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Começa a ser um hábito

por Pedro Silva, em 10.03.17

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imagem retirada de zerozero

 

Erectivamente começa a ser um hábito ver o Futebol Clube do Porto a golear. O único acréscimo é que desta vez regressou aquela calma que tinha desaparecido por completo do reino do dragão nos tempos idos (e nada saudosos) de Lopetegui. Mérito de Nuno Espírito Santo (NES) que tem tido a capacidade fantástica de gerir um plantel – ainda - algo desequilibrado e da SAD portista que acertou em cheio com a saída de Evandro e a entrada de Tiquinho Soares. Junte-se a isto uma confiança em crescendo e temos o Futebol Clube do Porto que lidera – justamente – a Liga NOS.

 

Sobre o jogo de Arouca pouco há a dizer. Manuel Machado fez o esperado e apresentou um FC Arouca que jogava devagar, devagarinho sempre na esperança de que um dos seus – poucos – avançados marcasse o golo inaugural que obrigasse o FC Porto a correr atrás do prejuízo… A típica postura de Manuel Machado diga-se desde já. Mas este Arouca “esbarrou” de frente com um clube azul e branco que tinha como principal objectivo dominar a partida e impor - o mais rapidamente possível - o seu futebol para, desta forma, chegar ao golo inaugural que lhe permitiria gerir o esforço. Isto porque na próxima terça-feira há uma complicada deslocação a Turim.

 

Basicamente a saborosa vitória dos portistas resume-se ao exposto nos dois parágrafos anteriores. Claro que o Arouca criou uma ou outra ocasião de perigo na baliza de Casillas, mas quando não eram Marcano e Felipe (que grande dupla de centrais!) a resolver o problema era Casillas a faze-lo com mestria. E aqui aproveito para levantar uma questão: Como é que Julen Lopetegui não conseguiu nunca retirar este rendimento de Casillas e Marcano… Tal diz muito da qualidade do actual seleccionador de Espanha. Adiante.

 

Por último confirma-se o meu pensamento sobre André André. É jogador que só “dura” meia temporada e como tal este deve ser tratado com “pinças” enquanto esta sua malapata (ou não) durar. O mesmo se aplica a Yacine Brahimi dado que sempre aqui defendi o “banho de humildade” a que NES o sujeitou.

 

MVP (Most Valuable Player): Podia nomear o grande maestro Oliver Torres (outra grande exibição!), mas Yacine Brahimi deixou tudo em campo. O argelino procurou sempre ajudar a equipa nos vários momentos do jogo, trabalhou em prol do grupo, deu tudo o que tinha e não tinha e – inclusive – fez duas preciosas assistências para golo.

 

Chave do Jogo: Os azuis e brancos cedo impuseram o seu jogo, mas pode-se dizer que o Arouca de Manuel Machado perdeu em definitivo a esperança de retirar algo deste jogo no minuto 15´do dito dado que foi nesta altura que Danilo Pereira marcou o seu belo golo. A partir daí só deu – ainda mais – Porto.

 

Arbitragem: A forma como Hugo Miguel e restante equipa de arbitragem começou o jogo fez-me crer que íamos ter mais uma daquelas arbitragens “à moda do Benfica”, mas cedo tal receio se desvaneceu. Hugo Miguel esteve bem durante todo o jogo apesar de ter exagerado um pouco na amostragem do cartão amarelo na segunda parte.

 

Positivo: Mais uma vez o grupo de NES. Há quem diga que NES só faz asneiras. Hoje vimos – outra vez - o culminar das asneiras de NES: um grupo unido a defender e a ataca. Uma equipa no verdadeiro sentido do termo.

 

Negativo: Comentadores da SportTv e Rádio Antena 1. Bem sei que há uma certa aflição nas hostes benfiquistas dado que este FC Porto está a praticar um futebol de excelência, mas haja imparcialidade e objectividade na hora de comentar e analisar um jogo do FC Porto.

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publicado às 23:21

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imagem de zerozero

 

Infelizmente não marquei presença no Estádio do Dragão para assistir ao Futebol Clube do Porto 2 x Clube Sport Marítimo 0. Questões familiares obrigaram-me a ter de ver o jogo via SPORTTV com a preciosa ajuda do rádio. E o que vi e ouvi reforçou tudo aquilo que já tinha dito num texto anterior onde analisei a prestação do Dragões ante o Famalicão… José Peseiro tem pela frente muito trabalho. Muito trabalho mesmo se quiser “colocar tudo nos eixos”.

