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A arrogância é um pecado caro

por Pedro Silva, em 18.04.18

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imagem retirada de zerozero

 

Pois é Sérgio. Isto de se ser arrogante bem que poderia ser um exclusivo de Jorge Jesus. Mas tu hoje tinhas que lhe seguir os ensinamentos e fazer por perder um jogo que esteve equilibrado até ao momento em que mandaste o Futebol clube do Porto defender um perigoso zero a zero… Será que eu posso saber o que te passou pela cabeça quando retiras de campo os dois únicos médios que, umas vezes bem e outras menos bem, faziam a ligação entre a defesa e o ataque azul e branco?

 

A arrogância é um pecado que se paga caro. Muito caro Sérgio! Esta tua “artimanha” de fazer entrar em campo Diego Reyes, entregando, desta forma, o meio campo ao Sporting CP foi de génio. A ideia e gesto de um génio arrogante que só porque no passado domingo venceu na Luz no minuto 90. É verdade que esta vitória foi muito saborosa para toda a nação portista, mas daí até poderes dar uma de “Mestre da Táctica” vai uma enorme distância. A distância de se perder a possibilidade de marcar presença na Final da segunda prova mais importante do nosso calendário competitivo!

 

Claro que agora quem te bajula «ad nauseam» mesmo sem ainda teres vencido seja o que for ao serviço do FC Porto, teres sido o autor da maior derrota caseira da história do clube nas competições europeias e de já teres sido eliminado por este mesmo Sporting Clube de Portugal na Taça da Liga e na Taça de Portugal irão dizer que no passa nada. Que está tudo bem pois o que interessa é o campeonato. Volta a meter a “argolada” que meteste hoje no Estádio José de Alvalade numa das quatro jornadas que restam para terminar o nosso campeonato e vais – mesmo - ver e sentir o quanto custa ser-se arrogante!

 

E mais não digo porque não vale a pena. A única coisa de positiva que se retira desta derrota é que a ridícula euforia que tomou conta de muitos portistas após a vitória do passado domingo vai diminuir de intensidade. Isto ainda não acabou. Quer-se queira ou não, “eles andam aí” pelo que se dispensa a arrogância de um certo “Sérgio” armado em “Mestre da Táctica”.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Pode até ter sido impressão minha, mas o Guarda-redes do Futebol Clube do Porto foi o único que tudo tentou fazer para tentar dar a volta à “arrogância sergiana” que em determinada altura tomou conta de toda a equipa portista. Por tudo isto, e muito mais, San Iker merecia muito mais do que ter sido “humilhado” na “lotaria das Grandes Penalidades”.

  

Chave do Jogo: Esta apareceu com a entrada de Diego Reyes em campo. Com a entrada do internacional mexicano a equipa portista perdeu toda e qualquer capacidade de organizar o seu jogo por forma a fazer frente ao previsível pressing final da equipa de Jorge Jesus.

 

Arbitragem:  Muito sereno. Jorge Sousa esteve muito bem do ponto de vista técnico e disciplinar. Houve alguns lances de dúvida, tanto na área leonina como na área portista, mas o árbitro da AF Porto esteve na análise. Nota positiva para o trabalho de Jorge Sousa.

 

Positivo: Bruno Fernandes. Cada vez mais admiro as enormes capacidades deste médio internacional português que se assemelha, cada vez mais, com o saudoso João Moutinho.

 

Negativo: Sérgio Conceição. E nem vale a pena repetir a razão de tal. Ou será que vale?

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publicado às 23:39


Ponto perdido

por Pedro Silva, em 01.12.17

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imagem retirada de zerozero

 

A primeira ilação que retiro do embate entre Futebol Clube do Porto e Benfica é a de que os Dragões perderam dois pontos. A outra ilação é de que os portistas perderam, também, uma boa oportunidade de manter distâncias para um Sporting CP que é cada vez mais bafejado pelas (VAR)iavéis da arbitragem portuguesa.

