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Líderes!

por Pedro Silva, em 28.10.18

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imagem retirada de zerozero

 

A primeira impressão que retiro do FC Porto 2 x CD Feirense 0 é que vi um jogo típico do nosso campeonato. A equipa azul e branca justificou uma vitória que acabou por ser natural perante um adversário que tentou de tudo para que o seu jogo para o “pontinhio” tivesse o desejado sucesso.

 

Efectivamente estou em crer que o primeiro paragráfo deste texto descreve - na perfeição - tudo o que se passou hoje no Estádio do Dragão durante os 90 e poucos minutos da partida. Os portistas acabaram por merecer a vitória que, diga-se o que quiserem dizer, foi merecida e, sobretudo, muito bem trabalhada pelo conjunto azul e branco. Contudo os comandados de Sérgio Conceição poderiam (e deveriam) ter sido mais eficazes na hora de rematar à baliza da equipa da Feira. Especialmente se tivermos em linha de conta que isto dos golos marcados e sofridos poderá vir a ser vital na fase final de um campeonato que tudo indicia que será muito equilibrado.

 

Olhando para agora somente para a exibição portista de hoje, penso que volta a ser óbvia a mais-valia que é ter Óliver Torres em campo. E o moço, ao contrário de certas “más-línguas”, até que se “esfarrapa” todo na conquista da bola! Tal aliada a uma visão e qualidade de jogo ímpar explicam, em certa medida, que o habitual jogo do “vamos para a frente e o resto que se lixe” de que Sérgio Conceição tanto gosta tenha hoje resultado bem. A ver vamos é se agora Óliver consegue ser consistente nas suas exibições futuras.

 

Apesar de tudo continuo a estar algo receoso com o estilo de jogo de Sérgio Conceição. Isto porque esta forma muito ofensiva de estar em campo obriga a que os vários jogadores do FC Porto estejam posicionados em campo a uma grande distância uns dos outros. Tal perante uma equipa mais forte do que este CD Feirense pode vir a ser perigoso. Os espaços entre os atletas azuis e brancos foram, muitas vezes, aproveitados pelos atletas do Feirense que “obrigavam” a que o famoso “pontapé para a frente sem nexo” acabasse por ser a única solução. Felizmente poucas foram as vezes em que os comandados de Nuno Manta conseguiram criar real perigo para a área portista através desta lacuna…

 

Em suma; apesar de tudo o Futebol Clube do Porto venceu hoje e lidera a Liga NOS por força dos golos marcados e sofridos. Agora é seguir em frente e procurar consolidar esta posição. Na próxima jornada os Dragões vão à Madeira medir forças com o SC Marítimo. Vai ser um jogo complicado (como sempre), pelo que me parece que Sérgio Conceição deveria dar o normal e natural desprezo para o jogo da próxima Quarta-feira que diz respeito a uma tal de “Taça da Liga”.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Hoje o argelino fez aquilo que me apraz apelidar de “jogão”! Foi dos melhores jogos que vi Brahimi fazer esta temporada em todos os aspectos. Excelente a atacar e muito bom na hora de defender. Infelizmente a Deusa da Fortuna não quis nada com ele na hora de rematar à baliza pois este merecia o golo que tanto procurou tentar marcar.

 

Chave do Jogo: Apareceu a partir do minuto 15 (mais coisa, menos coisa) para decidir o jogo a favor do FC Porto. Isto porque foi a partir deste momento que o Feirense começou a mostrar a sua impotência para fazer frente a um Futebol Clube do Porto que tomou conta do jogo na busca da vitória que acabou por vir a alcançar com naturalidade.

 

Arbitragem:  Jogo de muito trabalho para a equipa de arbitragem, com uma série de golos bem anulados. No lance do golo de Felipe, este validado, é uma decisão no limite e de difícil juízo.

 

Positivo: Óliver Torres. O “farol” que o meio campo do FC Porto tanto necessitou em muitos dos seus jogos anteriores. Excelente na leitura de jogo, no passe e na organização de todo o jogo azul e branco.

