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Kingsman: O Círculo Dourado

por Pedro Silva, em 16.12.17

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"Kingsman: The Golden Circle"

AcçãoAventuraComédia - (2017)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong

 

Sinopse: Quando a sua base é destruída e o mundo é mantido como refém, a sua jornada leva-os à descoberta de uma outra organização de espionagem nos EUA chamada Statesman, que remonta ao dia em que ambas foram fundadas. Nesta nova aventura que põe à prova a força e inteligência dos seus agentes até ao limite, estas duas organizações secretas de elite terão que unir-se para derrotar um implacável inimigo comum, a fim de salvar o mundo. Algo que já começa a tornar-se um hábito para Eggsy...

 

Critica: Filme interessante, emotivo q.b., engraçado a rodos e, permitam-me o atrevimento, muito melhor do que o seu antecessor em muitos aspectos: especialmente porque neste Kingsman: O Círculo Dourado de Matthew Vaughn não temo de lidar com o aborrecido, piroso e “gasto” estilo “James Bond”. Mas atenção, não estou com isto a dizer que não é necessário ver-se o anterior r Kingsman. Pelo contrário! É fundamental fazer-se tal coisa para se ter a mínima noção do que se passa nesta muito boa produção de Matthew Vaughn.

 

Confesso que gostei muito do argumento deste Kingsman: O Círculo Dourado. Isto porque este tenta ser original (não se apoia em mais nenhum do género e também já não precisa de o fazer) sem no entanto se afastar da sua verdadeira natureza. O resultado de tal é, efectivamente, um argumento muito bom. Equilibrado e capaz de prender a nossa atenção do princípio ao fim. Well done Matthew Vaughn!

 

No elenco penso não ter nada de muito especial para destacar. Este tipo de cinema exige muito mais do físico dos actores do que propriamente da sua capacidade de representar. É o dito “normal” que não “melhora” nem “estraga” o filme em questão.

 

A Banda Sonora, quando comparada com o filme anterior, não está lá grande coisa. Chega até a ser escassa. Era muito por causa da banda sonora que o primeiro Kingsman era diferente para melhor. Nos efeitos especiais, aqui e acolá, estes estão algo exagerados dado que são algumas as vezes em que nos apercebemos da clara interferência do computador.

 

Em suma; tem a minha recomendação. Trata-se de um filme de boa qualidade (dentro do seu género, ora pois).

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publicado às 23:55


Kingsman: Serviços Secretos

por Pedro Silva, em 15.10.17

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"Kingsman: The Secret Service"

ComédiaAventuraAcção - (2014)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Samuel L. Jackson, Adrian Quinton, Colin Firth, Mark Strong, Jonno

 

Sinopse: Baseado no aclamado comic book «The secret Service», o filme conta a história dos Kingsman – uma organização super secreta de espiões – que recruta um vulgar, mas promissor, rapaz para um programa de treino ultra competitivo da sua agência, assim como uma ameaça global que surge de um desvirtuado génio das tecnologias.

 

Critica: Vi este Kingsman: Serviços Secretos a conselho de alguém que me disse ser melhor ver o primeiro da saga antes de ver o que está em exibição nos cinemas, e confesso que, no geral, foi uma aposta ganha. Não se trata de um filme brilhante, mas até que está engaçado não obstante este Kingsman: Serviços Secretos ser uma espécie de mistura de Missão Impossível com Vingadores e James Bond (e esta última parte era perfeitamente dispensável).

 

Dificilmente poderei afirmar que o argumento desta produção de Matthew Vaughn é excelente. Especialmente porque falamos de algo que tenta ser original sem o ser na realidade, mas também não posso classificar o dito como mau. É um argumento que até que é bom tendo em consideração o tipo de cinema que é. Este tem partes muito interessantes e outras enfadonhas. Especialmente quando o Realizador se lembrou de fazer a sua personagem “dar uma de James Bond”. Em suma, é um argumento que até que entretêm e se adequa - quase na perfeição - ao filme que é sem no entanto ser brilhante.

