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O “tique” de Professor Pardal

por Pedro Silva, em 12.01.21

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imagem retrirada de zerozero

O Treinador português tem tanto de genial como de Professor Pardal. Especialmente quando sente que tem de gerir o esforço do plantel que orienta face ao normal desgaste provocado pelo avançar do calendário competitivo. E, por norma, quando o treinador luso lhe dá para gerir o esforço dos seus comandados, por norma, a cosia não corre lá muito bem pois este opta por rotinas e formas de estar no campo com a qual nenhum dos seus jogadores está habituada.

Ora bem, depois de ver o que aconteceu hoje na Choupana em pleno Estádio da Madeira o que se me apraz dizer é que hoje Sérgio Conceição deu uam de Professor Pardal. E logo numa altura em que tem mostrado, pouco a pouco, que é um Treinador genial. Jogar com 3 centrais deixando o flanco esquerdo da defesa portista à responsabilidade de Luís Díaz é o mesmo que cometer kamikaze ao bom estilo nipônico… Especialmente se tivermos em linha de conta que dois jogadores (repito: 2 jogadores!) sendo um deles o conhecido Bryan Róchez que pode não ser um primor como avançado mas que de tosco não tem nada. Se lhe derem espaço este marca… Pelos vistos Pepe, Diogo Leite e um “morcão” qualquer de azul e branco vestido não sabiam de tal e foi por isto que Róchez empatou um jogo que o Futebol Clube do Porto tinha a obrigação de ter dominado e gerido pois na próxima sexta-feira há um clássico para se disputar e vencer em pleno Estádio do Dragão.

O segundo golo sofrido foi o colapsar da invenção do Sr. Professor Sérgio “Pardal” Conceição. Tremendo buracão no lado esquerdo da linha defensiva portista e o Nacional a aproveitar pois Diaz é um extremo e não um defesa lateral esquerdo. Mais! Jesús Corona, para já, só existe um e este foi o único jogador do actual plantel dos dragões que mostrou ter capacidade para fazer todo o flanco direito (defendendo e atacando). Não sei o que terá passado pela cabeça de Sérgio Conceição para num jogo a eliminar se ter lembrado de inventar… Felizmente este percebeu o disparate a tempo e retirou Sarr do campo e tudo voltou à normalidade com a entrada de Zaidu e o avançar de Luís Díaz para o seu lugar habitual.

O resto do jogo resume-se à teimosa displicência portista de não querer encarar este jogo com a seriedade que se lhe exigia, uma expulsão de um jogador da equipa madeirense e o normal impor da maior forma física do FC Porto diante de um CD Nacional que tem como objectivo prioritário a manutenção na Liga NOS.

Em suma. A verdade é que os Azuis e Brancos estão nos quartos-de-final da Taça de Portugal e estão na corrida pela renovação de um título que querem juntar ao um muito possível e provável bicampeonato. Escusavam era de ter jogado um prolongamento em casa de um adversário acessível e de terem desgastado o físico quando o próximo jogo é já daqui 3 dias e logo diante do SL Benfica…

Melhor em Campo: Mehdi Taremi. Efectivamente o internacional iraniano está a atravessar um momento de forma muito bom. Para além de mostrar que está – cada vez mais – adaptado à realidade bem complicada que é a de jogar com sucesso num dos ditos “grandes” do nosso futebol. Hoje foi mais uma demonstração de que Taremi é o “matador” que resolve os jogos que os seus colegas de equipa e Treinador se lembram de complicar.

Pior em Campo: Toni Martínez. Mau, fraquinho, péssimo. O atleta espanhol hoje foi o inverso de Taremi. Muito mal no posicionamento em campo, mau a cabecear, péssimo a criar espaço na área adversária para os colegas de equipa e terrível a dominar uma bola em corrida. Da minha parte ainda tem tempo para mostrar aquilo que realmente vale, mas cada vez mais fico com a ideia de que camisola do Futebol Clube do Porto lhe “pesa muito nos ombros”.

