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Confiança!

por Pedro Silva, em 16.02.19

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imagem retirada de zerozero

 

Dado o actual estado de  coisas no Reino do Dragão, o melhor que poderia ter acontecido foi esta vitória caseira dos portistas diante do Vitória. Mas mais importante do que a vitória (escassa tendo em conta o futebol praticado pelo Futebol Clube do Porto, diga-se desde já) é a forma muito satisfatória – agradável até - como a equipa azul e branca derrotou a equipa de Setúbal.

 

A equipa do Sado vinha com a nítida missão de “imitar” o outro Vitória (o de Guimarães). Isto porque em momento algum vi a equipa de Sandro a – tentar – esboçar um movimento ofensivo que tivesse incomodado a linha defensiva do FC Porto. O problema desta estratégia de Sandro é que esta só funciona quando do outro lado do campo está uma equipa ansiosa e fortemente pressionada pelos adeptos. Ora como nem uma coisa nem a outra marca4ram presença no Estádio do Dragão (muito pelo contrário!), o resultado de 2 a 0 a favor do Futebol Clube do Porto peca por escasso dado que os portistas jogaram à vontade, explanaram o seu futebol e mostraram uma ideia de jogo muito interessante que, praticamente, “trucidou” a estratégia sadina para esta partida.

 

Confesso que gostei da opção pelas tabelas em posse diante da grande área do adversário. Desta vez a equipa de Sérgio Conceição “mexeu-se bem em campo” tendo, inclusive, trocado bem a bola de um flanco para o outro sempre em posse, o que baralhou por completo um Vitória de Setúbal que sempre que queria impedir os ataques portistas recorria à falta grosseira e sem nexo. Assim até dá gosto ir ao estádio ver um jogo de futebol da nossa equipa.

 

Agora não há que “dormir no pedaço”. As coisas hoje correram bem, é um facto, deu-se a necessária resposta que terá colocado os adversários em sentido e os adeptos azuis e brancos mais descansados, mas isto ainda não acabou. Antes da recepção ao SL Benfica há ainda uma tremenda deslocação ao reduto do Tondela e um jogo em casa com o SC Braha referente à Taça de Portugal.

 

MVP (Most Valuable Player): Ádrian Lopez. Jogo muito bom do avançado espanhol que parece, aos poucos, estar a justificar o porque de no passado ter sido alvo de tantos elogios por parte do Mundo da Bola. A ver vamos se a aposta em Ádrian se mantêm e se este mantêm o bom nível exibicional de hoje diante de adversários mais complicados.

 

Chave do Jogo: Golo de Héctor Herrera. A equipa de Sandro o único e grande objectivo de sair da invicta com um ponto. O golo de Herrera “deitou por terra” a estratégia sadina e determinou, muito cedo na partida, quem seria o vencedor.

 

Arbitragem: Durante muito tempo, algo brando no capítulo disciplinar, a tentar controlar a situação de forma diplomática. O segundo amarelo a Éber Bessa parece um pouco forçado, até porque o jogador não pede a falta, mas aceita-se a decisão dada a queda (tendo em conta que é difícil, pelas imagens, ter a certeza absoluta de que não tenha havido toque). De qualquer forma, o médio podia ter visto outro cartão mais cedo, por falta sobre Danilo. Análise e opinião de Gaspar Castro (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Empenho, empenho e empenho (mais uma vez). Não virar a cara à luta apesar de o resultado ser favorável. Esta forma de estar deste FC Porto fez com que a confiança e tranquilidade tivesse regressado à Nação Azul e Branca.

 

Negativo: Mais um lesionado. Danilo Pereira junta-se hoje ao já vasto lote de lesionados do FC Porto. Assim é realmente complicado estar a 100% em todas as frentes….

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publicado às 23:54


Eis a esperada resposta

por Pedro Silva, em 30.01.19

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imagem retirada de zerozero

 

Para quem tinha dúvidas de que o Futebol Clube do Porto ia dar a devida resposta á derrota no passado jogo treino diante do Sporting CP, eis aquilo que popularmente se apelida de “prova dos nove”. Os Dragões derrotaram de forma cabal uma das boas equipas do nosso campeonato e continuam no vom caminho para a renovação do título.

 

Efectivamente a melhor forma de se reagir a uma derrota (mesmo que esta seja referente a um jogo não oficial), é vencer a próxima partida. Mas mais importante do que vencer é a forma como se vence. Hoje o FC Porto de Sérgio Conceição terá feito aquela que, até à data, terá sido a melhor exibição da época. E logo diante de um tal de ”Belenenses SAD” que - se mantiver a performance - será uma das equipas que representará o nosso país na próxima edição da Liga Europa.

