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Foi o anti jogo

por Pedro Silva, em 02.04.18

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imagem retirada de zerozero

 

Pois é Sérgio. A culpa da derrota de hoje diante do CF Os Belenenses também foi do anti jogo? Faço-te tal pergunta porque, por mais estranho que não pareça, hoje vi o Futebol Clube do porto a jogar da mesma forma que jogou em Paços de Ferreira. A única – grande - diferença é que o resultado negativo de hoje foi mais pesado e pode ter criado aquela complicação que nenhum portista queria que aparecesse no Dragão na recta final do campeonato. È que isto de ir á Luz vencer não é fácil… NES que o diga! Por mero acaso NES até que esteve na mesma situação que tu. Só não tinha do seu lado um enorme “grupo” de adeptos que acham que o treinador do Futebol Clube do Porto tem de ser um jagunço a tempo inteiro.

 

E já agora Sérgio (já que estamos numa de perguntas) será que me podes dizer o que tens contra o Óliver Torres? Mesmo com o Sérgio Oliveira a fazer disparates atrás de disparates como hoje não apostas no espanhol porquê?

 

E não Sérgio. Não tens um plantel curto. Tens o plantel que queres mas que não sabes gerir. De outra forma não terias de enfrentar tantas lesões musculares. Lesões que afectam (e de que maneira!) a forma de jogar do nosso FC Porto. Tal ficou bem patente no jogo de hoje no Restelo. No fundo e no cabo és um Jorge Jesus «low profile». Um treinador que “arrebenta” com o físico dos seus jogadores e que não sabe preparar devidamente a equipa para defrontar adversários que dão sempre tudo quando jogam contra o clube portista. Foi assim em Paços e foi assim - outra vez - em Belém.

 

Já aqui apontei os erros deste Futebol Clube do Porto aquando da derrota em Paços. E já aqui o disse que hoje estes voltaram a acontecer. Não me vou repetir. Quem quiser que continue a acreditar na tese do anti jogo para no final do campeonato vir fazer a cena do costume em pleno Estádio do Dragão quando a temporada acaba a zero.

 

E já agora, o ter opinião é um direito que assiste a todo e qualquer adepto do Futebol Clube do Porto. Mais do que tudo eu quero que o FC Porto ganhe seja o Sérgio o treinador ou outro qualquer. Contudo eu não gosto (nem nunca gostei) do “seguidismo” e da cegueira colectiva porque depois o resultado final é aquilo que todos vimos hoje no Estádio do Restelo. E é claro que tudo é possível. Esta temporada pode muito bem culminar na conquista do Campeonato e da Taça de Portugal. Mas para isto há que apontar o que nos parece estar mal neste Dragão e não dar uma de “vamos para frente e ponto”. Este FC Porto está frágil e a culpa é de muita gente de dentro do Reino do Dragão e não somente do “polvo”, das “toupeiras” e dos “padres”.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Lutou muito sem no entanto ter jogado bem. O argelino foi (talvez) o único jogador do Futebol Clube do Porto que mais vezes tentou “remar contra a maré” do marasmo e incapacidade em que este FC Porto teimou em navegar.

  

Chave do Jogo: Esta apareceu aos 10´ do jogo para resolver a contenda a favor dos da casa, altura em que a equipa do Restelo marcou o golo inaugural da partida.

 

Arbitragem: Não foi uma noite fácil para o árbitro Hugo Miguel. O árbitro da AF Lisboa somou alguns erros de análise ao longo do encontro e ficaram alguns cartões por mostrar. 

 

Positivo: Inexistente.

 

Negativo: Sérgio Conceição. Sérgio foi o principal responsável pela derrota de hoje por tudo aquilo que não fez quando a sua equipa precisou.

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publicado às 22:29


Um treino que correu bem

por Pedro Silva, em 13.10.17

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imagem retirada de zerozero

 

A vitória portista na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal terá sido uma espécie de vitória sem história. E tal sucedeu porque o adversário era frágil, jogou fora do seu recinto embora nesta partida o Lusitano de Évora fosse a equipa da casa e - atenção a este aspecto – porque o Futebol Clube do Porto não parou de querer dar tudo o que tinha e anão tinha até ao fim dos noventa e poucos minutos.

