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Clara evolução. Falta a confirmação.

por Pedro Silva, em 06.08.16

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imagem de zerozero

 

Embora distante do Estádio do Dragão segui em directo o jogo de apresentação do Futebol Clube do Porto aos associados e confesso que fiquei – mais uma vez – muito satisfeito com esta nova versão do Dragão. A evolução parece ser mais do que óbvia, contudo falta ainda a confirmação que será feita na próxima Sexta-feira em Vila do Conde, altura em que os Portistas iniciam a época dando o pontapé de saída de uma Liga NOS que tem de ser conquistada pelos Portistas.

 

Do que gostei mais desta partida? Simples. Pressão e organização. Ao Futebol Clube do Porto de Julen Lopetegui faltou a pressão e ao de José Peseiro a organização. Ingredientes que nuno Espírito santo parece estar a implementar com sucesso. Digo “parece”, porque uma coisa são jogos de preparação, outra bem diferente são os jogos a sério. Para mais o mês de Agosto será um mês terrível para os Dragões, o que exige á equipa de Nuno uma melhor preparação e demonstração cabal de que as coisas estão a regressar aquilo que era normal no Reino do Dragão.

 

Outro aspecto que me agradou muito é o regresso das transições rápidas e contra ataques. Já há mais de três temporadas que não via o FC Porto realizar um contra ataque com cabeça, tronco e membros. Dito de outra forma; nos tempos de Julen os contra ataques eram invariavelmente realizados com um jogador isolado que tinha de “aguentar” a defesa adversária até que os seus colegas (que vinham a passo) o apoiassem. Coisa que com este FC Porto de Nuno não acontece (finalmente). De ressalvar que para tal funcionar é porque a defesa começa a ficar cada vez mais sólida e bem subida no campo… Ainda há muito a melhorar neste aspecto, mas as indicações que vão sendo dadas são manifestamente positivas.

 

Quanto aos jogadores, Otávio e André Silva voltaram a dar cartas. Começa a ser cada vez mais uma excelente aposta esta que Nuno faz ao colocar Otávio na posição de falso extremo dado que este faz diagonais fantásticas que abrem espaço nas defesas contrárias que podem ser aproveitadas pelos seus colegas de equipa. Marcano esteve muito bem e Felipe foi um autêntico “Patrão” (o que não invalida que não se contrate mais um central). Danilo foi simplesmente maravilhoso e Corona está cada vez melhor.

 

Uma coisa que me chamou á atenção é a tentativa de Nuno em ter mais do que um sistema táctico. Tem sido notório o maior à vontade que a equipa mostra num sistema de 4x3x3, mas confesso que me agrada muito ver o Futebol Clube do Porto a jogar num 4x4x2 dado que desta forma ganha uma maior consistência no meio campo e aproveita aquilo que de melhor Ádrian López pode fazer. Uma aposta que, a meu ver. Se deve manter mesmo quando não resultar (até porque é mais do que assumido que nenhuma equipa ganha os jogos todos que realiza).

 

Em suma; repetindo o que já disse no primeiro parágrafo, o Futebol Clube do Porto está a melhorar e que esta época poderá ser brilhante para o Dragão mas há ainda muito jogo pela frente e arrancar com uma vitória sobre o Rio Ave FC é vital para que este crescimento do Dragão continue a ser uma realidade.

 

Chave do Jogo: Neste ponto estou – mais uma vez – de acordo com o que escreveu o Jornalista do zerozero que passo a citar. Golo de André Silva Mais do que o refleto natural que teve no placard, deu confiança ao FC Porto para executar os processos que vinha mostrando desde o apito inicial.

 

Positivo: Um FC Porto cada vez mais à Porto. Organização, contra ataque, transições rápidas, defesa segura, ideias de jogo, ponta de lança, extremos, etc. A manter e a melhorar nos próximos jogos.

 

Negativo: Iker Casillas. Não complicou nem comprometeu mas escusava de ter feito uma pequena “brincadeira” em que a bola quase lhe fugiu das mãos. Tivesse este lance entrado na baliza dos Azuis e Brancos e se calhar estaríamos aqui a dissecar um injusto empate.

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publicado às 23:55


Até que nem foi mau

por Pedro Silva, em 07.05.16

imgS620I174473T20160507180155.jpg 

Imagem de zerozero

 

Manteve-se a tradição em Vila do Conde. O Futebol Clube do Porto venceu e, desta vez, até se pode dizer que os Dragões não jogaram nada mal. Muito pelo contrário. Os Portistas até que praticaram um futebol aceitável. Tal abre boas perspectivas para a Final do Jamor. Isto se esta forma de estar no campo se mantiver até lá (obviamente).

 

É verdade que o Rio Ave FC não soube aproveitar a vantagem que alcançou muito cedo na partida mas tal deve-se, em grande parte, ao mérito dos Portistas que não deixaram que os Vila-condenses pressionassem. O FC Porto de José Peseiro ganhou o meio campo ao Rio Ave FC de Pedro Martins e foi por isto que venceu hoje, pois se porventura a equipa Verde e Branca tivesse pressionado um bocadinho mais de certeza que não estaria agora a dissecar uma vitória Azul e Branca.

 

Não percebo porquê razão Peseiro insiste em colocar Rúben Neves na posição de trinco. E não o entendo porque o rapaz já mostrou por mais do que uma vez que não tem “estaleca” para desempenhar esta função. O grande golo de Hélder Postiga logo no início do jogo é disto um bom exemplo.