 

A equipa Azul e Branca têm - ainda - muitos dos tiques “lopeteguianos” A defesa parece gelatina sempre que o adversário a força um pouco mais, contra ataques é coisa que não existe e quando são tentados “morrem” logo à nascença, o futebol Portista é demasiado lateralizado, vive-se á custa das jogadas individuais e existem Jogadores que estão a atravessar uma péssima fase no que à forma e confiança diz respeito.

 

Apesar de tudo vi aqui e acolá um ou outro ponto positivo. Agradou-me muito perceber que já não há a obrigação da defesa sair em posse seja em que fase da partida for. Sempre que um defesa se sentia pressionado e sem linhas de passe era pontapé na bola para onde estava virado. Prático, simples e eficaz quando tem de ser.

 

A ver vamos se na próxima jornada surgem mais algumas melhorias. Hoje venceu-se, não se realizou uma grande exibição (esta não esteve muito longe da apresentada na derrota caseira ante o CS Marítimo) e parece que existem alguns Atletas do FC Porto dispostos a tentar melhorar.

 

Não sei se é muito boa ideia Peseiro tentar modificar o tradicional 4x3x3 do Dragão para um 4x4x2. O 4x3x3 já está há muito implantado no Reino do Dragão e não creio que o José Pesieiro tenha, hoje em dia, plantel para esta mudança de fundo, mas vamos a ver até porque a coisa não correu muito mal.

 

E já agora só mais uma coisa. Péssima arbitragem de Jorge Ferreira. Ficou, pelo menos, uma grande penalidade por assinalar sobre Maxi Pereira, precisamente aquela em que o Uruguaio foi admoestado com um cartão amarelo por suposta simulação. Além disso, houve ainda dois foras de jogos mal assinalados, um para cada lado, quando os atacantes estavam em boa posição para seguirem em direcção à baliza, Aconteceu com Corona e depois com Edgar Costa. Efectivamente Vítor Pereira só nomeia “disto” para os jogos do Futebol Clube do Porto… Depois há quem fique muito admirado e ofendido quando uma boa parte da Nação Azul e Branca começa com a treta do “colinho”.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Esta foi uma partida de futebol onde o futebol ficou à porta do Estádio. Tanto FC Porto como CS Marítimo não mostraram, em momento algum, serem merecedores da vitória final.

 

Positivo: Suk. Se há Jogador que quis mostrar serviço a José Peseiro foi o Sul-coreano Suk. Tendo entrado na segunda parte para render Aboubaka e colocou em sentido a defensiva Madeirense tendo, em tão pouco tempo, criado imenso perigo junto à baliza de Salin.

 

Negativo: Aboubakar. O Camaronês não esteve nos seus melhores dias. Muito em baixo de forma e nada confiante na hora de atirar à baliza. Espera-se mais, muito mais, de um Atleta da sua qualidade.

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publicado às 23:55


O mal era Lopetegui?

por Pedro Silva, em 10.01.16

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Imagem de zerozero

 

E pronto. Julen Lopetegui saiu do comando técnico do Futebol Clube do Porto e a equipa Azul e Branca marca 5 golos sem resposta ao seu vizinho do Bessa.

 

Coincidência? Talvez. Mas prefiro olhar para as coisas com olhos de ver e dentro de alguma razoabilidade. Isto porque é verdade que a equipa Portista parece ter mostrado outro á vontade, mas este à vontade só surgiu após o segundo golo Portista marcado por Corona. Até lá o futebol apresentado pelos Dragões não era muito diferente daquele em que Lopetegui insistia.

 

Ora isto para dizer que não há ainda uma mudança do estilo “da água para o vinho” no que ao Clube Azul e Branco diz respeito, mas já deu para ver que o Futebol Clube do Porto tenta mostrar um outro tipo de futebol. Um futebol mais adaptado ao plantel que tem à sua disposição. Um futebol que coloca em campo outras soluções que não a da posse pela posse e jogo pelas laterais.

 

Mas, repito, ainda é cedo. Muito cedo para se dizer que o problema dos Dragões era o Treinador Julen Lopetegui. E, já agora, lanço o apelo para que não se exija absolutamente nada a Rui Barros ou a quem lhe venha a suceder no comando técnico da equipa Portista. Isto de mudar de Treinador a meio da época pode resultar como não.… Por norma não resultam.