 

Gosto mesmo muito deste FC Porto racional que se preocupa muito mais em gerir o jogo do que correr até à exaustão. E gosto porque a época de uma equipa como a dos portistas é muito desgastante… Liga NOS, Taça de Portugal e Liga dos Campeões são as provas onde os azuis e brancos tem um tremenda palavra a dizer. Como tal há que saber gerir o esforço e mentes de um plantel que não tem assim tantas soluções como parece. Há que dar o mérito a Sérgio Conceição por este ter aprendido com os disparates da época passada- E acredito que a – cada vez maior - possibilidade de se resolver a questão campeonato mais cedo vai permitir a este Futebol Clube do Porto seguir um melhor caminho europeu ainda esta temporada. Mas vamos indo e vamos vendo até porque se seguem uma série de jogos nada fáceis contra equipas que estão em boa forma e a lutar pelos lugares europeus da nossa Liga NOS.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Mais um jogo de grande nível do internacional argelino que esteve no lugar certo e na hora certa para colocar o FC Porto no rumo da vitória calma e certeira. Que eset momento de forma se mantenha nos momentos decisivos que se aproximam.

 

Chave do Jogo: Os três golos do FC Porto. O “Belenenses SAD” foi à Invicta com a clara ideia de quere repetir a “gracinha” da primeira volta, mas a forma aguerrida e tremendamente eficaz com que o Futebol Clube do Porto chegou aos três golos ainda na primeira parte acabaram com toda e qualquer intenção da equipa de Silas de lutar pelos três pontos.

 

Arbitragem:   Luís Godinho perdoou uma entrada muito dura de Zakaria. O segundo golo do FC Porto deixa algumas dúvidas devido à acção de Herrera junto de Diogo Viana, mas a validação parece ter sido a opção mais correcta. Fora isso, uma arbitragem tranquila, sendo que a expulsão de Gonçalo Silva foi acertada. Análise e opinião de Igor Gonçalves (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Estilo de jogo racional do FC Porto. Racional q.b. É isto que fazem as grandes equipas que só dependem de si mesmas para alcançar com sucesso os seus objectivos.

 

Negativo: Horário do jogo. Dia - super - invernoso de semana e a SporT Tv resolve marcar um jogo importante do nosso campeonato para as 21h15. Lamentável ditadura essa das operadoras de TV…

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publicado às 23:28


Brilhantismo à parte

por Pedro Silva, em 07.01.19

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo interessante sem no entanto ter sido brilhante. Penso que esta é a melhor forma de descrever - resumidamente ora pois - o que vi hoje in loco no Estádio do Dragão. Foi o típico jogo de futebol da nossa Liga onde o clube mais “pequeno” e muito bem orientado tentou “fazer peito” ao Clube “maior”. Algo que até conseguiu em muitos momentos com algum brilhantismo, mas depois acabou por pagar o preço de tamanha ousadia porque a qualidade é escassa e o físico não dá para se fazer grande mossa a um dos nossos “Grandes”. Especialmente quando este “Grande” está a atravessar um momento em que a moral resolve todo e qualquer tipo de problema.

 

Jogo interessante este que a equipa de Sérgio Conceição levou a cabo hoje. Cometeu alguns pecados defensivos que poderiam vir a ser capitais (isto para não falar no golo do CD Nacional que é, manifestamente, ridículo), mas a verdade é que – talvez pela forma algo aberta e temerária como Costinha montou a sua equipa para esta partida – o Futebol Clube do Porto procurou, quase sempre, assumir o controlo do jogo com passes curtos e tabelas entre os seus atletas. O famoso “chutão” para a frente lá surgiu de quando em vez, mas a verdade é que desta vez os azuis e brancos procuraram ter a bola no pé. O golo inaugural da partida marcado pelo argelino Brahimi é disto um bom exemplo.

 

A ver se esta forma de estar se mantêm e se há alguma evolução a nível defensivo. A margem de manobra na Liga NOS é grande é verdade, mas é eterna. Para mais Sporting CP e SL Benfica não vão andar eternamente a “dar tiros nos pés”. E há ainda os jogos da Champions onde golos como os que se sofreu hoje podem vir a ser fatais… Especialmente se do outro lado do campo estiver uam equipa mais bem apetrechada que o FC Porto.

 

Isto tudo para “deitar alguma água na fervura”. Ganhar é bom (sabe muito bem especialmente quando os rivais estão na “mó de baixo”), mas euforia a mais nunca fez bem a ninguém. Para mais prefiro mil vezes ganhar um campeonato do que bater muitos e bonitos recordes. Vamos a ver como vai isto correr no próximo Sábado diante de um Sporting que em Alvalade tem o péssimo hábito de “dar o litro” sempre que defronta a equipa da cidade Invicta.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Num jogo em que o colectivo se destacou – muito mais – em detrimento do individual, atribuo o MVP ao internacional argelino pelo simples facto de ter tido a capacidade de estar no sítio certo à hora certa para marcar dois belos golos.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 57´ para resolver a contenda a em definitivo a favor dos portistas. È nesta altura que Brahimi marca o segundo golo do FC Porto e desempata uma partida que os azuis e brancos estavam a complicar. A partir deste momento toda e qualquer capacidade de reacção da equipa madeirense caiu, em definitivo, por terra.