Arbitragem:  António Nobre deve ter sido afectado pela tempestade que na semana passada assolou a Madeira. Péssimo trabalho da equipa de arbitragem. Expulsão de um jogador do CD Nacional que ninguém entende e grande penalidade óbvia por falta sobre Taremi na área madeirense que Nobre e seus assistentes não viram. Hás dias assim em que não vale a pena sair de casa.

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publicado às 22:15


Tranquilo...

por Pedro Silva, em 20.12.20

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imagem retirada de zerozero

Tranquilo. Jogo bem tranquilo este que o Futebol Clube do Porto realizou hoje no Estádio do Dragão. E isso por culpa do clube azul e branco e do adversário que demonstra – mais uma vez – o tremendo fosso entre equipas da Primeira Liga e da Segunda Liga. Alias, se bem me recordo este CD Nacional venceu a Segunda Liga e foi campeão na secretaria devido ao surto da Covid-19 que serviu de base a uma decisão que ainda hoje ninguém entende a razão de ser. decisão que já não interessa nada pois o futebol português é mesmo assim.

Indo ao jogo propriamente dito. Até vai parecer estranho o que vou escrever, mas esta foi uma partida que o FC Porto conseguiu controlar a seu bel prazer. Coisa rara neste dragão de Sérgio Conceição que tem sempre muitas dificuldades em gerir esforço e resultados mesmo quando o calendário assim o exige. De resto, este foi um jogo que culminou numa vitória fácil. A equipa madeirense praticamente não chegou a rematar à baliza de Marchesin (corrijam-me se estiver errado) e sempre que se aproximava da baliza portista, ou perdia a bola, ou se atrapalhava com a dita cuja ou então lá surgia um atleta de azul e branco vestido que tirava o esférico dos pés dos medianos jogadores do Nacional.

Em suma, num jogo em que o adversário se limitava ao “chutão para a frente e alguém que resolva”, o FC Porto esteve bem e venceu a partida com todo o mérito. Isso não obstante o simples facto de termos tido um FC Porto bem mais assertivo e dominador da primeira parte do que na segunda onde os dragões se limitaram a deixar o relógio correr. Nada a apontar a esta forma de estar até porque os tempos são complicados e há que gerir esforço para se fazer face, com a eficácia possível, a um calendário competitivo “bem apertado”, mas essa é uma atitude perigosa pois caso o Nacional fosse um pouquinho melhor em termos de qualidade e um golo teria feito “abanar” o Futebol Clube do Porto que teria de correr muito para vencer… Relembro que na próxima quarta-feira há jogo com o SL Benfica (final da Supertaça Cândido de Oliveira).

Ainda sobre o jogo de hoje, dizer que gostei imenso da exibição de Nanu. Sou suspeito pois não nutro simpatia alguma por Manafá, jogador que considero não ter qualidade alguma para jogar no Futebol Clube do Porto, contudo hoje vi um defesa lateral direito no verdadeiro sentido do termo e não um trapalhão que tem muito jeito para correr desde que não lhe coloquem uma bola nos pés. O único “pecado capital” (se é que lhe podemos chamar assim) de Nanu foi o último passe que sai sempre com muita força e os avançados tinham muita dificuldade em dominar a bola e rematar com sucesso para o fundo da baliza nacionalista.

As más notícias deste jogo são as lesões de Otávio e Corona. Lesões, segundo quem percebe do assunto, que resultam do tremendo desgaste a que os atletas têm sido submetidos num ano futebolístico muito atípico. Vamos a ver qual a gravidade das lesões e se na próxima quarta-feira vão poder jogar diante do SL Benfica. Mas não há que ficar preocupado com tal. Tanto o brasileiro como o mexicano são dois jogadores fundamentais na estratégia de Sérgio Conceição, mas o Futebol Clube do Porto é um clube profissional que sabe que tem de ter um plantel preparado para estas eventualidades.

Uma última nota. Não sou (nem quero!) falar sobre arbitragens, mas a grande penalidade de hoje a favor do Futebol Clube do Porto é – de longe! – bem mais evidente do que a fantochada que ontem deu a vitória ao Sporting CP… Vale a pena ter treinador e presidente a fazerem figurinhas tristes na Praça Pública. Não acabemos com estas coisas que não é preciso.

