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O FC Porto e o FC Porto

por Pedro Silva, em 22.11.16

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imagem retirada de zerozero

 

Em Copenhaga tivemos dois tipos de Futebol Clube do Porto. Na primeira parte tivemos um FC Porto que se comportou como a equipa da casa se deveria comprot6ar (na teoria) e na segunda parte os Dragões souberam impor o seu futebol mas, como seria de esperar, esbarraram numa fraquíssima eficácia, pouca sorte e pressão que se abateu – com naturalidade – sobre todos os jogadores de amarelo vestido (o FC Porto jogou de amarelo).

 

Graças a tal capitulam todas as hipóteses de se alcançar o primeiro lugar do grupo e adiam-se um possível apuramento para a última jornada onde os Azuis e Brancos terão de medir forças com o Leicester. Fossem outros os tempos e eu não teria grande receio desta última jornada onde tudo se vai decidir no que ao apuramento diz respeito, mas o Leicester é aquela equipa mediana que (tal como o Copenhaga) vai dar muita luta, fechar bem os caminhos para a sua baliza e – mais importante que tudo – marcar o seu golo mal tenha oportunidade para tal.

 

Não creio que o mal do Futebol Clube do Porto tenha estado no relvado. Acredito que o mau estado em que este se encontrava tenha beneficiado os dinamarqueses que sempre tiveram a clara ideia de empatar a partida. Onde me parece que esteve o grande mal deste FC Porto foi na postura do costume sempre que os azuis e brancos defronta equipas fortes fisicamente que querem empatar. Foi assim com o Tondela, Setúbal, Chaves e agora com o Copenhaga. E porque sucede tal? Porque os Dragões ainda não perceberam que devem entrar em campo decididos a pressionar o seu adversário do princípio ao fim e, sobretudo, procurar “mexer-se” rapidamente em campo por forma a criar linhas de passe que façam com que o desgraçado que esteja no ataque não tenha de fintar três ou quatro jogadores para poder fazer uma jogada que culmine no golo portista.

 

Eu bem que poderia dizer que a culpa é somente do plantel que é fraco e, por vezes, completamente alienado da realidade (jogar como jogaram na primeira parte deste jogo só mesmo para alienados), mas depois vejo as substituições que Nuno Espírito Santo (NES) vai fazendo no decorrer de uma partida que era importante (não crucial) vencer e tenho de mudar de opinião. Evandro para o lugar de Otávio? Quantos jogos mais Diogo Jota vai ter de fazer ao nível terrível que vimos hoje para ser substituído? E já agora, numa partida onde o adversário estava a defender com 6 elementos na sua grande aérea que raio de ideia é esta de manter Danilo Pereira “colado” aos centrais impedindo – desta forma – que Oliver Torres possa apoiar um ataque que muitas vezes era composto por três ou quatro elementos?

 

Em suma; todos aprendemos com os erros. Contudo NES e a sua equipa parecem não querer aprender e é por isto que eu começo a ficar cansado de escrever sempre a mesma coisa sobre jogos onde o Futebol Clube do Porto é claramente superior ao seu adversário.

 

Uma nota final; antes que comece a “masturbação Brahimi” há que dizer que para andar a rodopiar sobre si mesmo rodeado de três/quatro elementos da equipa adversária já chegam (e bastam) André Silva, Jesús Corona, Diogo Jota e Otávio. O problema não está na linha da frente (embora esta seja, muitas vezes, pouco eficaz). O problema é o FC Porto apresentar um meio campo que está insensatamente recuado e que não sabe levar uma única bola jogável a quem está na linha da frente.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum alguma das equipas foi capaz de criar um ou vários lances que fizessem pender a vitória para o seu lado.

 

Arbitragem: Milorad Mazić e a sua equipa de arbitragem toleraram em demasia o jogo físico da equipa dinamarquesa. Apesar de tudo a actuação da equipa de arbitragem não teve influência no resultado final.

 

Positivo: Jesús Corona. O mexicano foi o único que se esforçou por fazer algo pela sua equipa. Enquanto teve forças para tal foi o melhor em campo.

 

Negativo: O FC Porto e o FC Porto. Equipa que é manifestamente superior à outra não pode – nem deve - ter duas posturas em campo. Exige-se mais a este FC Porto.

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publicado às 23:30


É urgente salvar a Europa!

por Pedro Silva, em 04.11.14

Acredito não ser o único a notar o óbvio. O problema, na minha modesta opinião, é que muitos vêm o óbvio, mas preferem ignora-lo porque se não o fizerem a sua realidade desintegra-se.

 

Mas é urgente acabar de vez com isto de assobiar para o lado e começar a enfrentar os problemas de frente e a chamar os bois pelos nomes. É isto ou então adeus Europa e importantíssima construção Europeia das últimas décadas.

