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Porque funciona a “Geringonça”?

por Pedro Silva, em 22.08.16

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Porque funciona a “Geringonça”? Eis uma questão que todos já colocaram. Muito em especial nos momentos em que a dita “Geringonça” que nos governa foi submetida a uma maior pressão interna e externa. A resposta é simples e para tal basta que se siga a lógica do meu último artigo de opinião que foi publicado no Repórter Sombra.

 

O que sustêm a “Geringonça” e a faz trabalhar mesmo nos momentos mais complicados é o diálogo. Sim. Diálogo, aquilo que o PSD de Pedro Passos Coelho e CDS-PP de Assunção Cristas abominam por completo. Aliás, bem vistas as coisas a política é – na sua base e essência – a arte de bem dialogar, porque não existe outra forma de um político honesto e competente convencer o seu eleitorado senão através do diálogo.

 

Não é por mero acaso que os “Barões” do PSD começam a apelar a Pedro Passos Coelho para que deixe de ser o arrogante cínico que deseja o mal de Portugal para poder governar a todo o custo. Marques Mendes e outros já perceberam que a “Geringonça” está aí para durar e somente uma faciosa Comunicação Social (a facção aliada de Passos Coelho) é que teima em não aceitar a realidade das coisas.

 

Actualmente a Direita portuguesa está perdida e não sairá do tenebroso labirinto em que se meteu enquanto não aceitar que vai precisar de dialogar e não de hostilizar, radicalizar e culpabilizar para voltar a ter crédito junto do eleitorado. Para mais os últimos meses tem trazido à nossa realidade factos que não abonam em nada a favor de PSD e CDS. Até nos recentes incêndios que arrasaram a Madeira e alguns Distritos de Portugal continental o Governo Passos/Portas teve uma tremenda responsabilidade por causa da famosa Lei do Eucalipto.

 

Obviamente que dialogar não isenta a “Geringonça” de alguns sobressaltos. Mas estes sobressaltos são uma consequência natural da política porque dialogar exige, precisamente, a troca de ideias. É precisamente nessa trica de ideias que surge o “combustível” que faz com que a “Geringonça” funcione na perfeição. PS, BE e PCP fazem exigências e cedências para que Portugal continue num rumo sereno e, sobretudo, mais justo para todos os portugueses. Algo que Pedro Passos Coelho e Assunção Cristas parecem não conseguir fazer, e graças a isto vão ficar - por largos anos - na oposição.

 

Uma última nota sobre a “embrulhada” da Caixa Geral de Depósitos (mais uma embrulhada que o Governo Passos/Portas deixou ficar para alguém resolver) para dizer o seguinte.

 

Ainda estou para perceber porquê razão o actual Governo insiste em querer nomear como Administradores do Banco público pessoas que já ocupam outros cargos. Como se isto de gerir um Banco fosse uma espécie de “frete” ou favor que nos fazem para o qual são bem renumerados. Não haverá por aí mais gente com capacidade e competência para recuperar a Caixa da trapalhada em que Passos e Portas a meteram?

 

Artigo publicado no Repórter Sombra (22/08/2016)

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publicado às 22:42


Cultura Democrática (da falta dela)

por Pedro Silva, em 19.10.15

Crónica Repórter Sombra.jpg 

1 - A semana passada foi marcada por uma batalha política intensa. Nesta dura batalha chegou-se ao ponto do sempre lamentável “vale tudo” para defender a posição de cada um.

 

Volto a reiterar aquilo que já disse na Crónica anterior: perante o actual quadro em que se encontram distribuídos o n.º de Deputados na Assembleia da República mais facilmente PS, BE, CDU e PAN chegam a entendimento para a criação de um Governo de Esquerda. Ora este facto veio a verificar-se dado que a Coligação PSD/CDS (PàF) não conseguiu, até á data, celebrar qualquer acordo que lhe permita governar com uma das forças políticas aqui evidenciadas. Sendo assim, segundo a nossa Constituição da República, só existem três possibilidades:

 