 

Arbitragem:  Arbitragem bem conseguida, sem grandes percalços. Bem no golo anulado ao FC Porto, deixou por mostrar um ou outro cartão amarelo, mas nada realmente significativo. Análise e opinião de  Luís Rocha Rodrigues (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Futebol positivo. Quando duas equipas querem somente jogar futebol e fazem de tudo para tal, o público agradece e dá por bem empregue o seu tempo e dinheiro.

 

Negativo: Horário do jogo. Marcar uma partida da nossa Liga para as 21h30 de uma segunda-feira só porque a televisão fala mais alto é gozar com os adeptos. Depois queixem-se que os estádios estão vazios.

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publicado às 23:55


Os serviços mínimos do costume

por Pedro Silva, em 23.12.18

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imagem retirada de zerozero

 

Começa a ser um hábito ver este Futebol Clube do Porto a ter de sofrer bastante para vencer. E o problema mais latente até que nem é o começar a partida a perder por uma bola a zero como sucedeu – mais uma vez! – hoje. É antes o dar-se a volta ao marcador, colocar-se em vantagem e não se conseguir controlar o jogo mesmo tendo em campo melhores unidades do que a equipa adversária.

 

Este tem sido um problema recorrente. Especialmente – repito – quando os azuis e brancos defrontam uma equipa organizada. Podemos dizer que a problemática passa, em parte, pela escassez de opções no plantel portista dado que o único jogador com capacidade para “colocar a bola no congelador” é Oliver Torres (e este até que nem está - novamente - na sua melhor fase), mas estou e crer que a ideia de jogo que Sérgio Conceição escolhe para os jogos do nosso campeonato colocam, algumas vezes, a vitória em risco. Digo isto porque hoje Sérgio fez as substituições que se exigiam numa partida que estava a ficar complicada. Com a equipa de Vila do Conde a não desistia de tentar o empate a dois, ter-se feito entrar Óliver e mudado o esquema táctico para um 4x3x3 mais racional e de posse com as entradas de Adrian López e Hernâni foi a melhor coisa que Sérgio conceição poderia ter feito. Contudo, a meu ver, tal é um reconhecimento de que esta coisa do “todos para cima deles até à exaustão” é um tremendo exagero. A equipa portista parece estar “estourada” em termos físicos e ainda nem chegamos a meio da época.

 

Contudo o mais importante foi alcançado. Com esta vitória de hoje, o FC Porto iguala o seu recorde de 15 vitórias seguidas! É um feito que merece ser destacado e cujo mérito é de Sérgio Conceição, equipa técnica e actual plantel. Já endeusar e bajular o dito até á exaustão é que não deve ser até porque é sempre perigoso criar-se a ilusão de que tudo está bem quando todos sabemos que ainda há muito campeonato para se disputar.

 

Segue-se agora um jogo treino no Estádio do Jamor diante de um tal de “Belenenses SAD”. A importância do dito é relativa porque a mais mentirosa competição de futebol do nosso país não merece senão o desprezo total do comum dos adeptos, contudo este poderá vir a ser importante dado que as paragens do Natal costumam fazer mossa no Dragão. A ver vamos o que vai acontecer.

 

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. O espelho da exibição do FC Porto diante do Rio Ave FC. Muita força, pouca técnica e muito querer, a fórmula que permitiu aos Dragões vencer hoje e manter-se na liderança isolada da Liga NOS. Não tivesse Marega tido aquela arrancada e entrado em força na linha defensiva vila-condense e muito dificilmente os portistas teriam vencido hoje. Daí o este ser, para mim, o MVP desta +partida.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum alguma das equipas em campo foi capaz de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse, em definitivo, para o seu lado.

 

Arbitragem: Arbitragem bem conseguida de Tiago Martins, sem ceder a fitas dos jogadores ou a pressão vinda de fora.  Análise e opinião de  Luís Rocha Rodrigues (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: As substituições de Sérgio. Já aqui o disse e volto a repetir que o factor positivo deste jogo foi a capacidade do treinador do FC Porto em perceber que o seu sistema do “tudo para a frente” nem sempre é solução.

 

Negativo: Correr até à exaustão. Correr feito doido até que pode fazer o gosto de muitos adeptos, mas é irrealista e apenas gera vitórias sofridas como as de hoje. A rever até porque ainda há muito jogo para se disputar até à tão querida renovação do título de campeão.

