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Contra tudo e contra todos!

por Pedro Silva, em 04.08.18

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imagem retirada de zerozero

 

Bem sei que muita gente não vai gostar do título, mas depois do que vi hoje impossível era não resgatar um velho lema portista. Tanta pancadaria deu este CD Aves com a complacência e incompetente conivência do Sr. que foi escolhido para apitar esta partida. Yacine Brahimi lesionado após entrada dura de um jogador do Aves. Tiquinho Soares lesionado após entrada dura de um jogador do Aves. Héctor Herrera com o sobrolho aberto após entrada dura de um jogador do Aves. E por aí adiante. Já deu para se perceber que esta época vai ser muito mais difícil do que a anterior. Adiante. Vamos ao jogo jogado.

 

Este não terá sido um jogo que me tenha agradado muito. Especialmente se tivermos em linha de conta a forma quase que “pachorrenta” como o Futebol Clube do Porto entrou em campo diante de uma equipa avense que deu tudo o que tinha até o físico “dar o berro”.

 

Equipa como a do FC Porto não pode – nem deve! – sofrer um golo da maneira que sofreu hoje. O meio campo tem o dever de fechar a entrada da sua área para que desta forma se evitem os sempre perigosos remates de fora da dita. É verdade que muitas vezes estes remates não entram, mas às vezes a sorte (e a qualidade) de um jogador pode mudar esta “regra”. Claro que se pode e deve elogiar o “despertar” da equipa de Sérgio Conceição após o golo sofrido, mas isto de se fiar na excelente qualidade de Diogo Leite, Iker Casillas e na Sra. D. Deusa da Fortuna não é a melhor das opções. Eu sei que estamos numa fase inicial da temporada, mas é assim que se perdem jogos… Espero que tal não se repita para a semana diante do Chaves na jornada inaugural do nosso campeonato.

 

A aposta de Otávio no centro do campo é interessante. O problema é que tal exige muito de Sérgio Oliveira que tem a dupla função de organizar jogo e de recuperar bolas. Isto porque hoje voltamos a ter aquele Héctor Miguel que nem um simples passe para o lado sabe fazer em condições. Realmente assim é complicado. A coisa só melhorou para os Dragões quando p Aves começou a perder alguma força e os golos portistas (enorme jogada entre Otávio e Maxi no segundo golo do FC Porto!) foram aparecendo. Claro que a entrada de Oliver Torres em campo “ajudou á Missa”. Aliás, este foi um jogo em que Sérgio Conceição me pareceu ter estado bem nas substituições.

 

Em suma; até que gosto da ideia de jogo deste Futebol Clube do Porto versão 2018/19. Este procura jogar um futebol mais pensado, com posse de bola em busca de transições rápidas quando estas são possíveis e procura – quase sempre – aproveitar o facto de Aboubakar ser um dos melhores na sua posição no que a jogar em tabela diz respeito, mas isto ainda está longe de estar bem. O facto de se ter vencido a Supertaça mão desvia a minha ideia de que é preciso algo mais. Sérgio Conceição não vai ter sempre pela frente equipas que acusem o desgaste físico ao longo dos 90 e poucos minutos da partida.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Maxi Pereira esteve bem e até que marcou um golo, mas a verdade é que para mim este esteve longe de ter sido o MVP desta partida, Este título para mim é de Otávio que hoje jogou muito bem. O brasileiro criou linhas de passe e foi muito por sua culpa que os portistas encontraram o caminho da vitória.

 

Chave do Jogo: Veio com a entrada de Oliver Torres em campo para decidir a partida, em definitivo, para os azuis e brancos. È verdade que por esta altura o CD Aves já não fazia mais senão bater a bem bater em tudo quanto era azul e branco, mas a entrada do internacional espanhol em campo trouxe ao meio campo portista uma melhor capacidade de controle do meio campo e, por conseguinte, da partida.

 

Arbitragem: Luís Godinho errou no lance que motivou a expulsão de Sérgio Conceição. Era falta de João Felipe sobre Herrera. Foi o principal erro de uma péssima arbitragem.

 

Positivo: Diogo Leite. Excelente no posicionamento em campo e sublime nos desarmes. Ainda é cedo para se ter certezas. Mas a continuar assim este “miúdo” poderá vir a ser um central de excelente qualidade.

