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Azar

por Pedro Silva, em 12.02.19

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imagem retirada de zerozero

 

Por norma temos tendência a criticar a nossa equipa quando esta perde um jogo. Contudo não me parece que seja justo seguir tal “rotina” após esta derrota do Futebol Clube do Porto na capital italiana.

 

A verdade é que - na minha opinião - a equipa de Sérgio Conceição tudo fez para sair de Roma com um resultado positivo. Os azuis e brancos regressam a casa com um resultado “menos negativo” porque tiveram azar. Isto apesar de na hora de rematar à baliza romana os Dragões terem sido algo “aselhas”. Mas também é complicado criticar o esforçado Fernando Andrade que se estreou na Champions e o “raçudo” Tiquinho que embora não tendo grande jeito lá conseguiu criar a oportunidade que Àdrian aproveitou para que as esperanças portistas não se esmorecessem já nesta primeira mão dos oitavas-de-final da prova milionária.

 

Apesar de o fuetbol ser o que é, estou em crer que momentos houveram em que Sérgio Conceição poderia - e deveria! - ter feito algo mais. Especialmente quando era notória a tremenda dificuldade que a equipa portista sentia em explanar o seu jogo. Tal foi notório na primeira parte dado que exsitiu sempre um perigoso “buraco” entre os vários sectores da equipa. “Buraco” que impedia que se criassem linhas de passe. Oara além de que estou para perceber porquê razão Militão tinha de ser “pau para toda a obra” e levar com todos os ataques romanos pelo seu flanco na primeira parte da partida.

 

Pouco mais há a dizer sobre este jogo. Pelo menos na minha perspectiva dado que aquilo que – para mim - terá ditado a derrota de hoje foi o azar e não tanto a falta de empenho de Sérgio Conceição e/ou dos jogadores que estiveram em campo de azul e branco vestido, mas acredito que haja quem tenha uma opinião diferente e respeito tal. Agora não creio é que se deva entrar em desespero… É verdade que isto de ter Yacine Bragimi, Moussa Marega e Jesús Corona lesionados preocupa dado que as alternativas são escassas em todos os aspectos, mas isto ainda não acabou e hoje ficou demonstrado que é perfeitamente possível marcar-se golos a esta Roma…

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Enorme entre os postes! Sofreu dois golos em que nada podia fazer e travou muitos outros com defesas dignas de um Guardião de Classe Mundial.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse em definitivo para o seu lado.

 

Arbitragem:   Arbitragem correcta, em termos globais. Boas decisões na estreia europeia do VAR, que vem para ficar. Análise e opinião de Luís Rocha Rodrigues (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Empenho, empenho e empenho. Não virar a cara à luta apesar de o resultado não ser favorável. Esta forma de estar deste F Porto faz com que a eliminatória permaneça – ainda - em aberto.

 

Negativo: Militão leva com tudo. È verdade que o internacional brasileiro tem qualidades acima da média, mas este não pode fazer tudo sozinho. Deveria ter sido melhor apoiado pelo seu colega de flanco quando a AS Roma se lembrou de atacar pelo lado direito da defesa portista.

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publicado às 23:26


A moral e – muita, muita – sorte

por Pedro Silva, em 11.12.18

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imagem retirada de zerozero

 

Hoje é dia de festa no Dragão. Primeiro lugar na Fase de Grupos da Champions, 0 derrotas e um empate e um recorde pontual igualado. Nada mau se bem que podemos, e devemos, dizer que o Futebol Clube do Porto não fez mais do que a sua obrigação num grupo onde o equilíbrio em termos de qualidade foi – quase sempre – a nota dominante. Contudo esta deslocação à Turquia fez soar alguns alarmes”. Especialmente se tivermos em linha de conta que o Galatasaray SK é uma equipa mediana (muito mediana) que só não venceu hoje por manifesta falta de sorte. E também porque do outro lado do campo esteve um FC Porto altamente moralizado.

 

Convenhamos, tenho de ser curto e directo. Felicito Sérgio Conceição (e a equipa) quando este está bem, na minha opinião, no jogo sobre o qual opino, mas não posso, de forma alguma, “embarcar” na actual onda de euforia que parece ter toldado certas mentes portistas. Não estivesse o Futebol Clube do Porto num momento de forma execpecional e com a moral nos píncaros, e tenho sérias dúvidas de que este teria regressado das terras de Recep Tayyip Erdoğan com os três pontos e um recorde igualado.

 

A juntar ao exposto no parágrafo anterior há que dizer que o Galatasaray de Fatih Terim teve um azar tremendo na hora de rematar à baliza. Aliás, se quiser ser mesmo sincero (por muito que me custe) tenho de dizer que os Dragões não mereceram, de todo, vencer hoje. Nem empatar mereciam! A equipa da casa foi - de longe – a melhor equipa em campo. O meio campo turco “engolia” sempre o meio campo português. Não fosse a eficácia, a moral em alta e uma sorte tremenda e, repito, isto teria corrido muito mal.

