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Brilhantismo à parte

por Pedro Silva, em 07.01.19

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo interessante sem no entanto ter sido brilhante. Penso que esta é a melhor forma de descrever - resumidamente ora pois - o que vi hoje in loco no Estádio do Dragão. Foi o típico jogo de futebol da nossa Liga onde o clube mais “pequeno” e muito bem orientado tentou “fazer peito” ao Clube “maior”. Algo que até conseguiu em muitos momentos com algum brilhantismo, mas depois acabou por pagar o preço de tamanha ousadia porque a qualidade é escassa e o físico não dá para se fazer grande mossa a um dos nossos “Grandes”. Especialmente quando este “Grande” está a atravessar um momento em que a moral resolve todo e qualquer tipo de problema.

 

Jogo interessante este que a equipa de Sérgio Conceição levou a cabo hoje. Cometeu alguns pecados defensivos que poderiam vir a ser capitais (isto para não falar no golo do CD Nacional que é, manifestamente, ridículo), mas a verdade é que – talvez pela forma algo aberta e temerária como Costinha montou a sua equipa para esta partida – o Futebol Clube do Porto procurou, quase sempre, assumir o controlo do jogo com passes curtos e tabelas entre os seus atletas. O famoso “chutão” para a frente lá surgiu de quando em vez, mas a verdade é que desta vez os azuis e brancos procuraram ter a bola no pé. O golo inaugural da partida marcado pelo argelino Brahimi é disto um bom exemplo.

 

A ver se esta forma de estar se mantêm e se há alguma evolução a nível defensivo. A margem de manobra na Liga NOS é grande é verdade, mas é eterna. Para mais Sporting CP e SL Benfica não vão andar eternamente a “dar tiros nos pés”. E há ainda os jogos da Champions onde golos como os que se sofreu hoje podem vir a ser fatais… Especialmente se do outro lado do campo estiver uam equipa mais bem apetrechada que o FC Porto.

 

Isto tudo para “deitar alguma água na fervura”. Ganhar é bom (sabe muito bem especialmente quando os rivais estão na “mó de baixo”), mas euforia a mais nunca fez bem a ninguém. Para mais prefiro mil vezes ganhar um campeonato do que bater muitos e bonitos recordes. Vamos a ver como vai isto correr no próximo Sábado diante de um Sporting que em Alvalade tem o péssimo hábito de “dar o litro” sempre que defronta a equipa da cidade Invicta.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Num jogo em que o colectivo se destacou – muito mais – em detrimento do individual, atribuo o MVP ao internacional argelino pelo simples facto de ter tido a capacidade de estar no sítio certo à hora certa para marcar dois belos golos.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 57´ para resolver a contenda a em definitivo a favor dos portistas. È nesta altura que Brahimi marca o segundo golo do FC Porto e desempata uma partida que os azuis e brancos estavam a complicar. A partir deste momento toda e qualquer capacidade de reacção da equipa madeirense caiu, em definitivo, por terra.

 

Arbitragem:  Arbitragem bem conseguida, sem grandes percalços. Bem no golo anulado ao FC Porto, deixou por mostrar um ou outro cartão amarelo, mas nada realmente significativo. Análise e opinião de  Luís Rocha Rodrigues (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Futebol positivo. Quando duas equipas querem somente jogar futebol e fazem de tudo para tal, o público agradece e dá por bem empregue o seu tempo e dinheiro.

 

Negativo: Horário do jogo. Marcar uma partida da nossa Liga para as 21h30 de uma segunda-feira só porque a televisão fala mais alto é gozar com os adeptos. Depois queixem-se que os estádios estão vazios.

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publicado às 23:55


Goleada!

por Pedro Silva, em 04.03.17

imgS620I191826T20170304201022.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Não há muito para dizer sobre a impiedosa goleada que os azuis e brancos impuseram aos alvi negros da Madeira. Isto porque o Futebol Clube do Porto não fez um jogo impressionante. Os dragões jogaram q.b. No início da partida até que até que foram notórias algumas das dificuldades que os comandados de Nuno Espirito Santo (NES) sentiram para superar a dupla linha defensiva do CD Nacional

 

O Nacional meteu o “autocarro” diante da sua baliza e estivéssemos nós nos tempos de Lopetegui e de certeza que a estratégia do “duplo autocarro” de  Jokanović teria resultado na perfeição e o CD Nacional teria conseguido o sue “pontinho”. Contudo este não é o FC Porto pachorrento e previsível de Lopetegui. O FC Porto de NES pode ter muitos defeitos, mas está longe de ser lento e previsível. O FC Porto de NES é pressionante, luta pela vitória até ao fim dos 90 e poucos minutos e procura variar as jogadas sempre que tem pela frente um adversário do estilo deste CD Nacional. Foi basicamente isto que se viu hoje no Estádio do Dragão.