 

Relativamente ao elenco confesso que em custa um tudo ou nada escrever seja o que for.
Tirando a muito mediana prestação de Samuel L. Jackson, tudo o reste é banal. Perfeitamente banal e adequado a um filme que se centra mais no desempenho físico dos seus actores e actrizes do que propiamente na interpretação de um papel no verdadeiro sentido do termo.

 

Os cenários e banda sonora, embora nada originais, são a melhor parte deste Kingsman: Serviços Secretos- Especialmente a bandoa sonora que (a meu ver) está excelente e foi bem aplicada aos vários momentos da história. Só é mesmo pena a falta de originalidade de alguns cenários que remetem para a tristeza de espírito com que somos brindados em todos os filmes do James Bond.

Concluindo, Kingsman: Serviços Secretos tem a minha recomendação. Agora vamos a ver o que me reserva a sua sequela.

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publicado às 20:48


Magia ao Luar

por Pedro Silva, em 15.02.15

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Comédia, Romance (2014) - "Magic in the Moonlight"

Realizador: Woody Allen

Elenco: Colin Firth, Antonia Clarke, Natasha Andrews, Valérie Beaulieu

 

Sinopse: O chinês Wei Ling Soo é o mágico mais celebrado do seu tempo, mas poucos saberão que se trata do nome artístico de Stanley Crawford (Colin Firth), um resmungão e arrogante inglês, com uma grande opinião de si mesmo e uma enorme aversão aos falsos espíritas que afirmam ser capazes de fazer verdadeiras magias. Persuadido por um velho amigo, Stanley dirige-se à Côte d'Azur com o objetivo de rebaixar uma jovem e sedutora vidente, Sophie Baker (Emma Stone), que ali se encontra com a mãe. Desde o seu primeiro encontro com Sophie que Stanley a considera como uma nulidade que poderá desmascarar num instante como estando a aproveitar-se da ingenuidade da família. No entanto, para sua grande surpresa e desconforto, Sophie é capaz de numerosas proezas a ler a mente e apresenta outros poderes sobrenaturais que desafiam todas as explicações racionais, o que o deixa completamente estupefato.

 

Crítica: Como é habitual começo pela nota. E a esta produção de Woody Allen, não obstante o seu Génio, dou-lhe um satisfaz. Mais à frente direi qual a razão.

 

Esta Comédia Romântica de Woody Allen é precisamente isto: uma Comédia Romântica de Woody Allen. Como tal para poder que este filme possa ser apreciado e entendido temos de entender as peculiaridades muito próprias do seu Realizador. Com Woody as personagens parecem quase todas Narradoras. Como tal é fundamental que se assista a esta produção com uma mente aberta e muita atenção aos pormenores. Aliás, é isto que faz dos contos de Woody algo de especial.

 

Este Magia ao Luar apresenta-nos um excelente argumento sobre o dilema do Amor. Pelo meio há tempo de sobra para uns sorrisos. Os diálogos não são nada enfadonhos e o enredo está excelente e a sua recta final está divinal. O Génio de Woody Allen em todo o seu esplendor.

 

Relativamente ao elenco, sou da opinião de que cada um dos Actores e Actrizes assimilou muito bem o seu papel. É notória a preocupação de se ter feito um estudo bem profundo sobre os ritos da época em que se desenrola o filme, o que o torna ainda mais especial e bem realizado. Ainda neste campo queria deixar aqui uma palavra de apreço para Colin Firth que desempenhou muito bem o seu papel de Inglês arrogante e cínico. Um desempenho notável!

 

O calcanhar de Aquiles do Magia ao Luar reside na pobreza de cenários que nos vão sendo apresentados. Pouca diversidade e, sobretudo, muito pouca originalidade em termos de cenários retiram muito brilho a um filme que tem tudo para ser dos melhores que vi até ao momento dentro da temática das comédias românticas. Exigia-se mais, muito mais, a um Realizador do calibre do Woody. Daí a nota que lhe atribui inicialmente.

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publicado às 23:09


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