-atacar os bandidos.

 

Critica: Ora aqui está um Western à moda antiga. Um bom filme sem no entanto deslumbrar. Claro que os Westerns de Tarantino metem esta produção de Antoine Fuqua “ao bolso” mas mesmo assim há que dizer que há muito que não via um filme deste género tão bem produzido.

 

Antoine Fuqua tentou ser algo arrojado no que ao argumento diz respeito e creio que em parte até que foi bem-sucedido. Conseguiu trazer alguma piada a um filme cuja maior parte do tempo é passada aos tiros, mas ao mesmo tempo não me pareceu que tal “manobra” tenha sido bem conseguida porque a maior parte do filme é dedicada a tiroteios sem fim. Para mais a história que nos vai sendo contada é algo para o “repetitiva”. No aspecto do argumento “Os Sete Magníficos” não está mal, mas bem que poderia estar melhor.

 

Ao entramos no elenco verifico que a “fasquia morna” deste filme se mantêm. Não que os actores e actriz não tenham feito o seu papel. Fizeram e em muitos momentos até o fizeram muito bem. Mas não se destacam. Não encantam. Não criam empatia não obstante a quantidade quase interminável de cenas onde tal é tentado (sem sucesso). Todo o elenco se resume a um mero satisfaz no desempenho dos seus papéis. A culpa de tal está – creio eu – no argumento deste filme que (repito) está mais virado para a troca de balas do que em contar a sua história.

 

Já os cenários e a banda sonora são dois dos aspectos onde a equipa do Realizador Antoine Fuqua se esmerou. A Banda Sonora é das melhores que já vi em cinema até à data e os cenários estão muito bem estudados, trabalhados e enquadrados. É notória a elevada aposta do Realizador nestes dois aspectos e foi muito por causa disto que este conseguiu captar a minha atenção e interesse na sua obra do princípio ao fim.

 

Em suma, Os Sete Magníficos de Antoine Fuqua tem a minha recomendação não obstante este ter alguns “furos” que lhe retiram algum interesse.

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publicado às 19:12


Traded

por Pedro Silva, em 23.10.16

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Western - (2016) "Traded"

Realizador: Rachael Moriarty, Peter Murphy

Elenco: Killian Scott, John Bradley, Peter O'Meara, Nika McGuigan

 

Sinopse: Na década de 1880, um pai deve deixar a sua fazenda em Dodge City para salvar a sua filha de um velho inimigo, colocando a sua reputação como o mais rápido do oeste em teste.

 

Critica: Conhecem aquele filme que tem um excelente argumento mas que é completamente arrasado por um elenco do pior que pode haver em cinema? Traded de Rachael Moriarty e Peter Murphy é este tipo de filme. Como é que foi possível as produtoras terem financiado tal coisa? Tirando o argumento, os Cenários e a Banda Sonora – aqui e acolá – Traded é a demonstração clara de como não se deve fazer cinema!

 

Efectivamente o argumento de Traded é excelente. Foi notório o esforço da parte do argumentista de criar algo que fez parte da história dos Estados Unidos da América e que marcou uma das suas mais famosas épocas. É o tipo de argumento que se exige para um Western com cabeça, tronco e membros. Escusava era de ter sido tão pessimamente interpretado, mas aqui a culpa tem de ir inteiramente para a dupla de realizadores que tem muito que aprender se quiser produzir um Western em condições.

 

Já aqui o disse e repito, o elenco é do pior que já vi em cinema! Eu pensava que eram somente os actores portugueses que faziam cenas tristes no grande ecrã (salvo algumas raras execpeções), mas pelos vistos enganei-me. Mau demais para ser verdade… Não há um único trabalho de actor e/ou actriz deste Traded que se aproveite!

 

A Banda Sonora e os Cenários são outro dos aspectos positivos deste filme. Bem pensados e aplicados no tempo certo mantem o interesse neste Traded.

 

Em suma, confesso que me custa recomendar este filme mas é uma pena deixar passar em branco um filme com um argumento tão bom…

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publicado às 19:58


O Duelo

por Pedro Silva, em 03.07.16

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DramaWestern - (2016) "The Duel"

Realizador: Kieran Darcy-Smith 

Elenco: Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Alice Braga, Emory Cohen

 

Sinopse:  Um Texas Ranger, membro da força policial do estado do Texas, investiga uma sucessão de mortes inexplicáveis em uma cidade chamada Helena.

 

Critica: Ora aqui está mais uma aposta ganha. Um bom western da nova geração de westerns. Muito bom o trabalho de Kieran Darcy-Smith  neste seu “O Duelo”. Só não é perfeito porque ao longo do filme damos de caras com algumas falhas técnicas. Mas não deixa de ser um bom e muito cativante western.

 

“O Duelo” presenteia-nos com um argumento extraordinário. Uma história com princípio, meio e fim carregada de drama, acção, thriller, aventura e trama. É de todo impossível não se gostar do argumento deste filme que fica ainda mais rico quando sabemos que se baseia em factos verídicos da história dos Estados Unidos da América. Uma tremenda lição para quem produz muita da “porcaria” que vem de Hollywood e arredores.

