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Tomb Raider - A origem

por Pedro Silva, em 07.07.18

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"Tomb Raider"

AcçãoAventura - (2018)

Realizador: Roar Uthaug

Elenco: Alicia Vikander, Walton Goggins, Dominic West

 

Sinopse: Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu anos antes. Com a esperança de resolver o mistério do desaparecimento de seu pai, Lara embarca em uma perigosa jornada para seu último destino conhecido - um túmulo lendário em uma ilha mítica que pode estar em algum lugar ao largo da costa do Japão. As apostas não podiam ser maiores, pois Lara deve confiar em sua mente aguda, fé cega e espírito teimoso para se aventurar no desconhecido.

 

Critica: Se calhar o que vou dizer a seguir vai incomodar muito boa gente, mas sou da opinião de que esta produção de Roar Uthaug é a melhor adaptação para o grande ecrã do famoso jogo Tomb Raider. Sem grandes inovações e sem seguir à risca o referido jogo, o realizador conseguiu criar uma obra que, repito, é a melhor das adaptações do famoso Tomb Raider.

 

Gostei particularmente do argumento. Original sem, no entanto, “fugir” muito do essencial que todos conhecemos. Acho que Roar Uthaug aproveitou muito bem uma das varadíssimas histórias dos jogos Tomb Raider para criar algo que é original sem no entanto ser totalmente original. Foi uma aposta arriscada (é um facto), mas acaba por ser uma aposta muito bem ganha pois o filme em si tem uma história deveras interessante e que vai de encontro aquilo que se espera ver num Tomb Raider.

 

O elenco também soube, no geral, estar à altura do filme. Gostei imenso do trabalho de Alicia Vikander (uma interpretação de Lara Croft a roçar a perfeição). Walton Goggins e Dominic West estiveram, também eles, muitíssimo bem no desempenho do seu trabalho. Raras são as vezes em que tenho o prazer de ver um elenco que 5trabalhe tão bem.

 

O pecado capital deste Tomb Raider são os cenários. Não que estejam maus. Pelo contrário. São muito variados e estão bem enquadrados no espírito da história. Pecam é por em determinadas alturas serem demasiados escuros. Uma melhor filmagem exigia-se. Tal tornaria a história muito mais interessante e apetecível. Quanto à banda sonora, é o normal para este tipo de cinema.

 

Em suma, Tomb Raider - A origem de Roar Uthaug tem a minha recomendação.

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publicado às 23:27


TRON: O Legado

por Pedro Silva, em 19.05.18

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"TRON: Legacy"

AcçãoAventuraFicção Científica - (2010)

Realizador: Joseph Kosinski

Elenco: Olivia Wilde, Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Bruce Boxleitner

 

Sinopse: Tron O Legado é uma aventura high tech em 3D, passada num mundo digital como nunca antes vimos no grande ecrã. Sam Flynn, um rebelde de 27 anos, é assombrado pelo misterioso desaparecimento do seu pai, Kevin Flynn, um homem que ficou conhecido como líder mundial na criação de videojogos. Quando Sam investiga uma estranha mensagem enviada do antigo escritório de Flynn - uma mensagem que só poderia ter sido enviada pelo seu pai - ele é atirado para um mundo digital, o mesmo para onde Flynn foi..

 

Critica: “TRON: O Legado” é o tal upgrade que eu tinha “reclamado” aquando da análise que fiz do seu antecessor. Trata-se, sem sombra de qualquer dúvida, de um filme interessante e cativante cuja produção foi inteligentemente aproveitada pelo Realizador Joseph Kosinski que, na minha modesta perspectiva, conseguiu com êxito trazer a saga de “TRON” para os tempos do cinema moderno.

 

Efectivamente “TRON: O Legado” é a real continuação de “TRON”. O argumento do filme de Joseph Kosinski  é, basicamente, o mesmo. Ou seja; “TRON: O Legado” consegue ser tão interessante como o “TRON” de Steven Lisberger. As pequenas – grandes! - Diferenças estão não no argumento (que até que são muito parecidos), mas sim na modernidade da sua filmagem e no elenco que, a meu ver, já apresenta um certo nível de qualidade que torna a produção cinematográfica muito mais apetecível.