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira. O internacional português está a passar por um momento de forma genial. Comandou o meio campo portista e foi o principal responsável pela boa gestão do jogo que o Futebol Clube do Porto levou hoje a cabo. Vamos a ver se Sérgio Oliveira consegue manter esse seu bom momento para lá do Natal.

Pior em Campo: Zaidu. É, por vezes no melhor pano cai a nódoa. O internacional nigeriano fez hoje um jogo em que esteve muito mal. Não a defender pois o Nacional quase não atacou, mas sim a atacar. Hoje Zaidu fartou-se de “meter água” e se o flanco esquerdo do ataque portista não existiu foi muito por sua culpa.

Arbitragem: Dúvidas no segundo golo do FC Porto dado que parece ter havido falta de Diogo Leite no lance que deu origem ao golo de Marega. Tirando esse lance, arbitragem tranquila de Manuel Oliveira que não teve influência no resultado final.

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publicado às 22:10


Brilhantismo à parte

por Pedro Silva, em 07.01.19

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo interessante sem no entanto ter sido brilhante. Penso que esta é a melhor forma de descrever - resumidamente ora pois - o que vi hoje in loco no Estádio do Dragão. Foi o típico jogo de futebol da nossa Liga onde o clube mais “pequeno” e muito bem orientado tentou “fazer peito” ao Clube “maior”. Algo que até conseguiu em muitos momentos com algum brilhantismo, mas depois acabou por pagar o preço de tamanha ousadia porque a qualidade é escassa e o físico não dá para se fazer grande mossa a um dos nossos “Grandes”. Especialmente quando este “Grande” está a atravessar um momento em que a moral resolve todo e qualquer tipo de problema.

 

Jogo interessante este que a equipa de Sérgio Conceição levou a cabo hoje. Cometeu alguns pecados defensivos que poderiam vir a ser capitais (isto para não falar no golo do CD Nacional que é, manifestamente, ridículo), mas a verdade é que – talvez pela forma algo aberta e temerária como Costinha montou a sua equipa para esta partida – o Futebol Clube do Porto procurou, quase sempre, assumir o controlo do jogo com passes curtos e tabelas entre os seus atletas. O famoso “chutão” para a frente lá surgiu de quando em vez, mas a verdade é que desta vez os azuis e brancos procuraram ter a bola no pé. O golo inaugural da partida marcado pelo argelino Brahimi é disto um bom exemplo.

 

A ver se esta forma de estar se mantêm e se há alguma evolução a nível defensivo. A margem de manobra na Liga NOS é grande é verdade, mas é eterna. Para mais Sporting CP e SL Benfica não vão andar eternamente a “dar tiros nos pés”. E há ainda os jogos da Champions onde golos como os que se sofreu hoje podem vir a ser fatais… Especialmente se do outro lado do campo estiver uam equipa mais bem apetrechada que o FC Porto.

 

Isto tudo para “deitar alguma água na fervura”. Ganhar é bom (sabe muito bem especialmente quando os rivais estão na “mó de baixo”), mas euforia a mais nunca fez bem a ninguém. Para mais prefiro mil vezes ganhar um campeonato do que bater muitos e bonitos recordes. Vamos a ver como vai isto correr no próximo Sábado diante de um Sporting que em Alvalade tem o péssimo hábito de “dar o litro” sempre que defronta a equipa da cidade Invicta.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Num jogo em que o colectivo se destacou – muito mais – em detrimento do individual, atribuo o MVP ao internacional argelino pelo simples facto de ter tido a capacidade de estar no sítio certo à hora certa para marcar dois belos golos.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 57´ para resolver a contenda a em definitivo a favor dos portistas. È nesta altura que Brahimi marca o segundo golo do FC Porto e desempata uma partida que os azuis e brancos estavam a complicar. A partir deste momento toda e qualquer capacidade de reacção da equipa madeirense caiu, em definitivo, por terra.

