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Capsule

por Pedro Silva, em 01.01.17

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DramaHistóriaFicção Científica - (2015) "Capsule"

Realizador: Andrew Martin

Elenco: Edmund Kingsley, Lisa Greenwood, David Wayman, Nigel Barber

 

Sinopse: Guy é um piloto de caça britânico experiente, que está no comando da primeira missão tripulada da Grã-Bretanha para o espaço. Ele tem treinado para isso há três anos, no auge da Guerra Fria e agora ele está sozinho no espaço com uma cápsula com defeito. Ele tem contacto limitado com o Reino Unido, alguma comunicação incomum com os EUA e alguma comunicação pouco ortodoxa com a Rússia. Quem vai ajudá-lo? Será que ele vai fazer a escolha certa?

 

Critica: Ora quem disse que um filme para ser bom tem de ser dispendioso? Capsule do Realizador Andrew Martin é mais um bom exemplo de que filmes de baixo custo conseguem bons e, muitas vezes, bem melhores do que muitas das grandes produções de Hollywood. Para mais o facto de ser baseado em factos reais torna este Capsule muito (mesmo muito) interessante.

 

Tenho para mim que o argumento é a pedra chave deste filme. Bem pensado e muito bem estruturado o argumento de Capsule consegue cativar a nossa atenção desde o princípio até ao fum do filme. Felizmente neste argumento não aparecem as ditas “americanices”, o que o torna ainda mais rico. Isto para além de que o filme se baseia em factos reais, factos estes que foram muito bem estudados e devidamente adaptados à história que o seu Realizador nos pretende contar. Uma lição para certos Realizadores que outrora foram grandes estrelas de cinema que ainda tem muito que aprender sobre como fazer uma produção cinematográfica baseada em factos reais.

 

Relativamente ao elenco não posso dizer que tenha ficado particularmente encantado com o trabalho de Edmund Kingsley. Não que o actor não tenha cumprido o seu papel, mas este teve longe de ter tido uma perfomance fora de serie. Cumpriu e é o que se exigia. Já o restante elenco não “aquece, nem arrefece” mas é deveras complicado fazer uma análise mais a fundo dado que o filme é basicamente Edmund Kingsley “ mais dez” no que a este aspecto diz respeito.

 

Muito boa está a banda sonora que complementa um cenário simplista mas que se adequa na perfeição ao filme e a tudo o que se vai desenrolando no dito. Dois pormenores que juntamente com o argumento fazem deste Capsule um filme bastante agradável de ser ver.

 

Em suma, Capsule de Andrew Martin tem a minha recomendação.

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publicado às 20:25


Spectral

por Pedro Silva, em 25.12.16

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AcçãoFicção CientíficaThriller - (2016) "Spectral"

Realizador: Nic Mathieu

Elenco: Emily Mortimer, Clayne Crawford, Max Martini, James Badge Dale

 

Sinopse:  Uma equipe de operações especiais é despachada para uma inesperada missão: lutar contra seres sobrenaturais agressivos que tomaram a cidade de Nova Iorque e ameaçam a sobrevivência de todos os humanos.

 

Critica: Confesso que não sou grande adepto de filmes que mais parecem séries, mas este Spectral de Nic Mathieu até que nem está mau de todo. O facto de este assentar em factos históricos torna-o interessantes mas este longe de ser algo de brilhante. Está mais para filme de sábado à tarde do que filme que valha pena ir ver ao cinema, mas – repito - Spectral até que é uma produção razoável não obstante nos brindar com alguns dos habituais clichés sempre que o “assunto” URSS vêm à baila.

 

Como já aqui disse, Spectral é um filme interessante muito por causa do seu argumento. Argumento este que, aqui e acolá, assenta em factos históricos. Aliás, se lhe retiramos a ficção científica temos em Spectral um pequeno relato daquilo que aconteceu na Moldávia na altura da queda da URSS, Contudo não é um argumento brilhante que seja capaz de prender a atenção do cinéfilo do princípio ao fim. Está demasiado “americanizado “ em certos pontos e por muito que se tenha tentado, Spectral não consegue libertar-se daquilo que nos faze olhar para o filme como um episódio mais alongado de uma série televisiva.

 

Quanto ao elenco tenho de dizer que este não aquece nem arrefece. Não dei por nenhum destaque em espacial pela positiva no que ao trabalho do elenco diz respeito. Já pela negativa destaco o trabalho muito fraquinho da actriz Emily Mortimer… Cara bonita e corpinho perfeito não chegam para se ter ali um trabalho em condições.