- A Coligação PàF é convidada a formar Governo mas a Assembleia da República rejeita esta possibilidade deixando desta forma de existir condições para se governar e Cavaco Silva terá de convidar o PS, segundo Partido mais votado, a formar Governo;

 

- Pedro Passos Coelho, líder do PSD que fora indigitado pelo Presidente da República para tentar formar Governo, faz saber a Cavaco Silva que não conseguiu celebrar um acordo que permita à sua Coligação governar e Cavaco senão convida António Costa a formar Governo;

 

- Nenhum dos Partidos com assento parlamentar se entende, a Assembleia da Republica rejeita todo e qualquer tipo de Governo a que o Presidente da República tenha dado posse, Portugal terá um Governo de gestão até meados de Abril, altura em que o novo Presidente da República poderá, se não conseguir resolver a questão até lá, convocar novas eleições dado terem passado 6 meses após o último acto eleitoral.

 

Na minha opinião o melhor cenário é o segundo dos três que aqui elenquei. E não estou com isto a dizer que tenha obrigatoriamente de ser este o cenário ideal. Aceito plenamente que no quadro actual possam existir opiniões e soluções distintas para o problema.

 

Isto ao contrário de uma grossa fatia da nossa Comunicação Social que tem feito o possível e o impossível (recorrendo, sem vergonha alguma, ao terrorismo comunicacional, baixeza de discurso, parcialidade óbvia e intoxicação comunicacional) para que o primeiro e o segundo cenário venham a ser uma realidade.

 

2- Tem corrido por aí um argumento que se baseia essencialmente no passado. Mais concretamente nos tempos pós 25 de Abril em que o Partido Comunista Português era mais um dos variados partidos satélites da União Soviética que tentou após o 25 de Abril instaurar um Regime Soviético em Portugal. Nesta altura o Partido Socialista era, juntamente com outras forças políticas, um dos maiores inimigos do PCP de Álvaro Cunhal que combateu esta iniciativa dos Comunistas. À colação surgiu também o sucedido em Abril de 1987, quando PS, PRD e PCP se juntaram para derrubar o executivo minoritário de Cavaco Silva (derrube que conduziu a eleições antecipadas, seguidas de oito anos de maioria absoluta do PSD).

 

Contudo há que dizer aqui uma coisa que os autores de tais argumentos não colocam em cima da mesa quando recorrem aos ditos.

 

É que tais situações aconteceram num determinado momento e contexto histórico que não existe nos dias de hoje. Podemos e devemos olhar para a nossa história para aprender com algo com ela. Agora não devemos é fazer copy paste do passado e usar tal como fórmula infalível para se determinar o futuro. É perigoso, demasiado perigoso, seguir esta demagogia porque o passado não é igual ao presente e o futuro é construído a partir do presente e o pressente de hoje é muito diferente do presente pós 25 de Abril e do presente de 1987.

 

Dito de outra forma, não me parece que seja uma atitude racional, saudável e crível ir buscar factos do passado para amedrontar toda a gente fazendo-nos crer que o futuro vai ser tão negro como foi em certos momentos do passado. É mau que se siga este caminho porque tudo evolui e se modifica e à Política não foge a esta regra pois os Partidos e demais agentes políticos não são seres imutáveis completamente imunes ao tempo e indiferentes ao que se passa na sociedade onde estão inseridos.

 

Isto para deixar bem claro que o facto de em certos momentos da história do nosso Portugal Democrático Socialistas e Comunistas terem medido forças e de terem estado de costas voltadas não os impede de hoje em dia se entenderem e trabalharem em prol de um bem comum. Aliás, lembro-me bem de ver Paulo Portas e o seu CDS-PP a gritar palavras de ordem contra a Europa e hoje em dia é aquilo tanto um como o outro são aquilo que todos sabemos e vemos. Ou seja; a história não tem irremediavelmente de se repetir.

 

3 - É extremamente importante que os Portugueses percebam de uma vez por todas que o que está neste momento “a ser cozinhado no caldeirão político” é totalmente novo e como tal é de todo impossível adivinhar qual vai ser o seu desfecho não obstante cada um de nós ter cabal direito ao seu palpite.

