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Quem viu esta partida diante da Suíça (como eu) com toda a certeza que fica feliz pelo apuramento directo para o Mundial de futebol que se vai realizar no próximo ano na Rússia, mas há que ser sincero e dizer que esta vitória lusa diante de uma equipa helvética muito competitiva ficou a dever-se a um “pequeno grande milagre” da parte de “Todos os Santinhos e mais alguns”. Especialmente se tivermos em linha de conta a péssima primeira parte que Portugal realizou. Até parecia que os nossos jogadores não sabiam fazer outra coisa senão cruzar bolas para as mãos do guarda-redes suíço. Por acaso até que foi num deste cruzamentos à sorte que o defesa suíço Johan Djorou meteu a bola na sua própria baliza após uma carambola com Sommer (um excelente GR, diga-se de passagem). Confesso que fiquei com a sensação de que Sommer deveria ter abordado o lance de outra forma (os melhores também erram), mas os “Santinhos” estiveram do lado de Portugal neste lance. E ainda bem que assim o foi, pois este golo português abalou a equipa suíça e permitiu a Portugal apresentar um futebol muito melhor na segunda parte.

 

Futebol é isto mesmo. Por vezes lá surge aquilo que muitos apelidam de “estrelinha de campeão” e se ganha um jogo complicado. Portugal, actual campeão europeu de selecções – teve hoje direito a esta ”estrelinha” e lá levou de vencida uma Suíça que se preparava para fazer o mesmo que fez aquando do primeiro jogo com Portugal na fase de qualificação para i Mundial (fase esta que acabou de terminar).

 

É um facto, a Suíça não mereceu – de todo – perder no Estádio da Luz e confesso que se Portugal for jogar assim para o Mundial as coisas podem não correr lá muito bem. A ver vamos, mas nada justifica a imensa euforia de certos adeptos e comentadores que estão a fazer de Fernando Santos uma espécie de “super-hiper-mega” Treinador. O Homem nem no onze inicial e substituições acertou. Então hoje que era necessário um médio recuperador de bolas que ajudasse William Carvalho a organizar o jogo ofensivo de Portugal, Danilo fica no banco e só entra nos minutos finais para segurar a vitória? E porque não ter-se apostado na velocidade de Gélson e na técnica/experiência de Quaresma diante de uma Suíça que não precisava senão de um empate para se qualificar directamente para o Mundial?

 

Mas lá está, hoje os “Santinhos todos” estiveram com as nossas cores e lá se conseguiu um apuramento que (salvo erro da minha parte) terá sido dos mais difíceis da história da nossa Selecção. Agora vamos aguardar pelo que vai acontecer até Maio de 2018. Que não surjam lesões graves e que os jogadores chave do unido grupo de Fernando Santos estejam em boa forma quando a bola começar a rolar nas terras russas. Até lá, façam o favor de não alimentar ilusões estúpidas.

 

MVP (Most Valuable Player): André Silva. O jovem avançado terá sido o “menos mau” de um grupo de jogadores que hoje estava muito desinspirado e demasiado nervoso. André Silva foi o marcador do golo que “carimbou em definitivo o passaporte” de Portugal para a Rússia, e tal acaba por ser um feito histórico dado que o “miúdo” marcou golos a todos os adversários de Portugal na fase de qualificação.

 
Chave do Jogo: Surgiu no minuto 41´, altura em que o defesa suíço Johan Djorou introduziu a bola na baliza da sua equipa. A partir deste momento a Suíça perdeu o controlo do jogo e permitiu que Portugal vencesse a partida com relativa tranquilidade.

 

Arbitragem: Dois lances muito duvidosos de análise de Cünet Çakir. Aos 37 minutos, o árbitro turco deixou passar em claro uma mão na bola de Ricardo Rodríguez, após remate de Cristiano Ronaldo, e, aos 52, não admoestou Lichtsteiner na sequência de um pisão do lateral suíço em André Silva. Má arbitragem que, felizmente, não teve influência no resultado final.


Positivo: Apuramento. No final de contas o que se pode realçar pela positiva é, tão-somente, o apuramento directo de Portugal para o Mundial. Tal é um feito tendo em consideração o forte (e justificado) mano a mano com os suíços.

