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Quando ao Sérgio lhe dá para o Serginho…

por Pedro Silva, em 07.10.18

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imagem retirada de zerozero

 

Eu até que aceito que um treinador “monte” a sua equipa para que esta não corra riscos desnecessários num clássico. Uma coisa que José Peseiro terá feito quando o Sporting Clube de Portugal foi ao Estádio da Luz jogar com o Benfica. Agora não posso aceitar, e muito menos entender, o que faz com que um treinador como Sérgio Conceição “monte” a sua equipa para que na casa do rival se comporte como se do CD Nacional (por exemplo) se trate. Tal postura da parte de Sérgio Conceição resume, quase que na totalidade, a derrota portista em pleno Estádio da Luz. A verdade seja dita que – mais uma vez – Rui Vitória foi muito superior em todos os níveis a um Sérgio Conceição que lhe deu para dar uma de “Serginho”.

 

Serginho hoje esteve um desastre. Não percebei a inclusão de Tiquinho Soares no onze inicial dos Dragões… Um jogador que vinha de uma lesão prolongada e cujo perfil não é - nem nunca foi! – de ponta de lança. Ora tendo em consideração a forma muito boa como a equipa portista se bateu diante do Galatasaray com Moussa Marega no centro do ataque a ser apoiado por dois extremos (Brahimi e Corona), porquê razão o “Serginho” não voltou a apostar nesta mesma “fórmula”? Porquê razão o FC Porto não procurou (nunca!) explorar a reformulada dupla de centrais dos benfiquistas?

 

Depois tivemos as substituições que foram um desastre sem precedentes… Sérgio Oliveira não trouxe nada de novo a um jogo que o SL Benfica ia controlando sem grande brio… E aquela de se tirar Maxi tendo ficado Corona como responsável pelo ataque e defesa dos azuis e brancos na faixa direita é digna de um grande “Serginho”.

 

Efectivamente assim não se vai lá. Se este mesmo Futebol Clube do Porto, campeão nacional, quer renovar o título não pode - nem deve - continuar a viver dos “rasgos” individuais de Yacine Brahimi e de Moussa Marega/Jesús Corona. Agora, mais do que nunca, Sérgio Conceição deve deixar de ser o “Serginho” para que isto volte a entrar nos eixos até porque não faz sentido o actual estado de coisas no Dragão. E vamos a ver se ainda se vai a tempo pois estamos em Outubro e os portistas já tem duas derrotas no campeonato.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Penso que de todos os que alinharam do lado do FC Porto, Casillas foi, sem sombra de dúvida, o melhor de todos. Imparável nos momentos em que a equipa da casa criou lances muito perigosos na área portista. Merecia outro resultado senão este desastroso 1 a 0 a favor do Benfica.

 

Chave do Jogo: Apareceu com o golo de Seferovic. Até esta altura os azuis e brancos acreditavam que o seu futebol muito mediano era mais do que suficiente para sair do Estádio da Luz com um empate. Após o golo do internacional suíço a equipa azul e branca deixou de acreditar em si para dar a volta ao resultado negativo.

 

Arbitragem:  Otávio viu tarde o amarelo talvez seja o único apontamento. Bem no fora de jogo a Seferovic, bem na expulsão de Lema, Fábio Veríssimo esteve à altura da exigência.

 

Positivo: Nada a apontar.

 

Negativo: Futebol Clube do Porto. Equipa que diz querer renovar o título de campeã nacional de futebol não pode jogar da forma que jogou hoje em casa do eterno rival Benfica.

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publicado às 19:35


Para Gattuso com Amor

por Pedro Silva, em 10.09.18

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imagem retirada de zerozero

 

Começar qualquer competição oficial com uma vitória não é bom. É antes excelente! Especialmente se tivermos em consideração de que falamos de uma competição onde o primeiro classificado do grupo passa à fase seguinte, o segundo permanece na divisão e o terceiro desce de divisão. Tudo isto num Grupo de três equipas de grande valor como o são Portugal, Itália e Polónia que tem seis jogos (casa e fora) para poderem definir o seu futuro nesta nova Liga das Nações.

 

Olhando agora para o jogo em si, Fernando Santos já tinha dito que ia “mexer” pouco ou nada no onze e assim foi. Portugal entrou em campo diante desta “nova” Itália com o mesmo onze que defrontou a Croácia e empatou a uma bola. A maior diferença entre o jogo de hoje e o anterior é que o onze inicial dos lusos aprendeu com os erros que cometeu diante dos croatas. Isto para além do óbvio de que esta Itália de Mancini está – ainda – muito longe de ser aquela Itália. Isto de os italianos terem demorado tantos anos a renovar a sua selecção só podia ter dado nisto… Um sério aviso para Portugal (e não só até porque a Holanda está a passar pelo mesmo). Adiante.

