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Tarantino não te reformes pá!

por Pedro Silva, em 13.11.14

Quentin_Taratino.jpg 

Esta semana fui apanhado de surpresa com a notícia de que Quentin Tarantino planeia retirar-se do cinema depois de concretizar o seu décimo filme.

 

Notícia trágica. O mundo do cinema nunca mais vai ser o mesmo com a retirada deste Génio da Sétima Arte. Tarantino como actor não foi grande coisa, mas como realizador mostrou ser dono de um talento impressionante tendo realizado filmes que entraram para história. Quem não adora o Pulp Fiction? Jackie Brown? Sacanas sem Lei (o meu preferido)? Kill Bill 1 e 2?

 

Quentin Tarantino podia ser um mal-amado em Hollywood, mas ele foi o único cineasta que colocou a nu a palhaçada corrupta que são os Óscares e criou uma forma única de fazer cinema que ainda ninguém superou ou sequer ousou igualar.

 

A sua última produção, Django Libertado, trouxe-nos de volta as emoções dos Westerns. E há quanto tempo ninguém trazia até aos tempos modernos um Western em condições que se consiga assistir sem que se saiba o seu final mal se comece a ver o filme. Mais um dos grandes feitos de Tarantino que a Academia dos bacocos de LA resolveu desvalorizar.

 

Espero sinceramente que Tarantino reconsidere esta sua retirada do Mundo do Cinema. È verdade que este Mundo não o merece nem ao seu Génio, mas para os cinéfilos Quentin Tarantino é muito mais que um simples realizador. É um Deus do cinema que conseguiu colocar a indústria do cinema acima do lodo em que está a mergulhar aos poucos.

 

Se houver por aí alguém que duvide da qualidade de Tarantino, que veja o seu historial enquanto realizador e depois diga alguma coisa. E a dizer de certeza que será para partilhar esta minha mágoa pela sua reforma antecipada.

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publicado às 16:52


O Sobrevivente

por Pedro Silva, em 29.01.14

Acção, Biografia (2013) - "Lone Survivor"

Realizador: Peter Berg 

Elenco: Mark Wahlberg, Taylor Kitsch, Emile Hirsch, Ben Foster

 

Sinopse: Quatro Navy SEALS norte-americanos partiram numa noite límpida, no início de Julho de 2005, para a fronteira montanhosa entre o Afeganistão e o Paquistão para uma missão de reconhecimento. A sua tarefa era documentar a actividade de um líder da al Qaeda que, de acordo com alguns rumores, estaria muito perto de Bin Laden com um pequeno exército num quartel militar talibã. Cinco dias mais tarde, apenas um dos Navy SEALS conseguiu regressar. Esta é a história do único sobrevivente da Operation Redwing, do líder de equipa SEAL Marcus Lutrell e do extraordinário confronto que este liderou contra a maior perda de vidas da história dos Navy SEALS. Os seus colegas de equipa lutaram valentemente ao seu lado até este ser o único sobrevivente, tendo sido projecto pela explosão de um RPG para um local onde os seus perseguidores não conseguiram encontrar. Nos próximos quatro dias, terrivelmente magoado e presumivelmente morto, Lutrell rastejou durante quilómetros, através das montanhas, tendo sido recebido por simpáticos aldeões que arriscaram as suas vidas para o manter a salvo dos circundantes guerreiros talibãs.

 

Sinceramente este filme pode satisfazer os gostos de muito boa gente, mas eu tenho sempre uma enorme dificuldade em aceitar produções “patrioteiras”.

 

Uma coisa é realizar um filme Patriótico recorrendo a factos históricos, outra bem diferente é dar uma de Patriota fazendo pouco da sua Pátria. É isto que acontece neste filme onde vemos um grupo de soldados que são enviados para o mato com camuflados do deserto e com um arsenal que não consegue competir com o armamento dos Talibãs que é do século passado.

 

Para mais tenho muitas dúvidas de que no Afeganistão exista o mesmo tipo de vegetação que existe nos Estados Unidos da América. Se era para se fazer um retrato o mais fiel possível do que realmente sucedeu então que se façam as coisas como deve ser tal como se fez no filme Argo.