 

Espero que Sérgio Conceição tenha retirado muitas ilações desta partida. Especialmente sabendo que daqui para a frente irá ter de enfrentar equipas de maior qualidade que pressionam como este Galatasaray. E não, o facto de este ter sido obrigado a mudar algumas das suas habituais “peças” não justifica metade do que aconteceu hoje em campo. Até porque se assim fosse, esse teria intervindo muito mais cedo no onze. Especialmente quando todos percebíamos que o FC Porto já não podia mais com a tremenda avalanche ofensiva da equipa da capital turca.

 

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. Efectivamente o internacional maliano é “aquela máquina” na UEFA Champions League. Hoje Marega foi uma “locomotiva” que colocou, quase sempre, em “xeque” a linha defensiva da equipa da casa. Um golo e uma assistência são um parco pecúlio para tão excelente exibição.

 

Chave do Jogo67´ Sofiane Féghouli (Galatasaray) falha a grande penalidade! Atira à barra!. E deita por terra toda e qualquer vontade do Galatasaray SK lutar pelo resultado final. Após tal Sérgio Conceição “acordou de vez” para o jogo e fez as alterações tácticas de que a equipa precisava para trazer os três pontos para a Invicta. Como tal penso ser manifestamente impossível não se classificar este lance como a “chave do jogo” que ditou – em definitivo - a vitória portista.

 

Arbitragem: Jogo fica marcado por uma decisão logos nos minutos iniciais. É marcado um fora de jogo num lance que daria grande penalidade e provável expulsão para Diogo Leite. A interpretação deixa muitas dúvidas. Depois não existe falta sobre Hernâni e parece estar em fora de jogo Garry Rodrigues no lance da grande penalidade do Galatasaray. Análise e opinião de  Igor Gonçalves (jornalista do site zerozero)

 

Positivo: Vitórias que moralizam. São vitórias em jogos como este que fazem equipas campeãs. Quando as coisas não correm bem mas a equipa luta até ao fim, acredita em si e vence é algo que tem de ser visto como positivo.

 

Negativo: Diogo Leite. Se calhar sou eu qu estou a ficar mal habituado dadas as boas exibições de Militão, mas hoje Diogo Leite esteve mal. Muito mal em todos os aspectso do jogo. Que tanha sido somente um dia mau do jovem central.

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publicado às 22:25


Dragão tubarão

por Pedro Silva, em 28.11.18

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imagem retirada de zerozero

 

Aquando da visita do Futebol Clube do Porto a Gelsenkirchen para defrontar (e empatar a uma bola) este mesmo FC Schalke 04 que hoje foi - naturalmente - derrotado no Estádio do Dragão, eu tinha dito aqui neste mesmo espaço que o resultado era algo de anormal. Não porque a equipa germânica não seja uma boa equipa (é uma boa equipa!), mas antes porque a exibição portista neste jogo ficou muito abaixo das reais capacidades deste FC Porto. Hoje tal ficou bem patente dado que a equipa de Sérgio Conceição banalizou por completo a equipa de Domenico Tedesco. E tanto foi assim no resultado final como na exibição.

 

Efectivamente quando a moral está em alta e o treinador de uma equipa percebe - de vez - que nas competições europeias tem de colocar os seus comandados a jogar de uma forma completamente distinta da que aborda as partidas das competições nacionais, as coisas funcionam. Podem não funcionar na perfeição, mas por alguma razão se diz que os jogadores e treinadores são seres humanos e não máquinas. Se juntarmos a isto um Óliver Torres em forma, um Jesús Corona na melhor fase da época e um Yacine Brahimi a mostrar a todos aquilo de que é verdadeiramente capaz, o resultado só pode bom (senão excelente). È que basicamente foi isto que aconteceu hoje. O Schalke 04 lutou pela vitória, deu que fazer à linha defensiva azul e branca, procurou marcar golos mas hoje os Dragões resolveram assumir o papel de “tubarões” e não tiveram dó nem piedade de uma equipa germânica muito combativa, esforçada e extremamente competitiva.

 

Olhando agora um pouco para o jogo jogado, é para mim um excelso prazer verificar que nas competições europeias este Futebol Clube do Porto procura não se socorrer do tal futebol do tudo para a frente que na época passada custou uma copiosa e histórica derrota caseira diante do Liverpool. Os lances agora parecem mais pensados e sempre que possível aposta-se na transição rápida para o ataque (é nisto que dá ter um moço em campo e em forma de nome Oliver Torres). A continuar assim, tal poderá ser um bom prenúncio para a fase seguinte. Fase para a qual, face à vitória de hoje dos portistas e a derrota do Galatasaray em Moscovo, o Futebol Clube do Porto se apura no primeiro lugar do grupo. Facto que tem uma grande importância a nível financeiro e que poderá ditar muita coisa sobre a continuidade futura dos Dragões na UEFA Champions League.

