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Muito gostamos do poker

por Pedro Silva, em 20.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Efectivamente a nossa selecção adora jogar poker. Confesso que tal não me incomoda de todo desde que se ganhe, mas passamos pro cada sofrimento--- Um sofrimento desnecessário (digo eu) dado que era certo e sabido que Marrocos ia entrar em campo da forma que entrou. Não foi surpresa para ninguém o constante e apertado “espartilho” com o qual a equipa africana manietou, quase que por completo, todo o jogo português. Daí eu não perceber muito bem a zanga de Fernando Santos no final do jogo. Até parece que o seleccionador não está lá a fazer nada dado que parece não conseguir preparar a equipa cada jogo (já com a Espanha foi o mesmo).

 

Quanto ao jogo em si, este foi o que eu estava à espera. Já tinha visto esta mesma selecção marroquina a deixar tudo em campo diante do irão. Ora tendo em consideração que hoje os africanos ou pontuavam ou eram eliminados. Era, então, de esperar que Marrocos fosse dar o litro diante da nossa equipa:

 

E assim foi. Momentos houve em que Marrocos dominou a partida e foi, Inclusive, bem melhor do que Portugal. Razão para tal? A mim apenas me apraz explicar tal através do fraco desempenho de alguns dos atletas lusos que ocupa4ram posições chave. Bernardo Silva está nitidamente a acusar o desgaste de uma época de estreia na Premier League (tem sido uma nulidade em todos os aspectos), Gonçalo Guedes bem que tenta fazer algo de jeito mas não acerta uma (e André Silva no banco de suplentes…), William Carvalho continua a ser um tremendo “pastelão” na recuperação de bola e, por último, Raphael Guerreiro tem estado muito melhor a atacar do que a defender (foi quase sempre pelo seu lado que Marrocos atacou com muito perigo). Felizmente os Deus do Futebol, estiveram do nosso lado. Tal como São Patrício e São Cristiano Ronaldo. Foram estes dois últimos “Santos” que praticamente deram a vitória a Portugal numa partida que poderia ter sido bem menos sofrida.

 

Agora segue-se o Irão de Carlos Queiroz. Uma das equipas deste Mundial que melhor defende. Vai ser um tremendo problema se Portugal voltar a não estar devidamente preparado. A Espanha venceu este mesmo Irão com muito sacrifício! Que sirva de aviso a Fernando Santos e jogadores. Muita cautela para as linhas defensivas portuguesas que terão de estar muito atentas às transições rápidas dos iranianos e às bolas paradas onde esta equipa do médio oriente costuma ser muito eficaz.

 

MVP (Most Valuable Player): Rui Patrício. Não quero, de forma alguma, retirar o foco que Cristiano Ronaldo merece, mas não tivesse Rui Patrício feito uma “defesa do outro mundo” na segunda parte desta partida e de nada teria valido o enorme golo de CR7.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Penso que em momento algum deste jogo ambas as equipas goram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse, em definitivo, para o seu lado

 

Arbitragem: Arbitragem pouco feliz num jogo duro e com vários momentos de difícil análise. Ficam muitas dúvidas num derrube de José Fonte a um adversário, também dúvidas na queda de Ronaldo na segunda parte na área. Falhou também no capítulo disciplinar, onde não foi coerente.

 

Positivo: Marrocos. Não admira que a equipa marroquina não tenha sofrido um único golo na fase de qualificação para o Mundial Rússia 2018. Jogam bem. Muito bem. Tem muita técnica e força física. Falta-lhes somente um “matador” e aquela “pontinha de sorte” das grandes equipas mundiais.

 

Negativo: Portugal. Futebol também é posse. Quem tem a posse da bola e está em vantagem no jogo manda no dito. È isto que os atletas portugueses às ordens de Fernando Santos tem de perceber de uma vez por todas.

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publicado às 22:05


Voltamos ao mesmo

por Pedro Silva, em 15.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Foi melhor o resultado do que a exibição. Não fosse o melhor Jogador do Mundo e alguma sorte à mistura e tenho as minhas sinceras e manifestas dúvidas de que a nossa equipa teria conseguido impor um empate a esta Espanha. Uma Espanha que, pasme-se, é a mesma de sempre. Daí não se perceber muito bem a forma algo ridícula como a linha defensiva lusa (e não só) actuou hoje.

