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Efectivamente há jogos assim

por Pedro Silva, em 14.11.15

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imagem de zerozero

 

È deveras complicado comentar um jogo de preparação. È verdade que os jogadores querem mostrar serviço ao Seleccionador até porque o EURO de França é já para o ano, mas há sempre aquela tentação de “tirar o pé” em certos lances pois uma lesão é sempre uma preocupação e os Campeonatos estão quase a entrar na sua fase decisiva.

 

Ora isto para dizer que a derrota Portuguesa em território Russo não é motivo de grande preocupação. Ou melhor, poderá haver alguma preocupação porque o meio campo Português não existiu durante os 90´ (e restante descontos) do jogo. E isto preocupa pois é mais do que certo que a nossa Selecção vá enfrentar equipas como a Rússia que optam pela apresentação de um meio campo reforçado e muito experiente. E há que dizer que já ante a França, também num jogo de preparação, colocou os mesmos problemas a Portugal (e, se não me engano, Cristiano Ronaldo jogou).

 

Pouco mais há a dizer senão que Portugal foi muito afortunado no que ao resultado final diz respeito. Bastava aos Russos pressionar um bocadinho mais e levavam o pânico à defesa Lusa. O maior “buraco” foi do lado direito da defesa Lusa dado que Cédric não tenha mãos a medir para travar os avançados Russos que desciam pelo seu corredor dado que o meio campo não defendia e Nani estava mais interessado e admirar as moças Russas da bancada.

 

Vamos a ver como vai estar Portugal no Luxemburgo. É esperado que a nossa Selecção vença o jogo com facilidade mas…

 

Chave do Jogo: A dita marcou presença mas não valeu de muito a Portugal. Foi mo minuto 18´do jogo que Portugal fez o primeiro remate á baliza defendida por Igor Akinfeev e foi a partir deste momento que os Lusos conseguiram equilibrar a partida e dar um “ar da sua graça”. Serviu de pouco pois na segunda parte Portugal voltou a baixar de produção e a ceder, cada vez mais, ao frio e metódico futebol do Leste.

 

Positivo: Rui Patrício esteve no seu melhor defendeu tudo o que podia defender. Foi muito por culpa de Patrício que a nossa Selecção não foi para o intervalo a perder. Este é o patrício que quero ver no EURO.

 

Negativo: uma equipa que diz querer conquistar o próximo Europeu de Selecções A não pode apresentar um meio campo que “desapareça” perante outro mais forte. Há que procurar soluções para um problema que já surgiu ante a Selecção Francesa e que poderá vir a ser um “amargo de boca” se Portugal chegar ao EURO 2016 sem soluções para o problema.

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publicado às 17:30


Missão cumprida (com asneiras pelo meio)

por Pedro Silva, em 11.10.15

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imagem de zerozero

 

Se há ilação que devemos retirar da primeira vitória Lusa em solo Sérvio é a de que temos mesmo uma Selecção nacional. Neste momento temos uma Selecção solidária, que joga prático, com opções de qualidade/ trabalho orientada por um Seleccionador (coisa que Paulo Bento e Scolari nunca foram).

 

A Comunicação Social Portuguesa, sempre com o seu equipamento do SL Benfica vestido, opta por destacar a estreia de Nélson Semedo como se o rapaz tivesse levado a cabo uma exibição de luxo mas o que realmente se viu foi uma versão mais “suave” de João Pereira. Viu um cartão amarelo ao minuto 27 (salvo erro) e foi pelo seu lado que os Sérvios chegaram ao golo do empate. Em suma, o Nélson é uma boa opção para o lugar mas ainda está longe de fazer sombra a Cédric. Somente a nossa Comunicação Social não viu o óbvio. Mais do mesmo.

 

Ainda na linha defensiva da nossa Selecção destaque pela positiva para José Fonte que mostrou muito e bom serviço. Sempre muito seguro o “quase veterano” central Português que alinha no Southampton de Inglaterra foi o “patrão” da defesa Lusitana. Coordenou e aguentou o forte ataque Sérvio enquanto pôde. José Fonte nada pode fazer no golo do empate da equipa da casa, golo este onde, repito, o estreante Semedo e o meio campo de Portugal estiveram mal pois deveriam ter pressionado mais o portador da bola e marcador do golo (se o Nélson Semedo não tivesse já visto um cartão amarelo por uma falta estúpida…). Por último e para encerrar o capítulo defesa, uma palavra para Rui Patrício que tem de começar a melhorar o seu timing de saída da baliza para ver se não se lesiona e deixa o resto da equipa com o “coração nas mãos” até ao fim do jogo.

