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Acabar em beleza

por Pedro Silva, em 12.05.18

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo típico do nosso futebol este Vitória SC 0 x FC Porto 1. O Guimarães, como equipa claramente inferior que foi nesta partida, tinha como estratégia principal remeter-se à defesa na esperança de que um lance de sorte (ou de arte) dos seus avançados fizesse com que a bola entrasse na baliza portista. Tal até que podia ter acontecido na primeira parte desta partida muito por culpa de um Futebol Clube do Porto que parecia “meio adormecido” do que por culpa de um muito mediano Vitória Sport Clube. E pouco mais há a dizer de uma primeira parte de um jogo em que o actual campeão nacional foi, acima de tudo, arrogante e altamente preguiçoso.

 

A segunda parte foi diferente. E foi muito por culpa de Sérgio Conceição que percebeu que a sua equipa não tinha mostrado tudo o que deveria ter mostrado na primeira parte. Os Dragões entraram muito mais decididos e empenhados. Até Oliver Torres parecia mais disposto a mostrar a sua real valia depois de uma primeira parte em que praticamente se “arrastou em campo”. A primeira grande consequência disto mesmo foi um maior recuo da equipa da casa. O Vitória de Guimarães, praticamente, deixou de criar lances de perigo na área portista. Estava jogado o primeiro trunfo de Conceição. O segundo viria com a entrada de Soares para o lugar de Paciência. Esta alteração sentenciou um jogo que exigia uma maior velocidade de execução por parte dos azuis e brancos diante de um cada vez mais apático Vitória SC.

 

O grande golo de Marcano acabaria, portanto, por ser uma consequência normal face ao que se ia vendo em campo. E, justiça lhe seja feita, Sérgio Conceição acertou em cheio na substituição de Paciência até porque Tiquinho trouxe há ferente de ataque portista a velocidade que lhe faltava. Não estou com isto a desvalorizar o trabalho de Gonçalo Paciência que deu tudo o que tinha em campo, mas hoje a velocidade do Tiquinho era muito mais importante do que o físico do Gonçalo.

 

E pouco mais há a dizer dado que o resto do jogo serviu para que Sérgio Conceição desse tempo de jogo a quem o terá feito por merecer nos treinos (pelo menos foi esta a mensagem que Conceição passou).

 

Na próxima semana irei fazer um balanço da época até porque nem tudo é assim tão maravilhoso como muitos querem fazer crer. Na próxima época há muito para melhorar e há que aproveitar da melhor forma aquilo que hoje se começou a construir.

 

MVP (Most Valuable Player): Tiquinho Soares. Não jogou de início, é um facto, mas a velocidade do avançado brasileiro foi a autora da “brecha” que permitiu que Marcano pudesse determinar a “conquista” definitiva do castelo de Guimarães e do recorde de pontos da Liga portuguesa.

  

Chave do Jogo: O início da segunda parte acabou por ditar quem iria vencer esta partida. A forma autoritária como o Futebol Clube do Porto reentrou foi a chave que fez com que os portistas vencessem um jogo que até esta altura estava equilibrado.

 

Arbitragem:  Arbitragem com algumas incoerências técnicas, com algumas faltas com pouca lógica, mas sem grandes problemas. O lance mais duvidoso, em que Marcano toca com o braço na bola, parece ter sido bem decidido, embora se aceitem as dúvidas.

 

Positivo: Sérgio Conceição. O treinador portista esteve muito bem na exigência de mudança de postura da sua equipa para a segunda parte. Isto para além de ter estado bem na troca de Gonçalo paciência por Tiquinho Soares.

 

Negativo: O jogo era quase quem em exclusivo para se cumpri calendário, mas diante de tão fraco Vitória exigia-se uma primeira parte muito melhor da parte do FC Porto

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publicado às 19:34


Um castigo merecido

por Pedro Silva, em 18.11.16

imgS620I184484T20161118231551.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Futebol Clube do Porto eliminado da Taça de Portugal. Um castigo merecido tendo em consideração que – mais uma vez - os azuis e brancos não tiveram arte nem engenho para dar a volta a uma equipa que jogou “à Tondela” durante todo o jogo. Claro que houve tempo para umas “capeladas” com duas grandes penalidades claríssimas a favor do FC Porto a não serem assinaladas, mas já se sabe “o que a casa gasta” no que a este aspecto diz respeito, pelo que se exigia da parte de Nuno Espírito Santo (NES) uma outra forma de abordar um jogo em já se sabia que o Desportivo de Chaves ia jogar “à Tondela”.

