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Deadpool 2

por Pedro Silva, em 31.08.18

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"Deadpool 2"

AcçãoAventuraComédia - (2018)

Realizador: David Leitch

Elenco: Josh Brolin, Ryan Reynolds, Morena Baccarin

 

Sinopse: O mercenário mutante Foul-mouthed Wade Wilson (AKA. Deadpool), reúne uma equipe de colegas mutantes para proteger um menino com habilidades sobrenaturais do cyborg brutal e viajante do tempo, Cable.

 

Critica: Efectivamente há coisas que quando se repetem perdem a piada. Não estou com isto a dizer que este novo Deadpool não tenha o seu quê de engraçado, mas há coisas (tanta coisa!) que perdeu qualidade. Especialmente em certas coisas que deixaram de ser engraçadas para passarem a ser - simplesmente - estúpidas. É uma pena que tal tenha sucedido.

 

Fazer-se uma sequela exige da parte do seu Realizador e equipa muito mais do que um actor com talento natural para desempenhar o papel da sua personagem. Exige um argumento. Mas algo de novo. Algo que traga algum interesse a uma história que já todos conhecemos. Nunca, mas nunca, dá bom resultado ir-se buscar o que se fez anteriormente e acrescentar-lhe uma tremenda dose de estupidez e de idiotice. Para mais, as falas engraçadas (e o tal de humor negro típico das histórias do Deadpool) têm um limite. Tudo o que é demais é erro! A partir de dete4rmjinada altura torna-se impossível seguir-se este “Deadpool 2” sem se lançar para o ar um tremendo bocejo. Bocejo este que as cenas de acção não conseguem fazer desparecer… Exigia-se mais em termos de argumento caro David Leitch.

 

Em termos de elenco, “Deadpool 2” é Ryan Reynolds e mais dez. O moço tem uma espécie de talento natural para interpretar com mestria o papel de Deadpool. E é ele, em exclusivo, a “alma” deste novo Deadpool. O resto é de uma pobreza franciscana tal que nem vos digo, nem vos conto.

 

A Banda Sonora é das coisas que melhor se trabalhou neste “Deadpool 2”. Interessante, apelativa e muito bem aplicada. Os cenários é que pecam pela sua escassez… a vontade de se focar quase exclusivamente na destruição dá nisto. Cenas existem que até perdem o interesse de tão fraquitas que estão em termos de filmagem.

 

Em suma; “Deadpool 2” é – mais um – bom exemplo de como estragar um bom filme. Vale a pena ver o dito somente para quem gostar muito do Deadpool… Já quem não gostar tem outras alternativas bem melhores.

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publicado às 23:38


A Morte de Estaline

por Pedro Silva, em 15.07.18

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"The Death of Stalin"

ComédiaHistória - (2017)

Realizador: Armando Iannucci

Elenco: Steve Buscemi, Simon Russell Beale, Jeffrey Tambor

 

Sinopse: União Soviética, 1953. Após a morte de Josef Stalin (Adrian McLoughlin), o alto escalão do comitê do Partido Comunista se vê em momentos caóticos para decidir quem será o sucessor do líder soviético.

 

Critica: Filme muito interessante e, inclusive, engraçado q.b, mas peca por ser incompleto. Muito incompleto, porque uma caricatura é muito mais do que um conjunto de graçolas muito bem elaboradas. Uma caricatura no verdadeiro sentido do termo exige (entre outras coisas) uma cabal e extensa explicação do que está a acontecer e, mais importante do que tudo, proceder-se à devida identificação dos intervenientes de tal caricatura. Para mim que estou a ler as obras de Simon Sebag Montefiore sobre Estaline não me foi nada complicado perceber e apreciar a obra de Armando Iannucci, mas quem não o fizer terá imensas dificuldades em apreciar tão bom filme.

 

O argumento deste “A Morte de Estaline” está muito interessante. Mesmo muito interessante. Estou em crer que com este argumento o Realizador Armando Iannucci conseguiu fazer exactamente o que pretendia. O argumento desta sua prodição cinematográfica vai de encontro à caricatura que este pretende fazer ao antigo regime soviético e a um dos seus piores períodos. Gostei imenso da forma como Iannucci conseguiu caricaturar algo que é retratado em muitos documentários como o pior que a URSS ofereceu ao Mundo. Parabéns Armando Iannucci.