 

Quanto ao meio campo, preocupa um pouco a “Moutinho dependência”. Miguel Veloso esteve muito em baixo em todos os aspectos do jogo e André André (quem se espera venha a ser o substituto natural de Moutinho) teve de ajudar Danilo Pereira na recuperação de bolas e ao mesmo tempo construir jogo. Não é de admirar que após o golo marcado Portugal tenha sido “empurrado” para a sua área até à entrada de Moutinho para o lugar de Miguel Veloso. Para mais Fernando Santos demorou tempo a mais para retirar um Miguel Veloso completamente desconcentrado, nervoso e a milhas do jogo.

 

Já na linha atacante Éder continua a ser uma nulidade em todos os aspectos e como tal Fernando Santos faz muito bem em apostar numa frente de ataque móvel onde cristiano Ronaldo/Ricardo Quaresma/Danny são a referência atacante. O Seleccionador soube lidar cm um problema antigo e recorrente do nosso futebol. Contudo sabendo de tal lacuna fico por perceber como é que Danny conseguiu ser tão burro ao ponto de ter feito tudo por tudo para ver um amarelo nesta vitória forasteira por 2 a 1 sobre a Sérvia. Tal manobra de Danny vai impedi-lo de entrar de início na jornada inaugural do EURO 2016. Bravo Danny!

 

Mas lá está, tal como eu disse no parágrafo inaugural “se há ilação que devemos retirar da primeira vitória Lusa em solo Sérvio é a de que temos mesmo uma Selecção nacional”. Só assim se explica o recorde de 7 vitórias consecutivas numa fase de apuramento, a estreia a vencer em território Sérvio e o estatuto de cabeça de série no sorteio do Europeu de França que se vai realizar no próximo ano.

 

Chave do Jogo: Veio tarde mas mais vale tarde do que nunca. Foi preciso esperar pelo minuto 69` do jogo para que João Moutinho entrasse em campo e colocasse ordem numa equipa Portuguesa que estava a ser “esmagada” pelos Sérvios. A partir daí Portugal equilibrou a contenda e acabou por chegar ao golo da vitória através de João Moutinho.

 

Positivo: Não serão muitas as ilações positivas que retiro deste jogo. Muitas delas já aqui falei mas penso que o principal sinal positivo foi o facto de os Jogadores mostrarem que preferem dar tudo por tudo pela nossa equipa a jogar bonito. Conquistaram os seus grandes objectivos e o “resto é letra” se bem que muito da “letra” pode e deve ser melhorado.

 

Negativo: neste tópico coloco o tempo excessivo que Fernando Santos demorou em colocar João Moutinho em campo. È um facto que o Selecciionador quis gerir o esforço dos seus selecionados mas numa partida onde estava em causa o ser ou não ser cabeça de série num sorteio onde vão estar as melhores Selecções europeias tal não podia ter sido levado tão a sério. Nem sempre cumprir o programa é o melhor caminho. Carlos Queiroz que o diga!

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publicado às 20:22


Já lá estamos

por Pedro Silva, em 08.10.15

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imagem de zerozero

 

Aí está. A nossa Selecção carimbou hoje o seu passaporte para o EURO que se vai realizar em França em meados do verão do próximo ano. Foi uma caminhada que começou mal mas que acabou bem. E diga-se que este “acabar bem” teve uma pequena ajuda da parte de Albaneses e Sérvios que a certa altura da qualificação, em Belgrado, se envolveram numa batalha campal por causa da bandeira da “Grande Albânia!”. Agora que Portugal está no EURO convêm continuar a trabalhar e, sobretudo, a nossa Comunicação Social não começar com a cantiga do costume do “vai ganhar” porque até ao Europeu muita coisa vai acontecer e durante a prova também muita coisa irá acontecer.

 

Este apuramento foi uma enorme bofetada de luva branca para Paulo Bento. Fernando Santos “pegou” numa equipa carregada de proscritos onde imperava um ambiente de conflito permanente entre Técnico e Jogadores para voltar a fazer da Selecção nacional a equipa de Todos Nós e dando espaço a quem é o melhor para cada jogo que Portugal teve de disputar na fase de qualificação para o EURO 2016. Fernando Santos pode não ser um Treinador de grande gabarito técnico táctico mas também não se pode exigir a um Seleccionador que seja um Mestre da Táctica mas sim um excelente gestor de recursos humanos e neste aspecto o Engenheiro deu 15 a 0 a toda a gente que treinou a nossa equipa. Espero que a Federação o mantenha em funções por muitos e longos anos porque com Fernando Santos na Selecção a evolução de Portugal pode muito bem ser uma realidade.

