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A história da eficácia

por Pedro Silva, em 17.09.17

imgS620I205477T20170917192640.jpg imagem retirada de zerozero

 

Admito que sou dos que acha que muito mais importante do que jogar bem, é vencer a partida contudo existe um pequeno – mas muito importante – pormenor que faz com que eu olhe para o jogo de Vila do conde e não afirme tal com a mesma convicção de outros tempos. É que uma coisa é ver o Futebol Clube do Porto a jogar feio mas a vencer porque apesar de tudo o seu adversário também não jogou nada (ou não fez bada por isto). Outra coisa bem diferente é ver o Futebol Clube do Porto a jogar mal e vencer o desafio diante de uma equipa que jogou bem, porque teve aquela pontinha de “eficácia” (entenda-se sorte) num determinado lance.

 

Ora o FC Porto que eu vi hoje foi, precisamente, o que jogou mal mas que acabou por vencer por causa da tal de “eficácia”. E quando tal sucede tenho de confessar que não me agrada porque já começam a ser vezes a mais em que tal sucede. Depois já quem fique muito indignado com a derrota caseira desta semana diante do “poderoso” Beşiktaş JK. Efectivamente assim não pode ser. Estamos ainda em Setembro é um facto, mas o calendário competitivo do FC Porto está a avançar e os jogos decisivos começam a aproximar-se sem que a equipa liderada por Sérgio Conceição mostre outra coisa senão correr até cair para o lado e o famoso chutão para a frente e Marega que resolva. E nem vou aqui falar no golo sofrido… Defesa azul e branca a dormir na forma. E de nada serve a desculpa esfarrapada de que na altura esta se estava organizar após a lesão de Alex Telles.

 

Já são duas as ocasiões em que no futebol interno (Liga NOS) o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição tem imensas dificuldades para levar de vencida uma equipa organizada que não jogue para o - famoso - “pontinho”. Foi assim com o Chaves no Estádio do Dragão e agora com o Rio Ave no Estádio dos Arcos. Espero que na próxima Sexta-feira diante do Portimonense tal não se repita. O que eu também não quero que se repita é a aposta em Héctor Herrera no meio campo portista. Bem sei que as opções são escassas, mas com Danilo Pereira em baixo de forma, Brahimi à procura do seu futebol e Otávio/Corona a passar por uma espécie de “montanha russa exibicional”, mas é mesmo preciso apostar num tipo que nem uma bola sabe dominar para de seguida correr para a baliza adversária e tentar fazer o golo?

 

Venha de lá a equipa de Portimão e, de preferência, uma evolução da parte do Futebol Clube do Porto no que ao futebol diz respeito. A “eficácia” não vai estar sempre por perto Sérgio.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Embora o brasileiro tenha (mais uma vez) andado entre o mau e o bom, sou da opinião de que este foi o melhor em campo. Creio que na posição onde Otávio jogou hoje se aproveita melhor o seu futebol e capacidade de colocação de bola, mas tal necessita de confirmação.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 54´ do jogo para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi nesta altura em que Danilo Pereira marcou o golo inaugural da partida na marcação de um pontapé de canto. Este golo forçou a equipa da casa a adiantar-se no terreno de jogo expondo-se, desta forma, ao ataque portista e tal acabou por redundar no segundo golo do FC Porto que colocou um ponto final no jogo.

Arbitragem: Jorge Sousa e a sua equipa tiveram um desempenho que podemos apelidar de “normal”. Permitiram que os atletas do Rio Ave FC “distribuíssem” a pancadaria que lhe apeteceu até ao limite. Quando um destes u8ltrpassou o dito limite, Jorge Sousa expulsou-o (bem). Por perceber fica o não recurso ao VAR nas ocasiões em que os jogadores do Futebol Clube do Porto viram os seus lances anulados por suposto fora de jogo.

Positivo: Moussa Marega, Nem sempre vem, Marega consegue deixar sempre tudo em campo. Viu todo o seu esforço ser “coroado” com um golo. Fazem falta jogadores destes em qualquer equipa do Mundo, mas há que melhorar esta técnica.

Negativo: Héctor Herrera. Não percebo como é que um jogador que ao serviço da selecção do México faz maravilhas e ao serviço do Futebol Clube do Porto nem uma bola sabe dominar? Será que tal se deve à cor da camisola ou será que foram os ares outonais de Vila do Conde?