 

Sobre o elenco não me apraz dizer muito mais senão que esteve “normal”. Isto tendo em consideração aquilo que vou lendo nas já aqui citadas obras literárias. Também tendo em consideração o tipo de filme de que estamos a falar, não era, de todo, expectável que fosse brindado com interpretações fora do normal.

 

O que também está muito bom trabalhado é a banda sonora e os cenários que foram superiormente estudados e muito bem filmados. Mais uma vez tenho de dar os parabéns a Armando Iannucci e a toda sua equipa pelo excelente trabalho nestes dois importantes aspectos do cinema.

 

Concluindo; “A Morte de Estaline” de Armando Iannucci tem a minha profunda recomendação não obstante a lacuna fatal a que já aqui fiz referência.

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publicado às 21:43


Kingsman: O Círculo Dourado

por Pedro Silva, em 16.12.17

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"Kingsman: The Golden Circle"

AcçãoAventuraComédia - (2017)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong

 

Sinopse: Quando a sua base é destruída e o mundo é mantido como refém, a sua jornada leva-os à descoberta de uma outra organização de espionagem nos EUA chamada Statesman, que remonta ao dia em que ambas foram fundadas. Nesta nova aventura que põe à prova a força e inteligência dos seus agentes até ao limite, estas duas organizações secretas de elite terão que unir-se para derrotar um implacável inimigo comum, a fim de salvar o mundo. Algo que já começa a tornar-se um hábito para Eggsy...

 

Critica: Filme interessante, emotivo q.b., engraçado a rodos e, permitam-me o atrevimento, muito melhor do que o seu antecessor em muitos aspectos: especialmente porque neste Kingsman: O Círculo Dourado de Matthew Vaughn não temo de lidar com o aborrecido, piroso e “gasto” estilo “James Bond”. Mas atenção, não estou com isto a dizer que não é necessário ver-se o anterior r Kingsman. Pelo contrário! É fundamental fazer-se tal coisa para se ter a mínima noção do que se passa nesta muito boa produção de Matthew Vaughn.

 

Confesso que gostei muito do argumento deste Kingsman: O Círculo Dourado. Isto porque este tenta ser original (não se apoia em mais nenhum do género e também já não precisa de o fazer) sem no entanto se afastar da sua verdadeira natureza. O resultado de tal é, efectivamente, um argumento muito bom. Equilibrado e capaz de prender a nossa atenção do princípio ao fim. Well done Matthew Vaughn!

 

No elenco penso não ter nada de muito especial para destacar. Este tipo de cinema exige muito mais do físico dos actores do que propriamente da sua capacidade de representar. É o dito “normal” que não “melhora” nem “estraga” o filme em questão.

 

A Banda Sonora, quando comparada com o filme anterior, não está lá grande coisa. Chega até a ser escassa. Era muito por causa da banda sonora que o primeiro Kingsman era diferente para melhor. Nos efeitos especiais, aqui e acolá, estes estão algo exagerados dado que são algumas as vezes em que nos apercebemos da clara interferência do computador.

 

Em suma; tem a minha recomendação. Trata-se de um filme de boa qualidade (dentro do seu género, ora pois).

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publicado às 23:55


Kingsman: Serviços Secretos

por Pedro Silva, em 15.10.17

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"Kingsman: The Secret Service"

ComédiaAventuraAcção - (2014)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Samuel L. Jackson, Adrian Quinton, Colin Firth, Mark Strong, Jonno

 

Sinopse: Baseado no aclamado comic book «The secret Service», o filme conta a história dos Kingsman – uma organização super secreta de espiões – que recruta um vulgar, mas promissor, rapaz para um programa de treino ultra competitivo da sua agência, assim como uma ameaça global que surge de um desvirtuado génio das tecnologias.

 

Critica: Vi este Kingsman: Serviços Secretos a conselho de alguém que me disse ser melhor ver o primeiro da saga antes de ver o que está em exibição nos cinemas, e confesso que, no geral, foi uma aposta ganha. Não se trata de um filme brilhante, mas até que está engaçado não obstante este Kingsman: Serviços Secretos ser uma espécie de mistura de Missão Impossível com Vingadores e James Bond (e esta última parte era perfeitamente dispensável).

