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Rápido e mal

por Pedro Silva, em 23.04.18

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imagem retirada de zerozero

 

Dia de muito calor na cidade do Porto e futebol a horas impróprias para quem tem de trabalhar. Contudo a paixão pelo Futebol Clube do Porto fala mais alto e eis que fui mais um do imenso mar azul que encheu o Estádio do Dragão - quase – até transbordar. Tamanho sacrifício da parte de tantos portistas merecia outro tipo de exibição deste FC Porto que voltou a evidenciar os velhos problemas do costume. Obviamente que o que interessa é o “gordo” resultado final alcançado pela equipa de Sérgio Conceição, mas não devemos cair na ratoeira de que bastará jogar assim nos próximos três jogos para que o título de campeão seja uma realidade.

 

Os azuis e brancos venceram é um facto, mas a verdade é que o fizeram porque das quatro vezes em que foram á baliza sadina marcaram. E o mesmo se pode dizer da equipa de José Couceiro que na primeira vez em que atirou à baliza de Casillas fez golo. A eficácia ganha jogos e campeonatos, mas a segurança defensiva e capacidade de gestão da posse da bola também. São três ditames do futebol moderno que este (já cansadíssimo!) Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição tem imensa dificuldade em aplicar.

 

Sem e disserem que hoje o jogo no Dragão se resumiu a uma primeira parte fraquita em que a equipa da casa foi eficaz eu assino por baixo e acrescento que o público presente merecia mais. Muito mais. E merecia também que esta equipa mostrasse a segurança de que necessita para enfrentar com sucesso as três jornadas que se seguem. Ao intervalo do jogo um amigo meu que prezo bastante dizia o seguinte sobre a primeira parte do FC Porto: “Estamos a defender mal. Se jogarmos assim na Madeira enfardamos, que eles não perdoam.” Falo sinceros votos de que Sérgio Conceição também tenha visto o mesmo…

 

E já que aqui falei no Sérgio, confesso que até que gostei das suas substituições. Não creio é que este tenha feito a melhor das preparações para este jogo. Mas também não o censuro pois já são demais os atletas azuis e brancos que se levarem a mão à boca estouram. Um aspecto a rever na próxima temporada esta da gestão do físico, pois a qualidade está lá.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. Optei pela escolha do público presente no Estádio do Dragão porque este marcou um “golão” de livre. Tirando o esforçado Moussa Marega não me pareceu que qualquer atleta do FC Porto se tivesse destacado da medianidade exibicional dos demais.

  

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 72´ para colocar um ponto final no jogo. È nesta altura que Alex Telles marca um excelente golo de livre acabando, de vez com a vontade do Vitória FC de tentar fazer mais golos a uma “tremida” defesa portista.

 

Arbitragem:  Ficaram dúvidas sobre um lance ainda com 0 x 0 no marcador, mas leva o benefício da dúvida. De resto, uma arbitragem sem problemas.

 

Positivo: Mar Azul. Segunda-feira, dia de trabalho e um calor fora do normal para a época. Nestas condições há que louvar os adeptos do Futebol Clube do Porto que hoje fizeram do Mar Azul uma realidade.

 

Negativo: Marcar quatro golos, sofrer um, “tremideira” com a bola nos pés, final da primeira parte e ponto. Muito pouco para uma equipa que tem ainda de vencer três jogos bem complicados para se poder sagrar campeã ao fim de quatro longos anos.

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publicado às 23:55


Para o Coentrão com amor

por Pedro Silva, em 10.12.17

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imagem retirada de zerozero

 

Após a vitória do Sporting Clube de Portugal no Estádio do Bessa, Fábio Coentrão, atleta do Real Madrid CF que está emprestado ao Sporting, veio para a Praça Pública dar uma de vidente- Ora segundo o Vidente Coentrão o Futebol Clube do Porto ia perder em Setúbal diante ad equipa local. Era um felling, dizia o entendido nestas coisas da adivinhação. Ora como sucede com qualquer outro vidente, Coentrão enganou-se no seu desej… (perdão) na sua previsão. Isto porque os Dragões ganharam em Setúbal e até que foram capazes de produzi um resultado tal que coloca o Sporting CP numa posição na tabela classificativa que nem deveria ser o seu dado que têm sido muitos e manifestos os “empurrõezinhos” para a frente que “amigos do apito” tem dado aos leões. Mas eu se fosse ao Coentrão voltava a tentar adivinhar o resultado final dos próximos jogos do FC Porto dado que tal façanha “coentriana” parece dar ênfase e força a este Futebol Clube do Porto.