 

Negativo: “Para a frente e o resto que se lixe” (mais uma vez). Esta filosofia de jogo de Sérgio Conceição só serve para criar dificuldades onde elas não existem.

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publicado às 21:49


Dia de festa diante de tão fraco adversário

por Pedro Silva, em 06.05.18

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imagem retirada do site zerozero

 

Primeiro que tudo quero aqui deixar o meu agradecimento a Sérgio Conceição, equipa técnica e plantel pela conquista do título de campeão de futebol da temporada 2017/18. Não pela conquista em si dado que isto de se ser campeão nacional de futebol é uma obrigação para uma equipa como o Futebol Clube do Porto, mas sim pela forma como tal foi alcançado. Foi preciso lutar contra um sistema mafioso montado pelos de sempre que preferem a mentira em detrimento do mérito. Por tudo isto, obrigado Sérgio Conceição & Companhia. Posto isto, passemos ao jogo.

 

O que me apraz dizer de imediato sobre a partida de hoje que decorreu no Estádio do Dragão é que raio faz o Feirense no escalação principal do nosso futebol. A equipa de Santa Maria da Feira não jogou absolutamente nada! A sua estratégia passava, tão simplesmente, por ir jogando aqui e acolá à bola para - caso a sorte assim o determinasse - marcar um golo à equipa da casa. A verdade seja dita que tal ia resultando, mas confesso que é preciso ter-se muita lata para se apelidar de equipa profissional este CD Feirense. É muito por isto que não aceito - de forma alguma! - o golo que Iker Casillas sofreu. O jogo era de consagração, é um facto, mas isto não é sinónimo de descontração ao ponto de uma equipa deste calibre ter a “destreza” de marcar um holo ao actual Campeão. Não podia ter acontecido. Não deveria ter acontecido.

 

De resto queria também dizer que foi contra este tipo de adversários que o FC Porto de Lopetegui e de NES “escorregaram”. E aqui há que dar inteiro mérito a Sérgio Conceição que mesmo não tendo (algumas vezes) colocado a sua equipa a jogar um futebol brilhante conseguiu passar a ideia de que a sorte protege os audazes. Assim se explica o posicionamento de Sérgio Oliveira no primeiro golo da equipa azul e branca. `

 

Sérgio voltou a apostar em Tiquinho Soares no ataque, tendo colocado Marega numa das faixas do ataque portista. Pessoalmente não me agrada tal opção até porque isto retira muito da força ofensiva do Futebol Clube do Porto. Esta mesma força ofensiva até que fez alguma falta diante de tão frágil adversário, mas a verdade é que quando se vence nada há a apontar às opções do treinador da equipa vencedora. A ver vamos se esta opção de Marega a extremo e Tiquinho a ponta de lança não tenha vindo para ficar… O mesmo é dizer que Aboubakar tem de voltar a estar em forma para que na próxima temporada a dupla ofensiva Abou/Moussa volte a “espalhar o terror” nas linhas defensivas das equipas adversárias.

 

Falta mais uma jornada para terminar a actual edição da Liga NOS. O título é nosso, mas há ainda a possibilidade de se bater o recorde de pontos que até à data é pertença do FC Porto de José Mourinho. Em Guimarães, mais do que nunca, espera-se muita seriedade e profissionalismo da parte dos Dragões. Para mais a equipa da casa não tem nada a ver com este triste e desonroso Feirense.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. É sempre um prazer ver futebol quando Brahimi joga desta forma. Hoje o argelino mostrou toda a sua categoria tanto no golo que marcou como em tudo o que fez em campo.

  

Chave do Jogo: Até que poderia dizer que esta já era pertença dos Dragões mal o jogo começou tal a pobreza futebolística do adversário, mas para ser mais preciso tenho que dizer que esta apareceu com o fabuloso golo de Brahimi.

