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Goleada!

por Pedro Silva, em 04.03.17

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imagem retirada de zerozero

 

Não há muito para dizer sobre a impiedosa goleada que os azuis e brancos impuseram aos alvi negros da Madeira. Isto porque o Futebol Clube do Porto não fez um jogo impressionante. Os dragões jogaram q.b. No início da partida até que até que foram notórias algumas das dificuldades que os comandados de Nuno Espirito Santo (NES) sentiram para superar a dupla linha defensiva do CD Nacional

 

O Nacional meteu o “autocarro” diante da sua baliza e estivéssemos nós nos tempos de Lopetegui e de certeza que a estratégia do “duplo autocarro” de  Jokanović teria resultado na perfeição e o CD Nacional teria conseguido o sue “pontinho”. Contudo este não é o FC Porto pachorrento e previsível de Lopetegui. O FC Porto de NES pode ter muitos defeitos, mas está longe de ser lento e previsível. O FC Porto de NES é pressionante, luta pela vitória até ao fim dos 90 e poucos minutos e procura variar as jogadas sempre que tem pela frente um adversário do estilo deste CD Nacional. Foi basicamente isto que se viu hoje no Estádio do Dragão.

 

Os dragões não foram – repito – brilhantes, mas mostraram uma enorme capacidade de luta e vontade de “esmagar” o adversário mesmo quando o resultado era favorável. E isto é extremamente importante por causa disto:

Os sete golos dão confiança

 

Confiança. Muito mais importante do que ter marcado sete golos a um adversário muito frágil, é o facto Futebol Clube do Porto ter demonstrado que vai dar luta até ao fim pelo título de campeão. E isto numa altura em que o SL Benfica começa a dar sinais claros de que está num mau momento é fundamental. Especialmente se tivermos em linha de conta que o jogo da Luz está cada vez mais próximo.

 

MVP (Most Valuable Player):André André. O meio campo dos portistas esteve impecável dado que todos os seus elementos sabiam exactamente o que fazer, quando e como fazer, mas de todos eles destaco o “trabalho silencioso” de André André que esteve sublime na ligação entre o fantástico recuperador de bolas Danilo Pereira e o grande maestro Óilver Torres. 

 

Chave do Jogo: apareceu no minuto 31´ da partida para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi neste momento que os azuis e brancos se adiantaram no marcador, deitando por terra a estratégia ultra defensiva dos alvi negros que depois deste golo perderam, por completo, o seu rumo estratégico.

 

Arbitragem: Confesso que não estava à espera desta prestação de Bruno Paixão e restante equipa de arbitragem. Bruno Paixão é conhecido pelo seu “anti portismo” e sede de protagonismo, mas hoje no Dragão este não foi nem uma coisa nem outra. Muito bem na análise dos lances e excelente na expulsão de Tobias Figueiredo. Uma excelente arbitragem, coisa rara no que a este árbitro diz respeito.

 

Positivo: O grupo de NES. Há quem diga que NES só faz asneiras. Hoje vimos o culminar das asneiras de NES: um grupo unido a defender e a ataca. Uma equipa no verdadeiro sentido do termo.

 

Negativo: Adriano Facchini. Péssimo (para não dizer terrível). Adriano Facchini foi hoje a encarnação de tudo aquilo que um Guarda-redes de uma equipa profissional não pode ser.

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publicado às 23:45


A vitória de Nuno (II)

por Pedro Silva, em 11.02.17

imgS620I190477T20170211222642.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Três temporadas depois o Futebol Clube do Porto voltou a ser feliz em Guimarães. Dito de outra forma; se Julen Lopetegui ainda treinasse a equipa azul e branca de certeza que o FC Porto teria empatado ou perdido.

 

O Vitória Sport Clube de Pedro Martins é uma equipa combativa. Tal foi bem visível na partida de hoje. Este Vitória só parou de dar tudo por tudo quando os dragões marcaram o segundo golo ao minuto 85´. O meio campo portista- hoje bastante reforçado e menos artístico – teve sempre muitas dificuldades em ter a posse da bola. Para mais esta aposta de Nuno Espírito Santo (NES) num meio campo reforçado fez com que a equipa portista estivesse algo “coxa” na hora de atacar dado que só tinha um extremo (Brahimi) do lado esquerdo… E foi precisamente por este flanco que surgiu o golo dos portistas! E logo numa altura em que tudo parecia muito equilibrado.