 

Colocando de lado as patetices “coentrianas”, vamos então ao jogo do Bonfim.

 

Foi uma partida que se realizou em condições atmosféricas terríveis e num relvado que até que se aguentou razoavelmente bem não obstante a enorme quantidade de chuva e vento que se fez sentir durante os 90 e poucos minutos. Estes goram dois males que, à partida, deveriam ter prejudicado ambas as equipas. Contudo o Vitória FC (ou Vitória de Setúbal, como é mais conhecido) parece ter-se ressentido das más condições climatéricas e da ridícula estratégia que José Couceiro escolheu para este jogo. Couceiro já deveria saber que isto de se jogar com um autocarro na defesa/bola para a frente e Edinho que resolva funciona quando os minutos passam e a equipa adversária não marca. E tal também não funciona quando tudo se desmorona após o primeiro golo sofrido… O José que pense bem nisto em vez de vir para a Comunicação Social queixar-se de uma falta que mais ninguém viu (a não ser os “isentos” comendadores da SportTv e a cambada do “Benfiquistão”). Salvo alguma “prova” em contrário, o primeiro golo de Aboubakar é (perdoem-me a expressão) “limpinho, limpinho”. O resto é música.

 

E realmente o resto do jogo é mesmo música. Após o primeiro golo o Futebol Clube do Porto consegue assentar o seu jogo e o Vitória simplesmente desaparece. Mérito dos portistas que souberam aproveitar um lance de boal parada para se colocar em vantagem, mas era perfeitamente escusado terem passado por dificuldade até este tal golo. E também não percebo porquê razão se deixou de rematar de longe à baliza dos sadinos. Espacialmente depois de ter visto Danilo Pereira a fazer tal coisa com uma eficácia quase sublime (faltou ter entrado na baliza).

 

E mais não há para dizer de uma partida que Sérgio Conceição aproveitou – e bem - para gerir o esforço dos seus jogadores dado que na próxima Quinta-feira há que medir forças com o outro Vitória (este de Guimarães) em mais uma eliminatória da Taça de Portugal.

 

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar e Moussa Marega. Dois “tanques” que espalharam o “terror” na defesa sadina. Nem as condições climatéricas adversas os conseguiram parar. Os 5 golos que marcaram foram o corolário de uma excelente exibição a todos os níveis.

 
Chave do Jogo: O golo inaugural do FC Porto marcado no minuto 31. Este golo acabou por ser o factor determinante de tudo o que viria a suceder até ao fim do jogo. Tal como no jogo anterior diante do AS Mónaco.

 

Arbitragem: Tiago Martins apareceu muitas vezes na partida, e isso não costuma ser um bom sinal. No lance do penálti portista, errou ao não expulsar Vasco Fernandes quando o próprio pensava que a partida para si já tinha acabado, mesmo depois de ver as imagens. Até admira o VAR ter funcionado num jogo do Futebol Clube do Porto. A ver se tal volta a suceder mas em situações bem mais complicadas do que esta.

 

Positivo: A vontade de vencer. Não sei se hoje o FC Porto entrou “picado” pelas declarações de Fábio Coentrão ou se este sabia que tinha de vencer para voltar a liderar isolado a Liga NOS, mas confesso que gostei de ver esta vontade de vencer.

 

Negativo: Tremedeira inicial (outra vez). Já aqui falei nisto e volto a tocar no assunto pois no futuro tal não pode (nem deve) acontecer numa equipa como o FC Porto. Tanto passe falhado no início da primeira parte diante de um adversário que pouco pressionava é incompreensível.

