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OXI

por Pedro Silva, em 04.07.15

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Por isto e muito mais sou inteiramente a favor do Não (OXI em Grego) no Referendo Grego que se realiza amanhã (Domingo).

 

Está na hora de voltarmos a ter uma União Europeia no verdadeiro sentido do termo onde todos assumem as suas responsabilidades.

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publicado às 22:06


“Filhos do Mesmo Deus”

por Pedro Silva, em 29.06.15

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“Filhos do Mesmo Deus” é um filme do Realizador Yurek Bogayevicz que nos relata a história de um rapaz Judeu de 11 anos que é separado da sua família durante a Segunda Guerra Mundial. Escondido dentro de um saco de batatas este é levado para uma pequena Vila na Polaca, onde é adoptado por um Agricultor Católico.

 

Agora imaginemos que o rapaz é o Primeiro-ministro Grego Alexis Tsipras. Tal como o rapaz do filme de Yurek Bogayevicz, Tsipras é obrigado a ter de esconder a sua verdadeira identidade e de ter de “massacrar” o seu Povo para agradar aos Credores. E tudo isto porque, segundo aquilo que Pacheco Pereira apelidou de “Pensamento Dominante”, os Gregos foram irresponsáveis no passado e como tal agora tem de pagar o elevado preço da sua irresponsabilidade.

 

Dá que pensar não dá?

 

O mais engraçado é que os Gregos são tão Europeus como os seus Credores…Europeus!

 

Leia o artigo completo no Repórter Sombra

 

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publicado às 17:00


Ansiosos pela tragédia Grega

por Pedro Silva, em 28.02.15

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Posso estar a ser exagerado mas a impressão que tenho é a de que a nossa Praça de Comentadores/Comunicação Social parece estar desejosa de que na Grécia o Governo de Tsipras termine numa tremenda tragédia Grega.

 

Pois eu, ao contrário de todos eles, espero sinceramente que o Executivo de Tsipras seja bem-sucedido na sua Governação e que tal contribua para que o Velho Continente saia do lodo financeiro em que se meteu. Isto como está não pode continuar.

 

É claro e evidente que tem de haver um controlo sério dos orçamentos Europeus. Mas não se pode descurar a parte social da Europa.

 

O desemprego disparou para valores inacreditáveis no Sul da Europa. O investimento simplesmente desapareceu daquela zona do Velho Continente. A educação, pilar fundamental de qualquer Sociedade Moderna Democrática passou a ser um privilégio só para alguns porque os custos são cada vez maiores e as comparticipações Estatais cada vez menores. A fome e a miséria passaram a fazer parte do cenário de Portugal, Espanha, Grécia e Itália. Tudo isto são factos que ninguém pode contrariar e negar. Factos que se tornaram realidade fruto das exigências absurdas de quem supostamente investiu na recuperação de Países que fazem parte de uma Economia comum (Eurozona).

 

Agora tenhamos em especial atenção de que todas as desgraças de que falei atrás foram 10 vezes piores na Grécia do que em qualquer um dos ditos “intervencionados” (Portugal, Espanha, República da Irlanda, Chipre e Itália). Na Grécia dos tempos modernos há quem não tenha direito à saúde porque está desempregado. Na terra de Tsipras e do Siryza, onde os Invernos são muito rigorosos, há quem não tenha direito a aquecimento e electricidade simplesmente porque está no desemprego. Na Grécia de hoje ter-se assistência da parte do Estado é um luxo! A Grécia actual é um País perdido num abismo social do qual terá imensas dificuldades em sair se não houver uma cooperação internacional igual à que a Alemanha teve direito após a Segunda Guerra Mundial! E este abismo foi iniciado pelos Socialistas do PASOK e alimentado pela Direita da Nova Democracia que esteve no Poder em Atenas nos últimos quatro anos. E convêm recordar que a Grécia foi alvo de dois resgastes, um a pedido do PASOK e outro durante a Governação da Nova Democracia.

