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imagem retirada de zerozero

 

Comecemos pelos “discos pedidos” antes de entramos no FC Porto 5 x Rio Ave FC 0 da 23.º jornada da Liga NOS. Na minha opinião fica mal a Sérgio Conceição (SC) deixar-se levar pela “letra” dos adeptos. Ao voltar a colocar José Sá no banco de suplentes, SC atendeu ao pedido de muitos adeptos que viram em José Sá a única e exclusiva razão pela qual os Dragões sofreram aquela que ficou na história como a maior derrota caseira do clube nas competições europeias. E SC fez mal ao ter seguido a “massa” porque quem tiver visto o 5 a 0 da passada quarta-feira a favor do Liverpool com olhos de ver e dois dedos de testa facilmente percebe que se tivesse sido Iker Casillas o guarda-redes desta fatal partida, o resultado final teria sido de 4 a 0 a favor da equipa inglesa. SC meteu “água” diante do Liverpool dado que não soube, de forma alguma, preparar a sua equipa para fazer face a um Liverpool FC que sabia muito bem como “dar a volta” ao Futebol Clube do Porto. Ao ter aceitado as exigências dos “exigentes” adeptos, SC perdeu, em definitivo, mais um elemento de um plantel que é curto por mera opção. A ver vamos se porventura esta coisa dos “discos pedidos” se fica por aqui ou se vamos ter mais disto lá para a frente sempre que alguma coisa corra mal. Passemos então ao jogo de hoje.

 

Que dizer de um jogo normal onde o habitual sistema de jogo portista acabou pro ser mais forte do que a audácia ofensiva da equipa vila-condense? Pouco. Muito pouco. O que há para dizer é que o Rio Ave não mereceu ter perdido por tantos golos se bem que a equipa de Miguel Cardoso tenha tentado fazer aquilo que não se deve fazer diante da equipa “corre-corre até à exaustão” de SC. Especialmente nos lances de bola parada como os cantos. E foi por muito por causa desta insensatez que os azuis e brancos conseguiram vencer hoje. Claro que há que dizer que os atletas do Rio Ave FC têm muita vontade de fazer, mas já a capacidade para o fazer é outra história. Parece-me que a de Vila do Conde ficou um tudo ou nada abalada pela polémica dos jogos comprados… Polémica esta dal qual mais ninguém ousou falar depois de o SL Benfica ter sido “apanhado” no meio da dita.

 

Penso que teria sido um tudo ou nada importante que hoje a equipa de SC tivesse “tirado um pouco o pé do acelerador”. Espacialmente tendo em consideração que na próxima quarta-feira há que disputar a segunda parte de um jogo que a equipa portista está a perder ao intervalo. Mas pedir a esta equipa que faça gestão de esforço é o mesmo que pedir a um penedo que saia do caminho. Parece que este FC Porto não sabe fazer outra coisa senão correr até à exaustão. Nunca ouviram falar de posse de bola e de se juntar linhas para se retirar espaço de manobra ao adversário?

 

E já agora, Diogo Dalot na posição de defesa lateral esquerdo? Não me lixem o juízo!

 

Mas pronto, o mais importante esta feito. Em princípio o choque da Champions não afectou a equipa que mostrou que continua focada naquilo que é o objectivo principal da época: conquista do campeonato. Espero que tal se mantenha assim numa fase que está longe de ser fácil no que ao calendário competitivo diz respeito.

 

MVP (Most Valuable Player): Maxi Pereira. “Velhos são os trapos” e Maxi é a prova disto mesmo. O defesa lateral direito uruguaio deu sempre tudo o que tinha e não tinha ao Futebol Clube do Porto mesmo quando já tinhas as “pilhas gastas” Excelente a fazer todo o corredor lateral direito defensivo e ofensivo da equipa portista.

 

Chave do Jogo: Esta apareceu na partida com o golo de Marcelo na própria baliza. A partir do minuto 34´ ficou definido que a haver um vencedor este seria o Futebol Clube do Porto.

 

Arbitragem: Lance duvidoso aos 14 minutos quando Tarantini faz falta sobre Soares à entrada da área. Talvez pudesse ter sido mostrado o vermelho directo ao médio do Rio Ave. Tirando isto até que se pode dizer Carlos Xistra fez um bom trabalho. E há que realçar a primeira vez que o VAR decide (e bem) um lance duvidoso a favor do FC Porto!

 

Positivo: Seguir em frente. Depois da copiosa derrota caseira diante do Liverpool não há nada como golear o adversário quês e segue. Melhor forma de se recuperar a moral do que está é impossível.

 

Negativo: Correr, correr e correr. A vencer por três bolas a zero é perfeitamente descabido continuar-se a correr como se a partida estivesse empatada a zero. Um campeonato é uma maratona e não uma prova dos cem metros.

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publicado às 22:30


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