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The Incredibles 2: Os Super-Heróis

por Pedro Silva, em 05.01.19

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"Incredibles 2"

AnimaçãoAcçãoAventura - (2018)

Realizador: Brad Bird

Elenco: Craig T. Nelson, Holly Hunter, Sarah Vowell

 

Sinopse: Descrição: Helené chamada para liderar uma campanha que irá trazer os Super-Heróis de volta, enquanto Bob se encontra em casa a tratar das tarefas normais do dia a dia, quando aparece um novo vilão com um brilhante e perigoso plano, que apenas Os Incríveis poderão ultrapassar juntos.

 

Critica: Interessante. Não admira que este tenha sido o filme mais visto nas salas de cinema em Portugal no ano que findou há bem pouco tempo. Inteligente a forma como Brad Bird “pegou” na história anterior para fazer esta sequela. Claro que quem viu o primeiro “The Incredibles” percebeu, com relativa facilidade, que a história teria seguimento pelo que não é surpresa alguma este “The Incredibles 2”, mas nem sempre as sequelas são alvo de um trabalho que se possa classificar – no mínimo – de razoável, pelo que tenho de tirar o chapéu ao Realizador Brad Bird por ter conseguido quebrar esta famigerada tendência.

 

Confesso que gostei do argumento. Previsível (muito mesmo!) no que ao vilão da história diz respeito mas também neste aspecto não podíamos ter outra coisa dado que se trata, para todos os efeitos de um filme para miúdos, contudo gostei imenso da – muito actual - questão de género que serviu de base à história que Bird nos quis contar. Para quem diz que os filmes de animação não tem uma base séria e não conseguem passar uma mensagem, então convido a ver este “The Incredibles 2”. E já agora;            que este tenha sido o último filme da saga até porque depois da forma como a história termina só inventando (muito!) é que se pode dar continuidade ao que já não tem continuidade alguma.

 

Pouco mais há a dizer senão que foi uma aposta inteligente ter-se mantido o mesmo grafismo do filme anterior. Mudanças drásticas só porque sim são um mal desnecessário que “assassina” por completo qualquer sequela.

 

Em suma; “The Incredibles 2: os Super-Heróis” tem a minha recomendação. Vale mesmo a pena ver.

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publicado às 23:11


Deadpool 2

por Pedro Silva, em 31.08.18

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"Deadpool 2"

AcçãoAventuraComédia - (2018)

Realizador: David Leitch

Elenco: Josh Brolin, Ryan Reynolds, Morena Baccarin

 

Sinopse: O mercenário mutante Foul-mouthed Wade Wilson (AKA. Deadpool), reúne uma equipe de colegas mutantes para proteger um menino com habilidades sobrenaturais do cyborg brutal e viajante do tempo, Cable.

 

Critica: Efectivamente há coisas que quando se repetem perdem a piada. Não estou com isto a dizer que este novo Deadpool não tenha o seu quê de engraçado, mas há coisas (tanta coisa!) que perdeu qualidade. Especialmente em certas coisas que deixaram de ser engraçadas para passarem a ser - simplesmente - estúpidas. É uma pena que tal tenha sucedido.

 

Fazer-se uma sequela exige da parte do seu Realizador e equipa muito mais do que um actor com talento natural para desempenhar o papel da sua personagem. Exige um argumento. Mas algo de novo. Algo que traga algum interesse a uma história que já todos conhecemos. Nunca, mas nunca, dá bom resultado ir-se buscar o que se fez anteriormente e acrescentar-lhe uma tremenda dose de estupidez e de idiotice. Para mais, as falas engraçadas (e o tal de humor negro típico das histórias do Deadpool) têm um limite. Tudo o que é demais é erro! A partir de dete4rmjinada altura torna-se impossível seguir-se este “Deadpool 2” sem se lançar para o ar um tremendo bocejo. Bocejo este que as cenas de acção não conseguem fazer desparecer… Exigia-se mais em termos de argumento caro David Leitch.

 

Em termos de elenco, “Deadpool 2” é Ryan Reynolds e mais dez. O moço tem uma espécie de talento natural para interpretar com mestria o papel de Deadpool. E é ele, em exclusivo, a “alma” deste novo Deadpool. O resto é de uma pobreza franciscana tal que nem vos digo, nem vos conto.