 

Como era esperado o Vitória reagiu. Deu luta. Muita luta e foi a partir deste momento que vi uma dupla de centrais e um Danilo Pereira imperiais. Num ou noutro lance Marcano dava mostras de alguma desconcentração. Iker Casillas ia fazendo o mesmo (especialmente nos lances de bola pelo ar). Mas os vitorianos não conseguiam chegar ao golo do empate. Especialmente na segunda parte onde a linha defensiva dos portistas teve de enfrentar uma forte pressão dos comandados de Pedro Martins.

 

Foi nesta altura de maior pressão que me passou pela cabeça a necessidade de se colocar Óliver Torres em campo. Não que André André tenha estado mal (este até que ajudou bastante Danilo), mas era importante dar uma outra “muleta” ao jogo ofensivo dos azuis e brancos dado que Héctor Herrera não conseguia fazer mais do que aquilo que ia fazendo num tom bastante razoável. Contudo NES optou por fazer entrar Diogo Jota para o lugar de Brahimi e só mais tarde (ao minuto 82') é que fez entrar Óliver em campo Coincidência – ou não – pouco depois Alex Telles aproveita uma desconcentração colectiva da equipa de Guimarães para passar a bola a Jota que marca o segundo golo do FC Porto. NES ganhou a aposta e a dura batalha de Guimarães.

 

Tiquinho Soares continua a “facturar”. Desta vez marcou um golo à ponta de lança (cheio de instinto). Vamos a ver se as boas prestações de Soares se mantêm, se bem que fica cada vez mais demonstrado que é mais proveitoso apostar na “matéria-prima” que existe na nossa Liga NOS em detrimento das loucuras galácticas dos tempos de Lopetegui.

 

MVP (Most Valuable Player): Danilo Pereira. Um “patrão” no meio campo portista tanto a defender como a atacar. Danilo comandou um meio campo portista que teve de lutar – e muito – com um meio campo vitoriano que só se “rendeu” após o segundo golo dos azuis e brancos. Excelente no apoio defensivo, Danilo foi a razão pela qual o Vitória Sport Clube não conseguiu empatar na altura em que esteve por cima no jogo.

 

Chave do Jogo: Chegou tarde para resolver a contenda a favor do Futebol Clube do Porto. No minuto 85´ Alex Telles aproveita um erro de Douglas para assistir Diogo Jota que marca o segundo golo e sentencia a partida. Até esta altura o equilíbrio foi a nota dominante com momentos de maior pressão de parte a parte.

 

Arbitragem: Carlos Xistra é o típico árbitro português. Sempre muito interessado em prejudicar o Futebol Clube do Porto marcando tudo quanto era fita e fitinha da parte dos atletas do Vitória com o objectivo de “quebrar” o ritmo do futebol portista. Creio que na 1.ª parte ficou por marcar uma Grande Penalidade a favor do FC Porto dado que um jogador vitoriano domina a bola com a mão na grande área da sua equipa (a confirmar) e este terá sido o maior erro de Carlos Xistra. Não houve “Xistrema” em Guimarães mas não se pode dizer que ´árbitro tenha estado bem.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES). Apostou num onze com um meio campo reforçado em detrimento do ataque, mas a sua aposta revelou-se certeira e é muito por sua culpa que o Futebol Clube do Porto continua na corrida pelo título de campeão.

 

Negativo: Sapiência futebolística. Até que compreendo que haja um ou outro portista que não goste de Nuno Espírito Santo (NES), mas começar a criticar NES e as suas opções mal o jogo começa é de bradar aos céus e revelador de um tremendo mau carácter.

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publicado às 23:55


Algumas melhoras e o problema de sempre

por Pedro Silva, em 27.07.16

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imagem de zerozero

 

Não me alongando muito sobre o último jogo do estágio do Futebol Clube do Porto na Alemanha queria começar por dizer que começam a surgir soluções mas o problema maior mantem-se. Dito de outra forma, foi com muito agrado que vi o regresso da pressão alta (coisa que Lopetegui tinha um asco daqueles), foi também com agrado que vi as rotinas de um mais do que provável 4x3x3 a serem cada vez melhores e é também com enorme agrado que vejo André Silva a afirmar cada vez mais como o “artilheiro” dos Dragões para a nova época, mas o problema da defesa que Lopetegui e Peseiro não conseguiram solucionar mantêm-se…

 

Começa a ser mais do que urgente a contratação de um central que imponha o respeito e traga alguma definição à linha defensiva Azul e Branca. Na imprensa desportiva há quem se4 “atire” a Felipe – que hoje voltou a estar mal no golo dos alemães – mas não creio que o problema resida num atleta que acabou agora de chegar ao futebol europeu. Para mim o problema está no facto de tanto Reyes como Marcano serem um “zero absoluto” em termos de centrais. São lentos, previsíveis e não tem técnica (o que os impede de ajudar a equipa nas saídas para o ataque). Chidozie não é - ainda – uma alternativa. Repito mais uma vez; é urgente contratar um central de qualidade!