 

Negativo: Mediatismos. O que raio me interessa a mim, enquanto amante do futebol, que a cantora norte-americana Madonna tenha estado a ver o jogo no Estádio da Luz? Somente a velha parolice portuguesa (RTP) pode ver em tal motivo de tanto destaque.

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publicado às 23:55


Mais problemas que soluções

por Pedro Silva, em 07.10.17

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Se há ilação que podemos – e devemos – retirar da vitória portuguesa em Andorra é que existem mais problemas do que soluções sempre que a nossa selecção tem de defrontar uma equipa que seja um pouco “fora do normal”. Isto porque a primeira parte da nossa selecção foi constrangedora e, sobretudo, preocupante. E tal sucedeu muito por culpa de Fernando Santos.

 

Obviamente que haverá quem vá olhar para o resultado final de 2 a 0 a favor de Portugal e dizer que tudo acabou bem e o resto é paisagem, mas convêm ter em linha de conta que até ao momento os suíços não perderam um único jogo da fase de qualificação para o Mundial da Rússia. Acrescente-se que estes dependem, única e exclusivamente, só deles para o apuramento directo. Dito de outra forma, se Fernando Santos e equipa não tiverem retirado as devidas e necessárias ilações desta partida de Andorra, bastará à Suíça forçar um empate na próxima terça-feira em Lisboa e esta apura-se directamente para o Mundial. Um sério aviso para Portugal dado que os helvéticos defendem bem melhor do que os andorrenhos.

 

Obviamente que na próxima terça não se vai colocar o problema das reduzidas dimensões do campo e do – naturalmente – irregular piso sintético. Mas sabendo de tal, quem mandou a Fernando Santos apostar num onze de “velocistas” e tecnicistas? Ricardo Quaresma e Gelson Martins nas alas atacantes de Portugal são sinónimo de velocidade e muita técnica, mas isto num campo pequenino e irregular como o de Andorra vale zero. Foi muito por isto que na primeira parte a nossa equipa não fez nada mais senão ir trocando a bola de lado para a lado num ritmo que alternou entre o devagar, devagarinho. Escusado será dizer que o defesa Nélson Semedo sofreu do mesmo mal dos seus colegas de ataque não obstante este ter-se esforçado.

 

No meio campo luso ficou por perceber a aposta em Danilo Pereira… Andorra foi uma selecção que nos jogos que realizou até ao momento tinha apresentado (alguma) ideia atacante que justificasse a aposta num médio cuja especialidade não é a organização de jogo mas sim a recuperação de bola?

 

Felizmente temos ao nosso dispor o Melhor Jogador do Mundo, e foi mioto por causa dele que a Equipa de Todos Nós saiu de Andorra com os três pontos na bagagem. Agora faço sinceros votos de que para além dos 3 pontos a nossa equipa tenha também trazido a evidência de que contra a Suíça vai ser preciso fazer muito mais do que aquilo que vimos hoje.

 

MVP (Most Valuable Player): Cristiano Ronaldo. O melhor Jogador do Mundo entrou somente na segunda parte do jogo, mas foi ele o “catalisador” que despertou a equipa lusa e a conduziu à vitória num campo tremendamente difícil pelas suas dimensões e piso irregular.

 
Chave do Jogo: Apareceu no início da segunda parte da partida. A entrada de Cristiano Ronaldo em campo foi, sem sombra de qualquer dúvida, o factor que fez com que a vitória pendesse para Portugal.

 

Arbitragem: Trabalho positivo este que o Sr. Miroslav Zelinka e restante equipa levaram a cabo. Nada a apontar ao trabalho da equipa de arbitragem.


Positivo: Emigrantes portugueses. Mais parecia que Portugal estava a jogar em casa, tal era o entusiástico e tremendo apoio da comunidade portuguesa residente em Andorra. Parabéns emigrantes!

 

Negativo: João Mário. João Mário não acertou uma durante todo o tempo que esteve em campo. Lento e previsível em todos os aspectos. Os ares de Itália parecem estar a fazer mal ao talentoso médio.

