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Por um Tiquinho

por Pedro Silva, em 28.09.18

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imagem retirada de zerozero

 

Antes de mais as minhas sinceras desculpas pelo atraso na publicação deste artigo. Jogo a um dia da semana é – para mim – um tremendo “castigo”. Já há muito que venho dizendo que a nossa Liga tem  de fazer uam escolha: ou marca os jogos para um dia da semana para, desta forma, satisfazer os operadores de televisão e tem os estádios vazios ou então agenda os jogos para o fim-de-semana e tem os estádios cheios. Querer as duas coisas ao mesmo tempo não dá… Adiante.

 

Sobre o jogo mantenho o que já venho dizendo há muito tempo. Prefiro mil vezes vencer sem convencer do que empatar e/ou perder e convencer. Claro que ver o Futebol Clube do Porto a jogar desta forma incomoda qualquer portista. Especialmente quando se está na bancada a ver um grupo de 11 marmanjos a trocar a bola entre si com zero margem de progressão. Tal irrita e preocupa em certa medida, mas enquanto se for vencendo está tudo bem. O problema está no simples facto de que esta forma de estar em campo poderá vir a custar pontos dado que nem sempre vamos ter um Tiquinho Soares que aparece na hora certa para empurrar a bola para a baliza adversária após um ressalto… Convinha – a meu ver – que Sérgio Conceição se apercebesse de tal antes de vir para as conferências de imprensa dando uma de José Maria Pedroto.

 

Não gosto de ver este FC Porto tão dependente dos rasgos individuais de Brahimi e Marega. É um facto que tal faz parte do futebol e que este CD Tondela de Pepa pensa sempre no “poucochinho” (especialmente quando a ideia é lixar as contas aos Dragões), mas esta forma de estar em campo é um mau sinal. Sérgio Conceição tem toda a razão quando diz que ele é que sabe quem deve jogar dado que é ele quem trabalha com os jogadores nos treinos semanais, mas face a tão fraca prestação de um meio campo portista muito trabalhador mas pouco habilidoso, não seria má ideia apostar em Oliver Torres. Quanto mais não seja para se tentar que o jogo porista passe a ter uma clara alternativa ao toca para trás e para os lados e os extremos que resolvam… repito, nem sempre vamso ter um Tiquinho a sair do banco para resolver a contenda com a ajuda da famosa “estrelinha de campeão”.

 

Concluindo; os azuis e brancos venceram, lideram a Liga NOS e na próxima jornada visitam a Luz à frente do SL Benfica. Um excelente cenário que eu espero que se mantenha. A ver vamos.

 

MVP (Most Valuable Player): Tiquinho Soares. Pouco mais fez senão marcar o golo decisivo, mas penso que é justo atribuir-lhe esta nomeação tendo em consideração a “pobreza franciscana” que foi a prestação de todos os elementos do Futebol Clube do Porto que estiveram em campo.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse claramente para o seu lado.

 

Arbitragem:  Arbitragem positiva no seu global e sem grandes percalços pela equipa de Luís Godinho.

 

Positivo: 3 pontos e liderança (novamente). Efectivamente o que se pode retirar de positivo é a vitória do FC Porto e a consequente liderança da Liga NOS.

 

Negativo: Exibição “cinzenta”. Ganhar é importante, é um facto, mas isto de se viver da sorte do jogo é algo que uma equipa como o FC Porto não pode (nem deve!) adoptar como rotina.

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publicado às 23:55


Déjà vu?

por Pedro Silva, em 13.08.17

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imagem retirada de zerozero

 

Déjà vu? Sim com certeza, mesmo que o jogo esta partida de Tondela tenha tido alguns protagonistas diferentes. Especialmente no banco de suplentes do Futebol Clube do Porto onde vi um Sérgio Conceição a deparar-se exactamente com o mesmo tipo de problemas com que Nuno Espírito Santo se deparou na época passada no mesmo recinto de jogo diante do mesmo adversário. O CD Tondela até jogou exactamente da mesma forma e contou - como não podia deixar de ser – com a cirúrgica “ajuda do costume” pois o tal de “Tetra” só hoje entra em campo.