 

Por tudo isto a partida diante da «Squadra Azzurra» acabou por ser mais ou menos o esperado. Portugal dominou, criou oportunidades de golo, a Itália defendeu sempre muito e bem e foi criando, de tempo a tempo, uma ou outra oportunidade de golo. Isto na primeira parte. Na segunda tivemos mais do mesmo. A única grande diferença residiu, essencialmente, no golo português que nasceu de uma boa iniciativa individual de Bruma que - com alguma sorte - assistiu André Silva para o golo que acabaria pro dar a vitória a Portugal.

 

E tudo parecia estar a correr bem para a nossa equipa até porque quando Mancini “deu um tremendo tiro no pé” quando retirou do campo o avançado Ciro Immobile. Se até aí a Itália ainda ia criando algumas dificuldades à defesa lusa, a partir daí esta praticamente desapareceu do campo. Contudo Fernando Santos não quis ficar atrás do seu colega de profissão e (sabe-se lá porquê razão) retira do campo Pizzi que era somente o atleta que estava a fazer, e muito bem, a ligação entre a defesa e o ataque português. Entra para o seu lugar Renato “flop” Sanches e Portugal perde o controlo de uma partida que poderia ter sido tranquila até ao fim. Por alguma razão mais tarde Fernando Santos colocou Sérgio Oliveira em campo… E não. Não creio que tenha sido por causa da lesão de William Carvalho porque após a entrada de Sérgio em campo a nossa equipa voltou a controlar o jogo e, inclusive, criou algumas oportunidades de golo. È caso para se dizer “não havia necessidade”.

 

Resumindo e concluindo; vencemos uma partida complicada diante de um adversário cujo historial fala por si. Com isto a nossa equipa ganhou moral para os jogos que se avizinham, lidera o nosso grupo da Fase de Grupos da Liga das Nações e parece (atenção ao “parece”) que temos em curso um processo de renovação da Equipa de Todos Nós que tem tudo para correr bem. Mas em vez de andarmos já a embandeirar em arco vamos indo e vamos vendo como isto corre porque o futebol está longe – muito longe – de ser uma ciência exacta.

 

MVP (Most Valuable Player): Pizzi. Pode até ter passado desapercebido a quem costuma estar menos atento a um jogo de futebol, mas para quem olha para este desporto com olhos de ver, o médio português foi, de longe, o melhor em campo dado que foi ele o principal autor do domínio e controlo do meio campo que acabou por culminar numa saborosa vitória diante da Itália.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum ambas as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse, em definitivo, para o seu lado.

 

Arbitragem:  Um jogo fácil para a equipa de arbitragem e que foi bem gerido.

 

Positivo: Bruma. Algo trapalhão, egoísta e muito complicativo mas a verdade é que foi ele quem mais lutou contra a muralha defensiva italiana e quem mais sofreu com tal. A ver se a tendência é para melhorar.

 

Negativo: Fernando Santos. Pizzi – se calhar - até tinha de sair por alguma razão, mas colocar no lugar daquele que foi a peça mais importante de Portugal um tremendo flop por causa das palmas do público presente na Luz…

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publicado às 23:29


Deu para animar a malta

por Pedro Silva, em 07.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Boa prestação da nossa equipa diante de um adversário muito (mesmo muito!) acessível. Alias, se eu fosse argelino teria vergonha de uma prestação destas. Especialmente tendo em linha de conta que Yacine Brahimi, Riyad Mahrez e Islam Slimani (3 dos melhores atletas desta selecção africana) jogaram de início. E para ser sincero e justo, há que dizer que o guarda-redes Abdelkader Salh é uma anedota em todos os aspectos… Se calhar por aí se percebe a razão pela qual a Argélia não conseguiu marcar presença no Mundial da Rússia. Adiante.

 

Apesar de tudo este tipo de jogos serve, acima de tudo, para manter a moral num nível elevado. Tal, só por si, é muito importante. Especialmente se tivermos em linha de conta que tudo acontece muito rapidamente no Mundial. Já o jogo em si, este foi bem jogado por parte de Portugal. Os escolhidos por Fernando Santos para defrontar esta muito frágil Argélia mostraram vontade e querer. Os 3 golos marcados pela Equipa de Todos Nós são fruto de muita qualidade técnica colectiva e individual. Para mais parece que é desta que vamos a um Mundial com o Melhor Jogador do Mundo em forma e disposto a jogar para o colectivo.