 

Que seja ponto assente. Os Dragões têm todo o cabal direito de se queixar da actuação da equipa de arbitragem liderada João Capela, mas que nãos e diga que o FC Porto foi eliminado única e exclusivamente por culpa da actuação do árbitro. Uma equipa que sabe que é superior à outra e que sabe que o seu adversário se vai remeter à defesa durante todo o jogo não pode (nem deve!) andar a passear a bola para trás e para os lados na esperança de que alguém tenha uma jogada de génio e/ou sorte para meter a bola na baliza do Chaves. Para ser muito sincero eu pensava que esta treta de andar com a bola para trás e para os lados desde a área do adversário era um exclusivo dos tempos de Lopetegui, mas pelos vistos enganei-me pois a história continua a ser a mesma sempre que este FC Porto de NES tem o azar de defrontar uma equipa “fechadinha” no seu meio campo… E preparem-se pois em Copenhaga o filme vai se repetir!

 

Nunca me canso de repetir que o Futebol Clube do Porto deve ter uma postura pressionante durante toda a partida e que deve colocar, sempre que possível, velocidade na execução dos seus lances ofensivos. Estar a dar voltinhas sobre si mesmo na vã esperança de que algum colega de equipa se desmarque é ridículo e apenas serve para moralizar o adversário que está a defender. Alias, é muito por causa disto que Brahimi não entrou hoje em campo (só os “iluminados” do costume é que poderiam exigir tal).

 

E já que falo aqui nos “génios da táctica”, que dizer da entrada de Depoitre no jogo? Era esta a vossa fabulosa solução para o jogo de Setúbal? O moço bem que lutou (tal como lutou André Silva), mas as bolas NUNCA - repito NUNCA - lhe chegaram em condições! De que adianta a NES colocar o dito “pinheiro” em campo se as bolas nunca lhe chegam como deve ser? O problema não estará antes na falta de velocidade da equipa do FC Porto na execução dos lances ofensivos? Pois, já percebi que isto é muita “areia para a camioneta” dos “iluminados” e dos “génios da táctica”.

 

A Taça de Portugal já era. Bem que os Dragões poderiam ter saído da competição de outra forma. Saem por culpa própria até porque sabiam perfeitamente que do outro lado da barricada ia estar uma equipa “na retranca” e que a ajuizar ia estar uma personagem que não pode mesmo ver o azul e branco à frente.

 

Venha Copenhaga e de preferência com a lição devidamente estuada porque nesta altura do campeonato só não a aprende quem for mesmo burro teimoso.

 

Chave do Jogo: Inexistente. O Grupo Desportivo de Chaves tinha como objectivo levar o jogo para as grandes penalidades e o Futebol Clube do Porto em momento algum foi capaz de criar um lance que resolvesse a partilhada seu favor.

 

Arbitragem: Duas grandes penalidades a favor do FC Porto que ficaram por marcar, consentimento do jogo violento dos atletas dos flavienses, amostragem de cartões amarelos quase em exclusivo aos jogadores do FC Porto e carta-branca para toda e qualquer manobra de “queimar tempo” da parte dos jogadores do Chaves. A “capelada” do costume. Em suma, João Capela e a sua equipa de arbitragem levaram a cabo uma péssima arbitragem.

 

Positivo: Defesa do FC Porto. Tirando um ou outro disparate de percurso, a linha defensiva do FC Porto conseguiu ser a única cosia que se aproveitou de uma noite muito fraquinha dos Dragões.

 

Negativo: Nuno Espírito Santo (NES) e as bolas paradas. NES não soube, uma vez mais, preparar a sua equipa e esteve mal nas substituições. Para quando uma equipa do FC Porto que saiba tirar real proveito dos lances de bola parada?

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publicado às 23:45


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