 

E como se não bastasse temos um elenco que parece ter saído do Wrestling. E se calhar não devo andar muito longe da verdade. Só lá falta o John Cena.

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publicado às 11:00


Missão Impossível 3

por Pedro Silva, em 12.12.13

Acção, Aventura (2006) - "Mission: Impossible III"

Realizador: J.J. Abrams 

Elenco: Tom Cruise, Michelle Monaghan, Ving Rhames

 

Sinopse: O agente Ethan Hunt (Tom Cruise) está afastado do trabalho de campo para a IMF, trabalhando apenas como treinador de novos agentes. Ele agora leva uma vida tranquila com Julia (Michelle Monaghan), com quem pretende se casar e que nada sabe sobre seu verdadeiro trabalho. Entretanto Ethan é chamado de volta à ativa quando uma de suas pupilas, Lindsey (Keri Russell), é capturada por Owen Davian (Philip Seymour Hoffman), um negociante de armas sem escrúpulos. Para resgatá-la é reunida uma nova equipe, formada por seu velho amigo Luther Stickell (Ving Rhames), o especialista em transportes Declan (Jonathan Rhys Meyers) e Zhen (Maggie Q).

 

È muito difícil (para não dizer impossível) ver o Tom Cruise a trabalhar mal. O Norte-americano é um excelente actor e até me atrevo a dizer que em termos de filmes de acção é o melhor que existe actualmente.

 

Para mais o filme em si está de longe muito melhor que o seu antecessor (Missão Impossível 2 cujo Guião parece ter sido criado por crianças de 10 anos). A história prende a atenção de quem assiste ao filme, há suspense e emoção mas não há bela sem senão…

 

Então depois de Ethan Hunt e a sua equipa terem tido um trabalho dos diabos para capturar o vilão deixam-se apanhar num sítio de emboscada fácil? Noutra cena Ethan saca de uma metralhadora e abate um avião a jacto e não consegue abater um helicóptero que avança lentamente à sua frente? Por alguma razão está-se a falar de um filme…

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publicado às 23:45


Voando Sobre um Ninho de Cucos

por Pedro Silva, em 04.12.13

Drama (1975) - "One Flew Over the Cuckoo's Nest"

Realizador: Milos Forman 

Elenco: Jack Nicholson, Louise Fletcher, Michael Berryman

 

Sinopse: Randle P. McMurphy, um condenado de espírito aberto, cheio de ideias e sempre com respostas na ponta da língua, finge que está louco e é transferido para o hospital estatal juntamente com os que ele chama de "doidos". Imediatamente o seu contagiante sentido de desordem vai opor-se à monótona rotina da instituição.

 

Desta vez apeteceu-me ver um clássico e confesso que não me arrependi nada da decisão. Não obstante a horrível moda da época e o facto de existirem três personagens que me fizeram lembrar o Barman do Barco do Amor, o filme é realmente muito bom e assenta numa história original que nos prende até ao fim.

 

Vejam o filme e garanto que não darão o vosso tempo por perdido.

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publicado às 23:30


Big

por Pedro Silva, em 06.11.13

Comédia, Drama (1988) - "Big"

Realizador: Penny Marshall 

Elenco: Tom Hanks, Elizabeth Perkins, Robert Loggia

 

Sinopse: Numa feira, Josh Baskin (Hanks) deseja ser grande. No dia seguinte acorda e descobre que o seu desejo foi realizado! Com a ajuda do seu melhor amigo Billy (Jared Rushton) Josh consegue um trabalho numa companhia de brinquedos. Aqui, seguindo o seu instinto infantil consegue saber o que as crianças querem, tornando o ingénuo Josh, irresistível, para uma bela e ambiciosa colega (Elizabeth Perkins). Mas quanto mais Josh experimenta a vida de adulto, mais deseja voltar a ser criança.

 

Ás vezes dá-me para isto e vejo filmes da década de 80. Não obstante a moda da altura o filme até que consegue ser muito bom e confesso que foi engraçado “reviver” aqueles tempos.

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publicado às 18:00


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