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publicado às 23:55


“Chapeau” Conceição

por Pedro Silva, em 26.09.17

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“Chapeau” Conceição, E este bem que merece que se lhe tire o chapéu em jeito de respeito e admiração. Hoje Sérgio Conceição mostrou ser capaz de aprender com os seus erros. Agora vamos a ver se a coisa é para continuar ou se o que hoje foi somente um “fogacho” (em todos os aspectos).

 

Ao contrário de muito boa gente, eu optei por dar o benefício da dúvida a Sérgio quando soube que este tinha apostado em Sérgio Oliveira para o onze inicial do Futebol Clube do Porto. O jogo era da Champions e do outro lado estava um AS Mónaco que exigia um Porto mais paciente e “musculado” no meio campo. Sérgio Oliveira e o seu futebol mais lento e cerebral eram precisamente aquilo de que o FC Porto de Conceição precisava para “entupir” a máquina ofensiva dos monegascos. Sérgio Conceição não quis repetir o erro que lhe custou uma humilhante derrota caseira diante do Beşiktaş e esta foi, sem sombra de dúvida, a melhor forma de dar a volta por cima enganado por completo Leonardo Jardim que estava nitidamente à espera do habitual Futebol Clube do Porto vertiginoso.

 

Claro que o facto de se ter tido um Héctor Herrera – mais uma vez - numa “noite sim” (será para durar?) e um Yacine Brahimi a jogar para o colectivo ajudou a que a estratégia de Conceição funcionasse quase na perfeição. Quase na perfeição porque Danilo Pereira insiste em não voltar a ser o Danilo que sabemos que pode ser… Tal explica (e muito) o facto de o Mónaco ter “caído em cima” da equipa portista na segunda parte. Se o remate ao poste de Falcao tivesse entrado de certeza que a equipa francesa teria dado muita luta até fim… E tenho as minhas dúvidas de que o FC Porto fosse capaz de fazer frente à “avalanche” ofensiva da equipa de Jardim.

 

Uma palavra final para destacar o enorme trabalho de Moussa Marega. O moço deixa sempre tudo em campo! Ele assiste os seus companheiros para golo e ainda tem tempo para fazer aquilo que Jesús Corona teima em não fazer quando a equipa precisa: fechar o seu corredor! E foi este mesmo Marega tão mal tratado pelos adeptos do Futebol Clube do Porto num passado não muito distante.

 

E pronto. Missão cumprida na 2.ª jornada da UEFA Champions League de um grupo que é tremendamente difícil (ou não fossem todas as equipas muito parecidas). Agora é manter a cabeça no devido lugar porque no próximo domingo há uma complicada deslocação a Alvalade. Convêm recordar os mais esquecidos que por lá o Sporting CP costuma derrotar os seus adversários com jogadas de andebol, fora de jogo mal assinalados, tempos de compensação intermináveis e grandes penalidades duvidosas. Não pensem que por causa da tal de “aliança” o filme da época passada não se vá repetir.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Este é o Brahimi que eu quero ver a jogar de Dragão ao peito. Esforçado, virtuoso q.b. e disposto a jogar com e para o colectivo. O seu passe para Marega que culminou no golo de Aboubakar é, simplesmente, magistral!

Chave do Jogo: Veio tarde para resolver a contenda a favor da equipa portuguesa. Surgiu somente no minuto 89´, altura em que Aboubakar fez o terceiro golo do Futebol Clube do Porto acabando, de vez, com a resistência e capacidade de luta que o AS Mónaco vinha mostrando até então.

Arbitragem: Jogo tranquilo. Tirando um ou outro lance, Slavko Vinčić e restante equipa de arbitragem realizaram uma boa arbitragem.

Positivo: Claques do FC Porto. Os meus parabéns aos Super Dragões e Colectivo, pois deram uma enorme lição ao mundo do futebol de como apoiar a sua equipa a muitos milhares de quilómetros de casa. Simplesmente fantásticos!

Negativo: Danilo Pereira (outra vez). Danilo está ainda longe (muito longe) do seu melhor. Onde estava Danilo quando Falcao rematou ao poste da baliza de Casillas na segunda parte? “A ver a banda a passar”.

