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Burro velho (quase) não aprende línguas

por Pedro Silva, em 17.11.20

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imagem retirada de zerozero

Há um ditado português que diz o seguinte: “Burro velho não aprende línguas”. Ora depois da “suada” vitória portuguesa em solo croata o que me apraz dizer é que burro velho (quase) não aprende línguas. E isso porque há o errar e o errar porque não se dá ao trabalho de querer melhorar o erro.

Dito de outra forma; Portugal perdeu na Luz diante de uma França que, diga-se desde já, é uma equipa forte mas ficou patente uma certa falta de vontade de meter o pé por parte dos escolhidos de Fernando Santos e hoje, diante uma Croácia que é mais fraca do que a França mas que quase empatava um jogo onde – creio eu - ficou bem patente uma falta de vontade de “dar o litro e meter o pé”… Até o primeiro golo sofrido pela nossa equipa foi quase que uma “cópia a papel químico” do sofrido no passado Sábado diante da equipa gaulesa que ditou a eliminação de Portugal da Liga das Nações (UEFA Natios League).

E assim não pode ser. E não pode ser jogadores e seleccionador! Isto de Fernando Santos chegar a meio do jogo e mudar a equipa quase toda não é bom sinal. Devemos e podemos apontar o dedo aos atletas que em vez de fazerem por nos mostrar as razões pelas quais defendem as cores do nosso país ao mais alto nível no mundo da bola, mas não devemos nem podemos ficar pela rama. Há que ir à raiz do problema ea meu ver das duas, uma; ou Fernando Santos não consegue passar a mensagem aos seus convocados e tal poderá indiciar um fim de ciclo com o que mau e bom tal possa ter para a equipa de todos nós, ou então o título de campeão europeu, o empate a zero em França que tanto nos orgulhou e a conquista da última edição da Liga das Nações fez com que os atletas lusos se achem um conjunto de “prima donas” que só se esforçam quando querem e, de preferência, nos clubes que lhes pagam os chorudos ordenados.

Claro que tudo isto não pode (nem deve) ser visto e reflectido sem se olhar para o adversário que hoje jogou na sua casa. A selecção croata não é uma equipa massim tão fraca como muito boa gente pensa e diz. É uma equipa que está nitidamente em fase de renovação dado que  jogadores como Modric, Kovacic e outros “ics” de enorme qualidade ou estão para se retirar ou já deixaram de lado a sempre pesada camisola da selecção nacional. Para mais, bastou um meio campo com Modric e Kovacic para, mesmo com dez jogadores em campo, ter dado ikjenso que fazer a Portugal. Classe, qualidade de passe, físico e muita vontade de dar tudo pelo seu país fizeram, fazem e farão da Croácia uma selecção de tremendo respeito embora esteja quase sempre na segunda linha do futebol europeu e mundial…. Não foi por mera sorte que os croatas são, somente, os vice campeões do Mundo (apenas a França(!) os derrotou na Final).

Mas pronto. Que essa fase e esses dois jogos que tantos amargos de boca sirvam, acima de tudo, para que a partir de Março do próximo ano Portugal volte a mostrar a razão pela qual é o campeão europeu. Há um apuramento para um Mundial e um Europeu para sdisputar.. Não vá alguém estar esquecido de tal lá na cidade do futebol.

Melhor em Campo: Rúben Dias. Marcou dois golos e pouco mais. Foi o “menos mau” de uma equipa portuguesa que venceu muito porque um defesa central bisou na partida e porque o guardião croata se lembrou de fazer aquilo que popularmente se designa de “frango”.

Pior em Campo: Portugal. Eu podia aqui dizer que é estranho (ou não) um jogador de nome Pepe fazer tanta falta a essa equipa,. Especialmente sabendo eu que o atkleta já tem 37 anos de idade! Mas não vou – somente – por aí pois estou em crer qu emebora vencedor Portugal esteve mal em todos os aspectos.

Arbitragem: Erro evidente ao validar o segundo golo de Portugal, que teve com o braço de Diogo Jota antes da finalização de Félix. De resto, boa gestão no capítulo disciplinar, nomeadamente na expulsão.

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publicado às 21:48

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Cada vez mais fico com a ideia de que a nossa selecção está a transformar-se numa das melhores da Europa e, quem sabe, numa das melhores do Mundo. Aquele Portugal que até que jogava bonito mas no final sofria sempre uma derrota amarga parece estar a desaparecer. Esta partida diante da Suécia foi mais uma demonstração dessa “transformação” de uma equipa nacional que aprendeu a sofrer quando tem de sofrer e a fazer sofrer quando tem, de o fazer.