 

Dificilmente poderei afirmar que o argumento desta produção de Matthew Vaughn é excelente. Especialmente porque falamos de algo que tenta ser original sem o ser na realidade, mas também não posso classificar o dito como mau. É um argumento que até que é bom tendo em consideração o tipo de cinema que é. Este tem partes muito interessantes e outras enfadonhas. Especialmente quando o Realizador se lembrou de fazer a sua personagem “dar uma de James Bond”. Em suma, é um argumento que até que entretêm e se adequa - quase na perfeição - ao filme que é sem no entanto ser brilhante.

 

Relativamente ao elenco confesso que em custa um tudo ou nada escrever seja o que for.
Tirando a muito mediana prestação de Samuel L. Jackson, tudo o reste é banal. Perfeitamente banal e adequado a um filme que se centra mais no desempenho físico dos seus actores e actrizes do que propiamente na interpretação de um papel no verdadeiro sentido do termo.

 

Os cenários e banda sonora, embora nada originais, são a melhor parte deste Kingsman: Serviços Secretos- Especialmente a bandoa sonora que (a meu ver) está excelente e foi bem aplicada aos vários momentos da história. Só é mesmo pena a falta de originalidade de alguns cenários que remetem para a tristeza de espírito com que somos brindados em todos os filmes do James Bond.

Concluindo, Kingsman: Serviços Secretos tem a minha recomendação. Agora vamos a ver o que me reserva a sua sequela.

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publicado às 20:48


Capitão Cuecas - O Filme

por Pedro Silva, em 10.09.17

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"Captain Underpants: The First Epic Movie"

AnimaçãoComédia, Acção - (2017)

Realizador: Rob Letterman, David Soren

Elenco: Kevin Hart, Ed Helms, Thomas Middleditch

 

Sinopse: George Beard e Harold Hutchins são melhores amigos que passam os seus dias criando histórias em quadradinhos e a sonhar com as partidas que vão pregar. Um dia, acidentalmente hipnotizam o diretor da escola, levando-o a acreditar que ele é o Capitão Cuecas, um super-herói completamente tolo cujo traje consiste em roupa interior e uma capa. Como se isso não fosse mau o suficiente, o novo professor da escola deles é um cientista maluco que caiu em desgraça e está disposto a vingar-se na escola.

 

Critica: Fantástico. Para mim é sempre muito difícil ver um filme de animação que me encante a 100%. Poucos foram os que conseguiram tal proeza, e este “Capitão Cuecas - O Filme” acabou de entrar para uma galeria onde a exigência é máxima. Parabéns Rob Letterman e David Soren pelo filme que produziram.

 

Uma das coisas que mais gostei neste “Capitão Cuecas - O Filme” foi o seu argumento. Este é um tudo ou nada mais do mesmo, mas a sua parte cómica está de tal forma tão bem trabalhada que é impossível não termos um interesse fora de série pela história que os seus realizadores nos pretendem contar. É impossível acabar de ver este “Capitão Cuecas – o Filme” sem um enorme sorriso de orelha a orelha estampado no nosso rosto. Um argumento ao nível dos melhores no que a filme de animação diz respeito.

 

Sobre o elenco não há mesmo nada a dizer. Estiveram dentro do exigível para este tipo de cinema.

 

Já sobre o grafismo e banda sonora há mesmo muito a dizer. E o que há para dizer é que ambos estão execpcionais! O grafismo é uma tremenda novidade neste tipo de filmes. Muito interessante o trabalho que a equipa liderada por Rob Letterman e David Soren levaram a cabo neste aspecto. A banda sonora fica nada atrás do grafismo e está – repito – brilhante! Eu não gosto de ”cantorias” nos filmes de animação, mas acabei por adorar as passagens musicais deste “Capitão Cuecas – O Filme”!

 

Resumindo e concluindo; “Capitão Cuecas – O Filme” tem a minha alta recomendação. Vejam e divirtam-se. Vale mesmo a pena!

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publicado às 23:24


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