 

Negativo: Héctor Miguel Herrera. Como diria um amigo meu, hoje o Herrera resolveu ser o Héctor Miguel de que ninguém gosta. Péssimo no passe e um desastre no posicionamento em campo. Há dias assim (espero!).

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publicado às 23:46


Pois é. Isto é a Champions!

por Pedro Silva, em 14.02.18

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imagem retirada de zerozero

 

Pois é meu caro Sérgio Conceição. Isto é a Champions. E na Champions das duas, uma; ou jogas como deve ser ou levas uma pancada tal que não sabes de onde vieste. Optaste por jogar diante do Liverpool da mesma forma que jogas contra o Tondela, Chaves, Moreirense, Portimonense e outras equipas do nosso campeonato que derrotaste com sorte, e pagaste um preço bem elevado. Entraste para a história do Futebol Clube do Porto como o treinador que obteve a pior derrota caseira de sempre da história do clube azul e branco na Liga dos Campeões. Bravo Sérgio! Bravo para ti e para aqueles que teimam em fazer dos meus avisos semanais uma espécie de “patetice”.

 

No jogo diante do Chaves do passado domingo eu tinha aqui feito referência a um aspecto negativo deste FC Porto: a incapacidade de “matar” o jogo. Logo fui ripostado por um comentário que desvalorizou a situação. Agora que todos vimos o Liverpool FC (equipa cuja matriz de jogo é muito ofensiva) a jogar e a esmagar o FC Porto no Estádio do Dragão será que ainda querem insistir na tese de que este FC Porto de Sérgio Conceição não tem uma clara e manifesta incapacidade de controlar os seus jogos?

 

E não. Não vou embarcar nesta do siga para a frente que eles eram mais fortes. Também não vou massacrar a equipa técnica e jogadores do Futebol Clube do Porto, mas há que retirar sérias ilações de tudo o que aconteceu hoje em campo. Especialmente se tivermos em linha de conta que num passado não muito distante foi um resultado parecido com este que determinou o princípio do fim do FC Porto de Julen Lopetegui.

 

O aspecto psicológico é agora, mais do que nunca, importante.

 

E é também importante que Sérgio Conceição perceba – de uma vez por todas - que os jogos não se ganham jogando sempre ao ataque. Por vezes há que aproximar os sectores da equipa para que se criem linhas de passe. Especialmente quando a equipa adversária pressiona muito a linha defensiva, como fez hoje o Liverpool. E há também que começar a perceber que o futebol é, muitas vezes, um jogo que se joga em velocidade e não devagar, devagarinho até que alguém se lembre de ter a felicidade de criar um lance para golo. Já agora, para finalizar este capítulo, acrescente-se ainda que estes “problemas” de que aqui falei já marcaram presença em vários jogos dos Dragões em que Danilo Pereira alinhou como titular. Por isto deixem de lado a tese de que o que faltou hoje ao FC Porto foi a presença de Danilo.

 

Duas notas finais.

 

Uma para quem vai fazer de José Sá o “diabo” que deve ser crucificado por toda a nação Portista. É um facto que o guardião português foi muito mal batido no primeiro golo da equipa inglesa, mas é também verdade que este não teve culpa alguma nos outros quatro.  

 

A outra nota é tão-somente para realçar que o Futebol Clube do Porto de Nuno Espírito Santo fez muito melhor figura nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões diante de uma equipa que veio a ser a finalista da prova na época passada. Jogou com dez nas duas mãos e na altura teve ao seu dispor um plantel com menos opções. Mas lá está, o NES é uma besta. Já o Sérgio é bestial.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Até ao intervalo o brasileiro era o melhor em campo da equipa portista. Eram dele que vinham quase todos os lances que fizeram com que os Dragões ameaçassem a baliza inglesa. Otávio chegou, inclusive, a quase marcar o golo inaugural da partida. Golo que poderia ter ditado um desfecho diferente para os portistas. Acabou por ter substituído ao intervalo por uma questão de gestão de esforço (Sérgio Conceição dixit) e a equipa ressentiu-se disto.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao intervalo aquando da substituição de Otávio por Corona. Com a saída do brasileiro deixou de haver no meio campo portista quem fizesse com que a bola chegasse em condições jogáveis aos extremos. Aproveitando-se de tal, o Liverpool limitou-se a gerir o jogo a seu belo prazer dado que os azuis e brancos simplesmente desapareceram no que ao aspecto ofensivo dizia respeito.