 

Confesso que me enervei a ver a partida. Coisa rara, diga-se de passagem, dado que para mim o futebol é a coisa mais importante das coisas menos importantes da Vida. E enervei-me porque após a nossa selecção se ter colocado em vantagem era óbvio (tão óbvio!) que não se podia entrar no jogo do dar bola e espaço à selecção de «Nuestros Hermanos». Especialmente se se tiver em linha de conta que esta mesma Espanha tem na sua natureza futebolística a posse de bola. E muito especialmente porque todos nós que temos um mínimo de conhecimento de futebol sabemos que Diego Costa é aquele tipo de avançado que sozinho consegue colocar em risco toda uma linha defensiva…

 

No plano das substituições Fernando Santos até que esteve bem. Falhou na preparação da equipa pelas razões que aqui evidenciei, mas acabou pro fazer a devida correcção a tempo. O empate a três bolas passou muito pelas entradas de João Mário e Ricardo Quaresma. Depois Cristiano Ronaldo fez o resto, mas sou da opinião que caso estes dois jogadores tivessem jogado de início a Espanha não teria conseguido fazer o que fez com tanta facilidade.

 

Em suma; voltamos ao mesmo. Ou seja, voltamos à fórmula do último Europeu que acabou com Portugal a sagra-se campeão. Pessoalmente não gosto desta coisa do apelo à sorte e a todos os Santinhos e mais alguns dado que prefiro que Portugal melhore a bem melhorar pois o adversário seguinte (Marrocos) está longe de ser uma equipa fácil, mas…

 

MVP (Most Valuable Player): Cristiano Ronaldo. 3 golos (hat-trick num Mundial!). Um de Penálti, outro fruto de um tremendo “frango” de De Gea e um outro que foi um autêntico “míssil à CR7”. Impossível é não se atribuir o título de MVP deste jogo ao Melhor Jogador do Mundo!

 

Chave do Jogo: Surgiu no minuto 88´, altura em que Cristiano Ronaldo marcou um golo do outro universo. Até aí a selecção espanhola sentia que tinha o jogo controlado, mas esta acusou o golo português e nos momentos finais até que poderia ter perdido o jogo se bem que este momento determinou, quase que em definitivo, o empate deste grande duelo ibérico.

 

Arbitragem:  Arbitragem algo irregular de Rocchi em Sochi. O árbitro italiano não vislumbrou uma carga de Diego Costa sobre Pepe, sendo que a ausência de participação do VAR também não ajudou. Antes, o juiz parece ter acertado no lance da grande penalidade sobre Cristiano Ronaldo. 

 

Positivo: As entradas de João Mário e Ricardo Quaresma. O excelente trabalho de Cristiano Ronaldo teve estes dois “alicerces” de peso que possibilitaram o empate que mantêm Portugal na corrida para o apuramento para a fase seguinte do Mundial.

 

Negativo: A linha defensiva portuguesa. Mau. Muito mau para uma equipa que diz quere4r ser candidata à vitória final no Mundial. Melhor preparação exige-se já para o jogo seguinte que será diante de uma equipa que tem muita qualidade e uma vontade imensa de dar tudo por tudo.

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publicado às 22:19


Deu para animar a malta

por Pedro Silva, em 07.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Boa prestação da nossa equipa diante de um adversário muito (mesmo muito!) acessível. Alias, se eu fosse argelino teria vergonha de uma prestação destas. Especialmente tendo em linha de conta que Yacine Brahimi, Riyad Mahrez e Islam Slimani (3 dos melhores atletas desta selecção africana) jogaram de início. E para ser sincero e justo, há que dizer que o guarda-redes Abdelkader Salh é uma anedota em todos os aspectos… Se calhar por aí se percebe a razão pela qual a Argélia não conseguiu marcar presença no Mundial da Rússia. Adiante.

 

Apesar de tudo este tipo de jogos serve, acima de tudo, para manter a moral num nível elevado. Tal, só por si, é muito importante. Especialmente se tivermos em linha de conta que tudo acontece muito rapidamente no Mundial. Já o jogo em si, este foi bem jogado por parte de Portugal. Os escolhidos por Fernando Santos para defrontar esta muito frágil Argélia mostraram vontade e querer. Os 3 golos marcados pela Equipa de Todos Nós são fruto de muita qualidade técnica colectiva e individual. Para mais parece que é desta que vamos a um Mundial com o Melhor Jogador do Mundo em forma e disposto a jogar para o colectivo.