 

Mas, há sempre um “mas”, não podemos deixar de lado o facto de que o adversário de hoje era muito frágil. A Argélia não tem nada a ver com a selecção de Espanha, Marrocos ou Irão, pelo que me parece ser importante deitar alguma água na crescente fervura do coração lusitano que é famoso por ir do 8 ao 80 em poucos segundos. Vamos indo e vamos vendo. Como já aqui disse, e repito, num Mundial tudo se passa muito rapidamente e um deslize pode muito bem ser a morte do artista. Temos, sem sombra de dúvida, uma bela e motivada equipa que é campeã da europa, temos também um seleccionador com provas dadas e com muita experiência internacional a comandar esta mesma equipa e motivação/querer q.b., mas se porventura Portugal fizer o que fez hoje nos últimos 15 minutos diante da selecção argelina e acredito que a coisa possa correr mal. Por isto deixemos esta coisa do embandeirar em arco em Portugal antes de se embarcar no avião para Moscovo.

 

Venha de lá a Espanha mas com os pés bem assentes na Terra.

 

MVP (Most Valuable Player): Bruno Fernandes. Confesso que estive tentado a atribuir este título a João Moutinho ou até a Cristiano Ronaldo, mas sou da opinião que o médio do Sporting CP fez uma enorme exibição. Este “encheu” por completo o meio campo e entendeu-se na perfeição com Moutinho (até pareceu que já jogam juntos há anos). O golo que marcou acabou por ser a cereja no topo de um merecido bolo.

 

Chave do Jogo: Dizer que este jogo teve um lance que fizesse com que a vitória pendesse para qualquer uma das equipas é, a meu ver, um tremendo exagero. Isto porque a Argélia não procurou fazer grande “mossa” a Portugal (ou não teve capacidade para tal). Até se me atrevo a dizer que Portugal entrou a ganhar mal o árbitro apitou para o início do jogo.

 

Arbitragem:  Um jogo de carácter particular sem grandes problemas para Craig Pawson, tal como era expectável. O árbitro inglês teve uma noite tranquila na Luz, sem erros.

 

Positivo: Variedade de opções. Confesso que fiz cara feia quando Fernando Santos anunciou o lote de convocados para o Mundial, mas hoje ficou bem patente que tais escolhas foram muito bem pensadas.

 

Negativo: Selecção da Argélia. Mau. Muito mau para uma equipa que até conta nas suas fileiras com jogadores capazes de fazer maravilhas ao serviço dos seus clubes. Confesso que esperava mais desta equipa de Rabah Madjer.

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publicado às 22:32


Vitória com sabor a campeonato

por Pedro Silva, em 15.04.18

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo equilibrado que Sérgio Conceição soube gerir para que a Deusa da Fortuna fizesse com que o potente remate de Hererra acabasse dentro da baliza de Bruno Varela. Esta será, na minha opinião, uma forma resumida de expor. correctamente, tudo o que se passou hoje no relvado do Estádio da Luz.

 

Olhando para o dito jogo de uma forma mais ampla, pareceu-me que o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição entrou mal no dito e que o Sport Lisboa e Benfica de Rui Vitória soube gerir – com uma eficácia q.b. – o dito até ao final da primeira parte. Após o intervalo foi notória a intervenção do treinador dos azuis e brancos (intervenção esta que melhorou, e muito, a equipa após a retirada de Otávio do relvado). Já Rui Vitória (talvez por se estar demasiado seguro de si mesmo) não soube, nunca, dar a devida resposta e o Benfica acabou por perder o jogo com a mais profunda das justiças.

 

Penso que pouco mais há a dizer. Não percebo é que a insistência de Sérgio Conceição em Otávio… Está visto e provado que o pequeno atleta brasileiro não consegue ser aquilo que os azuis e brancos necessitam. Otávio teve hoje (e noutros jogos) uma tremenda dificuldade em fazer a necessária ligação defesa/ataque. Foi muito por sua culpa que o FC Porto não conseguiu incomodar Bruno Varela na primeira parte. A entrada de Oliver Torres (deveria ter jogado de inicio) e de Vincent Aboubakar revelaram-se muito acertadas e foram estas que permitiram a Héctor Miguel Herrera marcar aquele que pode ser o golo que fará do Futebol Clube do Porto campeão nacional de futebol quatro - longas - épocas depois.