 

Arbitragem: Arbitragem regular, sem erros graves a apontar.

 

Positivo: Inexistente.

 

Negativo: Incapacidade portista (mais uma vez). É certo e sabido que a sorte também faz parte do futebol, mas este importante factor nem sempre marca presença. Convinha que o FC Porto percebesse isto (e outras coisas) de vez.

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publicado às 22:28


Um treino que correu bem

por Pedro Silva, em 13.10.17

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imagem retirada de zerozero

 

A vitória portista na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal terá sido uma espécie de vitória sem história. E tal sucedeu porque o adversário era frágil, jogou fora do seu recinto embora nesta partida o Lusitano de Évora fosse a equipa da casa e - atenção a este aspecto – porque o Futebol Clube do Porto não parou de querer dar tudo o que tinha e anão tinha até ao fim dos noventa e poucos minutos.

 

Obviamente que esta “fome de bola” que a equipa azul e branca demonstrou hoje em campo tem o seu lado positivo e o seu lado negativo. O positivo reside no facto de a ser assim só muito dificilmente os Dragões poderão ser vítimas do famoso “tomba gigante”. O negativo reside tão-somente na capacidade física dos jogadores, capacidade essa que poderá (ou não) vir a ser um factor decisivo na deslocação a Leipzig na próxima semana em mais uma jornada da UEFA Champions League e na “longa maratona” que se chama Liga NOS. Só o tempo nos dirá se esta forma de estar numa altura tão “ocupada “ da época diante de um adversário acessível terá sido- ou não - uma boa aposta de Sérgio Conceição e restante equipa técnica.

 

O que gostei verdadeiramente de ver foi a aposta de Sérgio Conceição em algumas das “joias” da formação azul e branca. Só lamento que Fede Varela não tenha tido a sua oportunidade dado que o jovem médio argentino poderá vir a ser uma alternativa segura a um Oliver Torres (ainda) em baixo de forma. Diogo Dalot também “mostrou serviço” tendo, inclusive, feito aquilo que muito aprecio num d3efsa lateral: com a bola dominada, levantar a cabeça e fazer um cruzamento como deve ser para a área adversária. Já o jovem avançado brasileiro de nome Galeno não me encantou a cem por cento… O moço até que tem uma técnica formidável e sabe sair em velocidade com a bola dominada, mas este escusa de se irritar tanto sempre que falha um golo. Ao fazer tal pode fazer as delícias de muitos adeptos, mas este desconcentra-se e faz com que o seu empenho em campo não redunde em nada mais senão numa espécie de “corre-corre” sem nexo.

 

Esta etapa está cumprida. Agora é ver o que reserva o sorteio da próxima eliminatória da Taça de Portugal. Mas para já o FC Porto tem de se concentrar – e muito - na perigosa deslocação ao terreno do RB Leipzig. A equipa alemã é uma “perfeita desconhecida” que na temporada passada “pôs a cabeça em água” ao poderoso Bayern.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. O jovem médio brasileiro jogou e fez jogar toda uma equipa que cedo mostrou querer impor o seu futebol. Excelente no último passe e muito concentrado no trabalho a meio campo. Para ter sido uma exibição perfeita só faltou a Otávio ter marcado um golo. Não que o jogador não tivesse feito por isto, mas a sorte a e a barra da baliza adversária não o deixaram.

 
Chave do Jogo: Apareceu no minuto 20´ e 21´ da partida para resolver a contenda, em definitivo, a favor do FC Porto. Os dois golos de “rajada” que Aboubakar marcou acabaram por completo com a parca resistência da modesta equipa alentejana. A partir daí os azuis e brancos fizeram do jogo o que muito bem lhes apeteceu.

 

Arbitragem: Nota positiva. Nada a apontar ao trabalho de Hélder Malheiro no Estádio do Restelo.


Positivo: Espírito de grupo. Gostei bastante de ver a união que TODOS os elementos do Futebol Clube do Porto mostraram fora e dentro do campo. Este é um factor que faz com que as equipas alcancem os seus objectivos. A ver se tal se mantêm nas horas más.