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publicado às 23:55


Déjà vu?

por Pedro Silva, em 13.08.17

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imagem retirada de zerozero

 

Déjà vu? Sim com certeza, mesmo que o jogo esta partida de Tondela tenha tido alguns protagonistas diferentes. Especialmente no banco de suplentes do Futebol Clube do Porto onde vi um Sérgio Conceição a deparar-se exactamente com o mesmo tipo de problemas com que Nuno Espírito Santo se deparou na época passada no mesmo recinto de jogo diante do mesmo adversário. O CD Tondela até jogou exactamente da mesma forma e contou - como não podia deixar de ser – com a cirúrgica “ajuda do costume” pois o tal de “Tetra” só hoje entra em campo.

 

Eu até que compreendo que o FC Porto realize este tipo de exibições. A pré época terminou há pouco, o mercado está ainda em aberto e a actual situação financeira do clube portista não ajuda a que o técnico possa contar com muitas opções de qualidade no plantel. Para mais já se sabe que em caso de dúvida as decisões arbitrais vão sempre contra os interesses dos Azuis e Brancos (assim dita a “cartilha”). Como tal é natural que os comandados de Sérgio nos brindem com a exibição medonha que vimos hoje.

 

A exibição do FC Porto em Tondela foi, repito, muito semelhante àquela que vimos na época passada. A única diferença reside somente no facto de na partida de hoje Aboubakar ter aproveitado o ressalto de bola para marcar o golo da vitória portista em Tondela. Tivesse este feito o que é habitual (atirar a bola ao poste ou para fora) e os mesmos que elevam o Sérgio Conceição à condição de Deus Supremo estariam a desancar no moço independentemente de estarmos na fase da temporada em que estamos.

 

Espero sinceramente que isto melhore e que Conceição aproveite o “embalo” das últimas vitórias para ir melhorando aquilo que tem de ser melhorado. É muito agradável ver a equipa a trocar a boal de um flanco para o outro, cruzar boals para a área adversária e a criar oportunidades de golo, mas os Dragões que experimentem jogar mesmo tipo de futebol que vimos hoje em Braga (outra das equipas que se “esfarrapa toda” sempre que defronta o FC Porto) e vai ser o bom e o bonito.

 

E ainda estou para perceber qual foi a ideia do Sérgio Conceição ao ter feito entrar o André André quando o CD Tondela dominava o meio campo… Quer dizer, no plantel existem por lá dois tipos (Sérgio Oliveira e João Carlos Teixeira) que “seguram o jogo e a bola” como ninguém mas o Sérgio Conceição opta antes por um moço cuja posição ainda não se sabe muito bem qual é. Brilhante.

 

E não, não é nenhuma cisma para com o Sérgio. É antes – mais - uma clara demonstração de que o Sérgio Conceição tem ainda muito trabalho pela frente numa época onde, mais uma vez, o Futebol Clube do Porto terá de lutar contra tudo e contra todos.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Casillas foi o “Santo” que garantiu os três pontos da vitória ao Futebol Clube do Porto numa partida muito complicada. E isto graças a um par de “defesas do outro mundo” que por duas ou três vezes impediram que a equipa do Tondela empatasse a partida. Seja bem-vindo de volta San Iker!

 

Chave do Jogo: Inexistente. Tanto o FC Porto como o CD Tondela foram incapazes de criar um lance que colocasse um ponto final na partida a seu favor. A emoção esteve sempre presente até aos descontos.

 

Arbitragem: Hugo Veríssimo é outro dos “artistas” com instruções para prejudicar os interesses do FC Porto sempre que possível. Não marcou uma falta evidente de Ricardo Costa sobre Marega próxima da grande área da equipa da casa. Na segunda parte consentiu todo e qualquer tipo de jogo violento da parte dos tondelenses enquanto sancionava todo o tipo de falta e faltinha que os atletas do FC Porto cometessem.