 

Obviamente que esta “fome de bola” que a equipa azul e branca demonstrou hoje em campo tem o seu lado positivo e o seu lado negativo. O positivo reside no facto de a ser assim só muito dificilmente os Dragões poderão ser vítimas do famoso “tomba gigante”. O negativo reside tão-somente na capacidade física dos jogadores, capacidade essa que poderá (ou não) vir a ser um factor decisivo na deslocação a Leipzig na próxima semana em mais uma jornada da UEFA Champions League e na “longa maratona” que se chama Liga NOS. Só o tempo nos dirá se esta forma de estar numa altura tão “ocupada “ da época diante de um adversário acessível terá sido- ou não - uma boa aposta de Sérgio Conceição e restante equipa técnica.

 

O que gostei verdadeiramente de ver foi a aposta de Sérgio Conceição em algumas das “joias” da formação azul e branca. Só lamento que Fede Varela não tenha tido a sua oportunidade dado que o jovem médio argentino poderá vir a ser uma alternativa segura a um Oliver Torres (ainda) em baixo de forma. Diogo Dalot também “mostrou serviço” tendo, inclusive, feito aquilo que muito aprecio num d3efsa lateral: com a bola dominada, levantar a cabeça e fazer um cruzamento como deve ser para a área adversária. Já o jovem avançado brasileiro de nome Galeno não me encantou a cem por cento… O moço até que tem uma técnica formidável e sabe sair em velocidade com a bola dominada, mas este escusa de se irritar tanto sempre que falha um golo. Ao fazer tal pode fazer as delícias de muitos adeptos, mas este desconcentra-se e faz com que o seu empenho em campo não redunde em nada mais senão numa espécie de “corre-corre” sem nexo.

 

Esta etapa está cumprida. Agora é ver o que reserva o sorteio da próxima eliminatória da Taça de Portugal. Mas para já o FC Porto tem de se concentrar – e muito - na perigosa deslocação ao terreno do RB Leipzig. A equipa alemã é uma “perfeita desconhecida” que na temporada passada “pôs a cabeça em água” ao poderoso Bayern.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. O jovem médio brasileiro jogou e fez jogar toda uma equipa que cedo mostrou querer impor o seu futebol. Excelente no último passe e muito concentrado no trabalho a meio campo. Para ter sido uma exibição perfeita só faltou a Otávio ter marcado um golo. Não que o jogador não tivesse feito por isto, mas a sorte a e a barra da baliza adversária não o deixaram.

 
Chave do Jogo: Apareceu no minuto 20´ e 21´ da partida para resolver a contenda, em definitivo, a favor do FC Porto. Os dois golos de “rajada” que Aboubakar marcou acabaram por completo com a parca resistência da modesta equipa alentejana. A partir daí os azuis e brancos fizeram do jogo o que muito bem lhes apeteceu.

 

Arbitragem: Nota positiva. Nada a apontar ao trabalho de Hélder Malheiro no Estádio do Restelo.


Positivo: Espírito de grupo. Gostei bastante de ver a união que TODOS os elementos do Futebol Clube do Porto mostraram fora e dentro do campo. Este é um factor que faz com que as equipas alcancem os seus objectivos. A ver se tal se mantêm nas horas más.

 

Negativo: Diogo Dalot na faixa esquerda da defesa. Dalot é um jogador que parece ser de uma qualidade fenomenal, pelo que é deveras custoso ver este “diamante em bruto” a ser “lapidado” por Sérgio Conceição numa posição que nunca foi a sua. Que tal tenha ocorrido somente esta vez.

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publicado às 23:55


Mais do mesmo

por Pedro Silva, em 26.11.16

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imagem retirada de zerozero

 

Não pretendo alongar-me muito sobre o que se passou hoje no Restelo. E não o quero fazer porque é - mais uma vez - mais do mesmo. Os mesmos problemas, a mesma táctica, a mesma falta de capacidade, a mesma falta de eficácia e mesma falta de sorte (a sorte também faz parte do jogo).

 

Sinceramente já não sei que mais dizer sobre o actual Futebol Clube do Porto. A equipa azul e branca até que joga bem. Precisa de uma parte inteira para poder expressar o seu futebol (é um facto), mas é sempre notória uma grande vontade de fazer o melhor. E quando os onze jogadores escolhidos por Nuno começam a jogar a bola como deve ser, o adversário passa por momentos complicados. Só que… Só que depois nesta altura aparece a ineficácia, a falta de sorte e a pressão de um tempo que se escoa muito rapidamente.