 

E atenção, eu disse (e repito!), pode ser, pois ainda faltam 4 jornadas para o término da actual edição da Liga NOS e é certo e sabido que as “toupeiras” vão andar por aí. Para mais este Porto de Conceição já mostrou que é muito hábil a dar tiros nos pés.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Longe de ter sido deslumbrante, o guardião Casillas foi o espelho da segurança que permitiu a que o Futebol Clube do Porto pudesse tentar vencer na Luz. Sempre Impecável nos momentos complicados em que o SL Benfica ameaçou a baliza portista. A vitória de hoje dos Dragões em Lisboa deve-se, em parte, à tremenda concentração e capacidade de liderança do veterano espanhol.

  

Chave do Jogo: Há quem diga (e eu não discordo) que o intervalo permitiu a que o FC Porto de Sérgio Conceição desse a volta por cima a um jogo que estava a ser equilibrado, mas a meu ver o factor que fez com que o jogo pendesse para o lado portista foi a entrada de Aboubakar em campo. O internacional camaronês e o seu futebol permitiram criar o espaço de que Herrera necessitou para o golo da vitória azul e branca.

 

Arbitragem:  Arbitragem à altura do jogo. No capítulo disciplinar, podia ter sido mais rígido, pois faltaram alguns amarelos, mas no geral esteve bem, já que nunca perdeu o controlo do jogo. Confesso que fiquei com dúvidas no golo anulado ao FC porto, mas este é um lance que terei de rever dado que o canal que transmitiu a partida apenas o repetiu uma única vez.

 

Positivo: Sérgio Conceição. Desta vez o “Mister” soube intervir quando a sua equipa mais precisou. Por explicar fica a sua “embirração” para com Oliver Torres e o tempo que demorou a retirar Otávio do campo.

 

Negativo: Alex Telles. Se Alex Telles não sabe dominar uma bola, que treine e volte a treinar tal até deixar de fazer tamanho disparate. E que raio foi isto de se fazer passes ”à queima” para Casillas?

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publicado às 21:00


À mulher de César não lhe basta ser séria

por Pedro Silva, em 08.01.18

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Já não é a primeira vez que recorro ao famoso brocado “à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de o parecer” e volto a recorrer ao dito para criticar a postura do Sr. Ministro das Finanças Mário Centeno que terá usado e abusado da sua posição de governante para solicitar junto de um contribuinte (no caso o Sport Lisboa e Benfica) dois lugares na bancada presidencial do Estádio da Luz para que os seus filhos pudessem acompanhar in loco o clássico SL Benfica x FC Porto.

 

È efectivamente isto que está em causa. O abuso de poder de poder por parte de um governante que solicitou um favor a um contribuinte. Até porque, salvo erro da minha parte, os lugares na bancada presidencial do já aqui referido estádio não estão à venda ao público em geral.

 

Distorcer esta questão é seguir a via do mais puro fanatismo clubístico e ideológico. O Sr. Ministro das Finanças Mário Centeno e os seus familiares podem ser adeptos do clube que muito bem entenderem. O Sr. Ministro das Finanças Mário Centeno e os seus familiares tem total liberdade para poderem ir ver os jogos ao vivo nos estádios que muito bem lhes aprouver desde (sublinhe-se o “desde”) que paguem para tal.

 

Esta situação do pedido de bilhetes ao Benfica é, na prática, muito parecida com o famoso "Galpgate".

 

Quer se queira ou não, o Sport Lisboa e Benfica é um contribuinte. E é um contribuinte que para se poder inscrever na época seguinte da nossa liga de futebol necessita de apresentar uma certidão das Finanças que comprove que não tem dívidas fiscais pendentes e/ou que está a cumprir com todos os acordos de pagamentos de eventuais dívidas fiscais que tenha em atraso. Ora quem me garante a mim - e a muitos outros contribuintes - que caso o Benfica tenha dívidas fiscais em atraso ou não esteja a cumprir com os acordos de pagamento que firmou com a Autoridade Tributária este não irá recordar o actual Sr. Ministro das Finanças do favor que lhe fez em tempo em troca da dita certidão?

 

Este clima de suspeição que Mário Centeno criou em torno de si poderia ter sido evitado. Bastava que se colocasse de lado a velha mania tão portuguesa de tudo facilitar e seguir a velha máxima de que “à mulher de César não lhe basta ser séria, tem de o parecer”.

 

Sr. Ministro das Finanças Mário Centeno dê o braço a torcer, reconheça que errou e que aprendeu a lição sob pena de ficar em mãos com uma “bomba” mediática que pode bem explodir-lhe nas mãos e deitar por terra todo o trabalho que tem vindo a ser bem feito nos últimos anos. No fundo e no cabo é isto que a “Direitola” de Assunção Cristas e a malta do PSD desejam.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (08/01/2018)

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publicado às 21:30


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