 

E já que aqui falei no elenco, de todos destaco o trabalho de Olivia Wilde. Não é aquilo que se pode apelidar de “papelaço”, mas é um trabalho que traz muito interesse a um filme que embora não querendo renegar as suas origens, procura ser algo inovador (o que, em certa medida, faz todo o sentido). Já a restante equipa, este fazem bem o seu trabalho e não destoam. O exigível para um filme interessante.

 

A parte que mais gostei foi, precisamente, a dos cenários /efeitos especiais e banda sonora. É o tal upgrade que falei anteriormente. E que upgrade dado que este trouxe a história de “TRON” para um patamar muito melhor e bem mais apetecível de se seguir.

 

Em suma, “TRON: O Legado“ de Joseph Kosinski tem a minha recomendação.

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publicado às 23:04


Tron

por Pedro Silva, em 08.05.18

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"Tron"

AcçãoAventuraFicção Científica - (1982)

Realizador: Steven Lisberger

Elenco: Jeff Bridges, Bruce Boxleitner, David Warner

 

Sinopse: Flynn invade o computador de seu ex-chefe para provar que foi trapaceado por outro executivo. Acaba entrando na máquina e tornando-se um gladiador computadorizado em um jogo mortal.

 

Critica: Ora quem disse que o que é antigo não é bom? “Tron” do Realizador Steven Lisberger é um bom exemplo disto mesmo. Efectivamente “velhos são os trapos”, um ditado popular que pode muito bem aplicar-se a este “Tron” que não obstante a sua idade é uma produção cinematográfica de excelência que consegue ficar bem á frente de muita da porcaria da era moderna do cinema.

 

O que mais gostei em “Tron” foi do seu argumento. Simples mas muito (mesmo muito!) interessante e cativante. É muito difícil haver um filme que consiga prender a minha atenção do princípio ao fim e quando tal sucede é porque o argumento dito é de excelência. O argumento de “Tron” é tudo menos complexo, facto que o torna deveras apetecível para o comum dos cinéfilos. Claro que aqui e acolá o argumento deste “Tron” poderá ser acusado de previsível, mas a quantidade bem doseada de emoção que Steven Lisberger colocou nesta sua produção torna-o num dos melhores filmes do género tendo em consideração as óbvias limitações tecnológicas da altura.

 

Já o elenco deixou-me um tudo ou nada desiludido. Quer dizer, a equipa escolhida pelo Realizador de “Tron” podia, na altura, até ser do melhor que havia no mercado mas mesmo tendo este importante pormenor em consideração tenho de ser honesto e dizer que não gostei do trabalho de nenhum dos actores e actrizes. Talvez tal seja assim pelo facto de eu estar estar um tudo ou nada mal habituado ao desempenho dos elencos dos nossos tempos, e se for este o caso ficam, desde já, as minhas desculpas a Jeff Bridges, Bruce Boxleitner e David Warner. E já agora, uma última nota para aqui dizer que um filme de qualidade não tem de ter um elenco muito grande. “Tron” é um bom exemplo disto mesmo.

 

E desta vez vou abster-me de opinar sobre os cenários, efeitos especiais e banda sonora. Qual o motivo de tal? Simples, “Tron” é uma produção cinematográfica de 1982 e estamos em 2018. É um tudo ou nada complicado tecer uma opinião séria e justa sobre tais aspectos quando já se passaram 38 anos desde a produção de “Tron”.

 

Em suma; “Tron” de Steven Lisberger tem a minha recomendação. Vale mesmo a pena recordar este filma da “velha guarda”.

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publicado às 18:41


Aniquilação

por Pedro Silva, em 25.03.18

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"Annihilation"

AventuraDramaFantasia - (2018)

Realizador: Alex Garland

Elenco: Natalie Portman, Jennifer Jason Leigh, Gina Rodriguez

 

Sinopse: Uma bióloga (Natalie Portman) se junta a uma expedição secreta com outras três mulheres em uma região conhecida como Área X, um local isolado da civilização onde as leis da natureza não se aplicam. Lá, ela precisa lidar com uma misteriosa contaminação, um animal mortal e ainda procura por pistas de colegas que desaparecem, incluindo seu marido (Oscar Isaac).

