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A Hora Mais Negra

por Pedro Silva, em 03.03.18

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"Darkest Hour"

BiografiaDramaHistória - (2017)

Realizador: Joe Wright

Elenco: Gary Oldman, Ben Mendelsohn, Kristin Scott Thomas

 

Sinopse: Com a Grã-Bretanha à beira de perder a guerra para a Alemanha, Winston Churchill sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

 

Critica: Confesso que não me vou alongar muito na crítica a este “A Hora Mais Negra” de Joe Wright. O filme está muito bom, mas está longe de ser sublime. Contudo este é, sem sombra de qualquer dúvida, uma excelente biografia onde somos “brindados” com uma interpretação notável do actor Gary Oldman.

 

O argumento que Joe Wright escolheu para a sua produção cinematográfica pareceu-me um tudo ou nada aborrecido. Espacialmente na carga dramática que este procurou implementar para que não acabemos a assistir a um documentário. Confesso que a temática não dava para muito mais, mas entregar a qualidade e interesse do filme à brilhante prestação de um actor parece-me manifestamente pouco para um Realizador. A história até que “arranca” bem dado que Joe Wright procurou captar a “politiquice” houve na altura em torno do avanço dos alemães na Europa, mas este interesse vai desparecendo de uma forma gradual até ao momento em que a personagem incita o sue4 Povo à luta pela sua liberdade (mais do mesmo). Tal é perfeitamente compreensível, é um facto, mas bem que poderia ter sido um tudo ou nada mais bem trabalhado.

 

No elenco é que reside a “+pedra chave” deste “A Hora Mais Negra”. Gary Oldman é Winston Churchill! O restante elenco é “paisagem” que está ali para somente para tornar ainda maior e extraordinário o trabalho de Gary Oldman.

 

Nos cenários e banda sonora deixo aqui um enorme elogio a este trabalho de Joe Wright dado que os cenários estão impecavelmente filmados. Genial a preocupação do Realizador em criar ao pormenor todo os cenários da época em que tudo se desenrola. O mesmo digo da banda sonora que está excelente.

 

Em suma; “A Hora Mais Negra” de Joe Wright tem a minha recomendação.

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publicado às 23:11


A Criança nº 44

por Pedro Silva, em 26.09.15

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Drama, Thriller (2015) - “Child 44”

Realizador: Daniel Espinosa

Elenco:  Tom Hardy, Gary Oldman, Noomi Rapace

 

Sinopse: No início dos anos 50 do século XX, a União Soviética continua debaixo do medo e da paranóia instilados pelo ditador Joseph Stalin. É neste cenário que Leo Demidov (Tom Hardy), antigo herói da segunda guerra mundial e agente da polícia secreta do estado, se vê perante uma estranha série de mortes. Alguém anda a assassinar crianças com requintes de malvadez um pouco por toda a zona oeste da URSS.

 

Critica: Este é dos poucos filmes que conseguiram entrar na minha galeria de excelência. “A Criança n.º 44” tem como grande trunfo a sua base de trabalho, base que foi inteligentemente bem aproveitada e devidamente explorada pelo Realizador  Daniel Espinosa e sua equipa.

 

O argumento é excelente. Nada maçudo, cativante, carregado de diálogos com cabeça, tronco e membros que se encontram muito bem enquadrados no espaço e tempo e, repito, com uma base de trabalho bem explorada. Torna-se um prazer assistir a este filme e nem se dá pelo tempo passar não obstante o filme ser um tudo ou nada longo. Para mais este excelente argumento passa com muita facilidade a mensagem que o Realizador pretende que o seu público capte.

 

Relativamente ao elenco, na minha opinião Tom Hardy e Gary Oldman fazem aquilo que na gíria se designa de “papelaço” pois encarnam na perfeição as suas personagens e, com isto, cativam a atenção do espectador que acaba pro sentir simpatia/antipatia pelas ditas personagens tal como deseja o Realizador. Neste aspecto somente Noomi Rapacedeixa algo a desejar pois em certos momentos parece que a actriz está açgo distante de tudo o que se está a passar.

 

Em termos de cenários digo que foram muito bem trabalhados e explorados. Diversificados q.v. ajudam a que nos enquadremos no espirito da época e “absorvamos” com mais facilidade e emoção a história que nos vai sendo contada.

 

Concluindo; trata-se de um filme que recomendo vivamente a que assistam, e assistam e assistam. Vale a pena o esfoço!

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publicado às 19:05


JFK

por Pedro Silva, em 19.04.15

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História, Thriller (1991) - "JFK"

Realizador: Oliver Stone 

Elenco: Kevin Costner, Gary Oldman, Jack Lemmon

 

Sinopse: O poderoso filme de Oliver Stone sobre os tiros ouvidos em todo o mundo e o mistério que ainda os rodeia, é uma da mais provocativas obras do nosso tempo. Além do estrondoso sucesso alcançado nas salas de cinema e das excelentes críticas e prémios que averbou, teve nos E.U.A. um papel preponderante no debate nacional que levou à revelação dos documentos confidenciais sobre o assassinato de JFK.

 

Critica: Vou começar pela nota como vêm sendo habitual, e a este JFK de Oiiver Stone dou-lhe um satisfaz.

 

Não cometerei a insensatez de dizer que o filme é mau até porque não o é de forma alguma, mas também não me senti em nada cativado por uma produção de Stone que tem como único alvo o público Norte-americano.