 

Negativo: Diogo Dalot na faixa esquerda da defesa. Dalot é um jogador que parece ser de uma qualidade fenomenal, pelo que é deveras custoso ver este “diamante em bruto” a ser “lapidado” por Sérgio Conceição numa posição que nunca foi a sua. Que tal tenha ocorrido somente esta vez.

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publicado às 23:55


Começa a ser um hábito

por Pedro Silva, em 18.10.16

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imagem retirada de zerozero

 

Efectivamente começa a ser um triste hábito. Todo o portista tem de sofrer e sofrer para ver o Futebol Clube do Porto derrotar uma equipa que em Portugal estaria a lutar para não descer ao segundo escalão do nosso futebol.

 

Mau demais para ser verdade. E o problema é do costume: defesa. Defesa que, sendo justo e honesto, tem sido certinha no que a cometer disparates diz respeito. Haja ao menos alguma coisa em que a linha defensiva dos Dragões é competente e capaz. Hoje - como não podia deixar de ser – disparate pegado na altura do golo dos belgas…

 

Ainda estou a tentar perceber como é que com tantos gajos vestidos de amarelo e azul (o FC Porto jogou de amarelo e azul), Jelle Vossen tem tempo de aproveitar um ressalto de bola para - com todo o espaço e tempo do mundo - fazer o golo do Brugge. Pelos vistos os defesas do Futebol Clube do Porto não sabem o que é pressionar o portador da bola e o sempre útil “bola para o mato quando a coisa aperta”. Pelo meio ainda houve tempo para Iker Casillas ter dado mais um dos seus fabulosos shows sempre que a bola vinha pelo ar.

 

Portanto não posso aqui dizer que fiquei satisfeito com a vitória do FC Porto em Brugge. Fico descansado com o resultado final dado que este permite aos azuis e brancos lutar pelo segundo lugar do grupo da Champions, mas estou longe de ficar satisfeito.

 

Eu sei que por esta altura já deve haver muita gente a abanar a cabeça em forma de reprovação, mas não posso ficar say9osgeito com um FC Porto que entra em campo com menos um jogador (Héctor Herrera é sempre uma menos valia) e cujo treinador que necessita de uma parte meia para perceber que contra equipas de gajos fortes, broncos e de pouca técnica de nada serve fazer dos defesas laterais os extremos de uma equipa que em 4x4x2 se vê obrigada a jogar pelo meio do campo passando a maior parte do tempo a atirar a bola contra uma parede humana. Tal forma de estar em campo pode dar resultados por cá no nosso pequeno burgo, mas lá fora tal não serve. Os jogos diante do Copenhaga, Leicester e Brugge já o demonstraram… Cabe agora a Nuno Espírito Santo (NES) mostrar que percebeu o recado.

 

Chave do Jogo: “Entradas de Corona e Brahimi. O FC Porto passou a explorar melhor os corredores laterais e baralhou as marcações do Brugge.” Opinião de  José Bragança, jornalista do site zerozero, com a qual estou inteiramente de acordo.

 

Arbitragem: Paolo Tagliavento e a sua equipa de arbitragem levaram a cabo uma arbitragem normal, quase isenta de erros, tendo ajuizado bem o lance que deu origem à grande penalidade a favor do Futebol Clube do Porto.

 

Positivo: Otávio e Jesús Corona. Mais uma vez Otávio mostrou qualidade a rodos. Foi o único a “remar contra a maré” quando o FC Porto se apanhou a perder. Jesús Corona entrou, também mais uma vez, muito bem em campo e acabou por ser o principal responsável pela vitória portista na Bélgica.

 

Negativo: Nuno Espírito Santo (NES). É verdade que foi pela mão de NES que os Dragões deram a reviravolta no marcador, mas é também verdade que é por culpa do Treinador que muitos dos evidentes problemas do FC Porto se mantêm. Há que melhorar Nuno e rapidamente porque o tempo urge e os momentos decisivos estão-se a aproximar.