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publicado às 23:55


Há jogos assim

por Pedro Silva, em 19.03.17

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imagem retirada de zerozero

 

O futebol está longe de ser um jogo onde impera a lógica. Por muito que a equipa treine, mostre vontade/raça/capacidade de luta e o seu treinador acerte nas substituições, poderá sempre aparecer um lance de puro e manifesto azar que deita tudo por terra.

 

O primeiro parágrafo descreve, na perfeição, o jogo de hoje no Estádio do Dragão. O Futebol Clube do Porto impôs o seu futebol, os sues atletas jogaram o q.b. para vencer um Vitória FC interessado no “pontinho”, mas um azar do central Felipe deitou tudo a perder e o “assalto” à liderança da Liga NOS ficou irremediavelmente adiado para o embate da Luz.

 

Claro que se pode dizer que Alex Telles e Miguel Layún não estiveram muito felizes nos cruzamentos para a área dos sadinos. Podemos também dizer que Oliver Torres e Danilo Pereira não lidaram nada bem com a imensa “parede” que José Couceiro construiu no meio campo do seu Vitória. E também podemos criticar a “morronice” adversária sempre que estava na posse do esférico. Até o árbitro da partida merece ser criticado (já lá vamos). Mas a impressão com que fiquei após ter saído do Estádio foi a de que o FC Porto poderia estar a jogar até à meia-noite que não marcaria mais um golo a Bruno Varela.

 

Para o bem e para o mal o futebol também é capaz de nos brindar com este tipo de jogos. Cabe agora a Nuno Espírito Santo (NES), jogadores, estrutura e adeptos (especialmente estes) olharem em frente e interiorizarem que este empate até que nem é mau de todo. Isto porque está tudo em aberto no que à conquista do título diz respeito (o FC Porto depende somente de si para tal) e não havendo qualquer margem de manobra, não resta outra alternativa aos azuis e brancos senão ir a Lisboa com os níveis de concentração no máximo e disposto a “deixar a pele em campo” para trazer os três pontos para a Invicta.

 

Reforço a ideia de que o Futebol Clube do Porto só depende de si +ara se sagrar campeão esta época. E faço tal porque já sei que os tais “portistas das vitórias” – que hoje encheram o Estádio e só não fizeram os seus habituais disparates porque, porque - vão tecer o mais negro dos cenários e exigir a cabeça deste e daquele por causa do empate caseiro de hoje. Adiante e que tudo corra bem às nossas Selecções.

 

MVP (Most Valuable Player): Marcano. Primeiro que tudo já que dizer que está encontrado – finalmente – o capitão do Futebol Clube do Porto. Marcano impõe o respeito e a ordem na equipa e protesta com o árbitro quando acha que a equipa portista está a ser prejudicada. Hoje Marcano esteve simplesmente impecável a todos os níveis. Faltou somente aquela pontinha de sorte e uns cantos marcados como deve ser para poder ter marcado um golo nas várias incursões que fez à área dos setubalenses.

 

Chave do Jogo: Apareceu com o golo do Vitória Futebol Clube para resolver a contenda a favor dos sadinos. Após este golo o Futebol Clube do Porto partiu para cima do seu adversário, mas não conseguiu - em momento algum - criar um lance que fosse capaz de acabar com o empate. Por seu turno o Vitória saiu do Estádio com a sensação de dever cumprido.

 

Arbitragem: No Estádio tinha ficado com a manifesta ideia de que Manuel Oliveira procurou sempre ajudar o Vitória ao lhe perdoar muitas das suas patranhas que faziam com que o jogo pareasse por tudo e porá nada (quebrando, desta forma, o ritmo da partida). Após ter tomado conhecimento disto tenho de dizer que Manuel Oliveira fez uma péssima arbitragem com influência directa no resultado final e (quem sabe) no desfecho desta temporada. Nada de estranhar tendo em consideração como isto funciona sempre que o SL Benfica tem um deslize ou se sente “apertado”.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES) mais uma vez. NES porque “montou” bem a equipa e “mexeu” bem quando esta precisou da sua orientação. Gostei de ver a “substituição à Mourinho” da parte de NES quando este via o tempo a passar e o empate a persistir.