Boa partida de futebol essa que vi entre a nossa equipa e a equipa do norte da Europa. Nórdicos esses que podem continuar a ser altos e loiros mas de “toscos” já não tem nada. Os gajos até que sabem jogar bem à bola e tratam-na muito bem quando é preciso! A verdade seja dita, tivesse a equipa da Suécia a pontaria mais afinada na hora de rematar à nossa baliza e não fosse Rui Patrício um dos melhores Guarda-redes do Mundo e não sei se estaria agora a deixar aqui uns “bitaites” sobre uma vitória bem robusta de Portugal.

Essa Suécia luta muito. Muito mesmo! Durante os 90 e poucos minutos os jogadores suecos não deixaram nunca de tentar marcar, pelo menos, um golo. Inclusive, momentos houveram em que a defesa portuguesa teve muita sorte na hora de impedir o remate certeiro da Suécia à baliza lusitana. Quem sabe essa mesma Suécia ainda nos vai ajudar a vencer o Grupo e a passar à Final Four da Liga das Nações pois na última jornada ainda vai ter de medir forças com a França enquanto Portugal terá pela frente, em teoria, um jogo bem mais acessível diante de uma Croácia que está necessitada de se renovar.

Voltando à partida de hoje que se realizou no Estádio José de Alvalade com 5.000 pessoas na bancada (justiça para o futebol, aleluia!), tenho de dizer que gostei muito do que vi. Já aqui o disse e repito, gostei mesmo muito da postura que a equipa de Fernando Santos apresentou durante todo esse jogo. Soube defender e sofrer quando foi preciso e soube dominar e impor o seu futebol quando foi necessário. Se isso continuar assim nos próximos tempos, acredito que teremos todos razões para sorrir e festejar até porque, recorde-se, a nossa selecção está numa espécie de “Grupo da Morte” no que ao EURO 2020 diz respeito (competição adiada para o próximo Verão).

Mais um “jogão” para a dupla do meio campo William/Danilo. Bruno Fernandes esteve divinal e Diogo Jota… Minha nossa Senhora! Ou como dizem os espanhóis, “partidazo”! Quem viu Diogo Jota aquando da sua passagem pelo Atlético de Madrid e Futebol Clube do Porto e quem o vê agora. Realmente Nuno Espírito Santo é um treinador fenomenal e com Kloop esse Jota tem tudo para ser um dos nomes sonantes da Liga inglesa. Espero que quando o EURO começar Diogo Jota esteja a jogar a esse nível pois Cristiano Ronaldo pode não chegar para a encomenda.

E pronto. Lá se encerra mais um capítulo. Em Novembro Portugal vai decidir com a França e, creio eu, com a ajuda da Suécia a passagem à fase seguinte da prova. Se jogar tão bem como jogou em Paros e hoje em Lisboa acredito plenamente que vamso estar na Final Four da Uefa Nations League.

Melhor em Campo: Bruno Fernandes. Podia ter colocado aqui Diogo Jota, mas não me parece justo face ao trabalho extraordinário e capacidade de passe genial que o atleta do Manchester United mostrou hoje. Muito bem Bruno. Agora é só controlar um pouco esse teu mai feitio para não veres cartões amarelos de uma forma estúpida.

Pior em Campo: João Félix. Admito que nunca gostei muito do rapaz e que sempre o achei sobrevalorizado por vir de onde veio, mas hoje esse voltou a não me impressionar e, inclusive, até falhou um golo relativamente fácil (isolado diante da baliza). O Atlético de Madrid não é – nem nunca foi – o local ideal para um jovem atleta crescer. O rapaz tem técnica e até que sabe posicionar-se bem no campo, mas tem pouca força e na hora de rematar à baliza ou a dita está à sua mercê e bem perto ou então o remate sai fraquinho ou vai para fora.

Arbitragem: Arbitragem tranquila da equipa liderada pelo Sr. Srdjan Jovanovic. Esteve bem nas decisões que tomou e na analise dos lances mais polémicos. A verdade seja dita que os jogadores também não deram muito que fazer à equipa de arbitragem sérvia.

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publicado às 21:44


Respeito

por Pedro Silva, em 11.10.20

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Respeito. Se me pedirem para resumir esse jogo entre França e Portugal a uma só palavra eu respondo de imediato: respeito. Tanto uma selecção como a outra se igualaram por completo numa partida de futebol que foi muito boa de se assistir. E, sublinhe-se, a selecção francesa, actual Campeã do Mundo de futebol, em momento algum teve um domínio claro na partida!

Efectivamente estou em crer que Fernando Santos retirou muitas e boas ilações do anterior empate caseiro diante da Espanha. Só o facto de ter entrado em campo com um meio campo com a dupla William/Danilo já foi algo de positivo e sinal de que se ao levar muito a sério essa partida. Partida que, diga-se desde já, estava longe de ser decisiva até porque a Suécia ainda tem uma palavra a dizer.

