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Manter os pés bem assentes no chão

por Pedro Silva, em 03.06.17

imgS620I197552T20170603175116.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Não me vou estender muito sobre o particular que a nossa Selecção realizou no Estoril. Trata-se de um jogo particular de selecções que nesta altura do campeonato serve mais para “relembrar” certas posições e estratégias do que para outra coisa qualquer: Para mais o adversário de hoje (Chipre) está longe – muito longe mesmo – de ser uma equipa de valia igual à da próxima adversária (Letónia) de Portugal na “corrida” para o Mundial da Rússia.

 

Muito mais importante do que vir para a Praça Pública dizer que Portugal tem mil e umas opções e que está tudo bem no reino de Fernando Santos é vir-se para esta mesma Praça “colocar água na fervura”. Isto porque nós, portugueses, somos um Povo que “vai do oito ao oitenta” com as consequências nefastas que todos conhecemos.

 

Para mais ainda estou para perceber qual a necessidade de se ter realizado um jogo de carácter particular quando na próxima semana há um jogo de apuramento para o Mundial de importância extrema…

 

Relembro os mais distraídos que este mesmo apuramento do actual Campeão Europeu de selecções A está – ainda - longe de estar garantido.

 

E vale a pena também relembrar que depois do jogo de Riga (Letónia), Portugal vai disputar a Taça das Confederações. É deste lote (em breve “reforçado” pelos Campeões Europeus Pepe e Cristiano Ronaldo) que irá sair a lista dos jogadores que vão disputar a aqui referida e prestigiada competição. Se porventura alguém se lesionasse com gravidade na “partida” do António Coimbra da Mota eu queria ver se teríamos as habituais frases feitas que vem à balia sempre que Portugal derrota um adversário acessível.

 

Vamos a ver como vai isto correr na Letónia. E para esta altura fica prometida uma análise no verdadeiro sentido do termo a tudo aquilo que a nossa Selecção fizer de bem (ou mal).

 

Até lá não contem comigo para o habitual “foguetório”

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publicado às 21:00


Ansiosos pela tragédia Grega

por Pedro Silva, em 28.02.15

size_960_16_9_tsipras-grecia.jpg 

Posso estar a ser exagerado mas a impressão que tenho é a de que a nossa Praça de Comentadores/Comunicação Social parece estar desejosa de que na Grécia o Governo de Tsipras termine numa tremenda tragédia Grega.

 

Pois eu, ao contrário de todos eles, espero sinceramente que o Executivo de Tsipras seja bem-sucedido na sua Governação e que tal contribua para que o Velho Continente saia do lodo financeiro em que se meteu. Isto como está não pode continuar.

 

É claro e evidente que tem de haver um controlo sério dos orçamentos Europeus. Mas não se pode descurar a parte social da Europa.

 

O desemprego disparou para valores inacreditáveis no Sul da Europa. O investimento simplesmente desapareceu daquela zona do Velho Continente. A educação, pilar fundamental de qualquer Sociedade Moderna Democrática passou a ser um privilégio só para alguns porque os custos são cada vez maiores e as comparticipações Estatais cada vez menores. A fome e a miséria passaram a fazer parte do cenário de Portugal, Espanha, Grécia e Itália. Tudo isto são factos que ninguém pode contrariar e negar. Factos que se tornaram realidade fruto das exigências absurdas de quem supostamente investiu na recuperação de Países que fazem parte de uma Economia comum (Eurozona).

 

Agora tenhamos em especial atenção de que todas as desgraças de que falei atrás foram 10 vezes piores na Grécia do que em qualquer um dos ditos “intervencionados” (Portugal, Espanha, República da Irlanda, Chipre e Itália). Na Grécia dos tempos modernos há quem não tenha direito à saúde porque está desempregado. Na terra de Tsipras e do Siryza, onde os Invernos são muito rigorosos, há quem não tenha direito a aquecimento e electricidade simplesmente porque está no desemprego. Na Grécia de hoje ter-se assistência da parte do Estado é um luxo! A Grécia actual é um País perdido num abismo social do qual terá imensas dificuldades em sair se não houver uma cooperação internacional igual à que a Alemanha teve direito após a Segunda Guerra Mundial! E este abismo foi iniciado pelos Socialistas do PASOK e alimentado pela Direita da Nova Democracia que esteve no Poder em Atenas nos últimos quatro anos. E convêm recordar que a Grécia foi alvo de dois resgastes, um a pedido do PASOK e outro durante a Governação da Nova Democracia.

 

Daí que pergunte:

 

Será que queremos mesmo que Tsipras falhe redondamente na sua governação?

 

Será que a Política destrutiva que a Direita impôs na Europa nos está a levar a algum caminho que não seja o da destruição total?

 

Será que afinal não será só José Sócrates o Governante que controlava, ou que tentou controlar, a Comunicação Social Portuguesa?

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publicado às 23:56



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