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publicado às 18:03


Aproveite-se para se reflectir

por Pedro Silva, em 18.12.18

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imagem retirada de zerozero

 

Ganhar é sempre bom. Então num jogo que teve - nada mais, nada menos – do que 8 golos(!) é aquilo que se pode apelidar de “cereja no topo do bolo”.  Quem foi hoje ao Estádio do Dragão numa de ver o jogo pelo jogo, de certeza que deu o seu investimento por bem aplicado. Já quem quis ver a dita partida de um ponto de vista mais sério não terá dado por mal empregue o seu tempo e dinheiro, mas de certeza que saiu do Estádio algo pensativo. Isto porque já não é a primeira vez esta época que o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição mostra ter sérias dificuldades para impor o seu futebol sempre que defronta uma equipa mais organizada. Já foi assim no Estádio do Jamor diante de um tal de “Belenenses SAD”, foi assim na derrota caseira com o Vitória SC, mais recentemente com o CD Santa Clara nos Açores e agora com o Moreirense FC em casa. E isto para não fazer aqui referência aos jogos com  Galatasaray.

 

 Não me vou alongar muito na análise ao que sucedeu hoje na cidade Invicta. E não o falo porque não tenho prazer nenhum em andar-me a repetir vezes sem conta. Hoje até se começou a partida a perder com um golo muito parecido com o sofrido no último jogo do nosso campeonato diante do CD Santa Clara.

 

Sérgio Conceição que não me venha com a história do cansaço porque o que faltou hoje ao clube portista foi a capacidade de gerir o jogo. Capacidade esta que usa e abusa (e bem!) com maior ou menor eficácia nos jogos da Liga dos Campeões. O que faltou hoje aos Dragões foi a capacidade de manter a posse da bola, aproximar linhas, retirar linhas de passe ao adversário e gerir o esforço não é sinal de fraqueza. È antes sinal de inteligência Espacialmente quando se dá a volta a um resultado desfavorável. Hoje o FC Porto não fez nada disto. E vamos a ver se não vai pagar cara esta forma de estar já no próximo Domingo diante de um Rio Ave que tem um perfil de jogo muito parecido com este Moreirense.

 

Já sobre as lesões de Otávio e Danilo, bem que poderia dizer o que realmente penso mas não sei o que se faz nos treinos da equipa azul e branca, pelo que não vou estar aqui a falar sobre o que não sei. O que sei é que em outros campeonatos os calendários dos ditos “grandes” são bem mais “apertados” do que os do nosso “pequeno burgo futebolístico” e raras são as vezes em que ouço os treinadores e jogadores a queixar-se do calendário. Que cada um retire as suas ilações se bem que há que ser justo e reconhecer que a lesão de Danilo Pereira foi um tremendo azar. Espero que a dita não seja grave, até porque o terceiro golo da equipa de Ivo Vieira é fruto da sua forçada ausência.

 

Em suma; o importante é que se passou á fase seguinte da Taça de Portugal e, a verdade seja dita, tal foi fruto da entrada de Yacine Brahimi em campo (aqui tenho de dar os parabéns ao Sérgio Conceição por ter sabido “mexer” quando foi preciso), mas insisto na ideia de que é necessário reflecetir-se sobre este “vamos para cima deles a todo o custo!”. Especialmente agora que se aproxima a famosa paragem do Natal que costuma “fazer mal” ao Dragão. A época é longa e a margem de manobra na Liga NOS é – ainda – muito reduzida.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Saiu do banco para resolver o jogo. Foi dos pés do internacional argelino que veio o passe “açucarado” para Moussa Marega que não desperdiçou e fez o quarto golo dos azuis e brancos na partida. Brahimi acabou por ser o autor da vitória portista num jogo que foi tremendamente complicado para os donos da casa.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum alguma das equipas em campo foi capaz de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse, em definitivo, para o seu lado.

 

Arbitragem: A partida, em virtude do resultado, ganhou outra dimensão física na segunda parte e aos 49 minutos registou-se o momento mais crítico para Carlos Xistra, que entendeu não ter havido falta de Loum sobre Danilo Pereira. Uma decisão errada, na nossa opinião. Análise e opinião de  Duarte Monteiro (jornalista do site zerozero)

 

Positivo: Festa do golo. Colocando de lado a parte que me interessa (que é a do FC Porto, obviamente), tenho de colocar como factor positivo deste jogo a quantidade de golos marcados. Gutebol espectáculo na sua plenitude!

 

Negativo: Tanto desperdício! È um facto que este FC Porto se concentra em demasia no ataque, mas quem cria tantas oportunidades de golo e não as concretiza arrisca-se a sofrer.

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publicado às 23:04


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