 

Este foi, sem sombra de qualquer dúvida, uma jornada da Liga NOS que o FC Porto deveria ter vencido com maior ou menor dificuldade. Especialmente se tivermos em linha de conta que a equipa de Rui Vitória não jogou absolutamente nada. Ou melhor, há que ser justo e dizer que os primeiros vinte minutos desta partida que se realizou no Estádio do Dragão foram pertença do SL Benfica. Rui Vitória soube aproveitar-se da falta de experiência de Sérgio Conceição e até que se me atrevo a dizer que tanto a “ratice”, fortuna e a já de si habitual “missa” bafejaram a equipa de Rui Vitória. Vamos por partes.

 

Após o empate na Vila das Aves, Sérgio Conceição optou por mudar o “chip” à equipa. Em vez de apostar no já de si habitual futebol veloz e atacante, o Mister Conceição apostou antes numa equipa de posse e contenção com Sérgio Oliveira a ter a tarefa de ser o “maestro” que determinava todo o futebol portista. A coisa até que teria funcionado na perfeição se Rui Vitória não tivesse apresentado um Benfica disposto a pressionar alto e a cortar toda e qualquer linha de passe à defesa, meio campo e ataque do FC Porto. Dai os tais a razão de existência dos tais vinte minutos iniciais em que a equipa da Luz esteve “por cima no jogo”. E a isto se resume uma primeira parte onde apenas Marega conseguiu incomodar Bruno Varela decorridos que estavam os tais 20 minutos. Face a tal Sérgio conceição nada fez quando se exigia uma aposta na velocidade no lugar da posse.

 

Seguiu-se a segunda parte e com esta vieram as necessárias mexidas de Sérgio Conceição. Este retira do campo Sérgio Oliveira que até estava a fazer um excelente jogo pata fazer entrar um Octávio que vinha de uma lesão prolongada. Resultado prático da coisa? O Futebol Clube do Porto foi ficando cada vez mais forte no campo e tal obrigou Rui Vitória a ter de mexer no onze benfiquista. Zivkovic entrou para o lugar de Pizzi mas o sérvio acabaria por ser bem expulso pouco tempo após a sua entrada em campo. E é aqui entra em cena a “ratice” de Rui vitória. Este sabendo qual o modus operandi de Sérgio Conceição, apostou no recuo das linhas da sua equipa para, desta forma, “entupir” a aposta que Sérgio acabaria por fazer na velocidade. A saída de Aboubakar para a entrada de Tiquinho Soares foi a confirmação de aposta ganha por parte de Rui Vitória. Mas, a bem da verdade, há que dizer que difícil era não se prever tal coisa, ou não fosse Sérgio Conceição um treinador que ainda tem muito que aprender. Dito de outra forma; quando Sérgio Conceição deveria ter apostado na velocidade, este apostou em força na posse e quando este deveria ter feito o oposto não o fez e desta forma hipotecou, em grande parte, toda e qualquer hipótese de os Dragões saírem do Clássico com os 3 pontos.

 

Mas a “cereja no topo do bolo” foi a arbitragem (ou “missa”) de Jorge Sousa e de uma coisa chamada VAR que desparece do mapa sempre que o Futebol Clube do Porto joga. Duas grandes penalidades a favor dos portistas que ficaram por marcar, uma expulsão perdoada a Luisão (nem Jorge Sousa, os seus assistentes e VAR foram capazes de dar por tamanhas evidências) e um golo muito mal anulado a Héctor Herrera. Evidentemente que a equipa portista tem toda e qualquer razão de queixa da arbitragem que foi - mais uma vez - inclinada, mas não explica tudo até porque já aqui expus uns parágrafos atrás a Mea Culpa que Sérgio Conceição não quis fazer na Praça Pública.

 

Contas feitas e esta jornada apenas o Sporting CP tem motivos para sorrir. E agora é que vamos ver o que Sérgio Conceição vale como treinador pois este tipo de resultados faz mossa na moral da equipa e ainda há muito campeonato para disputar. Já o Benfica a jogar assim “vai-se espalhar ao comprido” mais cedo ou mais tarde.

 

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. Enquanto esteve em campo Sérgio Oliveira foi o jogador mais esclarecido e que melhor cumpriu a função que lhe foi destinada. Excelente a organizar jogo e a coordenar todo o ataque portista.