 

Eu até que compreendo que o FC Porto realize este tipo de exibições. A pré época terminou há pouco, o mercado está ainda em aberto e a actual situação financeira do clube portista não ajuda a que o técnico possa contar com muitas opções de qualidade no plantel. Para mais já se sabe que em caso de dúvida as decisões arbitrais vão sempre contra os interesses dos Azuis e Brancos (assim dita a “cartilha”). Como tal é natural que os comandados de Sérgio nos brindem com a exibição medonha que vimos hoje.

 

A exibição do FC Porto em Tondela foi, repito, muito semelhante àquela que vimos na época passada. A única diferença reside somente no facto de na partida de hoje Aboubakar ter aproveitado o ressalto de bola para marcar o golo da vitória portista em Tondela. Tivesse este feito o que é habitual (atirar a bola ao poste ou para fora) e os mesmos que elevam o Sérgio Conceição à condição de Deus Supremo estariam a desancar no moço independentemente de estarmos na fase da temporada em que estamos.

 

Espero sinceramente que isto melhore e que Conceição aproveite o “embalo” das últimas vitórias para ir melhorando aquilo que tem de ser melhorado. É muito agradável ver a equipa a trocar a boal de um flanco para o outro, cruzar boals para a área adversária e a criar oportunidades de golo, mas os Dragões que experimentem jogar mesmo tipo de futebol que vimos hoje em Braga (outra das equipas que se “esfarrapa toda” sempre que defronta o FC Porto) e vai ser o bom e o bonito.

 

E ainda estou para perceber qual foi a ideia do Sérgio Conceição ao ter feito entrar o André André quando o CD Tondela dominava o meio campo… Quer dizer, no plantel existem por lá dois tipos (Sérgio Oliveira e João Carlos Teixeira) que “seguram o jogo e a bola” como ninguém mas o Sérgio Conceição opta antes por um moço cuja posição ainda não se sabe muito bem qual é. Brilhante.

 

E não, não é nenhuma cisma para com o Sérgio. É antes – mais - uma clara demonstração de que o Sérgio Conceição tem ainda muito trabalho pela frente numa época onde, mais uma vez, o Futebol Clube do Porto terá de lutar contra tudo e contra todos.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Casillas foi o “Santo” que garantiu os três pontos da vitória ao Futebol Clube do Porto numa partida muito complicada. E isto graças a um par de “defesas do outro mundo” que por duas ou três vezes impediram que a equipa do Tondela empatasse a partida. Seja bem-vindo de volta San Iker!

 

Chave do Jogo: Inexistente. Tanto o FC Porto como o CD Tondela foram incapazes de criar um lance que colocasse um ponto final na partida a seu favor. A emoção esteve sempre presente até aos descontos.

 

Arbitragem: Hugo Veríssimo é outro dos “artistas” com instruções para prejudicar os interesses do FC Porto sempre que possível. Não marcou uma falta evidente de Ricardo Costa sobre Marega próxima da grande área da equipa da casa. Na segunda parte consentiu todo e qualquer tipo de jogo violento da parte dos tondelenses enquanto sancionava todo o tipo de falta e faltinha que os atletas do FC Porto cometessem.

 

Positivo: Os laterais do FC Porto. Excelente o trabalho ofensivo e defensivo de Ricardo Pereira e Alex Telles. Só foi pena que os seus colegas de ataque não tivessem aproveitado este excelente trabalho.

 

Negativo: Miguel Layún. Layún entrou neste jogo para fazer a posição de extremo, mas mais uma vez este voltou a desiludir. Por pouco não cedeu o empate ao Tondela num estapafúrdio atraso de bola para Casillas

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publicado às 23:55

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imagem retirada de zerozero

 

Começo pelo que já muita gente (benfiquista entenda-se) tem apelidado de “polémica”. Primeiro, a grande penalidade a favor do Futebol Clube do Porto é clara. Só não aceita tal quem acha que o Jonas a fazer fitas na grande área é grande penalidade clara. Segundo, Yordan Osorio é bem expulso dado que foram três (3) as vezes em que Osorio carregou os jogadores do FC Porto. Por isto ponto final e - citando a malta da Luz - “joguem á bola!”