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publicado às 23:55


Dores de crescimento

por Pedro Silva, em 14.03.17

imgS620I192531T20170314213331.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Derrota “natural” de um Futebol Clube do Porto em construção diante de uma equipa da Juventus FC que está consolidada há mais de cinco épocas. Não deixa é de ser engaçado que foi preciso reduzir o FC Porto a dez elementos para que a natural superioridade italiana viesse ao de cima nas duas partidas da eliminatória. Daí os ““ no natural.

 

Lamento mas eu não vou embarcar no discurso dos coitadinhos. É verdade que a equipa azul e branca está ainda em construção e que o embate com a Juventus era desigual, mas há que dizer que foi preciso expulsar um jogador do dragões em ambas as partidas(!) para que a Juventus ficasse por cima em ambas as partidas. E mesmo a jogar com 10 o FC Porto de NES foi sempre capaz de criar problemas à “toda poderosa” Juve.


É óbvio que a Juventus é mais forte do que o FC Porto. Mas há que dizer que este Porto de NES - tão criticado e mal tratado num passado não muito distante - foi capaz de lutar até ao fim pela passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões. E isto quer dizer muita coisa, especialmente se tivermos em linha de conta que uma outra equipa portuguesa bem mais rotinada e apetrechada levou uma tremenda “tareia” do quarto classificado da liga alemã.

 

E pouco mais há a dizer sobre a partida de Turim. O Futebol Clube do Porto foi derrotado mas caiu de pé e com o sentimento de dever cumprido. E isto é de extrema importância pois vai ser fundamental dar a devida resposta no próximo domingo diante do Vitória FC no Estádio do Dragão.

 

MVP (Most Valuable Player): Felipe. Incansável, lutador, aguerrido e arrojado q.b. O central brasileiro foi hoje. Sem sombra de qualquer dúvida - o melhor em campo da parte da equipa portista. Felipe foi o “porta-estandarte” do Porto combativo que lutou até ao fim contra a Juventus. E era o moço tão criticado e rebaixado no início da época pelos “crânios da bola”.

 

Chave do Jogo: Se olharmos somente para a eliminatória tenho de dizer que a estúpida expulsão de Maxi colocou um ponto final na partida, mas no jogo jogado no Juventus Stadium não se pode dizer que tenha havido um qualquer lance que tenha resolvido a contenda a favor de qualquer um dos lados. Em suma; chave de jogo inexistente.

 

Arbitragem: Nada a apontar ao trabalho do Sr. Ovidiu Haţegan e restante quipá de arbitragem. Ao contrário do que tinha sucedido no jogo do Dragão, Ovidiu Haţegan procurou sempre ser o mais justo e imparcial possível no julgamento dos lances nesta partida de Turim. Maxi Pereira é bem expulso e a grande penalidade bem assinalada.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES) e adeptos do FC Porto. NES porque “montou” bem a equipa e “mexer” bem quando esta se viu reduzida a dez elementos. Os adeptos do FC Porto pelo apoio incansável à equipa do Futebol Clube do Porto.

 

Negativo: Maxi Pereira. Não quero individualizar a derrota do FC Porto, mas é de todo impossível não criticar o uruguaio por ter sido tão infantil no lance da grande penalidade. Maxi é um jogador internacional muito experiente que não pode – nem deve – fazer tamanha figurinha.

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publicado às 22:03

maicon-chelsea-porto-champions-league-09122015_151 

Confesso que queria manter o silêncio sobre o caso Maicon do Futebol Clube do Porto contudo começo a ficar farto da hipocrisia que parece ter tomado conta de uma grande franja de adeptos do FC Porto. Desde o anónimo ao comentador o que ouço é um discurso ridículo - para não dizer estúpido – que faz de Maicon Roque a única razão de todos males do Dragão.

 

Rodolfo Reis, comentador de um programa de televisão onde todos os participantes tentam ver quem berra mais alto, deu o pontapé de saída a esta espécie de santa inquisição azul e branca que ao estilo medieval queima o Jogador na fogueira sem que este possa ter o benefício da dúvida.