 

A Banda Sonora é das coisas que melhor se trabalhou neste “Deadpool 2”. Interessante, apelativa e muito bem aplicada. Os cenários é que pecam pela sua escassez… a vontade de se focar quase exclusivamente na destruição dá nisto. Cenas existem que até perdem o interesse de tão fraquitas que estão em termos de filmagem.

 

Em suma; “Deadpool 2” é – mais um – bom exemplo de como estragar um bom filme. Vale a pena ver o dito somente para quem gostar muito do Deadpool… Já quem não gostar tem outras alternativas bem melhores.

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publicado às 23:38


Tomb Raider - A origem

por Pedro Silva, em 07.07.18

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"Tomb Raider"

AcçãoAventura - (2018)

Realizador: Roar Uthaug

Elenco: Alicia Vikander, Walton Goggins, Dominic West

 

Sinopse: Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu anos antes. Com a esperança de resolver o mistério do desaparecimento de seu pai, Lara embarca em uma perigosa jornada para seu último destino conhecido - um túmulo lendário em uma ilha mítica que pode estar em algum lugar ao largo da costa do Japão. As apostas não podiam ser maiores, pois Lara deve confiar em sua mente aguda, fé cega e espírito teimoso para se aventurar no desconhecido.

 

Critica: Se calhar o que vou dizer a seguir vai incomodar muito boa gente, mas sou da opinião de que esta produção de Roar Uthaug é a melhor adaptação para o grande ecrã do famoso jogo Tomb Raider. Sem grandes inovações e sem seguir à risca o referido jogo, o realizador conseguiu criar uma obra que, repito, é a melhor das adaptações do famoso Tomb Raider.

 

Gostei particularmente do argumento. Original sem, no entanto, “fugir” muito do essencial que todos conhecemos. Acho que Roar Uthaug aproveitou muito bem uma das varadíssimas histórias dos jogos Tomb Raider para criar algo que é original sem no entanto ser totalmente original. Foi uma aposta arriscada (é um facto), mas acaba por ser uma aposta muito bem ganha pois o filme em si tem uma história deveras interessante e que vai de encontro aquilo que se espera ver num Tomb Raider.

 

O elenco também soube, no geral, estar à altura do filme. Gostei imenso do trabalho de Alicia Vikander (uma interpretação de Lara Croft a roçar a perfeição). Walton Goggins e Dominic West estiveram, também eles, muitíssimo bem no desempenho do seu trabalho. Raras são as vezes em que tenho o prazer de ver um elenco que 5trabalhe tão bem.

 

O pecado capital deste Tomb Raider são os cenários. Não que estejam maus. Pelo contrário. São muito variados e estão bem enquadrados no espírito da história. Pecam é por em determinadas alturas serem demasiados escuros. Uma melhor filmagem exigia-se. Tal tornaria a história muito mais interessante e apetecível. Quanto à banda sonora, é o normal para este tipo de cinema.

 

Em suma, Tomb Raider - A origem de Roar Uthaug tem a minha recomendação.

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publicado às 23:27


Maze Runner: A Cura Mortal

por Pedro Silva, em 25.05.18

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"Maze Runner: The Death Cure"

AcçãoFicção CientíficaThriller - (2018)

Realizador: Wes Ball

Elenco: Dylan O'Brien, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee

 

Sinopse:  Por trás de uma perspectiva cura para o Fulgor, Thomas (Dylan O' Brien) descobrirá um grande plano, executado por Cruel, que poderá trazer decorrências catastróficas para a humanidade. O protagonista, então, decide entregar-se para o Experimento final.

 

Critica: As trilogias têm, quase, sempre um pequeno pecado capital que as enfraquece_ a longa extensão da sua história. Isto salvo nos casos em que estas têm a capacidade de se renovar á medida que a história avança. Ora, este capítulo final de Maze Runner padece deste mesmo mal, o que faz com que o se desfecho, por muito bem trabalhado que esteja, seja previsível e, inclusive, algo aborrecido. Não estou com isto a dizer que a saga no seu todo seja má. Pelo contrário! Esta até que é apetecível embora eu arrisque dizer que a versão em livro seja melhor, mas esta bem que merecia um desfecho final um tudo ou nada diferente. Especialmente se tivermos em linha de conta o “clímax” que Maze Runner consegue alcançar no seu segundo capítulo.

