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Déjà vu?

por Pedro Silva, em 13.08.17

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imagem retirada de zerozero

 

Déjà vu? Sim com certeza, mesmo que o jogo esta partida de Tondela tenha tido alguns protagonistas diferentes. Especialmente no banco de suplentes do Futebol Clube do Porto onde vi um Sérgio Conceição a deparar-se exactamente com o mesmo tipo de problemas com que Nuno Espírito Santo se deparou na época passada no mesmo recinto de jogo diante do mesmo adversário. O CD Tondela até jogou exactamente da mesma forma e contou - como não podia deixar de ser – com a cirúrgica “ajuda do costume” pois o tal de “Tetra” só hoje entra em campo.

 

Eu até que compreendo que o FC Porto realize este tipo de exibições. A pré época terminou há pouco, o mercado está ainda em aberto e a actual situação financeira do clube portista não ajuda a que o técnico possa contar com muitas opções de qualidade no plantel. Para mais já se sabe que em caso de dúvida as decisões arbitrais vão sempre contra os interesses dos Azuis e Brancos (assim dita a “cartilha”). Como tal é natural que os comandados de Sérgio nos brindem com a exibição medonha que vimos hoje.

 

A exibição do FC Porto em Tondela foi, repito, muito semelhante àquela que vimos na época passada. A única diferença reside somente no facto de na partida de hoje Aboubakar ter aproveitado o ressalto de bola para marcar o golo da vitória portista em Tondela. Tivesse este feito o que é habitual (atirar a bola ao poste ou para fora) e os mesmos que elevam o Sérgio Conceição à condição de Deus Supremo estariam a desancar no moço independentemente de estarmos na fase da temporada em que estamos.

 

Espero sinceramente que isto melhore e que Conceição aproveite o “embalo” das últimas vitórias para ir melhorando aquilo que tem de ser melhorado. É muito agradável ver a equipa a trocar a boal de um flanco para o outro, cruzar boals para a área adversária e a criar oportunidades de golo, mas os Dragões que experimentem jogar mesmo tipo de futebol que vimos hoje em Braga (outra das equipas que se “esfarrapa toda” sempre que defronta o FC Porto) e vai ser o bom e o bonito.

 

E ainda estou para perceber qual foi a ideia do Sérgio Conceição ao ter feito entrar o André André quando o CD Tondela dominava o meio campo… Quer dizer, no plantel existem por lá dois tipos (Sérgio Oliveira e João Carlos Teixeira) que “seguram o jogo e a bola” como ninguém mas o Sérgio Conceição opta antes por um moço cuja posição ainda não se sabe muito bem qual é. Brilhante.

 

E não, não é nenhuma cisma para com o Sérgio. É antes – mais - uma clara demonstração de que o Sérgio Conceição tem ainda muito trabalho pela frente numa época onde, mais uma vez, o Futebol Clube do Porto terá de lutar contra tudo e contra todos.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Casillas foi o “Santo” que garantiu os três pontos da vitória ao Futebol Clube do Porto numa partida muito complicada. E isto graças a um par de “defesas do outro mundo” que por duas ou três vezes impediram que a equipa do Tondela empatasse a partida. Seja bem-vindo de volta San Iker!

 

Chave do Jogo: Inexistente. Tanto o FC Porto como o CD Tondela foram incapazes de criar um lance que colocasse um ponto final na partida a seu favor. A emoção esteve sempre presente até aos descontos.

 

Arbitragem: Hugo Veríssimo é outro dos “artistas” com instruções para prejudicar os interesses do FC Porto sempre que possível. Não marcou uma falta evidente de Ricardo Costa sobre Marega próxima da grande área da equipa da casa. Na segunda parte consentiu todo e qualquer tipo de jogo violento da parte dos tondelenses enquanto sancionava todo o tipo de falta e faltinha que os atletas do FC Porto cometessem.

 

Positivo: Os laterais do FC Porto. Excelente o trabalho ofensivo e defensivo de Ricardo Pereira e Alex Telles. Só foi pena que os seus colegas de ataque não tivessem aproveitado este excelente trabalho.