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publicado às 23:48


Imperou a normalidade

por Pedro Silva, em 15.10.16

imgS620I182699T20161015220609.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Começo por dizer que num GD Gafanha 0 x FC Porto 3 com pouca história, Otávio mostrou - mais uma vez - que é realmente um fora de série. Otávio dribla os adversários, procura espaços, cria oportunidades de golo, ganha faltas perigosas para o FC Porto. Em suma; Otávio está cada vez mais a assumir-se como a grande revelação do Futebol Clube do Porto de Nuno Espírito Santo (NES) e do nosso futebol. Tivesse o brasileiro sido formado numa das tais de “Academia” e teríamos meio mundo a fazer dele o Golden Boy da liga portuguesa, mas como não foi formado em tão majestoso local é mais um que não interessa a ninguém. O futebol português no seu melhor. Adiante.

 

Quanto ao jogo não há muito para dizer. Os Dragões acabaram por impor o seu futebol e alcançaram uma vitória que acabou por ser perfeitamente natural. O Gafanha deu luta, mostrou qualidades mas como normal desenrolar do jogo os atletas do GD Gafanha acabaram por “perder gás”, mas se tivessem aproveitado alguns dos muitos disparates defensivos dos Azuis e Brancos bem que poderiam ter conseguido fazer o mesmo que Famalicão e 1.º de Dezembro fizeram a Sporting CP e SL Benfica.

 

O Futebol Clube do Porto continua a cometer erros ridículos na defesa (e não só). Passes de alto risco para o Guarda-redes, passes transviados e um posicionamento defensivo deficiente impediram que os portistas tivessem seguido esta partida com algum sossego. Para mais esta forma estranha de estar da parte da linha defensiva dos comandados de NES acaba por “empanar” todo o processo de ataque que a determinada altura vive exclusivamente da boa vontade dos seus defesas laterais e da inspiração de algum dos jogadores… Se repararmos bem, foi assim que o FC Porto chegou à vantagem numa primeira parte onde o Gafanha até estava a mostrar argumentos de qualidade e a “bater o pé” ao FC Porto.

 

Não entendo também a razão de Oliver Torres começar (e bem) o jogo a apoiar os avançados e passado alguns minutos acabar a jogar no meio campo muito próximo de Danilo Pereira. Acredito que tal situação tenha a ver com uma deficiente preparação física - resultante de uma época e pré temporada sem competir ao mais alto nível –, mas sempre que tal acontece o FC Porto perde qualidade ofensiva. Muito em espacial quando tenta sair em transição rápida para o araque pois todas as bolas passam pelos pés de Olíver que está, invariavelmente, muito recuado relativamente à linha avançada. Tal problema não é de agora.

 

Apesar de tudo começam a surgir algumas melhorias neste Futebol Clube do Porto. Muito em especial na frente de ataque onde começa a ser notório um melhor entrosamento entre o meio campo ofensivo e o ataque. Contudo há que melhorar a transição defesa-ataque em velocidade e não só. Neste jogo no Municipal de Aveiro muitos lances de ataque dos Dragões não foram eficazes porque os passes eram sempre transviados ou então muito mal executados.

 

Para terminar queria dizer que gostei muito de ver a dupla atacante Diogo Jota/André Silva. São dois avançados muito móveis e velozes. A manter e aprimorar NES!

 

Chave do Jogo: Apareceu na segunda parte do jogo. O GD Gafanha mostrou capacidade de lutar “taco a taco” com uma equipa superior, mas esta forma corajosa de estar em campo acabou por degastar a equipa que no início da segunda parte estava completamente de rastos no que ao seu físico diz respeito. A partir desta altura os Azuis e Brancos tomaram conta do jogo.

 

Arbitragem: Penso que Jorge Ferreira e a sua equipa acabaram por realizar uma arbitragem normal. O jogo não foi difícil de se apitar e os atletas estiveram sempre mais interessados em jogar do que em arranjar problemas. Houve um ou outro lance em que o árbitro deveria ter ajuizado de outra maneira, mas nada de relevante num jogo tranquilo no que à arbitragem disse respeito.

 

Positivo: Otávio. O Melhor em Campo para mim. Joga e faz jogar. Mostrou imensa qualidade enquanto “teve pernas” para tal. Marcou um excelente golo e “movimentar” toda a máquina ofensiva do FC Porto.

 

Negativo: Defesa do FC Porto e passes errados. Bolas atrasadas “à queima” para o Guarda-redes e passes transviados. Fosse o Gafanha o Brugge…

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publicado às 23:51


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