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Qual Tiquinho, qual carapuça!

por Pedro Silva, em 18.01.19

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imagem retirada de zerozero

 

Começo por dizer que esta partida terá sido, até ao momento, uma das melhores da nossa Liga. Igual a este CD Chaves 1 x FC Porto 4 em termos de qualidade e de vontade de vencer, assim de repente, só me recordo do FC Porto x CD Nacional que terminou com uma suada vitória portista diante de um CD Nacional muito bem orientado que “vendeu bem cara” a derrota. Aliás, não estarei a dizer disparate algum se disser que estes dois jogos são muito parecidos no que à qualidade de jogo diz respeito.

 

Entrando agora no jogo em si, mas que grande vitória esta que os azuis e brancos alcançaram nas geladas terras transmontanas. Digo tal porque vi a equipa de Sérgio Conceição a jogar muito bem diante de um adversário que está na posição em que está na nossa Liga porque o futebol é aquela coisa que por muito estudada que seja, nunca será entendida na sua plenitude. Gostei muito da forma como o FC Porto foi capaz de criar linhas de passe e como foi sendo capaz de gerir o esforço e tempo de jogo dado que na próxima terça há que “brincar às tacinhas” com o eterno rival da Luz.

 

Pergunto-me porquê razão este mesmo Futebol Clube do Porto não aparece em mais jogos do nosso campeonato. Claro que nem todas as equipas jogam - ou tentam jogar – como este Chaves, mas sou da manifesta opinião de que cabe aos comandados de Sérgio Conceição jogar desta forma tão positiva em detrimento do famoso “chutão para a frente e Marega que resolva”. E não, não creio que o tal de ”calendário carregado” que já começa a parecer a desculpa esfarrapada do típico treinador português seja a razão da aposta no tal “chutão” em detrimento do futebol fácil, apelativo e eficaz que hoje os azuis e brancos demonstraram saber praticar.

 

Siga lá para o “jogo” de terça. Que tal sirva para se vencer o eterno rival da Luz e, desta forma, ganhar mais um tremendo “balão” de moral dado que é sempre importante vencer o SL Benfica mesmo que o jogo não tenha algum interesse competitivo.

 

MVP (Most Valuable Player): Tiquinho Soares. Efectivamente, qual Tiquinho, qual carapuça! Três golos dos 5 que se marcaram foram da autoria do avançado brasileiro que mostrou, mais uma vez, que é a escolha mais do que acertada para se defrontar equipas com a valia deste Grupo Desportivo de Chaves.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 68´, altura em que Tiquinho Soares marcou o terceiro golo do FC Porto e acabou desta forma, com a vontade que a equipa flaviense ainda tinha de lutar por algo mais.

 

Arbitragem:  O penálti assinalado a Pepe parece manifestamente exagerado, o que nada abona a favor da prestação de Nuno Almeida. Por outro lado, surpreendeu o facto de não admoestar Militão depois de lhe ter deixado um aviso tão claro na primeira falta.  Análise e opinião de  Gaspar Castro (jornalista do site zerozero).

 

Positivo: Futebol positivo. Quando duas equipas procuram, tão-somente, jogar futebol e dar o seu melhor o normal é que se assista um jogo de futebol agradável que acaba pro ser uma excelente publicidade para o nosso campeonato.

 

Negativo: Vídeo-árbitro para quê? Tanta cosia com o vídeo-árbitro e quando é preciso est6e não aparece nunca. Especialmente quando o prejudicado das más decisões arbitrais é o Futebol Clube do Porto.

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publicado às 22:09


Dia de festa diante de tão fraco adversário

por Pedro Silva, em 06.05.18

imgS620I220491T20180506221708.jpg 

imagem retirada do site zerozero

 

Primeiro que tudo quero aqui deixar o meu agradecimento a Sérgio Conceição, equipa técnica e plantel pela conquista do título de campeão de futebol da temporada 2017/18. Não pela conquista em si dado que isto de se ser campeão nacional de futebol é uma obrigação para uma equipa como o Futebol Clube do Porto, mas sim pela forma como tal foi alcançado. Foi preciso lutar contra um sistema mafioso montado pelos de sempre que preferem a mentira em detrimento do mérito. Por tudo isto, obrigado Sérgio Conceição & Companhia. Posto isto, passemos ao jogo.

 

O que me apraz dizer de imediato sobre a partida de hoje que decorreu no Estádio do Dragão é que raio faz o Feirense no escalação principal do nosso futebol. A equipa de Santa Maria da Feira não jogou absolutamente nada! A sua estratégia passava, tão simplesmente, por ir jogando aqui e acolá à bola para - caso a sorte assim o determinasse - marcar um golo à equipa da casa. A verdade seja dita que tal ia resultando, mas confesso que é preciso ter-se muita lata para se apelidar de equipa profissional este CD Feirense. É muito por isto que não aceito - de forma alguma! - o golo que Iker Casillas sofreu. O jogo era de consagração, é um facto, mas isto não é sinónimo de descontração ao ponto de uma equipa deste calibre ter a “destreza” de marcar um holo ao actual Campeão. Não podia ter acontecido. Não deveria ter acontecido.