 

Quanto ao resto há que dizer que o Futebol Clube do Porto 2015/16 começa a tomar forma. Nuno Espírito Santo está a tentar recuperar uma filosofia de jogo que fez de André Villas-Boas um Treinador de sucesso no comando do FC Porto, estão a surgir algumas aradáveis soluções para certos sectores onde habitavam algumas “primas donas” (Octávio e João Carlos Teixeira são disto exemplos), Bueno é cada vez mais (devagar, devagarinho) uma alternativa para a ligação entre o meio capo e o ataque, etc. Em suma Nuno está a “montar” uma boa equipa mas falta-lhe aquele “upgrade” que já aqui falei para que passe de boa equipa a equipa excelente capaz de lutar por todas as frentes com os seus rivais.

 

Agora uma coisa é certa, “Roma e Pavio não se fizeram num dia”. Convêm não esquecer que o Dragão esteve durante dois anos a praticar um futebol terrivelmente lento, pachorrento e altamente previsível e isto de se mudar processos no futebol é algo que leva o seu tempo e exige muito trabalho. Por isto deixem-se lá de fatalismos de treta.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 58´, altura em que Bayer Leverkusen empatou a partida. Até aí os Portistas estavam por cima na partida mas após o golo dos germânicos os Dragões perderam algum discernimento. Os alemães também não mostraram capacidade e querer para “quebrar” o empate pelo que o equilíbrio acabou por ser a nota dominante até ao fim da partida.

 

Positivo: Pressão alta. As grandes equipas não deixam que o seu adversário jogue o seu futebol. Finalmente o Futebol Clube do Porto tenta recuperar aquilo que perdeu há muito: a pressão alta. A continuar Nuno!

 

Negativo: Centrais precisam-se. Nunca é demais repetir que uma boa defesa precisa de um “patrão”. Não se espere que o recém-chegado Felipe seja o tal “patrão” pelo que há que ir ao mercado com urgência. De preferência antes do jogo com o Rio Ave.

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publicado às 22:47


Vitória fraquinha ante um fraquinho Vitória

por Pedro Silva, em 19.03.16

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Imagem de zerozero

 

Começo a minha análise ao Vitória FC 0 x FC Porto 1 dizendo que o Dragão está a demonstrar uma tremenda dificuldade em erradicar de vez com as tretas “Lopeteguianas”. É que todas as semanas vou assistindo à mesma coisa: o Futebol Clube do Porto a entrar muito forte nas partidas para a partir do minuto 30 entrar numa espécie de “morronice” onde se passa a bola de um lado para a o outro na esperança de que alguém tenha um rasgo de génio que resolva o jogo. Hoje foi exactamente isto que aconteceu ante um Setúbal muito fraco… Diria até mesmo fraquinho! Fosse este Vitória uma equipa de categoria e os Portistas não teriam vencido no Estádio do Bonfim.

 

Em suma, o Futebol Clube do Porto teve hoje uma vitória igual - em todos os aspectos - àquelas que conquistava nos tempos de Julen Lopetegui. A diferença está no discurso final dado que Julen dizia sempre que tinha defrontado um adversário muito complicado (do nível de um Bayern, Real Madrid ou Barcelona), enquanto José Peseiro se congratula pela conquista dos três pontos sem no entanto se mostrar pouco satisfeito com aquilo que a sua equipa produziu em campo.

 

Para mim o grande problema do Futebol Clube do Porto – para além das patetices de Casillas e do raio do “tiki taka” de Lopetegui que tarda em desvanecer - está no meio campo. Bem sei que muita gente aponta o dedo à defesa Azul e Branca mas tivessem os Dragões um meio campo mais dinâmico que permitisse à equipa passar da defesa para o ataque (e vice versa) sem “burocracia” de certeza que equipas com a categoria deste Setúbal seriam derrotadas por números expressivos mesmo quando jogam na sua casa. E os Azuis e Brancos até que tem atletas de qualidade para poderem apresentar um meio campo que permita à equipa defender com qualidade e aproveitar as transições rápidas/contra ataques, mas isto de andar um ano e maio a fazer de conta que era o FC Barcelona acabou por dar nisto que todos vemos…

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum do jogo ambas as equipas tiveram um (ou vários momentos) em que poderiam ter “matado” o jogo. Na primeira parte foram os Portistas a “estar por cima” e na segunda foi a vez dos Vitorianos fazerem idêntico papel.