 

MVP (Most Valuable Player): Jesús Corona. Estive – novamente - para atribuir esta nomeação a Oliver Torres, mas hoje Jesús Corona esteve – mais uma vez! – “endiabrado”. Jogou e fez jogar, o internacional mexicano é, sem sombra de qualquer dúvida, o “terror” de qualquer linha defensiva. Espero que este momento de grande forma e moral elevada de Corona se mantenham por muito tempo para o bem de toda a Nação Azul e Branca.

 

Chave do Jogo: Face ao que vi em campo não creio que se possa falar em chave do jogo dada a segurança e tranquilidade que esta equipa do FC Porto mostrou mesmo depois de o FC Schalke 04 ter reduzido o marcador para 2 a 1, mas vou classificar o golo de Moussa Marega como a “chave do jogo” dado que este lance acabou de vez com as esperanças que a equipa germânica ainda tinha de, pelo menos, levar um ponto da Invicta.

 

Arbitragem:  Arbitragem tranquila de Ovidiu Hategan. O romeno não teve problemas em dirigir uma partida tranquila e sem grandes quezílias.  Análise e opinião de Jorge Ferreira Fernandes (jornalista do site zerozero)

 

Positivo: Bons momentos de futebol (mais uma vez). Quando o Futebol Clube do Porto queria e lhe apetecia até que brindou o público (presente do Estádio do Dragão e não só) com momento de um futebol colectivo fantástico.

 

Negativo: A “zanga” de Brahimi. Todo o jogador gosta de jogar. Espacialmente quando o jogo diz respeito à maior competição de clubes da Europa, mas isto de sair amuado com o treinador quando se é substituído é algo que não fica bem a ninguém.

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publicado às 23:55


Foi você que pediu um apuramento?

por Pedro Silva, em 06.11.18

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imagem retirada de zerozero

 

Efectivamente o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição está em alta. E logo numa das fases de maior importância da época. Os Dragões lideram a Liga NOS e tem o assunto Champions quase que arrumado sendo que na próxima jornada, em pleno Estádio do Dragão, podem garantir a passagem à fase seguinte e podem ainda vencer o grupo. Melhor situação do que esta é impossível.

 

Antes de irmos ao jogo de hoje gostaria somente de dizer que para mim o que fez com que a realidade europeia do FC Porto mudasse de uma época para a outra reside, tão simplesmente, no facto de Sérgio conceição ter percebido que no campeonato tem de jogar de uma determinada forma e na Liga dos Campeões tem de jogar de outra forma. Esta época temos um FC Porto ofensivo, agressivo e muitas vezes quase que irracionalmente virado para a frente num claro 4x4x2 na Liga portuguesa e na europa do futebol temos um FC Porto mais cerebral, mais pausado, capaz de sofrer quando é preciso num 4x3x3 onde as transições rápidas são o “pão nosso de cada dia”. Embora eu goste muito mais da “fórmula” Champions, tenho de reconhecer que é muito por causa desta forma de gestão da equipa – e alguma sorte! – que por esta altura tudo parece correr de feição aos azuis e brancos.

 

Entrando agora no jogo que se disputou no Estádio do Dragão, achp que ficou demonstrado – mais uma vez – qie este grupo da Champions é tudo menos fácil. Isto porque o 4 a 1 a favor dos portistas é enganador. Não que durante os 90 e poucos minutos de um enorme dilúvio o FC Porto não tenha mostrado ser superior (em muitos aspectos) a um FK Lokomotiv que não procurou – nunca – abdicar da sua ideia de jogo que consistia, basicamente, no resguardar-se na defesa e sair em velocidade para o ataque. É muito por aí que se explica a vitória “gorda” dos azuis e brancos. No não saber abdicar de uma forma de jogar que em certos momentos obrigou o FC Porto a ter saber “sofrer”. O resto foi eficácia e aquela sorte dado que foram ainda algumas as oportunidades que a equipa moscovita teve de empatar a partida quando perdia por duas bolas a uma.