 

JFK congrega em si todas as teorias da conspiração sobre a morte do Presidente dos Estados Unidos da América o que acaba por resultar num argumento “pesado” e algo complicado de ser seguido e entendido pelo espectador. A certo momento senti-me completamente perdido nas variadíssimas explicações para o sucedido no dia fatídico da morte de Kennedy. Penso que em termos de argumento Oliver Stone deveria ter investido numa versão mais soft apesar do mais que provável prejuízo em termos de público do seu País.

 

Quanto aos cenários, a parte mais rica deste JFK na minha modesta opinião, o trabalho de Stone nesta área foi excelente. Todos os aspectos da história são muito bem trabalhados para que a actuação das personagens se desenrole no contexto adequado para o momento que estamos a assistir. Gostei imenso desta parte do filme dado que coloca o espectador exactamente na conturbada e contestatária época em que a investigação se desenvolve. Um ponto muito positivo neste trabalho de Oliver Stone.

 

Relativamente ao Elenco, acho que aqui reside o outro ponto negativo do trabalho de Stone. Isto porque é notória a enorme capacidade dos Actores e Actrizes que interpretam os seus papéis mas nota-se que existe um qualquer “travão” da parte do Realizador que não deixa que sejam autênticos nas suas interpretações. A certo momento senti um enorme vazio emocional quando o filme exigia precisamente o contrário acabando por tornar JFK num filme de emoções artificiais e forçadas. Exigia-se mais e melhor a Oliver Stone neste aspecto.

 

Concluindo; não vou aqui dizer que não recomendo o JFK de Stone, mas também não vou dizer que é uma das grandes maravilhas da sétima arte. A meu ver o filme está razoável mas poderia, e deveria, estar muito melhor.

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publicado às 22:00


Planeta dos Macacos: A Revolta

por Pedro Silva, em 15.11.14

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Acção, Drama (2014) - Dawn of the Planet of the Apes

Realizador: Matt Reeves 

Elenco: Andy Serkis, Jason Clarke, Gary Oldman, Keri Russell

 

Sinopse: Este segundo capítulo decorre uma década após os eventos de Planeta dos Macacos - A Origem, quando a maior parte da população humana foi aniquilada e uma nação crescente de macacos geneticamente evoluídos, liderados por Caesar, é ameaçada por um grupo de humanos sobreviventes. Este conflito entre macacos e humanos irá definir qual será a espécie dominante da Terra - ou decidir se ambas poderão coexistir.

 

Critica: Sinceramente, o meu tempo para ver um filme é curto. Demasiado curto para ser gasto com patetices mal elaboradas, exploradas e trabalhadas.

 

Não gostei deste filme. O título é apelativo, a história interessante q.b. e a mensagem actual e cativante, mas a forma como tudo isto foi desenvolvido pelo Realizador das duas, uma; ou o fulano estava a dormir ou então estava no verdadeiro planeta dos macacos. Macacos de metralhadora na mão invadem um tanque, supostamente matam todos os seus ocupantes e vencem a Guerra? Que é isto? Filme para criancinhas? Por favor!

 

Depois temos o trabalho dos Actores. Péssimo! Não existem adjectivos para descrever um trabalho tão fraco. 5 minutos de dialogo e já sabemos quem é o mau, o bom e o vilão da história.

 

Concluindo; filme fraco, fraquinho, desinteressante, com uma boa base mas um argumento que parece ter sido feito por crianças de 10 anos e actores que tem muito para aprender. Nem para um domingo à tarde serve. Não percebo é que como o dito filme tem tão boa classificação da parte de quem assistiu.

 

Pelo exposto é óbvio que é filme que não recomendo.

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publicado às 23:59


Robocop

por Pedro Silva, em 07.05.14

Acção, Crime (2014) - Robocop

Realizador: José Padilha 

Elenco: Joel Kinnaman, Gary Oldman, Michael Keaton, Abbie Cornish

 

Sinopse: Estamos no ano de 2028 e o conglomerado multinacional OmniCorp é o expoente máximo da tecnologia robótica. Os seus drones são utilizados, em acções militares há já vários anos, mas a sua utilização por parte das forças de segurança Americanas foi proibida. Mas agora, a OmniCorp, quer utilizar a sua controversa tecnologia localmente, e encontraram uma oportunidade de ouro para o fazer. Quando Alex Murphy - um dedicado marido, pai e um excelente Polícia, empenhado em terminar com a onda de criminalidade e corrupção que se abateu sobre Detroit – fica gravemente ferido, a OmniCorp vê nele a possibilidade de construir um Robocop, um super-polícia metade humano, metade robô. O grande objectivo da OmniCorp é ter um Robocop em cada cidade e facturar milhões de dólares para os seus accionistas. Mas eles não contaram com um pormenor: ainda há um Homem dentro da máquina.

 

Critica: Filmes destes também eu sei fazer. Ora que fez José Padilha neste “novo” Robocop?

 

Foi aos anteriores e retirou deles o actual. Pormenores e acontecimentos dos Robocop anteriores surgem neste numa versão mais trabalhada e moderna. Por exemplo, num dos filmes anteriores Robcop é obrigado a ter de sacrificar uma das suas mãos para poder continuar a sua missão, e o mesmo sucede neste filme onde por acaso os maus da fita são os mesmos de sempre.

 

Exigia-se algo mais do que isto para o tipo de publicidade que foi feita ao filme. A grande diferença dos Robocop anteriores é que no de agora é um Homem que se fez máquina e nos anteriores é uma máquina que se fez Humana. Nada mais- Infelizmente.

 

Como tal sou obrigado a ter de classificar este filme como mais que pode ser visto em família num Domingo à tarde. Satisfaz sem sequer ser bom.

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publicado às 15:50


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