 

Os dragões não foram – repito – brilhantes, mas mostraram uma enorme capacidade de luta e vontade de “esmagar” o adversário mesmo quando o resultado era favorável. E isto é extremamente importante por causa disto:

Os sete golos dão confiança

 

Confiança. Muito mais importante do que ter marcado sete golos a um adversário muito frágil, é o facto Futebol Clube do Porto ter demonstrado que vai dar luta até ao fim pelo título de campeão. E isto numa altura em que o SL Benfica começa a dar sinais claros de que está num mau momento é fundamental. Especialmente se tivermos em linha de conta que o jogo da Luz está cada vez mais próximo.

 

MVP (Most Valuable Player):André André. O meio campo dos portistas esteve impecável dado que todos os seus elementos sabiam exactamente o que fazer, quando e como fazer, mas de todos eles destaco o “trabalho silencioso” de André André que esteve sublime na ligação entre o fantástico recuperador de bolas Danilo Pereira e o grande maestro Óilver Torres. 

 

Chave do Jogo: apareceu no minuto 31´ da partida para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi neste momento que os azuis e brancos se adiantaram no marcador, deitando por terra a estratégia ultra defensiva dos alvi negros que depois deste golo perderam, por completo, o seu rumo estratégico.

 

Arbitragem: Confesso que não estava à espera desta prestação de Bruno Paixão e restante equipa de arbitragem. Bruno Paixão é conhecido pelo seu “anti portismo” e sede de protagonismo, mas hoje no Dragão este não foi nem uma coisa nem outra. Muito bem na análise dos lances e excelente na expulsão de Tobias Figueiredo. Uma excelente arbitragem, coisa rara no que a este árbitro diz respeito.

 

Positivo: O grupo de NES. Há quem diga que NES só faz asneiras. Hoje vimos o culminar das asneiras de NES: um grupo unido a defender e a ataca. Uma equipa no verdadeiro sentido do termo.

 

Negativo: Adriano Facchini. Péssimo (para não dizer terrível). Adriano Facchini foi hoje a encarnação de tudo aquilo que um Guarda-redes de uma equipa profissional não pode ser.

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publicado às 23:45


Normal. Tudo normal.

por Pedro Silva, em 01.10.16

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imagem retirada de zerozero

 

Começo por dizer que não há muito para dizer sobre a vitória do Futebol Clube do Porto na Choupana. Os Dragões venceram com naturalidade um Clube Desportivo Nacional que está longe - mesmo muito longe - daquele Nacional que lutava por um lugar “uefeiro”. Não estou com isto a tirar mérito ao FC Porto que venceu hoje por 4 bolas a zero num campo tradicionalmente difícil, mas há que ser honesto e a verdade seja dita este Nacional de Manuel Machado é dos piores dos últimos anos em todos os aspectos do jogo. Obviamente que os comandados de Nuno Espírito Santo (NES) fizeram “letra morta” de tal evidência e realizaram o seu trabalho, se bem que poderiam ter evitado aqui e acolá um ou outro disparate.

 

Manuel Machado optou pela estratégia do costume sempre que defronta o FC Porto na Madeira. Ou seja; “tudo cá atrás, bola para a frente e Salvador Agra” que resolva. A ideia era de ir aguentado as ofensivas dos Azuis e Brancos até ao intervalo para depois aproveitar o nervosismo dos Portistas. Contudo a coisa correu mal ao Professor. Primeiro porque se quer realizar este tipo de futebol tem de ter uma equipa que lhe segurança defensiva (o CD Nacional é a pior defesa da Liga NOS), e segundo o FC Porto marcou cedo no jogo e ganhou moral e tal “deitou abaixo” toda a estratégia dos Alvi Negros.

 

Em suma; o jogo acabou pro correr bem para NES que apostou numa frente de ataque muito móvel que foi apoiada por um meio campo onde Óliver Torres e Héctor Herrera (pelos visto ir ao banco um jogos faz bem ao mexicano) acabaram por estar bem na distribuição de jogo. Danilo Pereira esteve imperial na recuperação de bola/1.ª fase de construção e a defesa portou-se relativamente pois teve um ou outro lance onde “disparatou” e tivesse sido tal diante de uma equipa mais forte do que este Nacional e teria sido a “morte do artista”.