 

Olhando para o actual estado de coisas não é difícil apontar os problemas e soluções. Melhorar a falta de eficácia dos Dragões nos lances de bola parada. Maior velocidade de execução nas transições defesa-ataque. Melhorar a dinâmica do meio campo para que este não tenha de estar tão recuado no campo. Procurar evitar que um só jogador da equipa contrária consiga espalhar o pânico na defesa do Futebol Clube do Porto. Evitar-se jogar em tabelas quando a defesa adversária está toda concentrada em frente à sua grande área. Procurar o remate de longe por forma a “abrir” uma defesa compactada diante do guarda-redes da equipa adversária. Etc.

 

A questão que coloco é se Nuno Espírito Santo e o plantel que tem à sua disposição conseguirão dar a volta a estes problemas em tempo útil. E coloco esta questão à frente de todas as outras porque não é razoável começar-se a fazer pressão para se iniciar a “dança de treinadores” antes de a época terminar. Isto está complicado, mas o “comboio já está em andamento” e não se pode andar época atrás de época a saltar do dito. NES é para ir até ao fim da época. Isto a não ser que seja notório um claro divórcio entre os jogadores e treinador.

 

Convêm que – não obstante os problemas que já aqui apontei - tenhamos memória e nos recordemos que pelo Futebol Clube do Porto já passaram treinadores mal-amados que no final da época calaram muito boa gente. Assim de repente lembro-me de Jesualdo Ferreira e Vítor Pereira.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum alguma das equipas teve um lance que fizesse pender o desfecho da partida para o seu lado.

 

Arbitragem: Fraco. Muito fraco.  Aos 40 minutos Manuel Oliveira livrou Abel Camará da expulsão depois do avançado luso-guineense ter encostado a cabeça ao central brasileiro Felipe. Num relvado deveras complicado devido à chuva constante o árbitro optou por um critério largo, acabando por tolerar muitas das entradas duras dos atletas da equipa da Cruz de Cristo.

 

Positivo: Iker Casillas. Crucial na fase final do jogo. Especialmente na altura em que o FC Porto perdeu por completo o sentido do jogo.

 

Negativo: Incapacidade do ataque azul e branco. Não é com tabelas e jogadas lentas que se marcam golos a uma equipa como CF Os Belenenses.

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publicado às 11:45


Estrelinha de Dragão

por Pedro Silva, em 28.02.16

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imagem de zerozero

 

Não é nenhum crime dizer-se que o Futebol Clube do Porto venceu no Restelo com a ajuda daquela “estrelinha” que por vezes aparece a resolver o jogo. Isto porque há ainda muito trabalho pela frente para Peseiro que tem um plantel muito - mas mesmo muito - limitado.

 

O FC Porto até que entrou bem. O CF Os Belenenses teve muitas dificuldades em “assentar” o seu jogo. Resultado imediato de tal facto? Brahimi “endiabrado” e vantagem de 2 a 0 muito cedo na partida. Tudo parecia fazer crer que os Azuis e do Restelo iam sofrer uma derrota pesada mas rapidamente o cansaço se apossou de André André. Apenas Danilo e Herrera estavam “operacionais” num meio campo que tinha cada vez maiores dificuldades em fazer a ligação com o ataque, e desta forma foi-se desperdiçando, aos poucos, o dia sim de Brahimi e o esforço do sempre combativo Suk

 

Foi mais ou menos a partir desta altura que Carlos Martins começou a surgir no jogo acompanhado das fragilidades defensivas dos Portistas. Fragilidades que estão muito relacionadas com o posicionamento (uma parte do tal muito trabalho que José Peseiro tem pela frente). Não havia ligação entre sectores e muitas vezes os defensores dos Azuis e Brancos tinham de lidar com situações de superioridade numérica do ataque do Belenenses. Como consequência natural de tudo isto o golo do CF Os Belenenses acabou por surgir com naturalidade. Exigia-se a intervenção urgente de Peseiro que, a meu ver, reagiu mal e tardiamente.