 

Arbitragem:  Arbitragem correcta e com decisões certas nos lances mais discutíveis. O mais duvidoso aconteceu no derrube de Briseño a Hernâni, mas fica o benefício da dúvida para o árbitro, que decidiu ter sido fora da área depois de ver as imagens.

 

Positivo: Hernâni. Esteve pouco tempo em campo, mas hoje este soube aproveitar este pouco tempo para mostrar a todos que até que sabe dar uns toques interessantes na bola.

 

Negativo: Tirando o CD Feirense, nada mais a apontar.

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publicado às 23:55


Contra tudo e contra todos!

por Pedro Silva, em 05.05.18

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Campeão Nacional de Futebol 2017/18

 

Parabéns Futebol Clube do Porto!

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publicado às 23:55


Muito sal e pouco sabor

por Pedro Silva, em 11.02.18

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imagem retirada de zerozero

 

No futebol há jogos assim. Hoje o Futebol Clube do Porto não fez uma exibição que justificasse uma vitória de 4 a 0 diante de um Grupo Desportivo de Chaves que também não fez uma exibição que justificasse tamanha derrota. A partida, para quem a viu com olhos de ver, até que foi muito equilibrada. A grande diferença entre dragões e flavienses foi somente uma: eficácia.

 

Efectivamente o FC Porto que vi hoje a jogar no Municipal de Chaves foi mesmo assim. Algo com muito sal (golos) mas com pouco sabor (futebol). E custa-me ver uma equipa do calibre da equipa de Sérgio Conceição a ter de viver à custa da eficácia. Tanta dificuldade para se “matar o jogo” dá que pensar. Especialmente quando do outro lado da barricada está uma equipa que tem menos qualidade, mas que luta até ao fim das suas forças. Hoje em Chaves quase que acontecia o mesmo que em Moreira de Cónegos… Isto, claro, se não tivesse aparecido a tal de eficácia que colocou os azuis e brancos a vencer quando nada o fazia prever pois o equilíbrio entre ambas as equipas era uma realidade. E nem a vencer por dois a zero este FC Porto foi capaz de ficar tranquilo dado que os flavienses ainda conseguiram incomodar – e de que maneira - José Sá- Só após o terceiro tento da partida a favor dos portistas é que chegou a tão desejada tranquilidade que permitiu a Sérgio Conceição & Companhia pensar no jogo da próxima quarta-feira diante do Liverpool.

 

Uma palavra final para deixar aqui bem expresso o meu desejo de que este Chaves de Luís Castro consiga a manutenção. Este GD Chaves é uma equipa que trabalha muito e nunca vira a cara à luta esteja quem estiver do outro lado do campo. Merece a manutenção em detrimento de um Moreirense ou Tondela (por exemplo) que fazem do anti jogo a sua pedra chave. E atenção a este Matheus Pereira. Este jovem avançado pode vir a ser um dos melhores do nosso campeonato. Basta que para tal deixe de correr sem nexo e de se atirar para o chão por tudo e por nada.

 

Mas lá está, o que interessa no mundo do futebol é a vitória e o Futebol Clube do Porto venceu. O que não invalida que não se chame à atenção de uma série de factores que em tempos não muito distantes custaram a tranquilidade que custou campeonatos e o trabalho de treinadores de qualidade que passaram pelo comando técnico do Futebol Clube do Porto.

 

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. O médio internacional português voltou a mostrar que está a atravessar um excelente momento de forma. A vitória portista em pleno Estádio Municipal de Chaves começou a ser construída por Sérgio Oliveira que fez um passe certeiro para Soares que aproveitou para marcar o tento inaugural do jogo. Sérgio Oliveira foi mais uma vez o “patrão” que levou a equipa azul e branca à vitória.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 57´ para resolver o jogo a favor do FC Porto. É nesta altura que Moussa Marega marca o golo que coloca um ponto final na capacidade de luta da equipa transmontana.

 

Arbitragem: Boa arbitragem da equipa liderada por Artur Soares Dias em Chaves. Tirando um lance em que é possível dar o benefício da dúvida (Maxi toca com o braço na cara de um adversário), os lances foram decididos sem hesitação e de forma correcta.