 

Uma nota final para os Comentadores de futebol que desvalorizam esta vitória Portista. É um facto que o Boavista FC está muito, mesmo muito, fraquinho, mas que eu saiba o Campeonato Português é composto, essencialmente, por estas equipas e para se ser Campeão há que as derrotar. É que o FC Porto não tem nunca a sorte de ter uma Grande Penalidade duvidosa a seu favor quando se encontra a perder por duas bolas a zero para poder iniciar a “remontada”…

 

Chave do Jogo: O lance que resolveu, praticamente, a contenda a favor de um dos Clubes participantes apareceu ao minuto 62´, altura em que Jesús Corona marcou o segundo golo dos Azuis e Brancos. A partir daí os Portistas tomaram conta por completo do jogo tendo dominado por completo um Boavista FC que simplesmente desapareceu de campo.

 

Positivo: Rui Barros. O Treinador do FC Porto (antigo Adjunto de Lopetegui) não inventou e esteve bem na gestão do esforço dos seis Atletas.

 

Negativo: A "tremideira" que tomou conta da equipa Portista até ao segundo golo. Tal problema ante uma equipa mais forte poderá ter co0mplicado, e muito, a tarefa dos Portistas.

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publicado às 21:59

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imagem de zerozero

 

“Hoje ficou demonstrado que qualquer um pode vir ao Dragão jogar de igual para igual com o Futebol Clube do Porto”. Salvo erro foi mais ou menos isto que ouvi o Treinador do FC Paços de Ferreira dizer na zona de entrevistas rápidas. Assim como também ouvi Julen Lopetegui dizer que deu instruções a Danilo para que es5te se encostasse aos centrais aquando da sua entrada para o lugar de André André.

 

Em suma; para Julen Lopetegui todo e qualquer adversário que enfrente é uma espécie de colosso do futebol que tem de ser olhado com um respeito tal (a roçar o medo) que se torna perfeitamente normal defender um tangencial 2 a 1 mesmo quando se tem no plantel Jogadores muito melhores que os dos adversários. Lindo! Claro que ninguém vai reparar nisto porque o Porto ganhou e ponto. Adiante…

 

Quanto ao jogo em si… O mesmo de sempre. A única diferença é que os Portistas desta vez demoraram 20 minutos a entrar em campo. Foi precisamente nesta altura que os castores chegaram á vantagem. A partir daí o Dragão reagiu mas fê-lo com a habitual lentidão de processos que venho criticando já vários meses. O Futebol Clube do Porto acabou por vencer com naturalidade mas poderia, e deveria, ter feito muito mais porque tem capacidade para muito, muito, muito, mas mesmo muito, mais do que isto que me mostrou em pleno estádio do Dragão.

 

Uma nota final: o facto de esta partida ter sido a primeira em que o FC Porto de Julen Lopetegui deu a volta a um resultado negativo e a conquista da Grande Penalidade diz-nos muita coisa.

 

Vamos lá a ver como vai correr o jogo em Londres. Relembro somente que o Chelsea perdeu hoje com um dos últimos classificados da Liga Inglesa e que Mourinho vai jogar uma época na próxima Quarta-feira.

 

Chave do Jogo: Esta surgiu ao minuto 29 do jogo. Foi a partir desta altura que os Dragões “despertaram para a Vida” começaram a tentar tomar conta do jogo. Conseguiram-no e acabaram por alcançar uma vitória natural que poderia ter sido bem mais “gorda” se Aboubakar tivesse estado inspirado e se os Azuis e Brancos tivessem uma linha de jogo que não passe pela “pasmaceira” habitual de que Julen tanto gosta.

 

Positivo: Sou da opinião de que não há muito de positivo nesta partida. Retirando o facto de os Dragões terem vencido e de terem alcançado a sua primeira reviravolta na era Lopetegui ~soa os únicos factos que merecem o rótulo de positivo.

 

Negativo: Ao contrário da maioria das pessoas eu não vou aqui criticar Aboubakar. Os Jogadores são Seres Humanos quem tem dias em que as coisas não lhe correm como desejado apesar de muito trabalhar e foi isto que aconteceu com o Camaronês. Já o estilo de jogo do FC Porto de Lopetegui que faz com que quem venha jogar ao Dragão de olhos nos olhos com o FC Porto é, sem sombra de dúvida, o ponto negativo desse jogo.