 

Quanto à Banda Sonora e Cenários tenho de dizer que ambos estão perfeitos. Os cenários estão muito bem estruturados, estudados e explorados de uma forma perfeita. A Banda Sonora está também muito boa e é muito por causa disto que o filme vai tendo partes interessantes. A juntar a tudo isto há um trabalho muito bom em termos de efeitos especiais.

 

Em suma; Spectral está longe de ser uma produção cinematográfica perfeita, mas tem a ninha recomendação.

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publicado às 23:23


Capitão América: Guerra Civil

por Pedro Silva, em 12.06.16

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AçcãoAventuraFicção Científica - (2016) "Captain America: Civil War"

Realizador:  Anthony Russo, Joe Russo

Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson

 

Sinopse: Devido a uma série de missões que originaram danos colaterais considerados evitáveis, o Governo norte-americano decide que a equipa de Vingadores precisa de supervisão adequada. É então criado um sistema de registo dos super-heróis, cujo trabalho terá de ser sempre controlado por um membro governamental autorizado. A partir de agora apenas poderão agir se forem formalmente solicitados. Esta nova posição vai gerar conflitos internos na equipa, cujas opiniões se dividem. De um lado está o Capitão América, que se rebela por considerar a liberdade dos Vingadores essencial para o perfeito funcionamento das suas missões; do outro está o Homem de Ferro que, contra todas as expectativas, aprova a decisão. Entre eles surge uma tensão difícil de controlar que porá em causa não apenas a amizade e união de todos, mas também a segurança da Humanidade.

 

Critica: Curto e grosso: Uma porcaria! Previsível, confuso e extremamente aborrecido. É o que me apraz dizer – de uma forma sucinta – sobre esta produção dos Realizadores Anthony Russo, Joe Russo: Após dois filmes interessantes Capitão América entra na era do disparates profundo como se para se produzir um bom filme de super -heróis fosse suficiente um cocktail destes.

 

Confesso que tentei descortinar o argumento deste “filme”. Confesso que tentei, tentei e tentei mas não tive sorte nenhuma. A determinada altura já me era tremendamente difícil seguir o enredo dado que era cada vez mais complicado perceber o que se passava. Para mais isto de ter actores e actrizes diferentes a desempenhar papéis de personagens que em filmes anteriores nos foram apresentadas de uma forma completamente diferente em nada ajudou nesta minha tremenda aventura de tentar encontrar o argumento deste Capitão América: Guerra Civil. Fraquinho… Extremamente fraquinho no que a este importante aspecto diz respeito.

 

Relativamente ai elenco… Se o argumento é uma desgraça não esperemos que o seu elenco seja muito melhor. Não existe actor ou actriz que tenha o condão de fazer o seu melhor quando se lhe é exigida a interpretação de uma cosia perfeitamente ridícula como é o “argumento” desta “produção cinematográfica” (com “” para não faltar ao respeito ao conceito).

 

Quanto aos cenários, banda sonora e efeitos especiais aviso desde já para que não fiquem muito esperançados. Péssimo. Não há aspecto algum que se aproveite. Efeitos especiais de amador. Cenários onde é notória a existência de cartão e cartolina… E a banda sonora parece ter metido baixa até ao fim do filme. Uma miséria.

 

Em suma; Capitão América: Guerra Civil está mal pensado, mal executado e muito mal (muito mal mesmo) produzido. Não tem a minha recomendação.

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publicado às 20:58


Perdido em Marte

por Pedro Silva, em 19.12.15

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Aventura, Drama, Ficção Científica (2015) – “The Martian”

Realizador:  Ridley Scott

Elenco:   Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig

 

Sinopse: Durante uma missão tripulada a Marte, o Astronauta Mark Watney é dado como morto após uma tempestade e deixado para trás pela sua tripulação. Mas Watney sobreviveu e encontra-se preso e só num planeta hostil. Com escassos mantimentos, ele terá que contar com a sua criatividade, inteligência e espírito de sobrevivência para encontrar uma maneira de enviar para a Terra um sinal de que está vivo. A milhões de quilómetros de distância, a NASA e uma equipa de cientistas internacionais trabalham incansavelmente para trazer Watney de volta, enquanto, simultaneamente os seus colegas de tripulação planeam uma ousada – se não impossível – missão de resgate. Com a revelação destas histórias de incrível coragem, o mundo une-se por uma causa – o seguro regresso de Watney.