 

Com André André “estourado” fisicamente exigia-se a sua troca por Evandro para que o meio campo Portista se voltasse a organizar por forma a “estancar” o fluxo atacante do Belenenses que era cada vez maior e mais perigoso. Peseiro responde com a saída de Corona e a entrada de Marega. Mal Peseiro. Muito mal! E tal só não deu asneira porque Iker Casillas estava num dia sim e realizou um punhado de excelentes defesas. Felizmente José Peseiro percebeu (depois de Casillas ter feito um punhado de enormes defesas) que tinha de fazer entrar Evandro para que o FC Porto voltasse a ter meio campo e algo que ligasse a defesa ao ataque.

 

È bom que os Dragões acabem com este tipo de brincadeiras. O treinador está lá para ajudar a equipa quando é preciso e não para seguir o programa senão de outra forma mais valia ter-se deixado lá estar Julen Lopetegui.

 

De resto é ainda notório que os Dragões necessitam de trabalhar a fundo as transições rápidas. Por três ou quatro vezes poderiam ter feito o 3.º golo numa transição rápida mas o último passe nunca saia em condições. Para além disto se existe um duplo pivô defensivo no meio campo não se pode aceitar que haja uma oportunidade que seja de um jogador adversário rematar na zona frontal da baliza!

 

Em suma, o Futebol Clube do Porto venceu mas escusava de ter passado por um mau bocado, se bem que se compreende que tal suceda dado que não foi José Peseiro quem montou este limitadíssimo plantel.

 

Chave do Jogo: 75', altura em que André André é rendido por Evandro. Até esta altura o CF Os Belenenses vinha a “crescer” no jogo mas com a entrada do Brasileiro os Dragões voltaram a comandar os destinos do jogo e, inclusive, tiveram várias oportunidades de marcar o 3.º golo.

 

Positivo: Iker Casillas. O Guardião Espanhol acabou por ser, mais uma vez, decisivo numa fase em que o Futebol Clube do Porto tinha perdido por completo o domínio da partida.

 

Negativo: Marega. Bem sei que é ainda prematuro fazer juízos de valor de um Jogador que chegou ao Dragão em Janeiro mas exige-se mais, muito mais, a um Jogador que pelos vistos nem uma bola em corrida sabe dominar.

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publicado às 23:11


#colinho

por Pedro Silva, em 17.05.15

Na semana passada escrevi por aqui o seguinte sobre o jogo que os Dragões levaram a cabo:

 

Eu até que sou dos primeiros a dizer que prefiro a vitória a um bom jogo de futebol, mas o que se viu hoje em pleno Estádio do Dragão é mau demais para qualquer adepto aguentar.

 

O Futebol Clube do Porto não pode andar 45 minutos a trocar a bola para trás e para os lados no seu meio campo. Nem sequer deve pensar em tal coisa! Um candidato ao Título deve entrar em campo decidido a vencer o jogo e não em fazer jogo passivo até que a genialidade de um ou outro Atleta resolva a partida. Se não tivesse surgido o golo nos primeiros minutos da partida de certeza que os Azuis e Brancos teriam chegado ao intervalo empatados a zero e a ter de enfrentar na segunda parte um Gil moralizado e os nervos de um Estádio a exigir a vitória.

 

Assim não pode ser Julen! Já é milésima vez que digo que a posse pela posse não serve para absolutamente nada! A equipa tem de progredir no campo em posse e recorrendo ao “toca e foge” do FC Barcelona de Guardiola e da Alemanha de Joachim Löw. Custa assim tanto perceber isto Julen?

 

Adiantou alguma coisa? Não! Claro que não ou não fosse Julen um teimoso tremendo que não admite os seus erros.

 

É que hoje ante o Belenenses voltamos a ver mais do mesmo se bem que desta vez do outro lado do campo não estava uma equipa interessada em defender e que pressionou um pouquinho mais do que os comandados de Mota. E bastou este bocadinho para que o meio campo Azul e Branco tivesse de usar e abusar dos lances individuais e dos atrasos suicidas para o Guarda-redes Helton.

 

Para além disto fica mais uma vez demostrado que quando a pressão é muita Julen não sabe lidar com a dita. Não serena a equipa fazendo a(s) substituição(ões) certa(s)…

 

E nem vale a pena dizer mais nada senão o que já disse no meu Twitter pessoal porque já estou farto de escrever sempre a mesma coisa…

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publicado às 20:19


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