 

Relativamente a esta vitória sobre a Dinamarca não tenho muito para dizer. Foi uma vitória igual a tantas outras desde que Fernando Santos tomou conta da equipa. Portugal entrou forte, dominador e a querer impor o seu futebol e acabou por vencer a sua partida e garantir o apuramento a uma jornada do fim. Um feito inédito na história das Selecções A do nosso País futebolístico.

 

Quanto à gestão de jogo (substituições e afins) estou em crer que o Seleccionador Luso soube quando e como “mexer” com eficácia. Não é algo que Fernando Santos consiga levar a cabo em todos os jogos mas hoje esteve bem e tal acabou por contribuir para a vitória Lusitana.

 

Convêm é melhorar o aspecto defensivo ad equipa. Em certos momentos parece que a defesa portuguesa “adormece” e isto por vezes pode-lhe custar vitórias e pontos. Foi isto que quase sucedeu quando a Selecção Dinamarquesa rematou ao poste de Rui patrício que até estava bem colocado mas que seria batido sem apelo nem agravo.

 

Chave do Jogo: Já aqui falei nela. A Chave do Jogo que permitiu a Portugal fechar com chave de ouro a sua fase de qualificação para o EURO foi a atitude. Em momento algum vimos Portugal a jogar para o “pontinho” apesar de o empate qualificar Portugal. Espero sinceramente que esta atitude, que já foi demonstrada em outros jogos da qualificação, se mantenha durante e pós o Europeu de França. Nem sempre é preciso jogar bonito para se vencer. O que importa mesmo é querer vencer.

 

Positivo: mais uma vez tenho de trazer à ribalta o empenho e vontade de evencer desta Selecção. Trabalharam muito e deram sempre tudo ante uma Dinama4rca que tinha de dar tudo por tudo na partida de hoje sob pena de não se qualificar para o Europeu de 2016. Uma palavra de enorme apreço para João Moutinho que, mais uma vez, ao serviço da Selecção nacional mostrou ser de uma qualidade fora de série.

 

Negativo: Mais uma vez vou colocar neste tópico algo de que já aqui falei. A defesa Portuguesa não pode “adormecer” em certos momentos do jogo. Este facilitismo muito á Portuguesa já nos custou caro no passado e seria bom que se acabasse de vez com isto porque temos uma equipa de qualidade que tem de ser aplicada durante os 90 e poucos minutos de uma partida de futebol. A bola que os Dinamarqueses atiraram ao poste é inadmissível e poderia ter custado um apuramento.

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publicado às 22:01


Estamos quase lá, mas…

por Pedro Silva, em 07.09.15

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Portugal derrotou, finalmente, a Albânia mas foi daquelas” vitórias à Fernando Santos”. Ou seja, muita parra, pouca uva e lá apareceu o golo da vitória. Basicamente foi assim que Fernando Santos apurou a Grécia quando este era Selecionador Helénico e pelos vistos vai ser isto que vai acontecer com a nossa Selecção que está apenas a um ponto do EURO de França-

 

Ao contrário daquilo que fui ouvindo na Rádio Antena 1, Rádio pela qual segui o relato enquanto via o jogo na Televisão, não creio que Portugal tenha jogado bem. Tenho para mim que Portugal jogou aquilo que a Albânia deixou jogar e desta vez a coisa correu bem. Basicamente foi o mesmo que sucedeu ante esta mesma Albânia em Aveiro só que nesta altura a coisa não correu nada bem, Paulo Bento tinha “minado” o ambi9ente da equipa de Todos Nós e o resto toda a gente sabe como se desenrolou.

 

Fernando Santos esteve mal na escolha do onze que defrontou a Albânia e quando foi preciso “mexer na equipa” o Seleccionador nacional acabou pro cair na armadilha Albanesa pois foi nesta altura que os Albaneses conseguiram impor o seu futebol e quase que conseguiam levar “a água aos eu moinho”. Vieirinha na posição de defesa lateral direito foi um fiasco, Danny foi menos um em campo, Eliseu foi o “Rei dos Marretas”, Rui patrício voltou a mostrar que não se pode confiar nele nos momentos decisivos e ainda estou para perceber porquê razão ante uma equipa “fechada” Portugal não apostou num onze inicial com dois “abre-latas” de nome Cristiano Ronaldo e Ricardo Quaresma.

 

Mas pronto, venceu-se o jogo e o resto é música. Sabe bem ao ego Lusitano e aumenta a famosa dinâmica de vitória e Portugal necessita agora de um ponto no jogo caseiro ante a Dinamarca no próximo mês.