 

Critica: Ora aqui está um filme interessante. Bem concebido, equilibrado e cativante. È isto que, por norma, exijo a uma produção cinematográfica. “Perdido em Marte” entra na minha exigente galeria de excelência.

 

O que mais me encantou nesta produção de Ridley Scott foi o seu argumento. Façamos de algo que foi feito para agradar a todos e, acreditem ou não, o Realizador conseguiu isto mesmo. Temos um pouco de tudo (drama, “americanice”, conceitos técnicos, comédia, suspense, improviso, etc.) neste filme e acredito que é muito por isto que “Perdido em Marte” vá satisfazer os gotos de muito noa gente. Até mesmo dos mais exigentes no que a este importantíssimo aspecto de um filme diz respeito!

 

Quanto ao elenco - de luco – sou da opinião que não esteve nada mal. Apenas me parece que em certos momentos a personagem principal passa uma imagem um tudo ou nada desfasada da realidade mas confesso que não percebi se tal foi uma exigência de Ridley Scott ou se goi o Actor que mostrou não ter muito jeito para o papel.

 

Por último os cenários e banda sonora. Se os primeiros são escassos mas muito, mesmo muito, adequados á história que nos vai sendo contada já o segundo é do melhor que já vi em cinema. “Perdido em Marte” tem uma banda sonora do melhor que alguma vez vi ser produzido em cinema.

 

Concluindo, trata-se de um filme que tem a minha alta recomendação

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publicado às 23:55


Mundo Jurássico

por Pedro Silva, em 18.09.15

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Ficção CientíficaAcçãoAventura (2015) - “Jurassic World”

Realizador: Colin Trevorrow

Elenco:  Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins

 

Sinopse: 22 anos após os acontecimentos em «Parque Jurássico», Isla Nublar tranformou-se num parque temático do mundo jurássico, tal como fora imaginado por John Hammond. Mas depois de 10 anos de actividade, o parque entrou em declínio e carece de visitantes. Para superar o difícil momento que ameaça a continuidade do projecto, é inventada uma nova atração que vai criar novas dificuldades de grande dimensão…

 

Critica: Há uns bons anos saiu para a Playstation um jogo chamado Dino Crisis. O dito jogo foi um sucesso de vendas e teve direito a duas sequelas (salvo erro). A piada de jogar o Dino Crisis residia no facto de este ser muito parecido com o Resident Evil só que no lugar de zombies tínhamos dinossauros que ficaram fora do controlo. Achei o primeiro jogo engraçado, o segundo mais ou menos e o terceiro foleiro q.b.

 

E porque razão trouxe até aqui o Dino Crisis quando estou a fazer uma crítica a um filme? Porque este Mundo Jurássico de Colin Trevorrow é uma fotocópia mal tirada do dito jogo. Até a personagem principal feminina é muito parecida com a do já referido jogo. Por isto desenganem-se aqueles que pensam que este filme é uma espécie de “sequela” do Parque Jurássico de Steven Spielberg…. È que nem lhes chega aos calcanhares apesar de serem feitas algumas referências ao dito Parque!

 

Não gostei mesmo nada do Mundo Jurássico. Como nota atribuo-lhe nota negativa. Muito negativa.

 

Demasiado infantil, previsível e muito, mas mesmo muito mal trabalhado em ternos de argumento. Se a ideia era fazer algo de parecido como Dino Crisis mais valia terem feito algo igual em vez de andarem a inventar coisas que mais parecem ter sido pensadas para crianças de dois anos de idade. Basicamente trata-se de um filme de tarde de Domingo da TVI.

 

Quanto ao elenco, se o argumento é um desastre não se pode pedir aos actores e actrizes que contracenam que façam milagres. Fazem o que podem é um facto mas acabam por contribuir, em larga escala, para a infantilização de um filme que poderia, e devia, ter sido mais bem explorado.

 

Por últimos os cenários são a pedra de toque deste Mundo Jurássico. Bem pensados e com efeitos especiais rigorosos e bem aplicados. São, na minha opinião, das poucas, raríssimas, coisas que se aproveitam deste trabalho de Colin Trevorrow e restante equipa.

 

Em conclusão; não recomendo o filme mas quem o quiser ver que esteja à vontade até porque gostos não se discutem.

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publicado às 18:21


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