 
Chave do Jogo: A expulsão de Zivkovic. A expulsão do sérvio acabou por fitar o desfecho final desta partida. Rui Vitória aproveitou este facto para “tramar” Sérgio Conceição e foi premiado com um ponto que mantêm a equipa de Lisboa na corrida pelo título.

 

Arbitragem: Jogo que Jorge Sousa não conseguiu dominar e que não tem nota positiva. Começou por ter critério demasiado largo, teve tolerância zero à falta, nunca deixou seguir e beneficiou o infractor (entenda-se por infractor como sendo o SL Benfica), não viu a mão de Luisão na área a fechar a primeira parte, foi mal auxiliado no fora de jogo a Aboubakar (lance iminente de golo). Muitas más decisões no clássico, com prejuízo consideravelmente maior para os dragões nos lances principais.

 

Positivo: Vincent Aboubakar. Embora muito desacompanhado e muito mal servido no ataque, o ponta de lança camaronês deu tudo o que tinha e não tinha na luta titânica que travou contra a defesa benfiquista. Faltou-lhe o golo para “coroar” a sua grande exibição.

 

Negativo: José Sá e Felipe. Desastrados, desastrados e nervosos. Tanto disparate junto só por mero acaso não redundou no golo do Benfica. A melhorar até porque os melhores também tem direito a ter um mau dia.

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publicado às 23:55


A história da eficácia

por Pedro Silva, em 17.09.17

imgS620I205477T20170917192640.jpg imagem retirada de zerozero

 

Admito que sou dos que acha que muito mais importante do que jogar bem, é vencer a partida contudo existe um pequeno – mas muito importante – pormenor que faz com que eu olhe para o jogo de Vila do conde e não afirme tal com a mesma convicção de outros tempos. É que uma coisa é ver o Futebol Clube do Porto a jogar feio mas a vencer porque apesar de tudo o seu adversário também não jogou nada (ou não fez bada por isto). Outra coisa bem diferente é ver o Futebol Clube do Porto a jogar mal e vencer o desafio diante de uma equipa que jogou bem, porque teve aquela pontinha de “eficácia” (entenda-se sorte) num determinado lance.

 

Ora o FC Porto que eu vi hoje foi, precisamente, o que jogou mal mas que acabou por vencer por causa da tal de “eficácia”. E quando tal sucede tenho de confessar que não me agrada porque já começam a ser vezes a mais em que tal sucede. Depois já quem fique muito indignado com a derrota caseira desta semana diante do “poderoso” Beşiktaş JK. Efectivamente assim não pode ser. Estamos ainda em Setembro é um facto, mas o calendário competitivo do FC Porto está a avançar e os jogos decisivos começam a aproximar-se sem que a equipa liderada por Sérgio Conceição mostre outra coisa senão correr até cair para o lado e o famoso chutão para a frente e Marega que resolva. E nem vou aqui falar no golo sofrido… Defesa azul e branca a dormir na forma. E de nada serve a desculpa esfarrapada de que na altura esta se estava organizar após a lesão de Alex Telles.

 

Já são duas as ocasiões em que no futebol interno (Liga NOS) o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição tem imensas dificuldades para levar de vencida uma equipa organizada que não jogue para o - famoso - “pontinho”. Foi assim com o Chaves no Estádio do Dragão e agora com o Rio Ave no Estádio dos Arcos. Espero que na próxima Sexta-feira diante do Portimonense tal não se repita. O que eu também não quero que se repita é a aposta em Héctor Herrera no meio campo portista. Bem sei que as opções são escassas, mas com Danilo Pereira em baixo de forma, Brahimi à procura do seu futebol e Otávio/Corona a passar por uma espécie de “montanha russa exibicional”, mas é mesmo preciso apostar num tipo que nem uma bola sabe dominar para de seguida correr para a baliza adversária e tentar fazer o golo?