 

O argumento de “Maze Runner: A Cura Mortal” é algo “fraquito” e muito previsível. Acção e emoção têm q-b-, mas a forma como a trama termina deixa muito a desejar. Tudo isto por causa da tal previsibilidade do enredo. Mas a culpa não é exclusiva desta terceira parte da saga. É antes da forma como a história se desenvolveu na sua segunda parte. E é uma pena que assim seja, pois trata-se de uma produção cinematográfica que tem de tudo um pouco para ser muito boa.

 

O elenco é, também ele, muito mediano. Fazem o seu trabalho, é um facto, mas estão longe de ter aquele brilho muito próprio das grandes produções de Hollywood. Em suma; não destoam e não é por culpa do elenco que esta terceira fase de “Maze Runner” é muito satisfatória (a roçar o bom).

 

Já os efeitos especiais, embora um tudo ou nada limitados, são a parte deste filme de Wes Ball que mais gostei. Especialmente os cenários que são pouco variados mas muito bem filmados e devidamente enquadrados á história que se quer contar.

 

Em jeito de conclusão; longe de estar tão bom como o primeiro episódio, “Maze Runner: A Cura Mortal” tem aminha recomendação. Quanto mais não seja pela satisfação de se ter visto a história até ao fim.

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publicado às 19:22


TRON: O Legado

por Pedro Silva, em 19.05.18

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"TRON: Legacy"

AcçãoAventuraFicção Científica - (2010)

Realizador: Joseph Kosinski

Elenco: Olivia Wilde, Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Bruce Boxleitner

 

Sinopse: Tron O Legado é uma aventura high tech em 3D, passada num mundo digital como nunca antes vimos no grande ecrã. Sam Flynn, um rebelde de 27 anos, é assombrado pelo misterioso desaparecimento do seu pai, Kevin Flynn, um homem que ficou conhecido como líder mundial na criação de videojogos. Quando Sam investiga uma estranha mensagem enviada do antigo escritório de Flynn - uma mensagem que só poderia ter sido enviada pelo seu pai - ele é atirado para um mundo digital, o mesmo para onde Flynn foi..

 

Critica: “TRON: O Legado” é o tal upgrade que eu tinha “reclamado” aquando da análise que fiz do seu antecessor. Trata-se, sem sombra de qualquer dúvida, de um filme interessante e cativante cuja produção foi inteligentemente aproveitada pelo Realizador Joseph Kosinski que, na minha modesta perspectiva, conseguiu com êxito trazer a saga de “TRON” para os tempos do cinema moderno.

 

Efectivamente “TRON: O Legado” é a real continuação de “TRON”. O argumento do filme de Joseph Kosinski  é, basicamente, o mesmo. Ou seja; “TRON: O Legado” consegue ser tão interessante como o “TRON” de Steven Lisberger. As pequenas – grandes! - Diferenças estão não no argumento (que até que são muito parecidos), mas sim na modernidade da sua filmagem e no elenco que, a meu ver, já apresenta um certo nível de qualidade que torna a produção cinematográfica muito mais apetecível.

 

E já que aqui falei no elenco, de todos destaco o trabalho de Olivia Wilde. Não é aquilo que se pode apelidar de “papelaço”, mas é um trabalho que traz muito interesse a um filme que embora não querendo renegar as suas origens, procura ser algo inovador (o que, em certa medida, faz todo o sentido). Já a restante equipa, este fazem bem o seu trabalho e não destoam. O exigível para um filme interessante.

 

A parte que mais gostei foi, precisamente, a dos cenários /efeitos especiais e banda sonora. É o tal upgrade que falei anteriormente. E que upgrade dado que este trouxe a história de “TRON” para um patamar muito melhor e bem mais apetecível de se seguir.

 

Em suma, “TRON: O Legado“ de Joseph Kosinski tem a minha recomendação.

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publicado às 23:04


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