 

Negativo: “Equipa pequena”. Esta maldita mentalidade não deveria ter sido aplicada por Couceiro neste jogo. Especialmente se tivermos em linha de conta que o Vitória FC já alcançou o seu grande objectivo que era a manutenção.

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publicado às 21:26


Dores de crescimento

por Pedro Silva, em 14.03.17

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imagem retirada de zerozero

 

Derrota “natural” de um Futebol Clube do Porto em construção diante de uma equipa da Juventus FC que está consolidada há mais de cinco épocas. Não deixa é de ser engaçado que foi preciso reduzir o FC Porto a dez elementos para que a natural superioridade italiana viesse ao de cima nas duas partidas da eliminatória. Daí os ““ no natural.

 

Lamento mas eu não vou embarcar no discurso dos coitadinhos. É verdade que a equipa azul e branca está ainda em construção e que o embate com a Juventus era desigual, mas há que dizer que foi preciso expulsar um jogador do dragões em ambas as partidas(!) para que a Juventus ficasse por cima em ambas as partidas. E mesmo a jogar com 10 o FC Porto de NES foi sempre capaz de criar problemas à “toda poderosa” Juve.


É óbvio que a Juventus é mais forte do que o FC Porto. Mas há que dizer que este Porto de NES - tão criticado e mal tratado num passado não muito distante - foi capaz de lutar até ao fim pela passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões. E isto quer dizer muita coisa, especialmente se tivermos em linha de conta que uma outra equipa portuguesa bem mais rotinada e apetrechada levou uma tremenda “tareia” do quarto classificado da liga alemã.

 

E pouco mais há a dizer sobre a partida de Turim. O Futebol Clube do Porto foi derrotado mas caiu de pé e com o sentimento de dever cumprido. E isto é de extrema importância pois vai ser fundamental dar a devida resposta no próximo domingo diante do Vitória FC no Estádio do Dragão.

 

MVP (Most Valuable Player): Felipe. Incansável, lutador, aguerrido e arrojado q.b. O central brasileiro foi hoje. Sem sombra de qualquer dúvida - o melhor em campo da parte da equipa portista. Felipe foi o “porta-estandarte” do Porto combativo que lutou até ao fim contra a Juventus. E era o moço tão criticado e rebaixado no início da época pelos “crânios da bola”.

 

Chave do Jogo: Se olharmos somente para a eliminatória tenho de dizer que a estúpida expulsão de Maxi colocou um ponto final na partida, mas no jogo jogado no Juventus Stadium não se pode dizer que tenha havido um qualquer lance que tenha resolvido a contenda a favor de qualquer um dos lados. Em suma; chave de jogo inexistente.

 

Arbitragem: Nada a apontar ao trabalho do Sr. Ovidiu Haţegan e restante quipá de arbitragem. Ao contrário do que tinha sucedido no jogo do Dragão, Ovidiu Haţegan procurou sempre ser o mais justo e imparcial possível no julgamento dos lances nesta partida de Turim. Maxi Pereira é bem expulso e a grande penalidade bem assinalada.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES) e adeptos do FC Porto. NES porque “montou” bem a equipa e “mexer” bem quando esta se viu reduzida a dez elementos. Os adeptos do FC Porto pelo apoio incansável à equipa do Futebol Clube do Porto.

 

Negativo: Maxi Pereira. Não quero individualizar a derrota do FC Porto, mas é de todo impossível não criticar o uruguaio por ter sido tão infantil no lance da grande penalidade. Maxi é um jogador internacional muito experiente que não pode – nem deve – fazer tamanha figurinha.

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publicado às 22:03


Venha mais um voucher sff!

por Pedro Silva, em 29.10.16

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Imagem retirada de zerozero

 

Efectivamente venha um voucher para João Pinheiro e sua equipa de arbitragem pelo excelente serviço prestado à nação benfiquista no Estádio do Bonfim!