 

Sim! Dar o benefício da dúvida ao Atleta porque a verdade é que este tem estado ausente dos treinos por estar a recuperar de lesão. E quem o diz não sou eu! É o Site Oficial do Futebol Clube do Porto.

 

Obviamente que não estou aqui a defender, de todo, a atitude de Maicon no jogo ante o Arouca. Assim como não acho correcto que a Esposa do mesmo se tenha metido num assunto que é do foro profissional de Maicon.

 

O que eu acho deplorável é toda a gente estar na praça pública a destruir o jogador Maicon quando ante o FC Arouca Iker Casillas fez um “frango” monumental (mais um para a sua já vasta colecção), José Ángel disparatou até não poder mais e José Peseiro decidiu sempre mal e tardiamente. Ninguém se atreve a dizer uma palavra que seja sobre tais coisas que aconteceram mesmo. Está é que é esta!

 

Maicon é acima de tudo, um Ser Humano. Erra como todos os outros. E, pasme-se. este até já deu um campeonato ao FC Porto em pleno Estádio da Luz. Só por isto já merecia mais respeito da parte dos “Rodolfos” e outros tais.

 

Se o central Brasileiro já deveria apresentar um outro nível de evolução dado que já está no Dragão há bastante tempo é outra conversa, mas a verdade é que não é só Maicon Roque o único que tem vindo a piorar o seu rendimento desde a saída de Paulo Fonseca do comando técnico dos Portistas. Mas ter em conta este facto é algo que “parte o motor de muito boa gente” (especialmente o do Rodolfo e da santa inquisição azul e branca).

 

E, para terminar que isto já vai longo, não me venham cá com a treta da braçadeira de capitão atirada ao chão. Jorge Costa fez exactamente o mesmo e tanto o Rodolfo como o Serrão e a santa inquisição azul e branca olham para ele como um dos símbolos da Mística e Raça Azul e Branca.

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publicado às 21:59


Olá Jamor!

por Pedro Silva, em 03.02.16

imgS620I169374T20160203215353.jpg 

Imagem de zerozero

 

Ponto prévio; como é que com tão pouco tempo de trabalho e com o mesmo plantel José Peseiro conseguiu, até ao momento, fazer mais – muito mais – do que Julen Lopetegui num ano e meio?

 

Quanto ao jogo em si há que dizer que assisti a uma vitória natural do Futebol Clube do Porto. Venceu a equipa mais forte num terreno que é sempre muito hostil para as cores azuis e brancas. A eliminatória está praticamente decidida e só muito dificilmente os Portistas não marcarão presença na final da Taça de Portugal.

 

É com agrado que vejo o Futebol Clube do Porto mais solto das “amarras” da posse pela posse de que Julen Lopetehui era gã incondicional. Tal como aqui escrevi após a vitória no Estoril, temos um FC Porto que joga em posse quando tem de jogar em posse, que lateraliza o seu jogo quando este tem de ser lateralizado, que joga em transições rápidas quando a partida assim o exige e por aí adiante. O FC Porto apresenta agora um jogo muito mais fácil de se entender que vai dando bons resultados. Em suma, foi preciso um ano e meio para que O Futebol Clube do Porto voltasse a ser o Futebol Clube do Porto!

 

Suk voltou a mostrar serviço, marcou um golo (pena que tenha saído da partida por lesão) e Marega - que se estreou hoje de camisola azul e branca vestida - esteve muito melhor na segunda parte. Ah e o Sérgio Oliveira que vimos hoje em Barcelos é o mesmo que Julen Lopetegui desprezou?

 

Apesar de tudo preocupa-me a quantidade de passes errados da equipa Portista na primeira parte. Assim como também me incomoda o facto de o FC Porto precisar, ainda, de desperdiçar uma parte inteira para entrar de vez no jogo. Se o Gil Vicente FC tivesse marcado na altura em que enviou uma bola ao poste e teríamos problemas sérios… E já agora, não me agradou mesmo nada as falhas de Helton nas bolas cruzadas para a pequena área… Parece que os “frangos” de Casillas contaminaram todos os Guardiões dos Dragões!

 

Chave do Jogo: 45´+1 Rúben Neves marca e logo a seguir o árbitro apita para o intervalo. Até esta altura a equipa de Nandinho tinha dado muita luta aos Portitas mas a partir deste momento toda e qualquer resistência Gilista se desvaneceu por completo. A 2.^ parte só deu Porto.