 

Ainda sobre o jogo gostaria, tão somente, de realçar que sou da opinião de que Sérgio Conceição deveria ter sido mais lesto a “mexer na equipa” quando na segunda parte o Lokomotiv se aproveitou de algum “desleixo” e “desnorte” dos Dragões que estavam em campo. Tardou em fazer tal e sofreu um golo. Felizmente os danos ficaram-se só por aí…

 

O que interessa é que agora o Futebol Clube do Porto venceu e está a um ponto do apuramento para a fase seguinte da prova milionária com o acréscimo de que pode vir a vencer o grupo. Para tal necessita de empatar em casa na próxima jornada diante do Schalke 04 para garantir o apuramento ou de vencer a equipa germânica para garantir o apuramento e a vitória no grupo a uma jornada do fim da fase de grupos da UEFA Champions League.

 

MVP (Most Valuable Player): Héctor Herrera. Estive para atribuir esta distinção a Moussa Marega por tudo o que este fez durante os 90 e alguns minutos da partida, mas tenho de nomear Herrera para o MVP desta partida pois este fez um excelente jogo em todos os aspectos para um jogador quem está com limitações físicas.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 67´, altura em que Jesús Corona teve um lance de génio que lhe permitiu marcar o terceiro golo portista e, desta forma, quebrar por completo todo o ímpeto da equipa russa que entretanto tinha reduzido o marcador para 2 a 1.

 

Arbitragem:  Bom critério nos lances capitais do jogo, talvez algum exagero no âmbito disciplinar. No geral, prestação competente.

 

Positivo: Moussa Marega. Está de volta o Marega que foi responsável por muitas vitórias portistas na época anterior. Uma assistência, um golo e uma capacidade fantástica de no final do jogo de continuar a correr como se tivesse sido dado o apito inicial.

 

Negativo: Substituições tardias. A equipa portista entrou mal na segunda parte e permitiu uma maior pressão do Lokomotiv. Depois de os russos terem marcado exigia-se uma mais rápida intervenção de Sérgio Conceição para se evitar mais danos. Felizmente nada de muito mau aconteceu até Corona ter marcado o terceiro golo.

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publicado às 22:19


Vencer primeiro e convencer depois

por Pedro Silva, em 24.10.18

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imagem retirada de zerozero

 

Vencer primeiro e convencer depois. Esta parece ser mesmo a ideia chave do técnico Sérgio Conceição para esta época. Confesso que até que sou apologista desta forma de estar no futebol pois, para mim, a conquista dos três pontos é muito mais importante do que a preocupação de se proporcionar um bom espectáculo a quem segue a partida.

 

Contudo existem limites. Limites razoáveis tais como (por exemplo) o saber-se controlar o jogo para se evitar que mesmo com menos um elemento em campo a equipa adversária consiga criar lances de real perigo para a baliza de Casillas. Este tal limite razoável de se controlar a posse da bola – e por conseguinte o jogo – também podia, e deveria na minha opinião, ser aplicado por este Futebol Clube do Porto desde o minuto inicial de cada jogo… Com tal podia (talvez) evitar-se as situações de grande calafrio com as quais Iker lidou hoje com uma mestria exemplar. Tal fica ainda mais difícil de se entender se tivermos em linha de conta que hoje os Dragões tiveram Óliver Torres em campo, pelo que não se percebe (pelo menos eu não percebo) a tremenda dificuldade que os azuis e brancos tem de controlar um jogo em que o adversário é de qualidade inferior. Um problema que tem sido recorrente esta temporada, diga-se de passagem. Somente no terceiro golo portista é que vi futebol no verdadeiro sentido do termo. Os outros dois golos foram, quando muito, fruto de erros da equipa moscovita que os atletas do FC Porto souberam - e bem - aproveitar.

 

Apesar de as razões - válidas - de queixa serem uma realidade, a verdade é que o Futebol Clube do Porto venceu hoje o Lokomotiv fora de portas e está com “um pé” na fase seguinte da UEFA Champions League e ainda tem fortes possibilidades de vir a vencer o grupo. Por isto espero que esta táctica do “tudo para a frente em busca do golo e o resto que se lixe” continue a colher os seus frutos até o apuramento portista para a fase seguinte da prova milionária ser uma realidade…

 

MVP (Most Valuable Player): Héctor Herrera. Confesso que me foi difícil encontrar o MVP portista deste jogo porque a equipa “brilhou” mais como um colectivo que foi fazendo o possível por vencer, mas o golo que Herrera marcou aliado a uma exibição q.b. no que ao capítulo do passe diz respeito fez com que lhe atribuísse este título.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum ambas as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse em definitivo para o seu lado.

 

Arbitragem:  Arbitragem segura de Bobby Madden, que foi firme e correto ao assinalar os penáltis e ao expulsar Kverkvelia.

 

Positivo: Iker Casillas. Defendeu com grande mestria uma grande penalidade e esteve sempre bem nas situações de maior perigo para a baliza portista.

 

Negativo: “Para a frente e o resto que se lixe”. Esta filosofia de jogo de Sérgio Conceição só serve para criar dificuldades onde elas não existem.

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publicado às 23:21


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