 

Quanto ao jogo jogado, Nuno Espirito Santo (NES) apostou na rotação da sua equipa. Um risco é um facto, mas há que ter em atenção que na próxima semana há que medir forças com uma arrogante Juventus e que muitos dos habituais titulares dos azuis e brancos terão de estar na máxima força nesta partida. Até aqui tudo bem. O que não me agradou de todo foi o facto de NES ter cedido à vontade do “Povão” dado que durante a 1.ª parte este colocou a sua equipa a jogar um futebol pausado (parado em muitos momentos) e de passe curto. Resultado? Futebol lateralizado, lento e previsível que “batia” num enorme “muro” Beirão. Para mais a defesa portista teve sempre alguma dificuldade em lidar com a velocidade do único avançado do CD Tondela. Não tivesse o central Osorio cometido falta para grande penalidade e mais tarde sido expulso e não me admirava nada que o empate a zero fosse uma realidade ao intervalo.

 

Na segunda parte o Tondela do "benfiquista aziado" Pepa foi corajoso e procurou responder à desvantagem. Já NES percebeu que não ia muito longe com a sua táctica do passe curto e apostou naquilo que o “povão” não gosta. E a verdade seja dita que o dito “chutão para a frente” resultou na perfeição. Tiquinho Soares que o diga. Após o grande golo de Rúben Neves veio tranquilidade que permitiu a desejada rotação de alguns dos jogadores azuis e brancos. Isto acompanhado, pois claro, de um natural recuo de toda a equipa do Tondela dado que as boas defesas de Cláudio Ramos começavam a ser manifestamente insuficientes para fazer face ao FC Porto da 2.ª parte.

 

Daí até ao final da partida foi um avolumar de oportunidades falhadas e de jogadas pouco conseguidas por parte do Futebol Clube do Porto até ter surgido a excelente jogada colectiva que resultou no golo de Diogo Jota.

 

Portanto, num jogo que o Futebol Clube do Porto acabou por tornar tranquilo há que retirar duas importantes conclusões:

 

- NES sabe o que faz. Erra como qualquer outro, mas pode-se dizer que o FC Porto tem (finalmente) um Treinador.

 

- E Rúben Neves não é - nem nunca será - um médio da posição 6. Rúben está mais formatado para jogar na posição 8 dado que tem uma capacidade fantástica de passe e um remate muito bom. Tal ficou (mais uma vez) demonstrado na partida de hoje.

 

MVP (Most Valuable Player): André André. Num jogo onde o colectivo acabou por ter mais destaque do que o individual, André André deu tudo o que tinha em prol do colectivo. Ao médio portista coube a árdua tarefa de recuperação de bolas e construção de jogo e André André procurou responder ao que lhe foi exigido com muito esforço e espirito de sacrifício.

 

Chave do Jogo: Apareceu mesmo no arranque da segunda parte do jogo para resolver a contenda a favor dos dragões. O CD Tondela procurou subir no terreno e tal revelou-se fatal dado que Rúben Neves aproveitou para marcar o segundo golo (e que golo) da noite. A partir deste momento o Tondela nunca mais se encontrou e o FC Porto passou a controlar os acontecimentos da partida.

 

Arbitragem: A forma como tudo começou deu a entender que Luís Ferreira ia seguir o “guião” habitual, mas felizmente o tempo demonstrou que esta leitura estava errada. Bem na marcação da grande penalidade a favor dos azuis e brancos e bem na expulsão do jogador dos beirões. No global Luís Ferreira e a sua equipa realizaram uma arbitragem que pecou por alguma falta de autoridade dado que muitas foram as ocasiões em que os atletas do Tondela usaram e abusaram das faltas grosseiras. Arbitragem positiva sem no entanto ter sido brilhante.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES). Apostou num onze que privilegiou a poupança de alguns dos seus melhores atletas e soube emendar o erro a tempo de vencer por goleada. Venceu o jogo, lidera a Liga NOS e reforçou a confiança do seu plantel.