 

Quanto ao elenco tenho de tirar o meu chapéu e fazer uma enorme vénia a Woody Harrelson. O actor esteve simplesmente genial e é ele, quer se queira ou não, a alma desta produção de Kieran Darcy-Smith. Um “papelaço” para se ver e rever. Liam Hemsworth também não esteve nada mal sem no entanto ter sido brilhante. Já Alice Braga e Emory Cohen estiveram muito razoáveis se bem que a actriz Alice Braga levou a cabo um trabalho – a meu ver – muito mediano.

 

Quanto aos cenários e banda sonora, na minha modesta opinião, os primeiros bem que poderiam e – deveriam - estar bem mais trabalhados e filmados dado que em muitos momentos parecem algo repetidos, vagos e escuros. Já a banda sonora bem que poderia ter sido estendida a todo o filme dada a sua excelência.

 

Concluindo; trata-se de uma produção cinematográfica que tem o meu selo de recomendação.

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publicado às 18:07


As Armas de Jane

por Pedro Silva, em 09.04.16

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AcçãoDramaWestern - (2016) "Jane Got a Gun"

Realizador: Gavin O'Connor 

Elenco: Natalie Portman, Joel Edgerton, Ewan McGregor, Rodrigo Santoro

 

Sinopse:  Jane Hammond é a esposa de Bill , um dos maiores bandidos da região. Um dia ele retorna para casa após levar oito tiros de integrantes de sua própria gangue, que se voltaram contra ele. Com o marido à beira da morte, Jane decide se vingar e para tanto pede ajuda a Dan Frost, um ex-namorado que ainda a ama e que detesta Bill.

 

Critica: Começo pena nota que atribuo a esta produção de Gavin O'Connor  para começar por dizer que estamos perante um western satisfatório. Bastante satisfatório dado que o filme até que é interessante mas tem algumas arestas que bem limadas poderiam fazer dele algo de muito mais interessante.

 

Em termos de argumento “As Armas de Jane” até que está muito interessante. Um western à moda antiga que nos conta uma história cativante, bem pensada e, sobretudo, bem enquadrada no tipo de cinema que o seu Realizador pretende criar.

 

O problema está no seu elenco. Não que não tenha gostado de alguns aspectos do trabalho de Natalie Portman mas sou da opinião que em certos momentos (em momentos a mais) a actriz mostra uma frieza tal que não se sabe muito bem se a dita terá mesmo estudado o guião como devia. Não é por nada mas o saber estar é algo de muito importante e não me pareceu que a protagonista deste filme tenha seguido esta regra de ouro. Uma cara bonita não é o suficiente para se fazer bom cinema. É uma pena que o fraco desempenho de Natalie Portman seja umas “das pedras no sapato” deste trabalho de Gavin O'Connor pois a temática deste “As Armas de Jane” até que é bem interessante.

 

O que também não ficou lá muito famoso foram os cenários e a forma, desastrosa diria, como foram filmados. Para além da parca originalidade e escassez de pormenores eis que no momento chave do filme somos brindados com uma escuridão tal que ficamos praticamente sem sabe muito bem o que aconteceu para depois sermos rapidamente conduzidos ao final do dito.

 

O que também falta neste filme é a banda sonora. Não é um grande mal mas bem que poderia ter-se apostado um pouco mais na banda sonora.

 

Em suma, trata-se de um filme que recomendo não obstante não estar grande coisa. Serve para passar o tempo.

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publicado às 23:55


Forsaken

por Pedro Silva, em 05.03.16

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DramaWestern - (2016) - "Forsaken"

Realizador: Jon Cassar 

Elenco: Demi Moore, Kiefer Sutherland, Donald Sutherland, Brian Cox

 

Sinopse: Atormentado por um segredo obscuro, um pistoleiro abandona sua vida de assassinatos e volta para casa, quando descobre que sua mãe morreu. Ele é forçado a confrontar seu distante pai e a vida que deixou para trás.

  

Critica: É um facto que sou um admirador de Westerns mas não gosto de tudo o que me colocam à frente pois se o estilo cinematográfico for o de “todos aos tiros e história zero” seguramente que irei detestar o filme mesmo sendo este um Western. Ora isto para dizer que este Forsaken é de uma excelência tal que me ficou na retina. Forsaken é um Western muito bem construído e, sobretudo, muito bem trabalhado por Jon Cassar  e restante equipa.

 

Em termos de argumento posso dizer que não é nada por aí além. Contudo este está muito bem “montado”. E está de tal forma bem montado que uma história repetida se torna de tal forma interessante que acabamos a querer ver o filme até ao fim com a mesma intensidade e curiosidade que tínhamos no seu início. Neste aspecto tiro o meu chápeu a Jon Cassar.

 

Já relativamente ao elenco penso que não há muito a dizer senão que fazem a sua parte. Não me parece que exista ai matéria para Óscar mas todos os Actores e Actriz acabam por fazer um bom trabalho e ajudam a que este seja um excelente filme.

 

Por último os cenários e banda sonora. Os primeiros, embora escassos, estão muito bem estudados e devidamente enquadrados ao que nos vai sendo contado (coisas rara nos filmes de hoje em dia) e a banda sonora não é nada por aí além mas até que está boa embora não seja por aí que este Forsaken ganhe ou perca interesse ou qualidade.

 

Concluindo, Forsaken de Jon Cassar tem a minha recomendação. Vejam o filme que vale mesmo a pena.

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publicado às 23:12


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