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Assim não há pachorra

por Pedro Silva, em 12.03.16

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Imagem de zerozero

 

Na antevisão do jogo ante o União da Madeira José Peseiro pediu paciência aos adeptos. E justificou-a com o facto de a equipa estar ainda em construção salientado que não é com assobios e insultos que isto lá vai. Ora eu acrescento que não há pachorra e até mesmo paciência que consiga aguentar a péssima exibição com que o Futebol Clube do Porto brindou os poucos adeptos que estavam no Estádio do Dragão (eu inclusive).

 

Os Dragões entraram em campo trapalhões, muito trapalhões, apáticos e com muito pouca vontade de assentar o seu jogo. Até parecia que do outro lado estava o “Manchester United da Madeira# tal era o nervosismo da equipa Portista. Por seu turno o União mostrava-se tranquilo e seguia, à risca, o seu plano de defender e apostar, de quando em vez, no contra ataque.

 

Ao minuto 24´ Aboubakar marca o golo inaugural para os Azuis e Brancos. Mas foi um pouco ao estilo do “sem saber ler nem escrever”. O Futebol Clube do Porto era a equipa com mais bola - é um facto - mas estava longe de ter apresentado um futebol que justificasse o golo. O União da Madeira não reagiu de imediato, manteve a sua postura defensiva mas os seus contra ataques eram cada vez mais perigosos e tal era evidente para todos nas bancadas do Dragão (só Peseiro parecia não ver o óbvio).

 

Chegados à segunda parte o FC Porto seguiu o mesmo raciocínio da primeira parte do jogo. Manteve o seu estilo de jogo lento, previsível, trapalhão e sem rumo. Herrera marca o segundo tento Azul e Branco aos 51´ da partida. Mas o FC Porto continuava tudo na mesma. Apenas Brahimi parecia “querer remar contra a maré” mas ninguém do FC Porto o acompanhava. É, mais ou menos, nesta altura que Luís Norton de Matos segue o seu programa e faz entrar em campo os seus Jogadores mais ofensivos. José Peseiro nada faz. Resultado? Dois golos do União da Madeira em contra ataque. Em 4 minutos Norton de Matos - que se limitou a seguir o que tinha planeado nos treinos – conseguiu marcar dois golos ao FC Poro em pleno estádio do Dragão. Fantástico! Como é que José Peseiro não viu aquilo que todo um Estádio estava farto de ver?

 

A partir do minuto 67´ o Futebol Clube do Porto – finalmente! – “acorda” e “cai em cima” do União que entretanto se tinha remetido á defesa porque a conquista de um ponto era o seu grande objectivo. No meio de tanto desespero e de muita bola bombeada para a área dos Madeirenses eis que aparece Corona (o pior em campo) e marca o golo que descansou a equipa mas que inquieta os adeptos e que deveria intranquilizar Treinador e Dirigentes Portistas.

 

Em suma; o FC Porto ganhou, mantêm-se na luta pelo segundo lugar e mantêm ainda uma pequena hipótese de chegar ao Título, mas que raio de exibição é esta que perante uma equipa que veio ao Dragão defender? É que não há paciência que aguente tanto disparate da parte de Jogadores e Técnico… Não estou com isto a dizer que se deva assobiar e insultar a equipa mas existem limites para a razoabilidade e não me pareceu que hoje o FC Porto tenha sido minimamente razoável…

 

Sinceramente nãos ei o que se passa no Futebol Clube do Porto. Estou em crer que muitos dos actuais Atletas interiorizaram que no final da época vão de certeza rumar para outras paragens - e acredito que José Peseiro também siga o mesmo caminho -, mas pelo amor da santa: mais empenho e respeito pelo Clube e adeptos exige-se!

 

Chave do Jogo: Surgiu ao minuto 67´. Altura em que Danilo Dias empatou o jogo para o União. Foi a partir desta altura que o Futebol Clube do Porto “tomou conta” das despesas do jogo e fez por chegar ao tento da vitória.

 

Positivo: Luís Norton de Matos. O Treinador dos Madeirenses mostrou aquilo que deve ser um Treinador de futebol. Só lamento que não tenha tido o mesmo tipo de postura no Estádio da Luz na jornada anterior.

 

Negativo: Jesús Corona. O Mexicano nada fez enquanto esteve em campo e não é pelo facto de ter marcado o golo da vitória que se pode ter uma opinião positiva sobre o prestação do Jogador neste jogo.

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publicado às 23:55


Vencer sem nada mudar

por Pedro Silva, em 02.12.15

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Imagem de zerozero

 

Acreditem ou não mas jogos a meio da semana são um tremendo desafio para mim. Perdi quase uma primeira parte inteira deste CF União da Madeira 0 x FC Porto 4. Para mais os três golos azuis e Brancos foram marcados na primeira parte deste jogo que permitiu aos Portistas reduzir a distância pontual para o Sporting CP para 2 pontos.

 

Mas pelo que fui lendo nas crónicas do jogo, opiniões radiofónicas e do que vi na segunda parte retiro a conclusão que serve de título a este texto: Vencer sem nada mudar. A única grande diferença foi que os Portistas marcaram o primeiro golo aos 12m e aos 22m da partida já est6avam a vencer por 3 a 0. Ou seja; o Futebol Clube do Porto de Julen Lopetegui marcou nos primeiros 20 minutos de jogo, altura em que a equipa Azul e Branca pressiona o seu adversário antes de entrar na “morronice” habitual do passe para os lados e para trás até entrar em desespero total porque o golo não surge.

 

Em suma, a eficácia esteve hoje do lado dos Portistas e acabou por esconder um pouco o sempre problemático FC Porto da posse pela posse até que alguém tenha um lance de génio e resolva a partida.

 

Espero sinceramente que Julen não vá nesta cantiga e exija à sua equipa que jogue os 90 e poucos minutos de uma partida de futebol da mesma forma pressionante e dominadora como joga nos 20m da primeira parte dos jogos. Assim como também espero que Lopetegui não volte a dizer mal das arbitragens quando perde e/ou empata e passe ao lado das ditas quando ganha.

 

Chave do Jogo: Penso que é claro para todos que a partir do minuto 22 o jogo já estava mais do que decidido para os Azuis e Brancos. A partir daí, com a Chave do Jogo na sua mão, os Dragões necessitaram somente de ir gerindo a partida ante uma equipa muito organizada e que lutou muito até ao fim.

 

Positivo: Obviamente que tenho de destacar pela positiva a eficácia Portista que deu os três pontos aos Dragões e permitiu uma grande aproximação ao líder ad Liga NOS. Positiva foi também a postura dos Madeirenses que “lutaram” até ao fim não obstante terem sofrido uma pesada derrota.

 

Negativo: A expulsão de Pablo Osvaldo. O Italo-argentino não pode ter aquele tipo de atitudes em campo e para mais o árbitro da partida era Bruno Paixão (o tal que tem um problema crónico sempre que tem pela frente uma camisola Azul e Branca) o que torna ainda mais incompreensível o comportamento de Osvaldo.

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publicado às 22:47


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