 

Positivo: O discurso realista e incisivo de José Peseiro. Já há muito que uma equipa como o Futebol Clube do Porto estava órfã de alguém que colocasse os pontos nos “i” dizendo o que tem de ser dito. Após um ano e meio de cobardia e de exageros eis que os Dragões têm um treinador que sabe como motivar a sua equipa.

 

Negativo: Já aqui o disse após o jogo do Estoril e volto a repetir. O Futebol Clube do Porto não pode perder uma parte inteira para impor o seu futebol. Se esta lacuna não for colmatada a tempo tal poderá vir a causar graves dissabores aos Dragões.

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publicado às 22:39

imgS620I168758T20160124221625.jpg 

imagem de zerozero

 

Infelizmente não marquei presença no Estádio do Dragão para assistir ao Futebol Clube do Porto 2 x Clube Sport Marítimo 0. Questões familiares obrigaram-me a ter de ver o jogo via SPORTTV com a preciosa ajuda do rádio. E o que vi e ouvi reforçou tudo aquilo que já tinha dito num texto anterior onde analisei a prestação do Dragões ante o Famalicão… José Peseiro tem pela frente muito trabalho. Muito trabalho mesmo se quiser “colocar tudo nos eixos”.

 

A equipa Azul e Branca têm - ainda - muitos dos tiques “lopeteguianos” A defesa parece gelatina sempre que o adversário a força um pouco mais, contra ataques é coisa que não existe e quando são tentados “morrem” logo à nascença, o futebol Portista é demasiado lateralizado, vive-se á custa das jogadas individuais e existem Jogadores que estão a atravessar uma péssima fase no que à forma e confiança diz respeito.

 

Apesar de tudo vi aqui e acolá um ou outro ponto positivo. Agradou-me muito perceber que já não há a obrigação da defesa sair em posse seja em que fase da partida for. Sempre que um defesa se sentia pressionado e sem linhas de passe era pontapé na bola para onde estava virado. Prático, simples e eficaz quando tem de ser.

 

A ver vamos se na próxima jornada surgem mais algumas melhorias. Hoje venceu-se, não se realizou uma grande exibição (esta não esteve muito longe da apresentada na derrota caseira ante o CS Marítimo) e parece que existem alguns Atletas do FC Porto dispostos a tentar melhorar.

 

Não sei se é muito boa ideia Peseiro tentar modificar o tradicional 4x3x3 do Dragão para um 4x4x2. O 4x3x3 já está há muito implantado no Reino do Dragão e não creio que o José Pesieiro tenha, hoje em dia, plantel para esta mudança de fundo, mas vamos a ver até porque a coisa não correu muito mal.

 

E já agora só mais uma coisa. Péssima arbitragem de Jorge Ferreira. Ficou, pelo menos, uma grande penalidade por assinalar sobre Maxi Pereira, precisamente aquela em que o Uruguaio foi admoestado com um cartão amarelo por suposta simulação. Além disso, houve ainda dois foras de jogos mal assinalados, um para cada lado, quando os atacantes estavam em boa posição para seguirem em direcção à baliza, Aconteceu com Corona e depois com Edgar Costa. Efectivamente Vítor Pereira só nomeia “disto” para os jogos do Futebol Clube do Porto… Depois há quem fique muito admirado e ofendido quando uma boa parte da Nação Azul e Branca começa com a treta do “colinho”.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Esta foi uma partida de futebol onde o futebol ficou à porta do Estádio. Tanto FC Porto como CS Marítimo não mostraram, em momento algum, serem merecedores da vitória final.

 

Positivo: Suk. Se há Jogador que quis mostrar serviço a José Peseiro foi o Sul-coreano Suk. Tendo entrado na segunda parte para render Aboubaka e colocou em sentido a defensiva Madeirense tendo, em tão pouco tempo, criado imenso perigo junto à baliza de Salin.

 

Negativo: Aboubakar. O Camaronês não esteve nos seus melhores dias. Muito em baixo de forma e nada confiante na hora de atirar à baliza. Espera-se mais, muito mais, de um Atleta da sua qualidade.

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