 

O meu palpite diz-me que António Costa e o Partido Socialista correm um enorme risco político ao querer aliar-se com os Partidos de Catarina Martins e Jerónimo de Sousa (acabando desta forma com o famoso PREC) porque esta aproximação Socialista mais à Esquerda pode derrubar o Governo de Passos/Portas e dar uma “nova aragem” a uma Europa onde a Direita é Soberana, mas este Governo de Esquerda vai ter de “caminhar sobre brasas” pois bastará perder o apoio de um dos seus aliados e cairá, criando desta forma uma nova crise política que poderá ser aproveitada pelo PSD e CDS para regressarem ao Poder mais reforçados do que nunca.

 

Mas haverá alguma garantia credível de que este meu palpite esteja certo? Não há! E tenho a certeza absoluta de que ninguém no Mundo tem uma resposta segura para esta questão que surgiu pela primeira vez no nosso Mundo Político.

 

4 - Se vamos jogar o “jogo da Culpa” então vamos faze-lo dentro das regras do mesmo e não através da batotice ou da prostituição intelectual.

Primeiro, há que ser honesto e dizer sem medo que todas as Forças Políticas com assento parlamentar, e não só, tem o cabal direito de se coligar e/ou de celebrar entre si acordos sectoriais de entendimento. Tal não é, não pode, nem nunca será do uso exclusivo da Direita Portuguesa. Haja vergonha na cara de quem não aceita este facto.

 

Segundo, formar uma coligação e/ou celebrar acordos sectoriais com vista a governar e7ou ganhar eleições implica sempre uma negociação prévia e nesta negociação terão de ser feitas cedências de parte a parte e muitas destas cedências relacionam-se com linhas programáticas e ideológicas dos Partidos. Tal sucedeu em 2011 e 2015 quando PSD e CDS decidiram coligar-se para governar. Não percebo porquê carga de água a Esquerda em Portugal não pode agora fazer o mesmo que fez a Direita em 2011 e agora em 2015.

 

E isto que aqui descrevi, meus amigos e amigas, é política. Aquela “coisa” que muitas vezes obriga a que se tenha de se dar o dito por não dito em prol de um bem comum. Algo que está muito em uso na Europa do Norte Europa esta que tanta gente admira e idolatra. Por isto guardem lá o “moralismo á moda da claque de futebol”.

 

Terceiro, não existe nem nunca existirá um tempo ideal para se formar uma coligação ou para que os Partidos celebrem entre si acordos sectoriais. A título de exemplo diga-se que em 2011 PSD e CDS acordaram entre si a criação de uma Coligação após as eleições. Que eu saiba o tempo de se coligar e de se entenderem entre si antes ou após o acto eleitoral, repito, não é um exclusivo da Direita Portuguesa.

 

Ora tudo isto para dizer que, quer se goste ou não, António Costa e o Partido Socialista têm estado a fazer algo que Passos Coelho e Paulo Portas já fizeram num passado não muito distante. E digo, sem receio algum, que caso o cenário político colocasse Passos Coelho e7ou Paulo Portas no lugar de António Costa que este faria exactamente a mesma coisa só que não teria mais de metade da Comunicação Social a critica-lo e a minar-lhe o caminho.

 

Temos então que tudo o que está a suceder é o normal numa Sociedade Democrática.

 

Podemos é afirmar que isto poderia ter seguido outro rumo, mas para tal seria preciso que em Belém morasse um Presidente da República e não um militante do PSD. Se há alguém que deu uma segunda oportunidade a António Costa foi o Sr. Professor Aníbal Cavaco Silva, digníssimo Presidente da República Portuguesa que está ainda em funções. Este sim, é o principal e único culpado de tudo o que está a acontecer. E não percebo como é que tanto Jornalista e Comentador/Analista Político ainda não teve a sagacidade e honestidade de expor este facto preferindo antes “cascar” no Costa e criticar a nossa Lei fundamental (entenda-se Constituição da República Portuguesa).

