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TRON: O Legado

por Pedro Silva, em 19.05.18

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"TRON: Legacy"

AcçãoAventuraFicção Científica - (2010)

Realizador: Joseph Kosinski

Elenco: Olivia Wilde, Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Bruce Boxleitner

 

Sinopse: Tron O Legado é uma aventura high tech em 3D, passada num mundo digital como nunca antes vimos no grande ecrã. Sam Flynn, um rebelde de 27 anos, é assombrado pelo misterioso desaparecimento do seu pai, Kevin Flynn, um homem que ficou conhecido como líder mundial na criação de videojogos. Quando Sam investiga uma estranha mensagem enviada do antigo escritório de Flynn - uma mensagem que só poderia ter sido enviada pelo seu pai - ele é atirado para um mundo digital, o mesmo para onde Flynn foi..

 

Critica: “TRON: O Legado” é o tal upgrade que eu tinha “reclamado” aquando da análise que fiz do seu antecessor. Trata-se, sem sombra de qualquer dúvida, de um filme interessante e cativante cuja produção foi inteligentemente aproveitada pelo Realizador Joseph Kosinski que, na minha modesta perspectiva, conseguiu com êxito trazer a saga de “TRON” para os tempos do cinema moderno.

 

Efectivamente “TRON: O Legado” é a real continuação de “TRON”. O argumento do filme de Joseph Kosinski  é, basicamente, o mesmo. Ou seja; “TRON: O Legado” consegue ser tão interessante como o “TRON” de Steven Lisberger. As pequenas – grandes! - Diferenças estão não no argumento (que até que são muito parecidos), mas sim na modernidade da sua filmagem e no elenco que, a meu ver, já apresenta um certo nível de qualidade que torna a produção cinematográfica muito mais apetecível.

 

E já que aqui falei no elenco, de todos destaco o trabalho de Olivia Wilde. Não é aquilo que se pode apelidar de “papelaço”, mas é um trabalho que traz muito interesse a um filme que embora não querendo renegar as suas origens, procura ser algo inovador (o que, em certa medida, faz todo o sentido). Já a restante equipa, este fazem bem o seu trabalho e não destoam. O exigível para um filme interessante.

 

A parte que mais gostei foi, precisamente, a dos cenários /efeitos especiais e banda sonora. É o tal upgrade que falei anteriormente. E que upgrade dado que este trouxe a história de “TRON” para um patamar muito melhor e bem mais apetecível de se seguir.

 

Em suma, “TRON: O Legado“ de Joseph Kosinski tem a minha recomendação.

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publicado às 23:04


Rogue One: Uma História de Star Wars

por Pedro Silva, em 03.12.17

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"Rogue One: A Star Wars Story"

AcçãoAventuraFicção Científica - (2016)

Realizador: Gareth Edwards

Elenco: Donnie Yen, Felicity Jones, Diego Luna, Alan Tudyk

 

Sinopse: Rogue One: Uma História de Star Wars decorre antes dos eventos de Star Wars: Uma Nova Esperança e conta a história de uns heróis improváveis que se unem para roubar os planos da temida Estrela da Morte.

 

Critica: É possível fazer-se uma história da exaustivamente explorada saga da Guerra das Estrelas sem se inventar muito, recorrer a clichés sem fim e, essencialmente, fazer-se algo de interessante e emocionante que faça sentido? É. Gareth Edwards e este seu “Rogue One: Uma História de Star Wars” são aprova de tal. Uma lição para a Disney que pretende fazer omeletes com ovos que já foram utilizados vezes sem conta.

 

Simples, prático, cativante, divertido e lógico. É assim que descrevo o argumento deste “Rogue One: Uma História de Star Wars”. Gareth Edwards aproveitou e explorou muito bem uma “brecha” na história da primeira saga Guerra das Estrelas e acabou por complementar a história sem grande alarido. Basicamente é isto que se exige a um filme que explora algo que já tem mesmo muito que possa ser explorado sem que se repita mais do mesmo até à exaustão.