 

Negativo: Miguel Layún. Mais uma vez o mexicano não soube aproveitar a oportunidade que lhe foi dada. Mal a atacar e péssimo a cruzar. Layún foi dos piores em campo num jogo tranquilo. Dias melhores virão, mas Layún tem de trabalhar muito mais para isto.

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publicado às 23:55


Daqueles jogos

por Pedro Silva, em 18.09.16

 

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Este é, sem sombra de qualquer dúvida, daqueles jogos muito complicados de se comentar. Isto porque o empate diante do Tondela é algo de difícil de se diferir dado que já todos sabiam (Nuno Espírito Santo e jogadores inclusive) que se fosse dada a oportunidade à equipa de Petit de jogar para o “pontinho” que esta não ia desperdiçar a oferta. E realmente assim foi. Sou da opinião de que hoje o FC Porto perdeu dois pontos porque foi “morcão” (como se diz cá pela terra).

 

Tudo começou com a escolha de campo. Rúben Neves (Capitão?)  teve a oportunidade de escolher de que lado ia começar o Dragão. Escolheu precisamente o lado onde os Portistas tinham de lidar com um sol que lhes dava mesmo de frente. Já o Tondela teve sempre o sol pelas costas, factor que possibilitou à equipa do centro do país fazer o seu jogo e, em certos momentos, atacar com perigo a baliza de Iker Casillas. Não foi, portanto, de estranhar que na primeira parte os Dragões tivessem tido tantas dificuldades a atacar e – em certos momentos – a defender.

 

O que também não se percebeu muito bem (pelo menos eu não percebi) foi a opção táctica de Nuno Espírito Santo (NES) para esta partida. Sabendo de antemão que o Tondela tem o estilo muito próprio do seu treinador (tudo à defesa, muita porrada e bola para a frente que o jogo é do campeonato), por que razão NES apostou num 4x4x2 que afunilava por completo o ataque portista? Os laterais Layún e Telles, bem marcados pelos jogadores do Tondela e o seu “autocarro”, praticamente não se viram e quando apareciam era para fazer o mesmo de sempre: cruzamento para a área e seja o que Deus quiser. Realmente não percebi qual foi a ideia de NES. Ideia esta que se demorou imenso tempo a corrigir.

 

Por perceber fica também a aposta de Brahimi no onze inicial em detrimento de Óliver Torres. Brahimi é um atleta de qualidade que tem um enorme defeito: fintas. O argelino perde-se muitas vezes em fintas em vez de soltar a bola a tempo de desmarcar o seu colega de equipa. Foram vários os momentos em que se Brahimi tivesse simplesmente tocado a bola para o lado para que André Silva marcasse o golo. Este erro foi - também ele - corrigido tardiamente, pois com a entrada de Oliver para o lugar de Brahimi o jogo do FC Porto melhorou bastante mas já o CD Tondela estava “carregado” de confiança.

 

Em suma; o pecado capital do Futebol Clube do Porto na partida de hoje foi o de ter dado confiança ao seu adversário. E não foi por falta de aviso que o Dragão cometeu tal disparate… Mas pronto, o que está feito, feito está. Agora é seguir em frente e aprender com os disparates (disparates que já começam a ser demasiados).

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum do jogo as equipas tiveram um lance que tivesse feito pender a vitória para os eu lado.

 

Arbitragem: Não creio que tenha sido pela exibição de Hugo Miguel e sua equipa de arbitragem que os Dragões deixaram 2 pontos e, Tondela. Acho que o árbitro deveria ter sido muito mais rigoroso no que ao “teatro” que os jogadores do Tondela se fartaram de fazer durante o jogo. Parece-me que ficou uma grande penalidade por marcar a favor do FC Porto após carga de um defensor do Tondela sobre Boly, mas este lance é alfo duvidoso e acontece numa zona complicada para se ajuizar com total certeza.

 

Positivo: Iker Casillas. Decisivo num lance em que o avançado do Tondela que seguia isolado poderia ter colocado a equipa da Beira em vantagem.