Mas atenção. Em momento algum Portugal me pareceu inferior à França. Pelo contrário! É um facto que os jogadores franceses tem uma capacidade física muito maior do que os portugueses e tal tinha, obviamente, reflexos nos duelos individuais que eram quase sempre vencidos pelos gauleses, mas a verdade seja dita que os nossos lusos deram luta e não foram nada inferiores tendo, inclusive, em muitos momentos “apagado” por completo os perigosos Mbappé, Pogba e Griezmann.

Gostei muito da atitude da nossa selecção. Apreciei o respeito que a França demonstrou pela nossa equipa. Não gostei muito foi de em certos e determinados momentos Portugal ter-se esquecido do - sempre muito - importante posicionamento táctico. Tivéssemos sido um pouco mais “certinhos” neste aspecto e, com um pouco de sorte, se calhar estaria agora a dissecar uma vitória portuguesa (mais uma) em Paris. Acredito que a insatisfação de Fernando Santos face a esse resultado passa um pouco por aí.

Quanto a Fernando Santos, sou da opinião de que “mexeu” bem na equipa quando ela precisou. Eu teria tirado João Félix do campo um pouco mais cedo e teria colocado Jota no seu lugar… Mas no cômputo geral o nosso seleccionador nacional esteve ao seu nível e orientou bem Portugal num jogo que todos sabíamos que ia ser muito complicado.

Em suma. Boa partida de futebol e bom resultado. Está tudo em aberto num grupo que Portugal pode muito bem vencer e passar à fase final.

Agora é seguir em frente e “obrigar” a Suécia a ter de vencer a França derrotando os nórdicos em Alvalade já na próxima quarta-feira. E atenção à Croácia que venceu hoje a Suécia e tem ainda uma palavra a dizer sobre quem vai passar a Final Four da Liga das Nações. Isso está ainda longe de ficar resolvido… Convêm é não deitar por terra o que de bom se aprendeu no jogo de preparação diante da Espanha e o que de muito bom se fez em Paris.

Melhor em Campo: Escolha difícil. Todos jogaram bem e atletas lusos houveram que jogaram muito e bem. Escolho a dupla do meio campo William/Danilo que jogaram muito tanto nos momentos defensivos e nos momentos de construção ofensiva.

Pior em Campo: Bernardo Silva. Esteve fora do seu posicionamento normal mas sou da opinião de que esse factor não justifica a sua fraca prestação. Bernardo Silva tem muita qualidade nos seus pés e muita inteligência táctica pelo que se pedia mais hoje a esse grande atleta.

Arbitragem: Noite tranquila em termos arbitrais. Del Cerro Grande teve de tomar algumas decisões complicadas (amarelo a Rúben Dias e golo anulado a Pepe) mas esteve sempre bem e procurou deixar o jogo seguir normalmente não sendo muito interventivo. Bom trabalho da equipa de arbitragem espanhola.

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publicado às 21:49


Vale o que vale...

por Pedro Silva, em 07.10.20

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imagem retirada de zerozero

Os jogos particulares (ou de preparação como muitos gostam de denominar), valem o que valem mas tem o condão de deixar uma ideia – mesmo que minimalista – do que poderá acontecer no jogo seguinte. E o jogo seguinte da nossa selecção não é contra uma equipa qualquer É com a França e em Paris! E recorde-se que na Liga das Nações somente os primeiros classificados passam à fase seguinte.

Dito de outra forma, a Espanha foi a Espanha desde que o jogo começou até terminar. Nada a dizer sobre o futebol bonito e organizado que a equipa de Nuestros Hermanos. Pecou somente no físico Estivessem bem fisicamente e não sei se os espanhóis teriam vencido com justiça e, quem sabe, até que com números bem “gordinhos”.

Já o nosso Portugal... Na primeira parte só não sofreu golo porque Rui Patrício não deixou e porque Rúben Semedo mostrou-nos a todos nõs porque razão Jorge Jesus insistiu tanto na sua contratação. Na segunda parte Fernando Santos “mexeu” na equipa, equilibrou o meio campo luso e as oportunidades começaram a aparecer. Isso somado ao baixar de ritmo da Espanha fruto da fase da época em que nos encontramos e ao facto de se tratar de um jogo de preparação, só não vencemos porque a “mira” de Cristiano e Renato Sanches estavam de tal forma afinadas que só viram a barra e trave da baliza de Kepa.

Esses jogos valem o que valem, mas tivesse Fernando Santos apostado num onze mais equilibrado a meio campo na primeira parte e não tivessse dado tanto tempo de jogo a um “nulíssimo” João Moutinho e se calhar as "arrancadas" vertiginosas de Renato Sanches teriam sido bem mais eficazes e Rúben Neves poderia ter feito bem mais no que à organização do nosso jogo ofensivo dizia respeito.

