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Orgulhosamente ignorantes

por Pedro Silva, em 24.04.17

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Pode custar a crer, mas em pleno Século XXI onde a informação está ao alcance de um pequeno “clic” há quem seja orgulhosamente ignorante. E a liderar este elitista e cada vez mais numeroso grupo estão os Estados Unidos da América cujo Presidente e respectiva equipa governamental são o expoente máximo do – lamentável - orgulho em de se ser ignorante.

 

Vir a público dizer que Adolf Hitler nunca gaseou o seu próprio Povo é um tremendo insulto à inteligência de cada um dado que o holocausto judeu também envolveu judeus de nacionalidade alemã. Pior do que dizer tamanha barbaridade em público é utilizar tal “argumento” para justificar um ataque unilateral à Síria por causa de uma barbárie cujo autor é ainda hoje completamente desconhecido. Mas o mais assustador é os Estados Unidos da América terem um Presidente ignorante e uma administração presidencial – também - ignorante que está nas mãos da famosa (e muito lucrativa) maquina de guerra norte americana.

 

O filme dos Simpsons que todos pudemos assistir no grande ecrã faz uma tremenda paródia em torno de um Presidente norte-americano que não sabe tomar decisões por si próprio. Alias, a dita personagem nem se preocupa com as consequências das decisões que não toma. Por mais incrível que pareça, Donald Trump é a encarnação – perigosa - da tal paródia. E afirmo tal porque não vejo outra razão para que Donald Trump e a sua ignorante administração tenham autorizado o lançamento da dita “mãe de todas as bombas”. Da mesma forma se pode entender e justificar o ataque cobarde ao território sírio e as ameaças à sempre perigosa Coreia do Norte.

 

Depois de no século passado se ter promovido o desarmamento gradual após a louca corrida ao armamento tendo por pano de fundo a Guerra Fria, eis que agora por causa da ignorância da Administração Trump vamos ter uma nova corrida ao armamento.

 

Não é com bombas e armadas poderosas que se resolverá a questão da Coreia. Se Donald Trump e a sua equipa não fossem orgulhosamente ignorantes e saberiam que as poderosas armadas e bombas dos Estados Unidos da América já sofreram uma tremenda derrota na península coreana. Fosse Trump e a sua equipa minimamente instruída e saberiam que naquela região do globo a inocência é coisa que não existe. Isto porque no século passado tanto sul coreanos como japoneses levaram a cabo autênticas barbáries contra chineses e norte coreanos.

 

Um pouco de história não fazia nada mal a Trump e - já agora – a muitos dos norte-americanos que o elegeram e que aplaudem de pé esta política tresloucada desta gente que agora gravita em torno da Casa Branca.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (14/04/2017)

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publicado às 15:00


O Mundo e as “trumpalhadas

por Pedro Silva, em 10.04.17

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Já aqui o disse e repito, Donald Trump é um perigo para a Paz Mundial, mas Trump é uma personagem com o qual os Norte-americanos se identificam senão de outra forma não o teriam escolhido para liderar os destinos do seu país. Recentemente tivemos a demonstração pela qual os Norte-americanos se identificam com Donald Trump. Refiro-me, pois claro, à resposta que Trump adoptou perante o último ataque com armas químicas na Síria.

 

Obviamente que se repudia o recurso a armas químicas. Existem normas internacionais que o proíbem e o bom senso também se deve aplicar nas zonas de combate. Mas temos de ter em consideração algo de muito importante: os terroristas não obedecem às Leis internacionais nem tem qualquer tipo de consciência. E pintem o cenário como quiserem, mas o tais de rebeldes que os Estados Unidos da América apoiam na Guerra Síria são terroristas. Alías, bem vistas as coisas não é a primeira vez que os Estados Unidos da América apoiam directa ou indirectamente organizações terroristas que mais tarde se voltam contra os próprios Estados Unidos da América. E neste aspecto Donald Trump não está a fazer nada que os seus antecessores não tenham feito. Para além disto, o problema sírio é uma obra Obama com q qual Trump tem de lidar.

 

Contudo Donald não deveria - nunca - ter seguido a via mais fácil. Isto para evitar fazer com que o conflito armado que já dura há seis anos “contagie” toda.  região e, como se não bastasse, coloque as nações ocidentais uma contra as outras. Ou seja; Donald Trump deveria ter sido a antítese Norte-americana relativamente ao sucedido na Síria na semana passada. Mas Donald Trump preferiu ser o verdadeiro americano. E como verdadeiro americano, este sacou dos seus misseis e disparou sobre a única facção que na Síria luta contra o terrorismo. Para Trimp pouco ou nada importa que os terroristas tenham como estratégia colocar civis em redor dos possíveis alvos, para depois poderem fazer o festim mediático do costume.

 

Não fosse Donald Trump a face da grande América e este teria primeiro procurado indagar o sucedido e procurado colocar o mundo do seu lado através da demonstração de provas cabais de que as tropas leais a Bashar al-Assad tinham utilizado armas químicas contra civis. Mas não. Donald prefere a sua “trumpice” pois é nesta qus os Norte-americanos se revem ou não fosse a Rússia de Vladimir Putin uma forte inimiga que não apoia, de forma alguma, qualquer organização terrorista.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (10/04/2017)

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publicado às 16:00


Momento Mafalda (49)

por Pedro Silva, em 28.08.15

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publicado às 21:32


Nascido a 4 de Julho

por Pedro Silva, em 13.06.14

Biografia, Drama (1989) - "Born on the Fourth of July"

Realizador: Oliver Stone 

Elenco: Tom Cruise, Raymond J. Barry, Caroline Kava, Josh Evans

 

Sinopse: Filme vencedores de 2 Óscares em 1990, incluindo o de Melhor Realizador. Baseado em factos reais, esta é a história de Ron Kovic, um jovem idealista americano que deixa a namorada e a família para para lutar na Guerra do Vietname. Após ficar gravemente ferido, Ron fica paraplégico e regressa a casa. É recebido como um herói, mas depressa se vê confrontado com a dura realidade que os deficientes físicos enfrentam no país pelo qual combateram. Decide então juntar-se aos seus camaradas e lutar pelos seus direitos e contra a guerra.

 

Critica: Este filme tem um objectivo claríssimo com o qual esbarramos mal ele começa: crítica feroz ao Conservadorismo Norte-americano e aos Republicanos que na altura da Guerra do Vietname se encontravam no poder. Tudo o resto (mania das grandezas, invencibilidade, chauvinismo, racismo, crimes de guerra, etc.) vêm por acréscimo e é algo que vemos trabalhado de uma melhor forma no Born to Kill na minha opinião.

 

Estamos perante um filme que se destaca mais pela excelente interpretação de Tom Cruise (bons tempos estes em que este Actor era fantástico) do que pela sua história. Com toda a certeza que chocará mais o público Norte-americano do que outro qualquer e tem a sua lógica.

 

È um bom filme sem sombra de dúvida. Obriga à reflexão, mas pelas razões que já aqui evidenciei prefiro o Born to Kill ou o Apocalypse Now ao Nascido a 4 de Julho no que á temática do Vietname diz respeito.

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publicado às 15:46


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