 

5 - Tudo isto para se chegar a uma triste conclusão: mau demais para ser verdade e desta vez não podem acusar somente os Políticos de serem os culpados de tudo isto. Pelo contrário! Se a Sociedade Portuguesa procurasse informar-se em vez de olhar para o actual problema da formação do novo Governo Constitucional como se de um dérbi de futebol se trate muito do que temos assistido até à data não teria nunca acontecido.

 

Artigo de opinião poublicado no Repórter Sombra

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publicado às 20:19


Das alternativas e da falta delas

por Pedro Silva, em 09.06.14
Li o texto de JJ do Blog CLUBE PENSADORES JOAQUIM JORGE que esteve em destaque no Portal SAPO e fiquei na retina com esta frase que resolvi recortar e destacar:
Podia ter comentado a dita no Blog em questão, mas iria contra o que o tema em análise e para mais no geral estou de acordo com o que o JJ escreveu.

 

O que pretendo trazer a lume é a questão das alternativas.

 

È certo e sabido que já estamos todos fartos dos actuais Políticos e dos seus Partidos. A saturação prende-se principalmente com os Partidos do dito “arco de governação” (PS e PSD e eventuais Coligações de Direita). O Povo está cansado mas que alternativas têm este à sua disposição? Ora vejamos:

 

O Partido Comunista Português não foi feito para alguma vez formar Governo numa Democracia. Na sua génese impera o tem de ser e o tens de fazer e ponto. Para mais a ideologia Comunista sofreu de tal forma tantas alterações e abalos que já nada tem a ver com aquilo que Marx idealizou. O PCP (aka CDU, Coligação PCP e Partido Os Verdes) apenas sobrevive em Portugal devido ao seu nobre e grandioso contributo na luta contra a Ditadura Salazarista. Não é portanto, a meu ver, uma alternativa séria, sólida e credível.

 

Temos depois o Bloco de Esquerda. Nascido da fusão de vários Partidos “pequenos” de Esquerda. O Bloco emergiu na cena política nacional como um Partido revolucionário, contestatário e com uma visão renovada do Socialismo. Esteve em crescendo até ter sido tomado de assalto por uma facção que eu chamo de “Esquerda Caviar” misturada com Anarquistas e outros utópicos fanáticos que atiraram com o Partido para um buraco de onde dificilmente sairá.

 

Restam os pequenos Partidos e os Independentes.

 

Para um Partido pequeno como o MPT (Movimento Partido da Terra) por exemplo ter uma pequena hipótese de vencer uma eleição tem de recorrer a um aram a muito perigosa que é o populismo. A eleição de Marinho Pinto para o Parlamento Europeu através deste Partido é um bom exemplo disto mesmo. De outra forma o MPT nunca teria conseguido que os Portugueses soubessem que existe.

 

Tempor por último os Independentes. Contudo estes de independentes têm muito pouco por força das circunstâncias. Senão vejamos; para se participar numa campanha eleitoral é preciso, entre muitas outras coisas, muito dinheiro e este por norma este é doado ao independente na expectativa de poder obter uma vantagem no futuro. Mas a recolha de fundos por norma não é suficiente pois é sempre necessária uma enorme máquina de propaganda para se vencer uma qualquer eleição e como tal o candidato independente tem de se apoiar num Partido qualquer como foi o caso de Rui Moreira. E se os resultados da eleição não redundarem numa Maioria Absoluta, eis que o independente tem de se coligar para poder governar.

 

Ora isto tudo para dizer que não existem claras e sérias alternativas a PS e PSD.

 

E tal irá ser fatalmente assim até que um dia o Zé Povinho deixe de olhar para o Partido A,B ou C como se fosse o seu Clube de Futebol, mas isto é tema para outras conversas…

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publicado às 12:25


Porto com e sem sentido

por Pedro Silva, em 11.02.14

Mesmo tendo quebrado a minha promessa de que não voltaria a ver o Prós e Contras, gostaria de partilhar aqui algumas notas sobre o que lá foi exposto:

 

1- Cada vez gosto menos do dito programa. Acho deplorável que se tenha passado tempos infinitos a ouvir o relato de uma mocinha que é Arquitecta com mil e umas Formações e Doutoramentos que se orgulha de servir pão com presunto e cálices do Vinho do Porto nas caves. O que tem isto a ver com a cidade do Porto e aquilo que se espera do seu novo Presidente da Câmara? Nada!