 

Venha de lá a equipa de Portimão e, de preferência, uma evolução da parte do Futebol Clube do Porto no que ao futebol diz respeito. A “eficácia” não vai estar sempre por perto Sérgio.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Embora o brasileiro tenha (mais uma vez) andado entre o mau e o bom, sou da opinião de que este foi o melhor em campo. Creio que na posição onde Otávio jogou hoje se aproveita melhor o seu futebol e capacidade de colocação de bola, mas tal necessita de confirmação.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 54´ do jogo para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi nesta altura em que Danilo Pereira marcou o golo inaugural da partida na marcação de um pontapé de canto. Este golo forçou a equipa da casa a adiantar-se no terreno de jogo expondo-se, desta forma, ao ataque portista e tal acabou por redundar no segundo golo do FC Porto que colocou um ponto final no jogo.

Arbitragem: Jorge Sousa e a sua equipa tiveram um desempenho que podemos apelidar de “normal”. Permitiram que os atletas do Rio Ave FC “distribuíssem” a pancadaria que lhe apeteceu até ao limite. Quando um destes u8ltrpassou o dito limite, Jorge Sousa expulsou-o (bem). Por perceber fica o não recurso ao VAR nas ocasiões em que os jogadores do Futebol Clube do Porto viram os seus lances anulados por suposto fora de jogo.

Positivo: Moussa Marega, Nem sempre vem, Marega consegue deixar sempre tudo em campo. Viu todo o seu esforço ser “coroado” com um golo. Fazem falta jogadores destes em qualquer equipa do Mundo, mas há que melhorar esta técnica.

Negativo: Héctor Herrera. Não percebo como é que um jogador que ao serviço da selecção do México faz maravilhas e ao serviço do Futebol Clube do Porto nem uma bola sabe dominar? Será que tal se deve à cor da camisola ou será que foram os ares outonais de Vila do Conde?

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publicado às 23:55


Ponto ganho ou ponto perdido, eis a questão

por Pedro Silva, em 06.05.17

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Começo esta minha análise ao empate do Futebol Clube do Porto no terreno do CS Marítimo pela ausência de Layún. Com Maxi suspenso muitos foram os que acreditaram em Miguel Layún como dono e senhor da posição de defesa lateral direito para esta partida da Madeira. Nuno Espírito Santo (NES) contrariou tudo e todos ao abdicar do mexicano em detrimento de um miúdo de apenas 20 anos de idade da equipa B. A aposta à partida parecia arriscada, mas depois do que se viu no jogo de hoje penso que se pode dizer que NES encontrou uma alternativa interessante a Maxi Pereira. Isto porque Fernando esteve muito bem tando no plano defensivo como ofensivo, não tendo acusado - em momento algum - a pressão de ter disputado pela primeira vez um jogo deste calibre. Uma lição (mais uma) para os tais “portistas” que andaram a apregoar desgraças antes do moço ter entrado em campo.

 

Contudo ainda sobre a ausência de Layún gostaria de dizer que sou da opinião de que NES poderia ter aproveitado o jogador de uma outra forma. Uma vez que Jesús Corona parece estar – novamente – em baixo de forma, Miguel Layún poderia ter sido uma excelente alternativa dado que a posição de extremo direito não lhe é nada estranha dado que já a desempenhou, por mais do que uma vez, na selecção do México. Mas, ressalvo aqui um importante pormenor; somente NES sabe como e quando pode contar com os seus jogadores e em que posição estes podem e devem actuar, pelo que esta minha opinião pode não corresponder, na prática, à realidade. Mas é muito por aí que passa a razão do empate de hoje.

 

Era ponto assente que a partida de hoje seria tido menos fácil para o FC Porto. E a equipa portista sabia bem disto e até que o demonstrou em campo durante a primeira parte. Não foi de estranhar que os azuis e brancos estivessem a vencer na primeira parte do jogo. O CS Marítimo reagiu ao golo sofrido e nunca “deitou a toalha ao chão”. E faço aqui um pequeno desvio para dizer que este jogo foi muito interessante dado que a equipa da casa nunca deixou de lutar pelo seu objectivo que passava por pontuar diante dos Dragões. Os portistas foram respondendo à audácia maritimista até uma certa altura do jogo. Até uma certa altura em que – mais uma vez – a sua linha defensiva “adormece” num cruzamento para a área de Casillas e o Marítimo não desperdiça a oferta. Estava feito o empate e a partir daí foi frustrante ver o FC Porto a tentar dar a volta a um empate que até que lhe assentou bem tendo em consideração aquilo que fez em campo.

