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Dicas para Ciclistas Urbanos: Trajectos

por Pedro Silva, em 06.02.15

Hoje vou falar-vos de um importante aspecto que qualquer Ciclista Urbano deve ter em conta para que a sua viagem pela cidade seja o mais segura possível.

 

A escolha de um trajecto é de uma importância atroz. Se calhar pouca gente pensa assim, mas se nos lembramos que a bicicleta se move com a força das nossas pernas rapidamente percebemos porquê razão o trajecto é algo que tem de ser pensado antes de se iniciar um qualquer passeio de “Bicla” pela Cidade. Por muito que não queiramos a Bicicleta não é um carro. Não podemos passar por todo e qualquer sítio de Bicicleta. Existirão locais onde pedalar é um desafio que nem Rui Costa, Campeão do Mundo de Ciclismo, consegue andar.

 

Então que fazer antes de pedalar?

 

Muito simples: elaborar um trajecto. E um que não tenha passagens impossíveis. Se podermos evitar zonas muito congestionadas, subidas ingremes, ruas de uma faixa só e rotundas é excelente. Isto porque vamos conseguir ir da casa de partida ao nosso destino em segurança e com o menor constrangimento possível.

 

O Ciclista Urbano inteligente é aquele que estuda todas as possibilidades antes de se fazer à estrada. Por exemplo; é uma atitude sensata aproveitar uma rua que tenha uma descida seguida de uma subida, pois o balanço da descida irá ajudar a que se faça a subida com menos esforço e desta forma perturba-se o menos possível o trafego.

 

Nesta coisa de andar de Bicicleta na Cidade a sensatez é algo que deve estar sempre presente. Se porventura não houver nenhum trajecto alternativo sem ser aquele que nos leve a uma rua com uma grande intensidade de trânsito ou a uma subida muito inclinada (por exemplo), o melhor que temos a fazer é sair da Bicicleta, subir ao passeio e fazer o que nos falta do percurso a pé com a nossa miga de duas rodas ao lado. Afinal de conta não vale a pena fazer do passeio de Bicicleta uma Competição.

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publicado às 23:55


Ciclista Urbano sofre

por Pedro Silva, em 08.11.14

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Ser-se ciclista em Portugal não é fácil. Não bastasse a falta de infra estruturas (entenda-se ciclovias), temos também de lidar com a pujança e má criação de quem circula nos passeios e ruas das nossas cidades.

 

No caso dos passeios sou como o outro. Quem circula num passeio não espera de forma alguma vir a ter de ceder passagem a bicicletas. Contudo nada impede um ciclista de circular no passeio se não houver uma ciclovia ou BUS. Naturalmente que quem vai a pedalar num passeio deve ser paciente, educado e cauteloso.

 

Já nas ruas a música é outra. É que é por aí que as bicicletas devem circular preferencialmente. E claro que o devem fazer de forma a não perturbar o trânsito, circulando sempre o mais encostado possível ao passeio (e quando digo o mais encostado possível não estou a dizer que devem circular na berma, facto que, por si só, é impossível) e sinalizar sempre com o braço estendido a intenção de virar à esquerda/direita. À noite os cuidados na rua de um ciclista devem ser redobrados uma vez que, para além do capacete que se deve utilizar sempre, exige-se que se circule com um colete reflector e uma luz dianteira/traseira.

 

Na passada Sexta-feira à noite sai do escritório. Esperei que todos os carros tivessem passado, comecei a circular e virei para uma rua com dois sentidos. Neste momento eis que um condutor começa a buzinar e a barafustar alto e bom som enquanto me ultrapassava. Como se fosse o Rei da estrada que quer o trajecto só para ele. Eu estava de capacete posto, colete reflector equipado, luz dianteira e traseira ligada e seguia o mais encostado possível ao passeio. Que queria sua Eminência parda que eu fizesse mais? Que me atirasse para cima do passeio para que o Excelentíssimo passasse sem ter de fazer uma ultrapassagem?

 

Mais á frente, depois de ter estado num semáforo à espera do verde, eis que outra inteligência começa aos berros. Não me perguntem o que queria a personagem até porque eu estava mais atento ao que se ia passando à minha frente, mas sei que o “recado” era para mim.

 

Sinceramente que quer esta gente? Se vamos de bicicleta no passeio ralham. Se vamos na rua protestam e buzinam.

 

Ciclista urbano sofre!

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publicado às 23:50


Recauchutagem do meu ciclismo II

por Pedro Silva, em 14.05.14

Passado quase uma semana depois do meu regresso ao ciclismo eis que as notícias são boas e animadoras.

 

Os “tremelicos” e medo no arranque já é coisa do passado. Posso dizer que já ando normalmente de bicicleta e que já a domino quase que por completo. Digo quase porque em certas zonas mais apertadas em termos de espaço (não esquecer que cá pelo Porto as ruas são na sua maioria são tudo menos largas) não me sinto muito à vontade ao pedal e o mesmo sucede nas descidas onde as mãos vão sempre no travão como manda o “Código” do Ciclista.

 

De resto as grandes dificuldades são as subidas. Nem as mudanças da Sakura (sim a minha “Bicla” tem um nome em homenagem a uma personagem do Naruto) tornam a tarefa mais fácil. Não que não consiga subir as rampas que abundam pela Invicta, mas não tenho paciência para estar a dar ao pedal ao ritmo de um caracol. Para mais não tenho a mesma forma de há uns anos atrás e para a recuperar tenho de levara s coisas com calma para evitar males de maior.

 

A outra dificuldade que tenho tido no meu vai e volta na Sakura são as pessoas. Como não me sinto completamente á vontade opto muitas vezes por seguir pelo passeio, o que me obriga a ter de desviar as pessoas que tem umas palas nos olhos e apenas conseguem ver em frente: E mesmo quando tal sucede podem ver-me a aproximar que não são capazes de deixar passar, sendo que lhes basta um simples “chega para o lado”… Tarefa complicada para certa malta. Até vos digo mais, os condutores dos automóveis respeitam-me mais que os peões por mais incrível que tal possa parecer.

 

Para terminar deixo-vos aqui uma foto minha devidamente equipado. Bem sei que estou com cara de zangado mas nunca gostei de tirar fotografias e a “engraçadinha” que tirou a dita sabe bem disto…

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publicado às 15:51


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