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Rei Artur: A Lenda da Espada

por Pedro Silva, em 30.07.17

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"King Arthur: Legend of the Sword"

AçcãoAventuraDrama - (2017)

Realizador: Guy Ritchie

Elenco: Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law

 

Sinopse: Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern, tio de Artur, usurpa a coroa. Privado do seu direito de berço e sem qualquer ideia de quem realmente é, Artur acaba por crescer da maneira mais dura nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado... quer ele queira, quer não.

 

Critica: Ousado sem no entanto ser nada de especial. Confesso que fiquei muito impressionado com a transformação radical que Guy Ritchie fez da história do Rei Artur, mas por outro lado um filme que se preze não pode – nunca - ser só pancadaria entres os “bonzinhos” e os “mauzões2. Conteúdo exige-se não obstante a técnica de filmagem ser excelente.

 

Pode até haver quem goste e eu não critico tal, mas paras mim o argumento de um filme tem de ter algum conteúdo. Algo que faça algum nexo. Algo que cative o interesse pela obra. Algo que vá para lá da pancadaria e da arte de bem bater no inimigo. Ora nada disto sucede neste “Rei Artur: A Lenda da Espada”. Tudo decorre a uma velocidade tal que só percebemos o argumento lá para o meio do filme. Até lá levamos com uma série de acontecimentos que parecem ter sido cortados aos bocadinhos para que sejam mais fáceis de se digerir (digo eu). Para além disto quando o argumento se torna percepctível ressalta a sua “infantilidade”. Ou seja, o dito parece ter sido escrito para criancinhas de 2 anos ou mais dado que é uma história onde de um lado temos os maus muito maus e do outro os bonzinhos que são um tudo ou nada rebeldes.

 

Quanto ao elenco, dentro da criancice que nos é apresentada, tenho de dizer que todos estiveram muito bem. Só é pena que não tenham sido verdadeiramente postos á prova num gilme digno deste nome. Mais valia terem “emprestado” a sua voz a um filme de animação dado que é a isto que se assemelha esta produção de Guy Ritchie.

 

Os cenários e banda sonora (juntamente com os efeitos especiais) é que estão muito bons em todos os aspectos. Os cenários foram superiorment6e filmados. De tal forma que nem se dá pela sua repetição. A juntar a isto temos uma banda sonora fantástica que é coadjuvada por um conjunto de efeitos especiais muito bem conseguidos.

 

Em suma, recomendo o “Rei Artur: A Lenda da Espada” somente pelos aspectos positivos e a quem não tenha outra cosia bem melhor para ver.

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publicado às 23:55


A Cidade Perdida de Z

por Pedro Silva, em 16.07.17

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"The Lost City of Z"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: James Gray

Elenco: Robert Pattinson, Charlie Hunnam, Sienna Miller

 

Sinopse: A história verídica do explorador inglês Percy Fawcett, que viaja ate à Amazónia no início do século XX e descobre provas de uma avançada civilização até então desconhecida. Apesar de ridicularizado pela comunidade científica que encara a população indígena como selvagem, o explorador – apoiado pela sua mulher, pelo filho e pelo colega, ajudante de campo – regressa à selva numa tentativa de provar a sua teoria, mas desaparece misteriosamente em 1925...

 

Critica: Interessante sem no entanto ser brilhante. Trata-se de um filme algo “pesado” para o cidadão comum devido aos extensos e aborrecidos diálogos que são, quase sempre, autênticos recitais de poesia. Se lhe juntamos o facto de ter sido um tudo ou nada mal filmado, eis que temos a razão pela qual não considero esta produção de James Gray algo de brilhante embora o potencial para tal esteja lá.

 

O argumento de “A Cidade Perdida de Z” até que é interessante. Mas poderia estar melhor. Muito melhor se não tivéssemos de aturar autênticos recitais com diálogos quase que enfadonhos sobre temáticas super interessantes que marcaram a época onde a história se desenrola. Até que compreendo que seja necessário acrescentar alguma teatralidade e dramatismo a uma história verídica (senão tal não passa de um documentário), mas o que é demais é erro. Nem sei como podem classificar este argumento como algo de aventura, acção e fantasia dado que tais elementos são uma raridade. Para mais fica-se com a sensação de que a partir de determinada altura o Realizador promoveu um qualquer “corte” na história dado que esta por breves momentos deixa de fazer sentido.

 

Em termos de elenco “A Cidade Perdida de Z” brinda-nos com a pior coisinha que já alguma vez vi em cinema. Já vi actores e actrizes muito maus, mas os que fazem parte do elenco deste filme batem todos os recordes negativos no que ao desempenho numa produção cinematográfica diz respeito.

 

Os cenários são muito interessantes mas deveriam ter sido filmados como deve ser. Com um argumento “pesado” e um péssimo elenco bem que James Gray poderia ter-se preocupado em filmar – como deve ser - os belos cenários que tinha ao seu dispor, para desta forma cativar o interesse no seu filme, mas este não o fez e o resultado é uma espécie de barafunda que ninguém sabe muito bem o que é. Situar o espectador é algo de básico quando falamos em cinema. A banda sonora é, sem sombra de dúvida, a única coisa que se aproveita.

 

Em suma, “A Cidade Perdida de Z” de James Gray tem a minha recomendação somente por causa da curiosidade histórica.

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publicado às 20:04


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