 

 Ao contrário do que os “pseudo” comentadores - sempre muito ávidos no elogio ao “encarnado” - sou da opinião de que o Futebol Clube do Porto fez o suficiente para vencer em Setúbal, mas um cavalheiro vestido de “encarnado” (coincidências…) não o deixou ao não ter assinalado três (3!) grandes penalidades a favor dos Dragões! E como se não bastasse, eis que João Pinheiro deixou que os sadinos jogassem o seu futebol violento sem a mais pequena advertência… Só para que se tenha uma ideia, somente ao minuto 42 vimos o cavalheiro do apito a exibir um cartão amarelo a um jogador do Setúbal (jogador este que vinha cometendo faltas atrás de faltas). Mas pronto, havia que criar uma “almofada” para o caso de as coisas correrem mal ao SL Benfica na próxima jornada. Adiante.

 

Entrando agora no jogo jogado – aquilo que mais me interessa – mantenho o que disse. O FC Porto não jogou mal. Já o Vitória FC não jogou absolutamente nada (pergunto-me o que faz uma equipa destas na divisão principal do nosso futebol). Então o que poderiam os Azuis e Brancos ter feito de melhor? Ter sido mais eficazes na altura de empurrar a “redondinha” para dentro da baliza sadina. Era escusada tanta finta na hora de rematar à baliza… Se bem que tal se compreende porque tanto André Silva como Diogo Jota tinham de fazer tudo sozinhos porque o meio campo portista estava bem lá atrás a fazer pressão sobre um qualquer adversário imaginário… Demorar 20 e poucos minutos para começar a pressionar o Setúbal à saída da sua grande área é obra!

 

Não percebo a razão pela qual Danilo Pereira tem de estar sempre tão recuado (quase em cima da dupla de centrais)… O moço até que tem técnica e uma boa visão de jogo, pelo que acho que este teria sido de uma utilidade tremenda a um Oliver Torres - em baixa de forma - que não teve ninguém a ajudar na tarefa de combater o super povoado meio campo setubalense… Sim, o Óliver estava sozinho porque Héctor Herrera não entrou em campo (como sempre). Ora não admira, portanto, que depois tenhamos um Futebol Clube do Porto a lateralizar o seu ataque durante quase toda a partida (com tudo o que de mau e bom isto possa ter).

 

Quanto às substituições - tendo em consideração a forma como tudo estava a decorrer - não creio que Nuno Espírito Santo tenha estado mal. Jogou as cartas que tinha do baralho que escolheu levar para esta partida e não creio que pudesse fazer outra coisa. Tenho lido e ouvido os “comentadores” a dizer que Nuno deveria ter apostado em Depoitre dado que a elevada estatura do belga iria permitir ao FC Porto recorrer ao “chuveirinho”. Ora bem, esta tal de “solução” já foi tentada em Tondela e ficou bem patente que o belga não serve para este tipo de jogo… Mais alguma ideia brilhante Srs. “comentadores”? Não? Bem me queria parecer. É que ainda ontem ouvi um comentador criticar Jorge Jesus porque não é com muitos avançados que se ganha um jogo. Coerências.

 

Chave do Jogo: Inexistente. O Futebol Clube do Porto bem que teve várias oportunidades para sentenciar a partida (já o Vitória Futebol Clube não fez nada por isto), mas em momento algum o conseguiu fazer. Em suma; não houve lance algum que tivesse feito pender a vitória para qualquer um dos lados.

 

Arbitragem: Negativa. Péssima a actuação de João Pinheiro e a sua equipa de arbitragem neste jogo. Tolerou até ao limite o antijogo dos vitorianos, permitiu que a equipa do Vitória fosse violenta q.b. e não assinalou três grandes penalidades a favor dos Dragões.

 

Positivo: Iván Marcano. Quem diria que este Marcano é o mesmo que parecia uma “gelatina” nos tempos de Julen Lopetegui? Sempre muito bem posicionado e sem inventar na hora de fazer o corte. É isto que se exige a um central. Muito bem Marcano!

 

Negativo: Óliver Torres. Não pelo golo escandalosamente falhado mas sim porque parece estar a atravessar um mau momento de forma. Uma troca causal por Rúben Neves não lhe faria mal nenhum.

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publicado às 22:27



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