 

De resto queria também dizer que foi contra este tipo de adversários que o FC Porto de Lopetegui e de NES “escorregaram”. E aqui há que dar inteiro mérito a Sérgio Conceição que mesmo não tendo (algumas vezes) colocado a sua equipa a jogar um futebol brilhante conseguiu passar a ideia de que a sorte protege os audazes. Assim se explica o posicionamento de Sérgio Oliveira no primeiro golo da equipa azul e branca. `

 

Sérgio voltou a apostar em Tiquinho Soares no ataque, tendo colocado Marega numa das faixas do ataque portista. Pessoalmente não me agrada tal opção até porque isto retira muito da força ofensiva do Futebol Clube do Porto. Esta mesma força ofensiva até que fez alguma falta diante de tão frágil adversário, mas a verdade é que quando se vence nada há a apontar às opções do treinador da equipa vencedora. A ver vamos se esta opção de Marega a extremo e Tiquinho a ponta de lança não tenha vindo para ficar… O mesmo é dizer que Aboubakar tem de voltar a estar em forma para que na próxima temporada a dupla ofensiva Abou/Moussa volte a “espalhar o terror” nas linhas defensivas das equipas adversárias.

 

Falta mais uma jornada para terminar a actual edição da Liga NOS. O título é nosso, mas há ainda a possibilidade de se bater o recorde de pontos que até à data é pertença do FC Porto de José Mourinho. Em Guimarães, mais do que nunca, espera-se muita seriedade e profissionalismo da parte dos Dragões. Para mais a equipa da casa não tem nada a ver com este triste e desonroso Feirense.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. É sempre um prazer ver futebol quando Brahimi joga desta forma. Hoje o argelino mostrou toda a sua categoria tanto no golo que marcou como em tudo o que fez em campo.

  

Chave do Jogo: Até que poderia dizer que esta já era pertença dos Dragões mal o jogo começou tal a pobreza futebolística do adversário, mas para ser mais preciso tenho que dizer que esta apareceu com o fabuloso golo de Brahimi.

 

Arbitragem:  Arbitragem correcta e com decisões certas nos lances mais discutíveis. O mais duvidoso aconteceu no derrube de Briseño a Hernâni, mas fica o benefício da dúvida para o árbitro, que decidiu ter sido fora da área depois de ver as imagens.

 

Positivo: Hernâni. Esteve pouco tempo em campo, mas hoje este soube aproveitar este pouco tempo para mostrar a todos que até que sabe dar uns toques interessantes na bola.

 

Negativo: Tirando o CD Feirense, nada mais a apontar.

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publicado às 23:55


Contra tudo e contra todos!

por Pedro Silva, em 05.05.18

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Campeão Nacional de Futebol 2017/18

 

Parabéns Futebol Clube do Porto!

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publicado às 23:55


Rápido e mal

por Pedro Silva, em 23.04.18

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imagem retirada de zerozero

 

Dia de muito calor na cidade do Porto e futebol a horas impróprias para quem tem de trabalhar. Contudo a paixão pelo Futebol Clube do Porto fala mais alto e eis que fui mais um do imenso mar azul que encheu o Estádio do Dragão - quase – até transbordar. Tamanho sacrifício da parte de tantos portistas merecia outro tipo de exibição deste FC Porto que voltou a evidenciar os velhos problemas do costume. Obviamente que o que interessa é o “gordo” resultado final alcançado pela equipa de Sérgio Conceição, mas não devemos cair na ratoeira de que bastará jogar assim nos próximos três jogos para que o título de campeão seja uma realidade.

 

Os azuis e brancos venceram é um facto, mas a verdade é que o fizeram porque das quatro vezes em que foram á baliza sadina marcaram. E o mesmo se pode dizer da equipa de José Couceiro que na primeira vez em que atirou à baliza de Casillas fez golo. A eficácia ganha jogos e campeonatos, mas a segurança defensiva e capacidade de gestão da posse da bola também. São três ditames do futebol moderno que este (já cansadíssimo!) Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição tem imensa dificuldade em aplicar.

 

Sem e disserem que hoje o jogo no Dragão se resumiu a uma primeira parte fraquita em que a equipa da casa foi eficaz eu assino por baixo e acrescento que o público presente merecia mais. Muito mais. E merecia também que esta equipa mostrasse a segurança de que necessita para enfrentar com sucesso as três jornadas que se seguem. Ao intervalo do jogo um amigo meu que prezo bastante dizia o seguinte sobre a primeira parte do FC Porto: “Estamos a defender mal. Se jogarmos assim na Madeira enfardamos, que eles não perdoam.” Falo sinceros votos de que Sérgio Conceição também tenha visto o mesmo…

 

E já que aqui falei no Sérgio, confesso que até que gostei das suas substituições. Não creio é que este tenha feito a melhor das preparações para este jogo. Mas também não o censuro pois já são demais os atletas azuis e brancos que se levarem a mão à boca estouram. Um aspecto a rever na próxima temporada esta da gestão do físico, pois a qualidade está lá.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. Optei pela escolha do público presente no Estádio do Dragão porque este marcou um “golão” de livre. Tirando o esforçado Moussa Marega não me pareceu que qualquer atleta do FC Porto se tivesse destacado da medianidade exibicional dos demais.