 

Positivo: Os laterais do FC Porto. Excelente o trabalho ofensivo e defensivo de Ricardo Pereira e Alex Telles. Só foi pena que os seus colegas de ataque não tivessem aproveitado este excelente trabalho.

 

Negativo: Miguel Layún. Layún entrou neste jogo para fazer a posição de extremo, mas mais uma vez este voltou a desiludir. Por pouco não cedeu o empate ao Tondela num estapafúrdio atraso de bola para Casillas

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publicado às 23:55


Portugal bom vs Portugal mau

por Pedro Silva, em 21.06.17

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imagem retirada de zerozero

 

Hoje em Moscovo assistimos às duas facetas da nossa selecção. Na primeira parte tivemos um Portugal autoritário que impôs o seu futebol a uma Rússia que está longe - muito longe mesmo - de ser aquela selecção que dominava o futebol europeu e que “dava cartas” nos Mundiais de futebol. Já na segunda parte os papéis inverteram-se dado que Portugal foi recuando no terreno de jogo e a Rússia aproveitou-se de tal para colocar em prática o seu simples futebol. Felizmente o “fantasma” do tempo de compensação não apareceu para assombrar Portugal, embora o dito até tenha tentado marcar presença.

 

Ora tudo isto para dizer que Portugal venceu e fez por isto, mas bem que poderia ter evitado a pobrezinha segunda parte com que nos brindou. Até que se compreende que se diga que o jogo não era fácil porque os russos jogaram em casa e tiveram (quase) sempre o apoio incondicional dos seus adeptos, mas tendo em consideração que esta equipa do leste da europa é tão limitada em termos técnicos e que o seu futebol é tão simples seria de esperar que Portugal impusesse o seu futebol com relativa facilidade. Especialmente se tivermos em linha de conta que as alterações que Fernando Santos promoveu foram muito boas. Adrien Silva no lugar de Moutinho era óbvio dado que Moutinho já é aquele “maestro” de outros tempos, contudo eu teria mantido Quaresma no onze inicial e retirado André Gomes para no seu lugar colocar o fabuloso Bernardo Silva, mas não foi isto que aconteceu e terá sido (talvez) muito por isto que Portugal realizou uma segunda parte tão pobrezinha. Muito bem vista foi a troca de Fonte por Bruno Alves tendo em consideração, repito, o futebol directo da equipa da Rússia, se bem que Pepe poderia ter deitado tudo a perder no último minuto de jogo num canto a favor dos russos.

 

Em suma, não obstante a dupla faceta que a equipa de Todos Nós mostrou hoje Portugal está com um pé e meio na fase seguinte da prova. Convêm é não encher o peito de ar e entrar com tiques de vedeta no próximo jogo diante da Nova Zelândia. O México está neste momento a fazer tal coisa e a pagar um preço bem cario por tal.

 

MVP (Most Valuable Player): Cédric Soares. O defesa lateral direito português realizou (mais um) excelente jogo. Fantástico na defesa e excelente no apoio ao ataque sempre que para tal era solicitado. Desta vez não marcou, mas Portugal bem que pode estar agradecido a Cédric pelo excelente desempenho em campo. Especialmente na segunda parte onde a “avalanche” ofensiva russa foi grande.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento alguma algumas das equipas foi capaz de criar um lance que colocasse um ponto final na partida a seu favor.

 

Arbitragem: Quando a equipa de arbitragem tem qualidade o vídeo árbitro torna-se completamente obsoleto. Foi o que aconteceu nesta partida. O único erro que se pode apontar ao árbitro foi o de não ter expulso Georgiy Dzhikiya por agressão a Pepe na segunda parte.

 

Positivo: Fernando Santos. O seleccionador nacional percebeu o que tinha de fazer após o frustrante empate com o México na jornada inaugural e apostou numa série de mudanças no onze inicial, mudanças estas que fizeram com que Portugal tivesse derrotado a Rússia.

 

Negativo: Falta de eficácia. Parece que a nossa selecção não se liberta do velho problema da falta de eficácia. Tantas e tantas oportunidades desperdiçadas na segunda parte. Tal poderia ter ditado o desfecho negativo desta partida. Felizmente a sorte protegeu a equipa lusa.

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