 

Positivo: Tiquinho Soares. O futebol é feito de oportunidades e Soares parece estar a querer aproveitar ao máximo a oportunidade que lhe foi dada de mostrar a todos que podem contar com ele.

 

Negativo: Incapacidade portista. É certo e sabido que a sorte também faz parte do futebol, mas este importante factor nem sempre marca presença. Convinha que o FC Porto percebesse isto de vez.

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publicado às 18:42


Em vantagem ao intervalo

por Pedro Silva, em 07.02.18

imgS620I214559T20180207222153.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Jogo muito agradável de se seguir entre aquelas que neste momento são as duas melhores do nosso campeonato. Alias, acredito que Futebol Clube do Porto e Sporting Clube de Portugal serão as duas melhores equipas da Liga NOS até ao final da presente temporada. Hoje tal ficou bem vincado dado que ambas brindaram os adeptos com um jogo muito bom. Acrescente-se que este foi um jogo que dizia respeito à primeira de duas mãos de uma das meias-finais da Taça de Portugal.

 

Num jogo equilibrado caberia a certos jogadores tentarem fazer pender a vitória para o lado da sua equipa. Do lado da equipa de Alvalade tivemos dois fantásticos atletas que tentaram fazer tal papel sem resultado prático no resultado final. Gélson Martins e Bruno Fernandes foram, de longe, os melhores da equipa de Jorge Jesus. Do lado dos azuis e brancos este papel coube a Sérgio Oliveira e foi precisamente do médio portista que veio a “chave” que abriu a porta da baliza leonina através de um cruzamento fantástico para a cabeça de Tiquinho Soares.

 

Em suma; este foi um jogo onde um Futebol Clube do Porto liderado por um fantástico Sérgio Oliveira - e uma certa sorte nos minutos finais – conseguiu, no global, ser ligeiramente superior a um Sporting Clube do Portugal que se deixou embalar pela história de ser uma equipa “à italiana”.

 

Nada está decidido. Ainda há uma importante deslocação ao Estádio de Alvalade para se saber, em definitivo, quem será o finalista da Taça de Portugal, e até finais de Abril muita coisa vai acontecer. Uma das coisa que espero que aconteça é por esta altura Sérgio Conceição já saber gerir melhor as substituições em jogos deste calibre. E espero também que a falta de concentração que a defesa portista evidenciou na recta final do jogo tenha desvanecido de vez.

 

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. O médio internacional português voltou a mostrar que está a atravessar um excelente momento de forma e que ganha com isto é Sérgio Conceição que vê neste a “pedra chave” que pareceu ter perdido com a lesão de Danilo Pereira. A vitória portista em pleno Estádio do Dragão “nasceu” dos pés de Sérgio Oliveira que fez um cruzamento com “régua e esquadro” para a cabeça de Soares. Sérgio Oliveira foi hoje o “patrão” que levou a equipa azul e branca à vitória sobre o rival de Lisboa.

 

Chave do Jogo: Inexistente. O jogo foi, quase sempre, muito equilibrado não obstante alguma ascendência portista. Nenhuma das equipas em campo foi capaz de criar um lance que fizesse com que a sua vitória fosse evidente e definitiva.

 

Arbitragem: Arbitragem defensiva, sem querer correr riscos e sem falhas de grande dimensão. Trabalho positivo de João Pinheiro e dos seus auxiliares.

 

Positivo: Jogar futebol e nada mais. Se retiramos de cena as palermices de Fábio Coentrão, eis que se pode dizer que hoje tivemos aquilo que todo e qualquer adepto de futebol gosta de ver: uma excelente partida de futebol.

 

Negativo: Fábio Coentrão. Jogou pouco e esteve sempre muito mais preocupado em arranjar confusão Será que Coentrão padece de algum complexo de inferioridade sempre que defronta do FC Porto?

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publicado às 22:36


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