  

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 72´ para colocar um ponto final no jogo. È nesta altura que Alex Telles marca um excelente golo de livre acabando, de vez com a vontade do Vitória FC de tentar fazer mais golos a uma “tremida” defesa portista.

 

Arbitragem:  Ficaram dúvidas sobre um lance ainda com 0 x 0 no marcador, mas leva o benefício da dúvida. De resto, uma arbitragem sem problemas.

 

Positivo: Mar Azul. Segunda-feira, dia de trabalho e um calor fora do normal para a época. Nestas condições há que louvar os adeptos do Futebol Clube do Porto que hoje fizeram do Mar Azul uma realidade.

 

Negativo: Marcar quatro golos, sofrer um, “tremideira” com a bola nos pés, final da primeira parte e ponto. Muito pouco para uma equipa que tem ainda de vencer três jogos bem complicados para se poder sagrar campeã ao fim de quatro longos anos.

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publicado às 23:55


“Estrelinha” de campeão

por Pedro Silva, em 02.03.18

imgS620I216009T20180302224226.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Há jogos assim. Jogos em que a exibição não justifica a vitória mas que, por força daquela pontinha de sorte que sorri aos campeões, se vence. Basicamente foi isto que aconteceu neste clássico que os Dragões venceram. Nada que retire qualquer mérito a este Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição, mas a verdade é que o resultado mais justo teria sido um empate. O Sporting Clube de Portugal de Jorge Jesus não merecia esta derrota. Isto tendo, obviamente, em linha de conta aquilo que ambas as equipas fizeram em campo.

 

Confesso que não gostei muito de ver este FC Porto a jogar. Especialmente tendo em consideração que este jogou no seu estádio. A equipa azul e branca até que entrou forte e com vontade de impor o seu futebol, mas rapidamente perdeu toda esta vontade e deixou que Bruno Fernandes tomasse conta do meio campo fazendo com que o Sporting tivesse momentos em que parecia ter o jogo controlado. O golo de Marcano que colocou o FC Porto em vantagem caiu do “céu aos trambolhões”, tal era a superioridade da equipa leonina num meio campo que o FC Porto de Sérgio Conceição tinha imensas dificuldades em controlar. Não admirou, portanto, que o Sporting CP tenha conseguido empatar a partida ainda antes do intervalo. Na segunda parte a história repetiu-se, só que desta vez o avançado Rafael Leão (mais um excelente “produto” made in Alvalade) não conseguiu imitar Yacine Brahimi e os portistas venceram a partida com o extra quase terem afastado a equipa de Jorge Jesus da corrida do título de campeão.

 

Agora, mais importante do que tudo é manter os pés bem assentes na terra. Vejo muito adepto do FC Porto a fazer uma festa tremenda como se o campeonato já tivesse terminado. Não. O campeonato não terminou e o Sporting não está irremediavelmente afastado do título. Para mais ainda há que lidar com o Benfica e, repito, hoje o Futebol Clube do Porto venceu no seu Estádio do Dragão com a ajuda preciosa da tal “estrelinha de campeão” e do San Iker.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Atento na hora certa e decisivo quando mais foi preciso. Hoje o FC Porto deve os três pontos ada vitória ao seu Guardião que quase no fim do jogo fez uma defesa do outro mundo, impedindo, desta forma, que Montero empatasse o jogo a duas bolas.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse, em definitivo, para o seu lado.

 

Arbitragem: Artur Soares Dias com uma decisão complicada aos 19 minutos. Parece ter existido um toque de Dalot sobre Doumbia na área do FC Porto, mas ficam dúvidas sobre se chegou para fazer cair o avançado. Tirando esse lance a arbitragem correu bem. Nota apenas para uma situação estranha entre Coentrão e um elemento do corpo médico, onde ninguém esteve  bem.

 

Positivo: Formação portista. Diogo Dalot e Gonçalo Paciência mostraram hoje, mais uma vez, a qualidade da formação do Futebol Clube do Porto. Dois jovens atletas que bem trabalhados podem vir a redundar em dois grandes craques.

 

Negativo: Incapacidade portista. Bem sei que já venho “a bater nesta tecla” há algum tempo, mas custa-me ver este FC Porto a ter tanta dificuldade em controlar um jogo. Especialmente quando está a vencer.

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publicado às 22:47


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