 

Critica: Ora aqui está algo que Hollywood rejeitou liminarmente (a falta de capacidade de encaixe do Norte-americano comum dá nisto) que a NETFLIX em boa hora aproveitou. “Aniquilação” de Alex Garland não é uma obra de arte, mas tem a capacidade de nos colocar a pensar e quando este objectivo é o pretendido pelo seu Realizador então estamos, forçosamente, perante um bom filme.

 

Há quem, diga que o argumento deste “Aniquilação” é algo “pesado”. Pessoalmente não achei que tal seja assim. É um facto que se trata de um argumento cuja “degustação” não é propiamente fácil dado que são alguns os momentos em que a história “trava”, cortando – quase que por completo – com a acção do momento e esta técnica nem sempre é apreciada por todos, mas se tomarmos o argumento desta produção cinematográfica de Alex Garland pelo seu todo, facilmente verificamos que este é mesmo muito bom. “Aniquilação” é Algo que tem “cabeça, tronco e membros”. Algo que se aproveita e que passa uma clara e inequívoca mensagem.

 

O elenco deste filme teve um trabalho bem complicado pela frente. Isto porque a cada personagem cabia a tarefa de passar uma mensagem diferente. Pessoalmente não desgostei do trabalho das actrizes. Estiveram bem, se bem que me pareceu que Natalie Portman poderia ter estado bem melhor dado o seu histórico no Mundo da Sétima Arte.

 

As partes que mais gostei de ver neste “Aniquilação” foram os cenários (os respectivos efeitos especiais) e a banda sonora. São de uma excelência atroz! Os cenários até que são pouco diversificados, mas estão muito bem enquadrados à história que o Realizador nos quer contar. Claro que para tal a Banda Son9ora também ajuda muito. Assim como os fabulosos efeitos especiais.

 

Em suma; “Aniquilação” de Alex Garland tem a minha forte recomendação.

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publicado às 23:55


Liga da Justiça

por Pedro Silva, em 18.03.18

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"Justice League"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: Zack Snyder

Elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa

 

Sinopse: Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman , Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman, Cyborg e Flash -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

 

Critica: Interessante sem no entanto ser brilhante. Continuo a ter a opinião de que o filme da Mulher Maravilha é, sem sombra de dúvida, a melhor adaptação para cinema dos famosos comics. Este “Liga da Justiça” até que está bom, mas não consegue ter aquele brilho. A maior crítica que lhe faço é que em certos momentos exagera-se um tudo ou nada nas poses heroicas. Nos comics ter os heróis a posar para o leitor faz sentido, já nos filmes com pessoas tal chega a ser embaraçoso pois coloca o dito filme no patamar das séries infantis que se podem ver nos canais do cabo.

 

O facto de Zack Snyder não ter inventado no argumento é um ponto positivo. Adaptar o argumento de um comics ao mundo do cinema é algo que nem todos os Realizadores conseguem fazer com sucesso. Zack esteve muito bem neste aspecto e eu agradeço-lhe por isto. Assim vale a pena ver um filme de super heróis.

 

O elenco traz-nos, de novo, Gal Gadot ao Mundo da Sétima Arte. A actriz e modelo até que nem esteve nada mal no “Mulher Maravilha”, pelo que seria de es+pera4r que esta voltasse a ter o mesmo tipo de desempenho neste “Liga da Justiça” E de facto a Gadot não me desiludiu. Mas também não me impressionou. Fez o que lhe competia. Quem também não esteve nada mal foi Jason Momoa. Já Ben Affleck… Quem é que disse ao moço que ele tinha jeito para o cinema?

 

Relativamente aos cenários, confesso que fiquei com a nítida sensação de que a equipa que produziu este “Liga da Justiça” procurou sempre seguir o guião do comics. A ser assim, então o trabalho feito é muito bom. Já a banda sonora deixa um tudo ou nada a desejar.

 

Em suma; “A Liga da Justiça” de Zack Snyder tem a minha recomendação não obstante os seus “ses”.

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publicado às 23:55


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