 

Chave do jogo: Ao minuto 65 da partida Fernando Santos faz entrar Ricardo Quaresma para o lugar de bernardo Silva. Foi a partir desta altura que a Selecção nacional Portuguesa começou a perder o controlo do meio campo e o controlo da partida. A partir daí a equipa Lusa pareceu estar completamente perdida em campo dado que abandonou o 4x4x2 losango com que começou o jogo para apostar num ofensivo 4x3x3. Acabou por ter sido uma cartada feliz da parte do Técnico Português mas bem que poderia ter sido “a morte do artista”.

 

Positivo: A exibição de Danilo Pereira que esteve simplesmente sublime na sua posição de médio mais recuado. Sempre a apoiar os centrais na sua missão defensiva, Danilo mostrou porquê razão o Futebol Clube do Porto “enterrou o machado de guerra” e encetou negociações com o CS Marítimo para a contratação do jovem Atleta.

 

Negativo: A manifesta falta de qualidade de muitos dos escolhidos de Fernando Santos e a incapacidade que o Técnico mostrou na gestão do jogo. Exige-se mais, muito mais, a uma Selecão que tem muita qualidade. Vencer a Albânia era mais do que uma obrigação pelo que não haverá grandes motivos para festas. São aspectos que têm de melhorar se Portugal quiser fazer um torneio em condições até porque tudo indicia que no França 2016 lá vão estar “muitas Albânias”.

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publicado às 22:56


Agora sim! Habemos sinais positivos!

por Pedro Silva, em 14.10.14

Ao contrário da histeria que se instalou após uma derrota ante a França, sim leram bem: derrota, a nossa Selecção mostrou ante a Dinamarca sinais positivos. Ainda existem arestas para limar, muitas mesmo, mas começam a ser notórias algumas melhorias na Equipa de Todos Nós. E isto porque acabaram de vez as cismas de Paulo Bento.

 

Tiago fez um jogo muito bom no meio campo. Ricardo Carvalho trouxe uma tranquilidade que já há muito não se via na defesa Lusa e Ricardo Quaresma, mesmo tendo jogado pouco, foi fundamental para a vitória Portuguesa em solo Dinamarquês, algo que não acontecia desde o ´seculo passado. Como já alguém disse em pleno facebook: tantas bofetadas de luva branca Paulo Bento. O que teríamos feito de bom no Mundial se tivesses colocado o teu orgulho de lado.

 

Para além dos regressos dos “D. Sebastiões”, eis que voltamos a ter um Treinador no banco. Fernando Santos teve olho e coragem para colocar em campo um meio campo com William Carvalho, Tiago e João Moutinho que deram uma dinâmica muito boa ao jogo Português e apresentou uma defesa onde, como já aqui o disse e repito, um Ricardo Carvalho que reinou de tal forma que até o mediano Patrício não teve de fazer defesa alguma no verdadeiro sentido do termo. Ainda no campo do Seleccionador, uma palavra de apreço para o sistema táctico que este encontrou para tirar o melhor proveito de um País Futebolístico que não consegue “produzir” um ponta de lança de qualidade, criando na frente de ataque um carrossel ofensivo onde Cristiano vai aparecendo como falso n.º 9. Mais ou menos o que vai sucedendo no Real Madrid CF onde Cristiano vai batendo recordes atrás de recordes.

 

Pela negativa destaco somente Eliseu. Este Jogador nunca foi um defesa lateral esquerdo e não tem qualidade para estar ao serviço da Equipa Tuga. Foram várias as ocasiões de golo dos Dinamarqueses que surgiram pelo seu flanco fruto da sua aselhice. É daquele tipo de Jogador que está sobrevalorizado pela Imprensa uma vez que é um Atleta do SL Benfica que na Liga Portuguesa que “desenrasca a coisa” sem ser sublime. Jogadores de Selecção devem ser sublimes e não desenrascados. O inverso aconteceu com Cédric que desta vez mostrou ser, de longe, bem melhor que o caceteiro mor João Pereira.

 

Agora é seguir em frente. Nada está ganho, assim como nada está perdido, mas a nossa Selecção ainda tem muito trabalho pela frente. Para mais uma rápida vista de olhos sobre os resultados do apuramento para o EURO de França rapidamente nos colocamos em sentido… Não é por mero acaso que venho dizendo sempre que hoje em dia não existem equipas fáceis. Que o digam a Alemanha, Grécia, Bélgica, etc., etc…

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publicado às 22:07


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