 

Quanto ao elenco não posso dizer que tenha ficado “encantado” com o seu desempenho no geral. Fizeram o que se lhes exigia e isto para mim chega e basta pois não falamos, de certeza, de uma produção candidata a vencer qualquer uma das famosas estatuetas de ouro.

 

Os cenários e efeitos especiais, embora um ou outro possa ter sido quase que replicado da primeira história, estão muito bons e mostram, mais uma vez, que é possível fazer-se uma história do Star Wars sem se fazer algo de muito parecido com o que já vimos em produções cinematográficas (e não só) anteriores. Quase quês e me atrevo a dizer que este é um filme da Guerra das Estrelas que me agradou bastante em termos de cenários e banda sonora.

 

Em suma; “Rogue One: Uma História de Star Wars” é um filme muito interessante que em muitos aspectos acaba por ser melhor do que “aquilo” que a Disney produziu há uns tempos atrás. Tem a minha óbvia recomendação.

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publicado às 22:01


Homem-Aranha: Regresso a Casa

por Pedro Silva, em 19.11.17

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"Spider-Man: Homecoming"

AventuraAcçãoFicção Científica - (2017)

Realizador: Jon Watts

Elenco: Robert Downey Jr., Michael Keaton, Tom Holland

 

Sinopse: Entusiasmado com a sua recente experiência com os Vingadores, Peter regressa a casa, onde vive com a tia May, sob o olhar vigilante no seu novo mentor, Tony Stark. Peter procura reintegra-se na sua rotina diária, sempre focado no desejo de provar que não é apenas o super-herói simpático que vive nas redondezas, e, assim sendo, quando Vulture surge como o novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter fica ameaçado…

 

Critica: Começo lançando um apelo ao mundo cinematográfico de Hollywood. Não criem mais filmes do Homem Aranha. Ou seguem a versão original dos comics com as devidas e necessárias adaptações, ou então não façam nada que ponha - ainda mais - em causa a já de si abaladíssima indústria cinematográfica. Ninguém merece isto. Especialmente quem trabalha no mundo do cinema e gosta daquilo que faz.

 

O argumento de “Homem-Aranha: Regresso a Casa” é uma aberração! Uma deturpação cruel do Homem Aranha que vai contra tudo o que sabemos sobre o super herói. Este “Homem-Aranha: Regresso a Casa” é, simplesmente, contra natura. Ainda se estivéssemos a falar de um filme de animação a coisa até que se compreendia pois muitas vezes os comics também inventam para vender mais, mas falamos de um filme que em tão pouco tempo já foi refeito sei lá quantas vezes. E cada que o refazem fica pior!

 

Jon Watts até que tem nas suas mãos uma história excelente e um filme muito bem filmado que conta com um bom elenco, mas deturpa por completo aquilo que conhecemos do Homem Aranha. É mau demais para ser verdade.

 

Espero, sinceramente, que o filme sobre os Vingadores não tenha sido produzido sob a mesma perspectiva cinematográfica que Jon Watts utilizou no “Homem-Aranha: Regresso a Casa”.

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publicado às 23:48


Seven Sisters

por Pedro Silva, em 30.09.17

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"What Happened to Monday"

Ficção CientíficaThriller - (2017)

Realizador: Tommy Wirkola

Elenco: Noomi Rapace, Willem Dafoe, Glenn Close

 

Sinopse: Num futuro não muito distante, um casal só pode ter apenas um filho para o controlo populacional da Terra. O Departamento de Alocação de Crianças é comandado por Nicolette Cayman (Glenn Close), que investiga casos suspeitos. Um desses casais acaba tendo sete gémeas, que precisam se manter escondidas. Cada uma é batizada com o nome de um dia da semana. Mas Monday desaparece, levando as irmãs ao desespero e o segredo da família fica ameaçado.

 

Critica: Ora aqui está o que muitos de nós buscamos num filme: entretenimento. Longe (muito longe embora com potencial para tal) de estar brilhante, esta produção de Tommy Wirkola até que é uma agradável surpresa no eterno” marasmo” copiador de Hollywood. Tivesse uma cena final com melhores actores e até que poderiam ter em cima da mesa um excelente filme baseado em algo que marcou a história da Humanidade no século passado.