 

Mas, há sempre um “mas”, não podemos deixar de lado o facto de que o adversário de hoje era muito frágil. A Argélia não tem nada a ver com a selecção de Espanha, Marrocos ou Irão, pelo que me parece ser importante deitar alguma água na crescente fervura do coração lusitano que é famoso por ir do 8 ao 80 em poucos segundos. Vamos indo e vamos vendo. Como já aqui disse, e repito, num Mundial tudo se passa muito rapidamente e um deslize pode muito bem ser a morte do artista. Temos, sem sombra de dúvida, uma bela e motivada equipa que é campeã da europa, temos também um seleccionador com provas dadas e com muita experiência internacional a comandar esta mesma equipa e motivação/querer q.b., mas se porventura Portugal fizer o que fez hoje nos últimos 15 minutos diante da selecção argelina e acredito que a coisa possa correr mal. Por isto deixemos esta coisa do embandeirar em arco em Portugal antes de se embarcar no avião para Moscovo.

 

Venha de lá a Espanha mas com os pés bem assentes na Terra.

 

MVP (Most Valuable Player): Bruno Fernandes. Confesso que estive tentado a atribuir este título a João Moutinho ou até a Cristiano Ronaldo, mas sou da opinião que o médio do Sporting CP fez uma enorme exibição. Este “encheu” por completo o meio campo e entendeu-se na perfeição com Moutinho (até pareceu que já jogam juntos há anos). O golo que marcou acabou por ser a cereja no topo de um merecido bolo.

 

Chave do Jogo: Dizer que este jogo teve um lance que fizesse com que a vitória pendesse para qualquer uma das equipas é, a meu ver, um tremendo exagero. Isto porque a Argélia não procurou fazer grande “mossa” a Portugal (ou não teve capacidade para tal). Até se me atrevo a dizer que Portugal entrou a ganhar mal o árbitro apitou para o início do jogo.

 

Arbitragem:  Um jogo de carácter particular sem grandes problemas para Craig Pawson, tal como era expectável. O árbitro inglês teve uma noite tranquila na Luz, sem erros.

 

Positivo: Variedade de opções. Confesso que fiz cara feia quando Fernando Santos anunciou o lote de convocados para o Mundial, mas hoje ficou bem patente que tais escolhas foram muito bem pensadas.

 

Negativo: Selecção da Argélia. Mau. Muito mau para uma equipa que até conta nas suas fileiras com jogadores capazes de fazer maravilhas ao serviço dos seus clubes. Confesso que esperava mais desta equipa de Rabah Madjer.

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publicado às 22:32


Até que não foi mau

por Pedro Silva, em 02.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Primeiro que tudo há que dizer que gostei bem mais desta prestação da nossa equipa do que aquela que tive oportunidade de ver diante da Tunísia. Portugal empatou a zero, é um facto, mas mostrou algo que diante da equipa africana não tinha mostrado: consistência defensiva e capacidade de sair em transições rápidas. Face a tal apraz-me dizer que a equipa de Fernando santos parece estar a evoluir, mas não vou “embandeirar em arco” e muito menos entrar no discurso do “vamos ganhar” que muito comentador televisivo e radiofónico se esforçou por divulgar. Vamos indo e vamos vendo.

 

Quanto ao jogo em si, vendo aquilo que a Bélgica produziu, acredito que esta partida tenha servido mais para preparar a Equipa de Todos Nós para o jogo com Marrocos do que o da estreia diante da selecção espanhola. A equipa belga apostou no seu habitual futebol muito físico e na famosa “armadilha” do fora de jogo. Portugal entrou em campo com a ideia de apostar na velocidade de execução de um meio campo que procurou – raras vezes - apoiar uma frente de ataque muito móvel onde Gélson Martins foi o que mais se destacou. A ideia de Fernando Santos até que era boa, mas faltou uma aplicação prática muito mais eficaz. O mesmo é dizer que a Bélgica foi mais forte do que a nossa selecção. Até à recta final da primeira parte vi a Bélgica a dominar a partida sem no entanto ter sido brilhante durante este período. Portugal apenas conseguiu mostrar o seu futebol nos 10/15 minutos finais da primeira parte onde teve, inclusive, uma enorme oportunidade de golo nos pés de Gonçalo Guedes (salvo erro).

 

A segunda parte foi mais atípica e muito equilibrada. E é natural que tenha sido assim pois ambos os selecionadores optaram por fazer entrar em campo as opções que tem ao seu dispor no banco de suplentes, e com isto “quebraram” um pouco o ritmo de uma partida que não foi muito elevado. Apesar de tudo foi a Bélgica quem teve a maior oportunidade de golo desta segunda parte, mas o Guardião Beto mostrou que podemos contar com ele caso Rui Patrício não esteja no seu melhor.

 

Segue-se agora um último jogo de preparação no Estádio da Luz antes da partida para a Rússia para se disputar o Mundial. Nesta altura Fernando Santos já poderá contar com o “plantel” completo. Vai ser interessante ver como vai Portugal jogar diante de uma “matreira” Argélia.