 

Duas notas finais:

 

- Um para aqui pedir para que os comentadores e adeptos do Futebol Clube do Porto (especialmente estes últimos) não façam do Diogo Jota a grande invenção após a roda. O jogo correu bem ao internacional português mas foi somente um jogo. Há que continuar a apostar num jogador jovem cuja formação não está ainda completa. Se porventura o moço não estiver bem no próximo jogo, não comecem já a “crucifica-lo” como é habitual;

 

- Acho uma certa piada aos nossos Jornalistas… O Sporting CP empatou em Guimarães depois de ter estado a vencer pro 3 bolas a zero. O SL Benfica vai ainda medir forças amanhã com o Feirense na Luz. Mas para esta malta toda o grande beneficiado da ronda é, precisamente, o SL Benfica! Patético.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao minuto 11´ para resolver – em definitivo - a contenda a favor do Futebol Clube do Porto. É nesta altura que Diogo Jota marca o tento inaugural dos Dragões e “arrasa por completo” com toda a táctica que o CD Nacional tinha delineado para este jogo.

 

Arbitragem: Bom. Rui Costa a sua equipa de arbitragem levaram a cabo um bom trabalho no que à arbitragem diz respeito. Erraram num ou noutro fora de jogo do ataque Portista mas no cômputo geral realizaram um bom trabalho. Rui Costa ajuizou bem o lance que determinou a expulsão de Tobias Figueiredo por duplo amarelo.

 

Positivo: Otávio. Está visto que o “miúdo” não sabe o que é jogar mal. Otávio joga, faz jogar e sabe “enervar” o adversário. Um excelente reforço proveniente da formação Azul e Branca.

 

Negativo: Defesa Portista. Mais uma vez tenho de colocar a defesa no “vermelho”. Esteve bem nos momentos críticos, mas complicou em alguns lances simples.

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publicado às 23:55

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imagem de zerozero

 

Pergunta: Qual a grande diferença entre a vitória “gorda” do Futebol Clube do Porto em pleno Estádio do Dragão ante o CD Nacional e o Futebol Clube do Porto dos jogos anteriores?

 

Resposta: Marcar cedo.

 

 É isto mesmo. O Futebol Clube do Porto não apresentou um futebol de tal forma excelente que justifique o facto deter marcado 4 golos ao Nacional da Madeira. O que realmente sucedeu foi que os Dragões aos 2m da partida já estavam a vencer, deitando assim por terra toda e qualquer estratégia que o Professor Manuel machado tivesse delineado para este jogo. Aliás José Peseiro reconheceu tal evidência no final da partida.

 

Efectivamente é sempre muito melhor ganhar do que perder. Aumenta a moral dos jogadores e a capacidade de tolerância dos Associados e Adeptos, mas é preciso manter-se os pés bem assentes na terra até porque ainda há muito para melhorar neste FC Porto. A começar pela defesa que mesmo num jogo onde tudo correu bem se fartou de meter água (muito especialmente na primeira parte).

 

Para mais o actual plantel Azul e Branco é “desequilibrado”. Existem muitas opções para alguns sectores e escassez em outros e tal ficou nem patente na partida de hoje dado que Danilo teve de jogar “adaptado” a defesa central. Para além disto há a questão de se saber se Jogadores como Rúben Neves e Sérgio Oliveira conseguem ter um pouco mais de físico dado que qualidade e talento têm em doses muito boas. E já agora, será também de bom-tom percebermos se José Ángel consegue ser regular e levar a cabo mais uma prestação como a de hoje sempre que for chamado à titularidade.

 

Apesar de tudo o Dragão mostrou que o jovem Edgar Silva começa, cada vez mais, a ser uma clara alternativa para a frente de ataque Portista. E tal até fez bem ao ego de Aboubakar que, inclusive, marcou um belo golo apos ter saído do banco de suplentes.

 

Em suma, não obstante a vitória de um futebol que os Portistas têm apresentado sempre há ainda muito para “ser afinado” até à Final do Jamor (mais uma vez José Peseiro dixit). P daí para a frente só Pinto da Costa e seus pares saberão…

 

Chave do Jogo: Já aqui falei nela. Surgiu ao minuto 2 do jogo, altura em que Silvestre Varela marcou um excelente golo culminando uma jogada colectiva que ele próprio tinha iniciado. A partir daí toda e qualquer estratégia que o CD Nacional tinha delineado “caiu por terra” e a moral crescente dos Jogadores Azuis e Brancos fez o resto.