 

Ora é no lance do empate da equipa madeirense e na incapacidade demonstrada hoje por este FC Porto em dar a volta ao rumo dos acontecimentos que está o cerne da questão.

 

Já não é a primeira vez que a defesa portista sofre um golo destes. E se tal sucede é porque, ou NES não tem capacidade para preparar a sua equipa para que esta não cometa este mesmo erro, ou então os jogadores que tem à sua disposição não tem qualidade suficiente para estar ao serviço do Futebol Clube do Porto.

 

Relativamente à questão da incapacidade portista demonstrada hoje em ter dado a volta ao empate esta prende-se, a meu ver, com um enorme abaixamento de forma das “pedras chaves” deste Futebol Clube do Porto. Yacine Brahimi está muito em baixo de forma, Jesús Corona idem e Oliver já nem sequer consegue ser titular nesta equipa. Eu sei que Francisco J. Marques não gosta que se diga tal, mas o actual plantel do FC Porto é desequilibrado se bem que NES poderia, e deveria, ter lidado com estas situações de outra forma (já aqui falei numa delas uns parágrafos mais acima).

 

Como não sou derrotista nem gosto de discursos de treta, digo-vos que enquanto for matematicamente possível o título ainda é possível, mas só depois do resultado de Vila do Conde é que vamos todos poder dizer que este empate na Madeira foi um ponto ganho ou perdido na luta pelo dito cujo. E convêm não descurar a mais do que provável aproximação do Sporting CP de Jorge Jesus.

 

MVP (Most Valuable Player): Héctor Herrera. O “patinho feio” do actual Futebol Clube do Porto foi hoje o melhor em campo da parte dos azuis e brancos. Longe de ter estado perfeito na construção de jogo ofensivo, Herrera foi apesar de tudo o principal responsável pela boa primeira parte do FC Porto ao ter praticamente “secado” todo o meio campo do CS Marítimo. Faltou-lhe um pouco de mais capacidade no passe (um problema crónico neste atleta).

 

Chave do Jogo: Surgiu no minuto 69´ desta partida para resolver a contenda a favor da equipa da casa. Foi nesta altura que a equipa maritimista chegou ao tento da igualdade, resultado que esta depois se limitou a gerir com maior ou menor dificuldade.

 

Arbitragem: Não creio que a equipa de arbitragem tenha estado mal neste jogo. È verdade que aqui e acolá terá pactuado com o anti jogo do CS Marítimo (especialmente após o golo do empate), mas não me pareceu que tivesse surgido algum lance polémico que ditasse um qualquer outro resultado final. Arbitragem razoável esta que Jorge Sousa e seus pares levaram a cabo no Estádio dos Barreiros.

 

Positivo: A primeira parte do Futebol Clube do Porto. Equipa concentrada e a dar tudo em campo. È este o Futebol Clube do Porto que quer ser campeão e lutar até ao fim pela título.

 

Negativo: A segunda parte do Futebol Clube do Porto. Na segunda parte desta partida a equipa azul e branca esqueceu-se de tudo o que tinha feito tão bem na primeira parte.

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publicado às 23:30

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imagem retirada de zerozero

 

É muito por causa destas coisas que o futebol é um desporto deveras engraçado.

 

Evidentemente que a vitória do Futebol Clube do Porto me agradou. Assim como também gostei de ver a vontade em deixar tudo em campo da parte dos atletas do FC Porto. Mas o futebol que a equipa azul e branca hoje praticou deixou muito a desejar. E há que dizer que do outro lado do campo esteve uma equipa que não desperdiçou a “oferta” e com jeitinho a coisa ia acabando mal para os dragões. Se a partida de hoje tivesse terminado empatada teria sido um resultado mais do que justo tendo em consideração aquilo que FC Porto e Rio Ave fizeram em campo.