 

Já o disse e nunca me canso de repetir: O Tratado de Lisboa foi um erro crasso. Um equívoco que tem sido maleficamente aproveitado pela Alemanha da Sra. Merkel para voltar a fazer da sua Germânia a Gloriosa Ariana Fardada, de Cruz de Ferro ao pescoço marchando imponentemente por todo o Velho Continente pisando tudo e todos com as suas enormes botas pretas. Quem se atreve a fazer frente a tal Sra. é ameaçado com a ordem de expulsão e rotulado de dissidente. E tanto faz este dissidente ser uma das maiores Economias do Mundo e membro dos G8 como são o caso do Reino Unido e França por exemplo.

 

Claro está que no passado a Alemanha e seus Satélites tentaram fazer aquilo que tanto incomoda a Chanceler. É bom relembrar que a Dinamarca, País vizinho e “irmão” da Sra., levou a cabo a ideia que deu origem ao ultimatum feito à “rebelde” Inglaterra

 

Ora, perante tão nefasto e hipócrita cenário (tão hipócrita que até parece mal), é urgente que os Europeus (Portugueses inclusive) comecem a pensar seriamente em fazer algo para que isto mude de rumo rapidamente. E de preferência antes que o tal de ponto sem retorno que a tal de Ariana tanto deseja se torne uma realidade.

 

Isto porque no dia em que a Inglaterra, ou outro qualquer Estado Membro da UE, for expulsa porque não faz aquilo que agrada à Sra. das Botas Pretas, então todo um trabalho levado a cabo no pós 2ª Guerra Mundial irá pelo “cano abaixo”. E quando tal acontecer as cicatrizes do Velho Continente voltarão a abrir-se para nunca mais se fechar.

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publicado às 10:30


Agora sim! Habemos sinais positivos!

por Pedro Silva, em 14.10.14

Ao contrário da histeria que se instalou após uma derrota ante a França, sim leram bem: derrota, a nossa Selecção mostrou ante a Dinamarca sinais positivos. Ainda existem arestas para limar, muitas mesmo, mas começam a ser notórias algumas melhorias na Equipa de Todos Nós. E isto porque acabaram de vez as cismas de Paulo Bento.

 

Tiago fez um jogo muito bom no meio campo. Ricardo Carvalho trouxe uma tranquilidade que já há muito não se via na defesa Lusa e Ricardo Quaresma, mesmo tendo jogado pouco, foi fundamental para a vitória Portuguesa em solo Dinamarquês, algo que não acontecia desde o ´seculo passado. Como já alguém disse em pleno facebook: tantas bofetadas de luva branca Paulo Bento. O que teríamos feito de bom no Mundial se tivesses colocado o teu orgulho de lado.

 

Para além dos regressos dos “D. Sebastiões”, eis que voltamos a ter um Treinador no banco. Fernando Santos teve olho e coragem para colocar em campo um meio campo com William Carvalho, Tiago e João Moutinho que deram uma dinâmica muito boa ao jogo Português e apresentou uma defesa onde, como já aqui o disse e repito, um Ricardo Carvalho que reinou de tal forma que até o mediano Patrício não teve de fazer defesa alguma no verdadeiro sentido do termo. Ainda no campo do Seleccionador, uma palavra de apreço para o sistema táctico que este encontrou para tirar o melhor proveito de um País Futebolístico que não consegue “produzir” um ponta de lança de qualidade, criando na frente de ataque um carrossel ofensivo onde Cristiano vai aparecendo como falso n.º 9. Mais ou menos o que vai sucedendo no Real Madrid CF onde Cristiano vai batendo recordes atrás de recordes.

 

Pela negativa destaco somente Eliseu. Este Jogador nunca foi um defesa lateral esquerdo e não tem qualidade para estar ao serviço da Equipa Tuga. Foram várias as ocasiões de golo dos Dinamarqueses que surgiram pelo seu flanco fruto da sua aselhice. É daquele tipo de Jogador que está sobrevalorizado pela Imprensa uma vez que é um Atleta do SL Benfica que na Liga Portuguesa que “desenrasca a coisa” sem ser sublime. Jogadores de Selecção devem ser sublimes e não desenrascados. O inverso aconteceu com Cédric que desta vez mostrou ser, de longe, bem melhor que o caceteiro mor João Pereira.

 

Agora é seguir em frente. Nada está ganho, assim como nada está perdido, mas a nossa Selecção ainda tem muito trabalho pela frente. Para mais uma rápida vista de olhos sobre os resultados do apuramento para o EURO de França rapidamente nos colocamos em sentido… Não é por mero acaso que venho dizendo sempre que hoje em dia não existem equipas fáceis. Que o digam a Alemanha, Grécia, Bélgica, etc., etc…

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publicado às 22:07


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