 

O que este “Seven Sisters” tem de muito bom é o argumento. Trata-se de um argumento que tem de tudo um pouco, o que acaba por “prender” a nossa atenção desde o princípio ao fim da história. Algo que se deseja num argumento de um filme de qualidade. O facto de o Realizador se ter baseado em factos que marcaram – pela negativa – a história da Humanidade nos anos 80 do século XX contribui (muito) para que este “Seven Sisters” seja um filme “apetecível”. Neste aspecto dou os meus parabéns a Tommy Wirkola e equipa.

 

Já o elenco não consegue acompanhar, na t9otalidade, a excelência do argumento. Não que os protagonistas do filme não tenham sido bem interpretados pelo elenco (algo que, diga-se desde já, não era nada fácil), mas na recta final Glenn Close tem um desempenho demasiado “artificial”… Tal acaba por tirar muito do “brilho” que todo o restante elenco traz à história.

 

Nos cenários bem que Tommy Wirkola poderia ter trabalhado um pouco mais. Bem sei que a ideia foi a de transmitir a sensação de total imobilidade/incapacidade das protagonistas, mas não era preciso exagerar tanto. Especialmente se tivermos a falar de um filme que tem como pano de fundo um mundo próximo do fim. O mesmo digo da banda sonora que está um tudo ou nada fraquita.

 

Em suma, “Seven Sisters” tem aminha alta recomendação embora esteja longe de ser aquele filme que me tenha “marcado”.

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publicado às 23:55


Alien: Covenant

por Pedro Silva, em 06.08.17

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"Alien: Covenant"

TerrorFicção CientíficaThriller - (2017)

Realizador: Ridley Scott

Elenco: Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup

 

Sinopse: A tripulação da nave Covenant, com destino a um planeta remoto do outro lado da galáxia, descobre o que acredita ser um paraíso desconhecido, mas é na realidade um estranho e perigoso mundo. Quando descobrem uma ameaça além da sua imaginação, eles tentam uma angustiante fuga.

 

Critica: Confesso que já tinha saudades de ver um filme do Alien bem produzido. "Alien: Covenant" pode não estar excelente, mas é seguramente um bom filme que fará o gosto de qualquer fã da saga Alien. O único grande problema (fatal) é que existem muitas e muitas cenas parecidas com o que já vimos em outros filmes do Aliens.

 

Confesso que gostei mesmo muito do argumento desta produção de Ridley Scott. È um facto que contêm muitas coisas parecidas com o que já vimos em outros filmes da saga, mas a forma como o Realizador explorou o pequeno vazio da história Alien é, no mínimo, brilhante. A forma como tudo termina é simplesmente fantástica. Efectivamente uma saga tão famosa como ma do Alien merecia acabar em glória e a verdade seja dita que Ridley Scott conseguiu realizou tal proeza com um brilhantismo fabuloso.

 

No elenco tenho a obrigação de fazer um enorme destaque ao trabalho de Michael Fassbender. O actor levou a cabo um trabalho extraordinário. Um “papelaço” que contrasta com a mediana prestação dois seus colegas de trabalho. O que é natural pois ao contrário do habitual o denominado “mau da fita” exigia um trabalho fora de série da parte de quem o interpretou, ou não fosse este "Alien: Covenant" o capítulo final que explica tudo o resto.

 

Os cenários e banda sonora é que poderiam ter sido um tudo ou nada mais explorados. Compreendo que o objectivo final do filme obrigasse a uma curta exploração dos cenários, mas se Ridley Scott tivesse sido um pouco mais ousado não se teria perdido nada. Já a banda sonora deveria estar um tudo ou nada melhor. Uma nota final para os efeitos especiais que são muito bons.

 

Concluindo; "Alien: Covenant" tem a minha recomendação não obstante algumas “lacunas”.

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publicado às 18:28


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