 

MVP (Most Valuable Player): João Mário. Mais um bom jogo do internacional português. Pelo menos enquanto este teve forças para explanar o seu futebol. Pessoalmente não gosto de ver o João Mário encostado a uma das faixas do ataque luso, mas a verdade seja dita que este esteve muito bem no desempenho desta sua função. As suas diagonais foram sempre um perigo constante para a linha defensiva belga. Vamos a ver se esta boa forma de João Mário se mantenha durante o Mundial.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Não obstante ambas as equipas terem criado oportunidades para fazerem com que a vitória lhes sorrisse, a verdade é que nenhuma delas não conseguiu criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse para o seu lado.

 

Arbitragem:  O experiente Viktor Kassai dirigiu o jogo sem grandes problemas. 

 

Positivo: Bernardo Silva. Qualidade de passe e uma visão de jogo fabulosa. Tivesse tido um pouco de mais sorte e empenho na hora de rematar à baliza e o Bernardo teria sido o MVP desta partida.

 

Negativo: Jogar 10/15 minutos. È verdade que estamos a falar de um jogo de preparação, mas isto de “jogar à bola” somente 10/15 minutos da primeira parte não é nada.

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publicado às 22:35


Morcões!

por Pedro Silva, em 28.05.18

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imagem retirada de zerozero

 

Que dizer desta partida? Primeiro que tudo que fomos morcões. Morcões a toda a linha. Empatar a dois com uma equipa africana a jogar em casa nem ao maior dos morcões se admite. Tal como não se admite, de forma alguma, a forma ridícula como a defesa portuguesa sofreu os dois golos. No primeiro Ricardo Pereira esqueceu-se de que - também - tem a imperiosa tarefa de defender e de marcar o seu adversário. No segundo todos os elementos da defesa de Portugal estavam, nitidamente, “a fazer a sesta”. Ridículo. Caricato e inadmissível. Especialmente se se tiver em linha de conta que do outro lado do canmpo esteve uma equipa que nem sequer é das melhores do continente africano.

 

Há que corrigir o que está mal e Fernando Santos sabe bem de tal. É um facto que agora é tempo para se errar e se fazer experiências, mas há um limite para tudo e hoje este limite foi largamente ultrapassado. Se a Equuipa de Todos Nós vai para o Mundial convencida de que tudo vai ser igual ao Europeu de França, então esta está muito enganada. Há que melhorar o aspectio defensivo e com urgência.

 

Já do meio campo para a frente as coisas foram muito melhores. Portugal esteve muito bem na construção de jogo e gestão da posse da bola. João Mário esteve simplesmente divinal em todos os aspectos de jogo. Foi um tremendo prazer voltar a ver André Silva a mostrar toda a sua categoria. Bernardo Silva (que jogador fantástico!) e Ricardo Quaresma foram os dois “motores” que “empurraram” a selecção da Tunísia para o seu meio campo defensivo.

 

Em suma, não obstante o amargo empate diante de uma equipa muito mediana, tenho que dizer que nem tudo foi mau.mas confesso que me preocupa esta falta de concentração por parte da linha defensiva portuguesa. Espero é que nos próximos jogos este problema não seja um problema até porque os jogos do Mundial já não estão assim tão distantes.

 

MVP (Most Valuable Player): João Mário. Este foi, para mim, dos melhores jogos que o internacional português levou a cabo. João Mário estava, praticamente, em todo e qualquer lado do campo. O golo que marcou foi merecido. Só foi pena este ter falhado as outras oportunidades que teve para facturar.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 64´, altura em que a Tunísia empatou a partida a duas bolas. A partir daí o jogo ficou “morno” dado que ambas as equipas pareciam satisfeitas com o empate.

 

Arbitragem:  Mal preparado fisicamente, aproveitou os momentos de falta na segunda parte para conversar e ganhar algum fôlego. Demasiado condescendente com alguma agressividade da Tunísia. Ainda assim, sem grande influência no resultado.

 

Positivo: Ricardo Quaresma/Bernardo Silva. Qualidade a dobrar nas duas faixas do ataque português. Não é para todos e espero sinceramente que Fernando Santos saiba aproveitar o tremendo potencial ofensivo que tem em mãos.

 

Negativo: Golos sofridos. Não me canso de “bater na mesma tecla”. Selecção que diz querer ser candidata à vitória final no Mundial da Rússia não pode sofrer golos da forma que sofreu hoje.

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publicado às 23:17



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