 

Ao contrário do habitual a linha defensiva dos azuis e brancos esteve muito mal. Trapalhada atrás de trapalhada onde sobressaiu um Miguel Layún pela negativa. Podemos - e devemos – culpabilizar Iker Casillas pelo “frango” dado no golo do empate dos vila-condenses, mas há que dizer que Layún e toda a restante linha defensiva “estava a tirar uma tremenda soneca” neste lance. E nem vale a pena aqui falar do tremendo disparate de Leyún no lance da grande penalidade… Mau demais, se bem há que dizer que o mesmo tipo de lance não é nunca marcado quando algo de igual sucede na grande área do SL Benfica.

 

Confesso que não sei bem o que se passou no meio campo portista. Oliver não fez um jogo muito bem conseguido e tal reflectiu-se - pela negativa -na produção de uma equipa portista que na primeira parte foi sempre incapaz de controlar o seu meio campo. O Rio Ave deveria ter sido “empurrado” para o seu meio campo, mas tal só começou a ser uma realidade (muito ténue) na segunda parte… Felizmente hoje a vontade, o querer e a Deusa da Fortuna estiveram do lado portista senão… Bem foi tudo isto e um Héctor Herrera a jogar razoavelmente bem! Não tivesse havido um fiscal de linha muito interessado em prejudicar os dragões e Herrera teria feito uma magnífica assistência a Jesús Corona que se isolava para marcar o seu golo. Já há uns jogso que Herrera vem jogando a um bom nível, sinal de que Nuno Espírito Santo (NES) não percebe mesmo nada daquilo.

 

E por falar aqui em NES, se o FC Porto venceu hoje foi muito por sua causa, dado que este “mexeu” bem na equipa. Tirou de campo um desastrado Layún e no seu lugar colocou o ponta de lança que acabou por resolver a partida depois de o Rio Ave ter falhado o golo do empate. Repito; sinal de que Nuno Espírito Santo (NES) não percebe mesmo nada daquilo.

 

Já agora um ponto muito, mas mesmo muito, importante. A equipa portista começa a servir-se da melhor maneira possível dos lances de bola parada! Foi difícil, mas aquilo que se perdeu com Julen Lopetegui parece estar a ser recuperado com NES. A ver se a coisa se mantêm pois hoje ficou bem demonstrado o quão importante são os lances de bola parada.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. A melhor resposta que o brasileiro poderia ter dado ao seu último mau jogo. Defendeu bem, “fechou” o seu corredor e dos seus pés saíram três assistências para golo. Sem sombra de dúvida o melhor jogador em campo do lado dos azuis e brancos.

 

Chave do Jogo: Num jogo tremendamente emotivo e com muito “sal” (golos) o lance que resolveu a contenda a favor de uma das equipas veio tarde. Só no minuto 88´ é que foi possível dizer-se que o jogo ficou resolvido a favor de uma das equipas. No caso a favor do FC Porto dado que o Rio Ave poderia ter feito o golo do empate a três bolas antes de Rui Pedro ter marcado no minuto 88´ e resolvido a contenda a favor dos portistas.

 

Arbitragem: Penso que não se pode dizer que Jorge Sousa tenha procurado prejudicar/beneficiar qualquer uma das equipas. O árbitro ajuizou bem o lance da grande penalidade provocada por Layún. E também geriu bem uma partida bastante “mexida”. Só é pena que não tenha sido bem auxiliado dado que Felipe se encontrava ligeiramente adiantado na altura do seu golo e muitos fora de jogo mal assinalados aos portistas.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES). Não tomou a melhor das decisões ao ter colocado no onze inicial um Miguel Layún recuperado de uma lesão prolongada, mas “mexeu ” bem quando a equipa mais precisou e teve a devida recompensa.

 

Negativo: Linha defensiva do FC Porto (mais uma vez). A desconcentração e nervosismo em momentos cruciais revelaram-se fatais. Felizmente tal não comprometeu o resultado final, mas se não tivesse aparecido aquela “estrelinha” na altura certa…

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