 

Positivo. Chidozie, Sérgio Oliveira e Herrera. Chidozie mostrou uma enorme segurança no eixo da defesa e nunca comprometeu em momento algum, Sérgio Oliveira esteve simplesmente impecável em todos os aspectos num meio campo comandado por Herrera que está a realizar um final de temporada muito interessante.

 

Negativo: A falta de dinâmica da equipa Azul e Branca. Para se ganhar os jogos não basta andar devagar, devagarinho, com a bola em posse para trás e para os lados até que alguém tenha a felicidade de marcar o golo.

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publicado às 23:55


Estrelinha de Dragão

por Pedro Silva, em 28.02.16

imgS620I170774T20160228204413.jpg 

imagem de zerozero

 

Não é nenhum crime dizer-se que o Futebol Clube do Porto venceu no Restelo com a ajuda daquela “estrelinha” que por vezes aparece a resolver o jogo. Isto porque há ainda muito trabalho pela frente para Peseiro que tem um plantel muito - mas mesmo muito - limitado.

 

O FC Porto até que entrou bem. O CF Os Belenenses teve muitas dificuldades em “assentar” o seu jogo. Resultado imediato de tal facto? Brahimi “endiabrado” e vantagem de 2 a 0 muito cedo na partida. Tudo parecia fazer crer que os Azuis e do Restelo iam sofrer uma derrota pesada mas rapidamente o cansaço se apossou de André André. Apenas Danilo e Herrera estavam “operacionais” num meio campo que tinha cada vez maiores dificuldades em fazer a ligação com o ataque, e desta forma foi-se desperdiçando, aos poucos, o dia sim de Brahimi e o esforço do sempre combativo Suk

 

Foi mais ou menos a partir desta altura que Carlos Martins começou a surgir no jogo acompanhado das fragilidades defensivas dos Portistas. Fragilidades que estão muito relacionadas com o posicionamento (uma parte do tal muito trabalho que José Peseiro tem pela frente). Não havia ligação entre sectores e muitas vezes os defensores dos Azuis e Brancos tinham de lidar com situações de superioridade numérica do ataque do Belenenses. Como consequência natural de tudo isto o golo do CF Os Belenenses acabou por surgir com naturalidade. Exigia-se a intervenção urgente de Peseiro que, a meu ver, reagiu mal e tardiamente.

 

Com André André “estourado” fisicamente exigia-se a sua troca por Evandro para que o meio campo Portista se voltasse a organizar por forma a “estancar” o fluxo atacante do Belenenses que era cada vez maior e mais perigoso. Peseiro responde com a saída de Corona e a entrada de Marega. Mal Peseiro. Muito mal! E tal só não deu asneira porque Iker Casillas estava num dia sim e realizou um punhado de excelentes defesas. Felizmente José Peseiro percebeu (depois de Casillas ter feito um punhado de enormes defesas) que tinha de fazer entrar Evandro para que o FC Porto voltasse a ter meio campo e algo que ligasse a defesa ao ataque.

 

È bom que os Dragões acabem com este tipo de brincadeiras. O treinador está lá para ajudar a equipa quando é preciso e não para seguir o programa senão de outra forma mais valia ter-se deixado lá estar Julen Lopetegui.

 

De resto é ainda notório que os Dragões necessitam de trabalhar a fundo as transições rápidas. Por três ou quatro vezes poderiam ter feito o 3.º golo numa transição rápida mas o último passe nunca saia em condições. Para além disto se existe um duplo pivô defensivo no meio campo não se pode aceitar que haja uma oportunidade que seja de um jogador adversário rematar na zona frontal da baliza!

 

Em suma, o Futebol Clube do Porto venceu mas escusava de ter passado por um mau bocado, se bem que se compreende que tal suceda dado que não foi José Peseiro quem montou este limitadíssimo plantel.

 

Chave do Jogo: 75', altura em que André André é rendido por Evandro. Até esta altura o CF Os Belenenses vinha a “crescer” no jogo mas com a entrada do Brasileiro os Dragões voltaram a comandar os destinos do jogo e, inclusive, tiveram várias oportunidades de marcar o 3.º golo.

 

Positivo: Iker Casillas. O Guardião Espanhol acabou por ser, mais uma vez, decisivo numa fase em que o Futebol Clube do Porto tinha perdido por completo o domínio da partida.

 

Negativo: Marega. Bem sei que é ainda prematuro fazer juízos de valor de um Jogador que chegou ao Dragão em Janeiro mas exige-se mais, muito mais, a um Jogador que pelos vistos nem uma bola em corrida sabe dominar.

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publicado às 23:11



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