 

Arbitragem:  Arbitragem bem conseguida, sem grandes percalços. Bem no golo anulado ao FC Porto, deixou por mostrar um ou outro cartão amarelo, mas nada realmente significativo. Análise e opinião de  Luís Rocha Rodrigues (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Futebol positivo. Quando duas equipas querem somente jogar futebol e fazem de tudo para tal, o público agradece e dá por bem empregue o seu tempo e dinheiro.

 

Negativo: Horário do jogo. Marcar uma partida da nossa Liga para as 21h30 de uma segunda-feira só porque a televisão fala mais alto é gozar com os adeptos. Depois queixem-se que os estádios estão vazios.

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publicado às 23:55


Goleada!

por Pedro Silva, em 04.03.17

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imagem retirada de zerozero

 

Não há muito para dizer sobre a impiedosa goleada que os azuis e brancos impuseram aos alvi negros da Madeira. Isto porque o Futebol Clube do Porto não fez um jogo impressionante. Os dragões jogaram q.b. No início da partida até que até que foram notórias algumas das dificuldades que os comandados de Nuno Espirito Santo (NES) sentiram para superar a dupla linha defensiva do CD Nacional

 

O Nacional meteu o “autocarro” diante da sua baliza e estivéssemos nós nos tempos de Lopetegui e de certeza que a estratégia do “duplo autocarro” de  Jokanović teria resultado na perfeição e o CD Nacional teria conseguido o sue “pontinho”. Contudo este não é o FC Porto pachorrento e previsível de Lopetegui. O FC Porto de NES pode ter muitos defeitos, mas está longe de ser lento e previsível. O FC Porto de NES é pressionante, luta pela vitória até ao fim dos 90 e poucos minutos e procura variar as jogadas sempre que tem pela frente um adversário do estilo deste CD Nacional. Foi basicamente isto que se viu hoje no Estádio do Dragão.

 

Os dragões não foram – repito – brilhantes, mas mostraram uma enorme capacidade de luta e vontade de “esmagar” o adversário mesmo quando o resultado era favorável. E isto é extremamente importante por causa disto:

Os sete golos dão confiança

 

Confiança. Muito mais importante do que ter marcado sete golos a um adversário muito frágil, é o facto Futebol Clube do Porto ter demonstrado que vai dar luta até ao fim pelo título de campeão. E isto numa altura em que o SL Benfica começa a dar sinais claros de que está num mau momento é fundamental. Especialmente se tivermos em linha de conta que o jogo da Luz está cada vez mais próximo.

 

MVP (Most Valuable Player):André André. O meio campo dos portistas esteve impecável dado que todos os seus elementos sabiam exactamente o que fazer, quando e como fazer, mas de todos eles destaco o “trabalho silencioso” de André André que esteve sublime na ligação entre o fantástico recuperador de bolas Danilo Pereira e o grande maestro Óilver Torres. 

 

Chave do Jogo: apareceu no minuto 31´ da partida para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi neste momento que os azuis e brancos se adiantaram no marcador, deitando por terra a estratégia ultra defensiva dos alvi negros que depois deste golo perderam, por completo, o seu rumo estratégico.

 

Arbitragem: Confesso que não estava à espera desta prestação de Bruno Paixão e restante equipa de arbitragem. Bruno Paixão é conhecido pelo seu “anti portismo” e sede de protagonismo, mas hoje no Dragão este não foi nem uma coisa nem outra. Muito bem na análise dos lances e excelente na expulsão de Tobias Figueiredo. Uma excelente arbitragem, coisa rara no que a este árbitro diz respeito.

 

Positivo: O grupo de NES. Há quem diga que NES só faz asneiras. Hoje vimos o culminar das asneiras de NES: um grupo unido a defender e a ataca. Uma equipa no verdadeiro sentido do termo.

 

Negativo: Adriano Facchini. Péssimo (para não dizer terrível). Adriano Facchini foi hoje a encarnação de tudo aquilo que um Guarda-redes de uma equipa profissional não pode ser.