 

Negativo: Nuno Espírito Santo. Preparou mal a equipa, delineou mal a estratégia para o jogo e demorou demasiado tempo a corrigir os erros.

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publicado às 23:25


Penoso, penoso, penoso

por Pedro Silva, em 04.04.16

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Imagem de zerozero

 

Antes de mais queria deixar aqui uma nota sobre o horário das transmissões televisivas dos jogos de futebol. Onde é que raio a SPORTTV me vai buscar as 19H de uma Segunda-feira para se transmitir um jogo da nossa Liga? Perfeitamente inadmissível! Não sei porquê carga de água a Liga Portuguesa de Futebol Profissional alinha neste tipo de tratamento discriminatório: sim, discriminatório porque para esta malta existe o adepto assinante da SPORTTV, o Adepto da Rádio e o Adepto do Estádio. Tudo nesta ordem! E os Clubes lá aceitam tal coisa pois há muito que gastaram o dinheiro das transmissões ou não fosse a gestão no mundo do futebol uma espécie de circo sem fim. Adiante.

 

Quanto ao jogo em si que dizer? Bem pouco mais senão que isto parece nunca mais acabar. A equipa do Futebol Clube do Porto precisa de um enorme reset porque esta não sabe mais o que é jogar como uma equipa.

 

Quando fiz a antevisão deste FC Porto x CD Tondela disse que o Dragão nunca se rende, mas pelos vistos o Dragão rende-se mesmo. E fá-lo da pior maneira possível passando uma imagem terrível que deixará marcas por algumas temporadas. Isto a não seu que na próxima época se faça algo de profundo no Clube Azul e Branco mas tendo em consideração o “acomodamento” dos actuais Dirigentes Portistas e a forma como estes anularam a possibilidade de terem concorrência no próximo acto eleitoral não me parece que este exigido reset surja já na próxima temporada.

 

Quanto ao jogo em si que culminou com uma humilhante derrota caseira dos Dragões penso que não há muito mais a acrescentar ao que já venho dizendo.

 

A equipa hoje voltou a “ligar o chip Lopeteguiano”. O FC Porto deixou que o jogo se desenrolasse por si só esperando que uma jogada de rasgo individual resolvesse a contenda a seu favor e quando se apanhou a perder foi “o ai jesus” com ninguém a saber muito bem o que fazer em campo. A única execpção foi Danilo Pereira que, mais uma vez, mostrou estar acima de todos os seus colegas de equipa.

 

Sinceramente não percebo porquê insiste José Peseiro em Aboubakar. O Jogador está em clara baixa de forma e não é opção para ninguém pelo que não lhe faria mal nenhum passar uns tempos pelo banco de suplentes. Acredito que Suk e a sua raça teriam causado muito mais mossa a um organizado Tondela que já em Alvalade tinha mostrado que não era uma equipa fácil.

 

De resto nada mais há a acrescentar a não ser que o Tondela venceu bem. Obviamente que teve a sorte do jogo do seu lado e o Futebol Clube do Porto não teve sorte nenhuma.

 

E já agora, quando um moralizado Jesús Corona falha golos de baliza aberta é porque está na hora de se rever a parceria com a Doyen.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao minuto 59´, altura em que Luís Alberto marcou o único golo da partida, golo que deu a vitória aos Tondelenses. Até esta altura a partida estava algo “insossa” mas a partir daí o CD Tondela passou a pegou nas “rédeas” da partida e acabou a gerir a sua vantagem em pleno Estádio do Dragão.

 

Positivo: Danilo Pereira. Bem que poderia colocar aqui a vitória do CD Tondela mas prefiro destacar o “norte” de Danilo Pereira no meio de um enorme “desnorte” chamado Futebol Clube do Porto.

 

Negativo: Futebol Clube do Porto. Uma equipa que joga em sua casa ante o último classificado que está particamente condenado á descida de divisão tem a obrigação de dar mais. Muito mais se quiser ser encarado como crónico candidato ao Título.

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publicado às 23:54


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