 

Daí que pergunte:

 

Será que queremos mesmo que Tsipras falhe redondamente na sua governação?

 

Será que a Política destrutiva que a Direita impôs na Europa nos está a levar a algum caminho que não seja o da destruição total?

 

Será que afinal não será só José Sócrates o Governante que controlava, ou que tentou controlar, a Comunicação Social Portuguesa?

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publicado às 23:56


Foi há 50 anos. Mas ninguém se lembra.

por Pedro Silva, em 14.02.15

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A 13 de Fevereiro do distante ano de 1965 o General Humberto Delgado foi cobardemente assassinado pelas Forças do regime salazarista que dominavam Portugal. Isto porque o General sem Medo (como era conhecido na altura) corporizou o principal movimento de tentativa de derrube do regime através de eleições, tendo contudo sido derrotado nas urnas, num processo eleitoral fraudulento que deu a vitória ao candidato do Estado Novo, Américo Tomás.

 

Não será disparate algum afirmar que Humberto Delgado semeou aquilo que mais tarde acabou por ser conhecido como o Movimento das Forças Armadas, Movimento que a 25 de Abril de 1974 derrubou, sem recurso á força das armas, o vergonhoso salazarismo e impôs a República Democrática em que vivemos hoje em dia.

 

Como tal o General merece ser tratado como um Herói que lutou pela Liberdade do Povo Português e 50 volvidos do seu assassinato só ficaria bem ao Povo Lusitano, e respectivos órgãos de Soberania, a realização de uma justa homenagem de reconhecimento àquele que lutou. Quase que sozinho, contra a obscuridade da Direita Conservadora de Salazar.

 

Mas a realidade é outra. O esforço heroico de Delgado quase que passou despercebido numa data em que se celebraram os 50 anos da sua morte. É verdade que aqui e acolá se leu e se sentiu um ou outro manifesto de respeito para com esta importante personagem da História moderna de Portugal, mas não passaram disto mesmo: meras manifestações. E fica mal, muito mal, a um País como o nosso que tem a Democracia, Liberdade e Justiça como seus pilares não prestar uma justa Homenagem a quem perdeu a sua Vida na luta pela Democracia, Liberdade e Justiça que temos hoje em dia.

 

É o Portugal que temos. Preguiçoso de tal forma que precisa que um tal de Alexis Tsipras e seus Ministros façam valer os Direitos dos Cidadãos numa Europa onde o respeito e dignidade deram lugar à extorsão e exploração.

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publicado às 23:54


A União Europeia acabou

por Pedro Silva, em 05.02.15

Quarta-feira à noite, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu deixar de aceitar a dívida grega como colateral (garantia) nos empréstimos aos bancos. Em comunicado, justificou a decisão com o facto de, neste momento, "não ser possível garantir que a revisão do programa grego terá sucesso".

In: Expresso (05/02/2015)

 

Ao que a União Europeia chegou. Quando uma Instituição chega ao ponto de recorrer a tácticas próprias da Máfia é sinal de que o fim chegou.

 

A ideia do Banco Central Europeu é o de criar o pânico no sistema bancário Grego. Isto porque após os clientes dos bancos Gregos saberem que não haverá mais algo que sustente o frágil sistema bancário do País, o natural será que estes levantem de imediato todos os seus depósitos. Uma corrida aos depósitos com os resultados que desastrosos que todos conhecemos.

 

Em resumo; extorsão no puro sentido do termo. A Alemanha quer manter a Austeridade Helénica a todo o cisto. Nada lhe interessa que tal esteja a ceifar Vidas inteiras e como tem enfrentado uma séria e dura resistência da parte do novo Executivo Grego (Executivo este que tem recebido apoios de outros Estados membros da União Europeia/Zona EURO), eis que recorre à cobardia típica dos mafiosozzonas.

 

Depois disto é mais do que claro dizer que a União Europeia acabou. Pelo menos em termos de prestígio e respeito. E queriam uns certos tolinhos fazer da União Europeia um Estado Federado.

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publicado às 22:25


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