 

Negativo: Miguel Layún. Layún entrou neste jogo para fazer a posição de extremo, mas mais uma vez este voltou a desiludir. Por pouco não cedeu o empate ao Tondela num estapafúrdio atraso de bola para Casillas

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publicado às 23:55


Daqueles jogos

por Pedro Silva, em 18.09.16

 

imgS620I181228T20160918200840.jpg 

imagem de zerozero

 

Este é, sem sombra de qualquer dúvida, daqueles jogos muito complicados de se comentar. Isto porque o empate diante do Tondela é algo de difícil de se diferir dado que já todos sabiam (Nuno Espírito Santo e jogadores inclusive) que se fosse dada a oportunidade à equipa de Petit de jogar para o “pontinho” que esta não ia desperdiçar a oferta. E realmente assim foi. Sou da opinião de que hoje o FC Porto perdeu dois pontos porque foi “morcão” (como se diz cá pela terra).

 

Tudo começou com a escolha de campo. Rúben Neves (Capitão?)  teve a oportunidade de escolher de que lado ia começar o Dragão. Escolheu precisamente o lado onde os Portistas tinham de lidar com um sol que lhes dava mesmo de frente. Já o Tondela teve sempre o sol pelas costas, factor que possibilitou à equipa do centro do país fazer o seu jogo e, em certos momentos, atacar com perigo a baliza de Iker Casillas. Não foi, portanto, de estranhar que na primeira parte os Dragões tivessem tido tantas dificuldades a atacar e – em certos momentos – a defender.

 

O que também não se percebeu muito bem (pelo menos eu não percebi) foi a opção táctica de Nuno Espírito Santo (NES) para esta partida. Sabendo de antemão que o Tondela tem o estilo muito próprio do seu treinador (tudo à defesa, muita porrada e bola para a frente que o jogo é do campeonato), por que razão NES apostou num 4x4x2 que afunilava por completo o ataque portista? Os laterais Layún e Telles, bem marcados pelos jogadores do Tondela e o seu “autocarro”, praticamente não se viram e quando apareciam era para fazer o mesmo de sempre: cruzamento para a área e seja o que Deus quiser. Realmente não percebi qual foi a ideia de NES. Ideia esta que se demorou imenso tempo a corrigir.

 

Por perceber fica também a aposta de Brahimi no onze inicial em detrimento de Óliver Torres. Brahimi é um atleta de qualidade que tem um enorme defeito: fintas. O argelino perde-se muitas vezes em fintas em vez de soltar a bola a tempo de desmarcar o seu colega de equipa. Foram vários os momentos em que se Brahimi tivesse simplesmente tocado a bola para o lado para que André Silva marcasse o golo. Este erro foi - também ele - corrigido tardiamente, pois com a entrada de Oliver para o lugar de Brahimi o jogo do FC Porto melhorou bastante mas já o CD Tondela estava “carregado” de confiança.

 

Em suma; o pecado capital do Futebol Clube do Porto na partida de hoje foi o de ter dado confiança ao seu adversário. E não foi por falta de aviso que o Dragão cometeu tal disparate… Mas pronto, o que está feito, feito está. Agora é seguir em frente e aprender com os disparates (disparates que já começam a ser demasiados).

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum do jogo as equipas tiveram um lance que tivesse feito pender a vitória para os eu lado.

 

Arbitragem: Não creio que tenha sido pela exibição de Hugo Miguel e sua equipa de arbitragem que os Dragões deixaram 2 pontos e, Tondela. Acho que o árbitro deveria ter sido muito mais rigoroso no que ao “teatro” que os jogadores do Tondela se fartaram de fazer durante o jogo. Parece-me que ficou uma grande penalidade por marcar a favor do FC Porto após carga de um defensor do Tondela sobre Boly, mas este lance é alfo duvidoso e acontece numa zona complicada para se ajuizar com total certeza.

 

Positivo: Iker Casillas. Decisivo num lance em que o avançado do Tondela que seguia isolado poderia ter colocado a equipa da Beira em vantagem.

 

Negativo: Nuno Espírito Santo. Preparou mal a equipa, delineou mal a estratégia para o jogo e demorou demasiado tempo a corrigir os erros.

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