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Tarantino não te reformes pá!

por Pedro Silva, em 13.11.14

Quentin_Taratino.jpg 

Esta semana fui apanhado de surpresa com a notícia de que Quentin Tarantino planeia retirar-se do cinema depois de concretizar o seu décimo filme.

 

Notícia trágica. O mundo do cinema nunca mais vai ser o mesmo com a retirada deste Génio da Sétima Arte. Tarantino como actor não foi grande coisa, mas como realizador mostrou ser dono de um talento impressionante tendo realizado filmes que entraram para história. Quem não adora o Pulp Fiction? Jackie Brown? Sacanas sem Lei (o meu preferido)? Kill Bill 1 e 2?

 

Quentin Tarantino podia ser um mal-amado em Hollywood, mas ele foi o único cineasta que colocou a nu a palhaçada corrupta que são os Óscares e criou uma forma única de fazer cinema que ainda ninguém superou ou sequer ousou igualar.

 

A sua última produção, Django Libertado, trouxe-nos de volta as emoções dos Westerns. E há quanto tempo ninguém trazia até aos tempos modernos um Western em condições que se consiga assistir sem que se saiba o seu final mal se comece a ver o filme. Mais um dos grandes feitos de Tarantino que a Academia dos bacocos de LA resolveu desvalorizar.

 

Espero sinceramente que Tarantino reconsidere esta sua retirada do Mundo do Cinema. È verdade que este Mundo não o merece nem ao seu Génio, mas para os cinéfilos Quentin Tarantino é muito mais que um simples realizador. É um Deus do cinema que conseguiu colocar a indústria do cinema acima do lodo em que está a mergulhar aos poucos.

 

Se houver por aí alguém que duvide da qualidade de Tarantino, que veja o seu historial enquanto realizador e depois diga alguma coisa. E a dizer de certeza que será para partilhar esta minha mágoa pela sua reforma antecipada.

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publicado às 16:52


Patton

por Pedro Silva, em 12.05.14

Biografia, Drama (1970) - Patton

Realizador: Franklin J. Schaffner 

Elenco: George C. Scott, Karl Malden, Stephen Young, Michael Strong

 

Sinopse: Vencedor de oito Óscares em 1970 (incluindo Melhor Filme), este é o retrato cativante de um dos maiores génios militares do séc. XX. Um dos Óscares foi para George C. Scott pela triunfal interpretação de George Patton, o único general Aliado realmente temido pelos Nazis. Carismático e brilhante, Patton desenhava os seus uniformes, utilizava dois revólveres com coronhas em marfim e acreditava ter sido um guerreiro em vidas anteriores. Superou Rommel em África, e depois do Dia-D liderou as suas tropas numa poderosa campanha através da Europa. Porém, Patton era tão rebelde quanto brilhante, e o seu temperamento altamente instável, foi o único inimigo que nunca conseguiu vencer.

 

Critica: Uma excelente longa-metragem. Um filme extraordinariamente bem produzido para a época que nos envolve do princípio ao fim. È impossível não se gostar de Patton e de criticar as suas ideias tresloucada de um aforma paternal.

 

Apesar de ter como pano de fundo a 2-ª Grande Guerra quase não temos combates dado que o filme se centra quase em exclusivo nas peripécias e insensatez de Patton sem as quais a Europa não teria sido libertada das garras do Nazismo (garras estas que estão a voltar em força em Países como a Ucrânia, França e outros tais infelizmente).

 

O filme merece todos os óscares que recebeu da Academia e George C. Scott é um excelente Actor. Ele é Patton e nada mais!

 

Um filme que recomendo vivamente por tudo aquilo que aqui referir mas também porque é sempre genial ver os nazis a levar tareias atrás de tareias.

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publicado às 15:51


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