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publicado às 23:36


O importante foi vencer

por Pedro Silva, em 12.09.15

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Imagem de zerozero

 

Quando fiz a antevisão da deslocação dos Dragões a Arouca tinha dito que era imperativo o Futebol Clube do Porto marcar cedo. E foi isto que aconteceu para o bem de toda a Nação Azul e Branca. Os Portistas ganharam num campo difícil onde os donos da casa não quiseram, em momento algum, mostrar a subserviência que mostraram num passado não muito distante.

 

Quanto ao jogo em si, eu digo sempre que o mais importante é vencer mesmo sem convencer e, basicamente foi esta a impressão com que fiquei após esta vitória Azul e Branca em Arouca. Isto porque, ao contrário de muito boa gente, não estou em crer que o FC Porto tenha realizado uma boa partida de futebol. Então na primeira parte do referido jogo o FC Porto quase não se viu em campo (assim como o Arouca). É verdade que desta vez os Portistas “mexeram-se” mais, foram agressivos q.b. e houve uma maior liberdade criativa (Lopetegui não “amarrou” tanto a equipa ao seu futebol de posse), mas os dois primeiros golos Azuis e Brancos surgiram de jogadas individuais e não da força do colectivo. Só o terceiro golo Portista é que surge de uma jogada com princípio, meio e fim. Ou seja, o problema é o mesmo de sempre e já dura há tempo a mais mas seria de bom-tom que se resolvesse de uma vez por todas pois vêm aí uma semana tremendamente complicada para os Dragões com a recepção ao Chelsea e Benfica. Não se pode, nem se deve, encarar os jogos á espera de um rasgo individual de um qualquer Jogador.

 

Quanto a Julen Lopetegui, sou da opinião que tanta “mexida” táctica num jogo onde se está a vencer não abona muito a favor da equipa. Este tipo de iniciativas “quebra” a unidade e ritmo de um colectivo que se quer forte e preparado para os jogos mais complicados. Assim como também não me agrada mesmo nada a ideia de se retirar um extremo para se colocar um médio de características defensivas em campo quando se esta a vencer por uma bola a zero. Por acaso a coisa em Arouca até que correu bem mas este tipo de pensamento poderá trazer muitos dissabores no futuro.

 

Relativamente aos reforços Mexicanos Miguel Layún e Jesús Corona penso que não há muito a dizer senão que cumpriram o seu papel. Corona deu nas vistas porque marcou dois golos mas ainda é cedo para se avaliar a real valia do Atleta. O mesmo, na minha opinião, se pode dizer de Layún que mostrou ser esforçado, Vamos com calma com este dois Jogadores e não entremos em euforias porque a malta adepta do Dragão vai do oito ao oitenta num abrir e fechar de olhos.

 

Chave do jogo: Penso que quase toda a gente saberá de antemão qual foi a chave desta importante partida. Para quem não sabe eu digo qual foi: a inclusão e Rúben Neves no onze inicial Azul e Branco. Com Rúben em campo a bola circula com uma segurança impressionante e o raio da pasmaceira do tiki taka acaba por ser atenuada porque Rúben sabe como e onde deve colocar uma bola jogável em perfeitas condições à disposição dos seus companheiros. Por mim Herrera passava a estar sempre no banco e Rúben ocuparia a importante posição 8..

 

Positivo: Neste campo destaco André André que fez um jogo brilhante e deu tudo o que tinha e não tinha nas mais variadas posições do meio campo e ataque em que Lopetegui o colocou ao longo dos 90 e poucos minutos da partida. Ainda neste âmbito destaco, mais uma vez, Aboubakar que voltou a calar muita gentinha maldosa que via nele um tremendo flop.

 

Negativo: Yacine Brahimi. Quer-me parecer que o Argelino rende muito mais na posição 10 no apoio aos avançados, mas um Jogador tem de estar na disposição de dar sempre o litro mesmo quando não está na sua posição preferida. Brahimi jogou pouco mas também fez pouco por melhorar durante o jogo. È verdade que é um erro colocar este grande Jogador como extremo, mas a atitude em campo é algo que todos necessitam de mostrar até porque o Futebol Clube do Porto não é um Clube qualquer.

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