Vamos a ver o que vai acontecer no próximo Domingo. A França joga de uma forma completamente diferente da Espanha. Os franceses apostam muito mais no futebol directo e no físico, pelo que espero bem que o seleccionador nacional tenha tirado muitas e boas ilações sobre a forma como não deve iniciar o jogo do próximo fim de semana.

Melhor em Campo: Rúben Semedo

Pior em Campo: João Moutinho

Arbitragem: Positiva. Nada a apontar ao trabalho da equipa liderada pelo Sr. Paolo Valeri.

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publicado às 21:46


Festa incompleta, mas... invictos!

por Pedro Silva, em 20.11.18

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Era uma noite de festa, sem pressão por aí além, e Portugal fez o mínimo para assegurar o estatuto de única equipa invicta no primeiro escalão da Liga das Nações. As muitas mudanças no onze não impediram um arranque de jogo com vários pontos positivos e com um golo justificado, mas a Polónia cresceu e salvou o empate de penálti, ameaçando ainda a vitória com Portugal reduzido a dez jogadores. Não foi com exatidão a festa que se queria, mas haverá nova oportunidade daqui a pouco mais de meio ano. Até já, Guimarães, estes rapazes voltam em breve para lutar pelo troféu.

 

Sistema igual, caras diferentes

 

Algumas das mudanças foram forçadas - Mário Rui, Rúben Neves e Bernardo Silva estavam fora das contas -, outras deveram-se ao contexto do jogo, que nada alteraria na classificação. Beto foi para a baliza, Kévin Rodrigues assumiu a lateral-esquerda, Pepe voltou ao seu lugar, Danilo e Renato Sanches juntaram-se a William, Guerreiro e Rafa assumiram as alas.

 

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As dinâmicas de meio-campo, desde logo, eram distintas, com confiança na capacidade de explosão de Renato Sanches que durante tanto tempo num passado mais ou menos recente andou adormecida. Parece estar mesmo de volta e muito facilitou a tarefa de subir no terreno desde cedo, com o 8 português a ter uma função na equipa que não se tem visto e que traz algumas (boas) memórias de França.

 

Foi dele a primeira ameaça no D. Afonso Henriques. Danilo entregou a bola e Renato fletiu para o centro antes de rematar contra Rafa. Aproximávamo-nos dos dez minutos, tínhamos o primeiro aviso de um lado e o primeiro susto do outro, com Beto a comprometer mas Portugal a salvar-se a custo. As rédeas eram portuguesas, o domínio da posse de bola também e apesar de Dragowski ter conseguido ameaçar Beto - grande defesa do guardião - não houve grande surpresa por o primeiro golo ser português, mesmo perante aparente dificuldade em fazer a bola chegar a zonas de finalização.

 

Não dava de bola corrida, foi de bola parada, com Renato Sanches a assumir a cobrança de um canto e a dar à bola um efeito exemplar que permitiu a André Silva desviar no alinhamento do primeiro poste, com um desvio que seria sempre difícil para Szczesny travar. Também de bola parada, a Polónia ameaçou ainda no primeiro tempo o empate, mas a trave da baliza de Beto negou o golo a Kedziora antes de o próprio guardião português voltar a destacar-se perante a ameaça de Frankowski.

 

Castigo a dobrar

 

A equipa polaca, já despromovida à Liga B, tinha ainda um objetivo a não ignorar: caso não perdesse, garantiria o estatuto de cabeça-de-série no próximo apuramento para o Europeu. Sem demonstrar mais talento do que Portugal - longe disso, até porque não havia Lewandowski - a Polónia parecia pelo menos demonstrar mais vontade no arranque do segundo tempo e depois de ameaças de Grosicki e Frankowski soube aproveitar um erro crasso português.

 

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Um mau atraso de William Carvalho permitiu a Milik isolar-se e Danilo Pereira, em posição de desespero, travou o avançado polaco em falta. Vermelho direto mostrado pelo árbitro, que entendeu que o jogador seguia isolado para finalizar, e o penálti bem convertido por Milik, que até teve de o bater duas vezes por o árbitro ter anulado o primeiro remate.

 

A Polónia manteve a onda de crescimento para lá do golo, procurou aproveitar a vantagem numérica e aproximou-se do 1x2, mas Beto conseguiu pelo menos segurar o empate que permite a Portugal terminar a fase de grupos sem qualquer derrota

 

Artigo publicado no site zerozero

 

NOTA: Peço desculpa por não ter publicado a habitual analise dos jogos da nossa selecção, mas um dia algo trabalhoso onde foi preciso andar de um lado para o outro e o facto só ter visto a segunda parte do jogo em questão impede-me de fazer aquilo que sempre gostei de fazer que é partilhar a minha opinião com todos vós. Grato pela vossa preciosa atenção.

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publicado às 22:37


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