 

Positivo: Marcar cedo. Eis o “tónico” de que a equipa de José Peseiro andava á procura há muitas jornadas. Faço votos de que tenha vindo para ficar e que a equipa aprenda de vez a dar a volta por cima quando tal não sucede.

 

Negativo: Horário do jogo. Tenham lá paciência mas marcar um jogo para as 20h30 de um Domingo é fazer pouco de quem tem de trabalhar à semana. Não admira que o Estádio do Dragão tenha apresentado um cenário desolador nas Bancadas.

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publicado às 23:55


Mais do mesmo (não se deixem enganar)

por Pedro Silva, em 14.12.15

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Ianmgem de zerozero

 

Num jogo que começou ontem (Domingo) e só terminou hoje (Segunda) por causa do famoso nevoeiro da Choupana, o Futebol Clube do Porto confirmou aquilo que eu já sabia: está a piorar a cada jogo que realiza! Ao contrário de outras equipas que vão melhorando o seu jogo á medida que se aproxima a fase decisiva da época (meados de Janeiro/Fevereiro).

 

Já sei que haverá por aí muito crente que vai aproveitar esta “tristonha” (para não dizer medrosa) vitória ante o CD Nacional para dizer que afinal Lopetegui até sabe o que faz. E efectivamente sabe… Sabe como colocar um dos “Grandes” do nosso futebol a “jogar à equipa pequena”. Isto de após o intervalo se meter a defender o 2 a 1 é de génio. Não haja dúvida de tal! Julen está mesmo muito à frente do seu tempo. Nós, simplórios adeptos e Treinadores adversários, é que não o entendemos.

 

Os Azuis e Brancos marcaram um golo de canto. Coisa rara! Eu não tenho jeito nenhum para jogar Basquetebol mas às vezes tenho a sorte de conseguir marcar um triplo á moda da NBA! Lopetegui que não melhore este aspecto que não é preciso… E que continue a teimar na sua “posse pela posse” que vai longe. Nada de pressionar o portador da bola quando não se tem a posse da bola, transições rápidas nem pensar e velocidade de execução sempre no devagar, devagarinho que é assim é que é bom.

 

Mas vá, o mais importante ficou feito. O Porto venceu e a luta pelo Título continua. Mas parece-me que a jogar assim o Dragão vai acabar por entregar o Título em Alvalade já no princípio de 2016.

 

Ainda sobre o CD Nacional 1 x FC Porto 2 gostaria de fazer nota de um lance polémico na grande área Azul e Branca. Ao que parece no meio do nevoeiro e com uma câmara por detrás da baliza de Casillas os comentadores ad SPORTTV conseguiram descortinar o dito lance… Só é pena que não façam o mesmo esforço quando os visados são SL Benfica e Sporting CP. Adiante que isto de empurrar Jogadores da barreira e de os impedir de se mexer é uma coisa perfeitamente normal!

 

Chave do Jogo: A dita surgiu ao intervalo e poderia ter ajudado a equipa de Manuel Machado. Isto porque durante a primeira parte da partida os Dragões revelaram algumas dificuldades em controlar o meio campo dos Alvi Negros devido à lesão de Danilo e Julen Lopetegui em vez de ao intervalo ter procurado reforçar o meio campo (Rúben Neves não é, nem nunca será, um trinco) resolve retirar do campo Layún - que estava a realizar um bom jogo - para colocar em campo Maicon, passando desta forma a jogar com 3 centrais em campo (com Indi no lugar de Layún). Foi a partir deste momento que o Nacional se tornou mais perigoso e causou muitos problemas ao FC Porto que se preocupou sempre mais em gerir um 2 a 1 a seu favor do quem resolver a partida de uma vez.

 

Positivo: Herrera. São raras, muito raras mesmo, as ocasiões em que o Mexicano mostra serviço e a razão pela qual a SAD Portista apostou tanto nele e diante do Nacional vimos o melhor que Herrera pode fazer pelo Clube Azul e Branco. Uma opçãop a manter no onze inicial caso o Mexicano volte a mostrar a alma e garra que mostrou nesta partida.

 

Negativo: A escassez/excesso do actual plantel do Futebol Clube do Porto. Já há muito que venho ouvindo um comentador da Atena 1 dizer que os Azuis e Brancos têm excesso de opções para determinadas posições e escassez noutras e esta partida da Madeira mostrou-nos isto mesmo. Efectivamente não existe um suplente de Danilo tendo muitas vezes Julen Lopetegui de recorrer à adaptação de Rúben Neves e/ou Imbula á posição de trinco e depois a equipa acaba por sentir a adaptação perdendo imensa qualidade no seu meio campo.

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publicado às 19:03


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