 

2- Gostei de saber que a Cultura parece estar no bom caminho e que Rui Moreira procura aproximar-se deste sector que tanto diz ao Porto e aos Portuenses. A Feira do Livro está de volta à Rotunda da Boavista, o Teatro do Bolhão está a ser recuperado e notou-se que o representante da Cultura Portuense está satisfeito com o rumo que as coisas estão a tomar. Vamos a ver como vão andar as coisas no futuro no que à Cultura diz respeito.

 

3- Não me revejo nesta política de ter de entregar a Baixa Portuense a cafés, bares e restaurantes. A título de exemplo dou o do restaurado Mercado do Bom Sucesso que agora é uma Praça VIP e o Mercado da Bolsa que é frequentado por apreciadores da cerveja e do tabaco. Este beco sem saída é fruto da irresponsável inoperância do Partido Socialista e Partido Social Democrata no Poder da Câmara Municipal do Porto perante o êxodo dos anos 90 de Portuenses para as cidades limítrofes. E confesso que não estou a ver o Executivo de Rui Moreira a mudar tal paradigma.

 

4- A certa altura uma Sra. do público disse que gostaria de um dia voltar para o seu degradado Bairro na Ribeira do Porto. Aqui temos mais um dos resultados negativos da alternância Socialista/Social Democrata que aqui falei. Depois os Partidos ficam muito indignados quando um Independente lhes passa a perna nas eleições.

 

5- A questão da reabilitação do Porto não passa só pelo restauro do Mercado do Bolhão. Concordo que seja de uma importância atroz a cidade recuperar um dos seus símbolos mais mediáticos, mas é preciso recuperar o resto da Cidade que tem zonas que estão simplesmente entregues à sua sorte. A Corujeira é um dos muitos exemplos que o Porto tem de “aldeias isoladas” e degradadas que tem de ter um fim. Rui Moreira disse estar à espera de ver o que vai dar a sua luta com o Poder Central no que ao QREN diz respeito, mas espero algo mais que a recuperação do nosso Bolhão.

 

6- O programa Prós e Contras é uma desgraça, mas por lá se percebeu que o Povo do Porto está do lado do seu Presidente. Rui Moreira é uma pessoa muito querida e respeitada na Cidade o que lhe dá uma margem muito grande para poder intervir numa cidade com muita história. Não é fácil levar a cabo o restauro de uma cidade onde 90% é Património Histórico e Cultural que não pode de forma alguma ser destruído e modificado.

 

7- Achei um piadão tremendo à vitimização de Pedro Burmester no que ao Porto Capital Europeia da Cultura dizia respeito. Deste fabuloso evento ficou uma cidade que durante anos foi um enorme estaleiro de obras que tiveram o seu ponto máximo na construção do “caixote de sapatos” que se chama Casa da Música. Caixote cuja megalómana construção obrigou á destruição de uma antiga e histórica estação de eléctricos.

 

8- Para terminar gostaria de ter sabido se Rui Moreira vai aumentar o n.º de efectivos da Policia Municipal para que se ponha de vez um travão ao estacionamento caótico em algumas zonas da cidade e para que tenhamos de deixar de andar nos passeios com os olhos no chão porque os donos dos “aus-aus” não guardam para si a prenda que o animal lhes oferece.

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publicado às 18:12


Autárquicas à venda?

por Pedro Silva, em 24.08.13

Já estou a par da notícia. Não é coisa que me surpreenda porque tudo o que venha deste individuo nunca é bom.

 

O que me chateia é que o tipo não tem vergonha nenhuma naquela cara e vai na mesma apresentar-se as autárquicas no Porto como se nada fosse... Atitude típica da malta do Partido Social Democrata (PSD) como comprova as posições que os seus militantes têm tomado nos últimos tempos para mal de todos nós.

 

Não sei como é que ainda há gente que defenda e apoie esta personagem. Por muito menos um tal de Isaltino foi preso.

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publicado às 18:00


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