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publicado às 23:45


Normal. Tudo normal.

por Pedro Silva, em 01.10.16

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imagem retirada de zerozero

 

Começo por dizer que não há muito para dizer sobre a vitória do Futebol Clube do Porto na Choupana. Os Dragões venceram com naturalidade um Clube Desportivo Nacional que está longe - mesmo muito longe - daquele Nacional que lutava por um lugar “uefeiro”. Não estou com isto a tirar mérito ao FC Porto que venceu hoje por 4 bolas a zero num campo tradicionalmente difícil, mas há que ser honesto e a verdade seja dita este Nacional de Manuel Machado é dos piores dos últimos anos em todos os aspectos do jogo. Obviamente que os comandados de Nuno Espírito Santo (NES) fizeram “letra morta” de tal evidência e realizaram o seu trabalho, se bem que poderiam ter evitado aqui e acolá um ou outro disparate.

 

Manuel Machado optou pela estratégia do costume sempre que defronta o FC Porto na Madeira. Ou seja; “tudo cá atrás, bola para a frente e Salvador Agra” que resolva. A ideia era de ir aguentado as ofensivas dos Azuis e Brancos até ao intervalo para depois aproveitar o nervosismo dos Portistas. Contudo a coisa correu mal ao Professor. Primeiro porque se quer realizar este tipo de futebol tem de ter uma equipa que lhe segurança defensiva (o CD Nacional é a pior defesa da Liga NOS), e segundo o FC Porto marcou cedo no jogo e ganhou moral e tal “deitou abaixo” toda a estratégia dos Alvi Negros.

 

Em suma; o jogo acabou pro correr bem para NES que apostou numa frente de ataque muito móvel que foi apoiada por um meio campo onde Óliver Torres e Héctor Herrera (pelos visto ir ao banco um jogos faz bem ao mexicano) acabaram por estar bem na distribuição de jogo. Danilo Pereira esteve imperial na recuperação de bola/1.ª fase de construção e a defesa portou-se relativamente pois teve um ou outro lance onde “disparatou” e tivesse sido tal diante de uma equipa mais forte do que este Nacional e teria sido a “morte do artista”.

 

Duas notas finais:

 

- Um para aqui pedir para que os comentadores e adeptos do Futebol Clube do Porto (especialmente estes últimos) não façam do Diogo Jota a grande invenção após a roda. O jogo correu bem ao internacional português mas foi somente um jogo. Há que continuar a apostar num jogador jovem cuja formação não está ainda completa. Se porventura o moço não estiver bem no próximo jogo, não comecem já a “crucifica-lo” como é habitual;

 

- Acho uma certa piada aos nossos Jornalistas… O Sporting CP empatou em Guimarães depois de ter estado a vencer pro 3 bolas a zero. O SL Benfica vai ainda medir forças amanhã com o Feirense na Luz. Mas para esta malta toda o grande beneficiado da ronda é, precisamente, o SL Benfica! Patético.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao minuto 11´ para resolver – em definitivo - a contenda a favor do Futebol Clube do Porto. É nesta altura que Diogo Jota marca o tento inaugural dos Dragões e “arrasa por completo” com toda a táctica que o CD Nacional tinha delineado para este jogo.

 

Arbitragem: Bom. Rui Costa a sua equipa de arbitragem levaram a cabo um bom trabalho no que à arbitragem diz respeito. Erraram num ou noutro fora de jogo do ataque Portista mas no cômputo geral realizaram um bom trabalho. Rui Costa ajuizou bem o lance que determinou a expulsão de Tobias Figueiredo por duplo amarelo.

 

Positivo: Otávio. Está visto que o “miúdo” não sabe o que é jogar mal. Otávio joga, faz jogar e sabe “enervar” o adversário. Um excelente reforço proveniente da formação Azul e Branca.

 

Negativo: Defesa Portista. Mais uma vez tenho de colocar a defesa no “vermelho”. Esteve bem nos momentos críticos, mas complicou em alguns lances simples.

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publicado às 23:55


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