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Deu para animar a malta

por Pedro Silva, em 07.06.18

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imagem retirada de zerozero

 

Boa prestação da nossa equipa diante de um adversário muito (mesmo muito!) acessível. Alias, se eu fosse argelino teria vergonha de uma prestação destas. Especialmente tendo em linha de conta que Yacine Brahimi, Riyad Mahrez e Islam Slimani (3 dos melhores atletas desta selecção africana) jogaram de início. E para ser sincero e justo, há que dizer que o guarda-redes Abdelkader Salh é uma anedota em todos os aspectos… Se calhar por aí se percebe a razão pela qual a Argélia não conseguiu marcar presença no Mundial da Rússia. Adiante.

 

Apesar de tudo este tipo de jogos serve, acima de tudo, para manter a moral num nível elevado. Tal, só por si, é muito importante. Especialmente se tivermos em linha de conta que tudo acontece muito rapidamente no Mundial. Já o jogo em si, este foi bem jogado por parte de Portugal. Os escolhidos por Fernando Santos para defrontar esta muito frágil Argélia mostraram vontade e querer. Os 3 golos marcados pela Equipa de Todos Nós são fruto de muita qualidade técnica colectiva e individual. Para mais parece que é desta que vamos a um Mundial com o Melhor Jogador do Mundo em forma e disposto a jogar para o colectivo.

 

Mas, há sempre um “mas”, não podemos deixar de lado o facto de que o adversário de hoje era muito frágil. A Argélia não tem nada a ver com a selecção de Espanha, Marrocos ou Irão, pelo que me parece ser importante deitar alguma água na crescente fervura do coração lusitano que é famoso por ir do 8 ao 80 em poucos segundos. Vamos indo e vamos vendo. Como já aqui disse, e repito, num Mundial tudo se passa muito rapidamente e um deslize pode muito bem ser a morte do artista. Temos, sem sombra de dúvida, uma bela e motivada equipa que é campeã da europa, temos também um seleccionador com provas dadas e com muita experiência internacional a comandar esta mesma equipa e motivação/querer q.b., mas se porventura Portugal fizer o que fez hoje nos últimos 15 minutos diante da selecção argelina e acredito que a coisa possa correr mal. Por isto deixemos esta coisa do embandeirar em arco em Portugal antes de se embarcar no avião para Moscovo.

 

Venha de lá a Espanha mas com os pés bem assentes na Terra.

 

MVP (Most Valuable Player): Bruno Fernandes. Confesso que estive tentado a atribuir este título a João Moutinho ou até a Cristiano Ronaldo, mas sou da opinião que o médio do Sporting CP fez uma enorme exibição. Este “encheu” por completo o meio campo e entendeu-se na perfeição com Moutinho (até pareceu que já jogam juntos há anos). O golo que marcou acabou por ser a cereja no topo de um merecido bolo.

 

Chave do Jogo: Dizer que este jogo teve um lance que fizesse com que a vitória pendesse para qualquer uma das equipas é, a meu ver, um tremendo exagero. Isto porque a Argélia não procurou fazer grande “mossa” a Portugal (ou não teve capacidade para tal). Até se me atrevo a dizer que Portugal entrou a ganhar mal o árbitro apitou para o início do jogo.

 

Arbitragem:  Um jogo de carácter particular sem grandes problemas para Craig Pawson, tal como era expectável. O árbitro inglês teve uma noite tranquila na Luz, sem erros.

 

Positivo: Variedade de opções. Confesso que fiz cara feia quando Fernando Santos anunciou o lote de convocados para o Mundial, mas hoje ficou bem patente que tais escolhas foram muito bem pensadas.

 

Negativo: Selecção da Argélia. Mau. Muito mau para uma equipa que até conta nas suas fileiras com jogadores capazes de fazer maravilhas ao serviço dos seus clubes. Confesso que esperava mais desta equipa de Rabah Madjer.

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publicado às 22:32


Fraquinho q.b.

por Pedro Silva, em 10.08.16

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imagem de zerozero

 

Sou dos que tem como máxima que no futebol aquilo que realmente interessa são as vitórias/objectivos. O futebol bonito fica para segundo plano. Especialmente quando falamos de uma competição “curta” como o futebol olímpico do Rio de Janeiro 2016. Mas existem limites para a paciência de um adepto e de um treinador. Portugal diante a Argélia não jogou absolutamente nada! E não me venham cá com a desculpa do horário (13H no Brasil) porque havia a clara obrigação de se ter feito mais – muito mais - diante de tão frágil selecção.

 

Portugal entrou nitidamente a “dormir” na primeira parte da partida. Não fosse Bruno Varela e aqui e acolá alguma sorte num ou noutro lance de ataque dos argelinos e teríamos um Portugal aflito a correr atrás do resultado porque embora a qualificação estivesse garantida é sempre melhor – muito melhor – vencer para que a moral se mantenha em níveis bem altos. Recorde-se que estamos numa fase da época em que muitos dos nossos jogadores estão ainda a tentar regressar ao seu ritmo normal após a paragem para as férias, dai que vencer seja muito importante para que a vontade de “dar o litro” nos treinos seja cada vez maior.

 

Apesar da péssima e desconcertante primeira parte (táctica nem vê-la), a Equipa de Todos Nós lá chegou ao golo num lance polémico onde o árbitro entendeu que o guardião africano fez falta para grande penalidade sobre um dos atletas lusos. Gonçalo Paciência lá marcou o golo e Portugal estava na frente do marcador. Mas foi sol de pouca dura pois os argelinos chegariam ao golo do empate num lance onde os centrais portugueses “ficaram a ver a banda a passar”, e o avançado argelino não desperdiçou a oferta… um erro tremendo da defesa de Portugal que a repetir-se daqui para a frente pode muito bem vir a ser a “morte do artista”.

 

Já na segunda parte a coisa melhorou um pouco. Rui Jorge parece ter visto o miserável e procurou trazer algum discernimento a um meio campo português que simplesmente não entrou em campo. Mas tal acabou pro ser “sol de pouca dura”… Portugal ainda conseguiu pressionar a fraca Argélia, criou alguns lances de perigo, esteve perto do segundo golo mas rapidamente tudo voltou ao “joguinho” da primeira parte onde parecia que os nossos atletas estavam a fazer uma espécie de frete. Foi na segunda parte que a defesa de Portugal cometeu dois erros de palmatória que só não deram em golo por mero acaso e muita aselhice dos argelinos.

 

Em suma; compreendo que seja muito complicado gerir o esforço e fadiga física e psicológica dos jogadores numa competição cujo calendário é muito apertado, mas esta displicência e “deixa andar” é inadmissível. Especialmente quando falamos de uma equipa como Portugal que tem qualidade para vencer esta Argélia “com uma perna às costas”. Vamos a ver quem será o próximo adversário da nossa selecção, mas é bom que exibições como a de hoje não se repitam porque a partir de agora quem perder não terá uma segunda oportunidade.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Portugal e Argélia não foram nunca capazes de fazer pender a vitória para o seu lado dado que nunca procuraram resolver a partida.

 

Positivo: Pité. De todos Pité foi o único dos selecionados de Rui Jorge que mostrou vontade, talento e querer. Um oásis no enorme “deserto” de ideias que foi hoje a selecção nacional.

 

Negativo: Tiago Ilori. Jürgen Klopp tem toda a razão quando diz não contar com Ilori para a nova temporada do Liverpool. O central português esteve muito mal na partida de hoje.

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publicado às 19:48


Momento Mafalda (90)

por Pedro Silva, em 07.06.16

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publicado às 17:11


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