 

Outra coisa que também não consigo perceber é porquê razão Herrera tem de jogar sempre… O Mexicano até que jogou bem, mas quando pressionado o moço não sabe fazer sequer um simples passe curto. Felizmente os comandados do Pedro Martins não estavam com muita vontade de pressionar os Atletas do FC Porto.

 

De resto não haverá muito mais a dizer senão que isto de o Futebol Clube do Porto “canalizar” quase todo o seu jogo pela zona central do terreno poderá vir a ser fatal diante do Sporting Clube de Braga. Não me agradou mesmo nada esta forma de estar no jogo não obstante hoje o melhor jogador dos Azuis e Brancos (Sérgio Oliveira) ter jogado nesta zona do campo. As grandes equipas, por norma, variam o seu estilo de jogo durante os 90 e poucos minutos, mas já se começa a perceber que com José Peseiro este FC Porto não consegue dar muito mais do que isto.

 

Em suma, o FC Porto venceu, convenceu um pouco mas está longe, muito longe, de me satisfazer plenamente. Há ainda muito para melhorar até ao jogo da Final da Taça de Portugal. Preocupa-me que se cometam tantos disparates e se insistam em fórmulas que o passado já mostrou, por mais do que uma vez, que não funcionam, mas lá está o FC Porto venceu e “o resto é letra”.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 20´ da partida. Altura em que Layún marcou o golo do empate a uma bola entre Vila-condenses e Portistas. A partir daí o Rio Ave ”perdeu” toda a força e confiança que tinha mostrado até esta altura entregando, desta forma, o jogo aos Portistas.

 

Positivo: Sérgio Oliveira. O português jogou e fez jogar. Sérgio Oliveira foi excelente e foi muito por sua culpa que os Portistas venceram hoje. Faço votos de que venha a ser mais regular pois Jogadores da sua qualidade fazem sempre muita falta.

 

Negativo: “Defesa de papelão”. Já não é de agora mas é cada vez mais preocupante a forma como o Futebol Clube do Porto sofre golos. Um problema que parece ter tendência a agravar dado que José Peseiro parece estar a ter muitas dificuldades em encontrar a fórmula que coloque um fim a esta situação.

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publicado às 22:04


Fim da linha

por Pedro Silva, em 06.01.16

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imagem de zerozero

 

Não marquei presença no Estádio do Dragão como habitualmente, As razões são as mesmas de sempre: hora tardia do jogo e dia da semana. Segui, portanto, o FC Porto 1 x Rio Ave FC 1 via rádio (com algumas interferências pois tanto Benfica como Sporting estavam também a jogar) e o que fui ouvindo acabou por confirmar aquilo que mais temia: chegou o fim da linha para o Futebol Clube do Porto de Julen Lopetegui.

 

E não digo tal porque os Dragões estão, agora, a quatro pontos de um Sporting Clube de Portugal cada vez mais moralizado, mas sim porque começa a ser notório um claro divórcio entre Lopetegui e o Plantel. Diria até mais, neste momento o Treinador do FC Porto é ainda Julen porque não há nenhuma alternativa credível no mercado, os Azuis e Brancos estão ainda a disputar a Taça de Portugal e há uma Liga Europa para se tentar ir o mais longe possível.

 

È triste, muito triste que tudo isto tenah chegado ao ponto que chegou. Obviamente que a culpa não é somente do Treinador, mas a maior quota-parte deve-lhe ser imputada pois Lopetegui quis sempre fazer omeletes sem ovos. Ou seja, Julen insiste e insiste num sistema de posse que precisa de tempo, jogadores e dinheiro para poder funcionar.  Reparem que já nem o FC Barcelona de Luís Enrique acredita no sistema de posse absoluta porque já não tem plantel para isto.

 

Efectivamente o pecado capital do Futebol Clube do Porto nestas duas temporadas foi o de querer ser igual ao Barcelona. Mas uma coisa é o Futebol Clube do Porto e outra, nuito diferente, é o Futebol Clube Barcelona… Um pecisa de vender Jogadores toads as époacs e o outro não. E podem dar os poderes todos do mundo ao Treinador que ele nunca conseguirá montar um FC Porto à moda do Barça de Guardiola.

 

A Liga NOS época 2015/16 está praticamente perdida e os Dragões só podem acusar-se a eles próprios.

 

Quanto ao que sucedeu no empate caseiro com os Vila-condenses, pelo que fui ouvindo, foi mais do mesmo. Um Porto apático, amorfo, sem ideias, sem capacidade para “matar o jogo”. Basicamente o mesmo de sempre. A agravante é que agora me parece os Jogadores perderam toda a confiança que tinham em Julen. E a forma como este tenta dar a volta a um mau resultado não ajuda nada dado que acaba, invariavelmente, por “queimar” jogadores minando-lhes por completo a confiança.

 

Em suma cabe agora à Direcção do Futebol Clube do Porto ponderar o que fazer a seguir. Mude-se ou não de Treinador o Campeonato está irremediavelmente perdido. Há é que ter consciência de que não existem soluções mágicas que mudem tudo da manhã para a noite.

 

Uma última palavra para os adeptos. Estes têm servido de arma de arremesso pela SAD Azul e Branca, e alguns Portistas, para justificar o futebol descaracterizado e demasiado mecanizado que os Portistas apresentam em quase todos os jogos, mas a verdade é que os assobios só surgiram no final do jogo com o Rio Ave. Até lá, mesmo empatados e com o relógio a avançar, os adeptos Portistas apoiaram a equipa… Por isto os cavalheiros ad SAD, e seus acólitos apoiantes, que se deixem de tretas e assumam o erro!

Chave do Jogo: Aos 33` da partida o Rio Ave chega ao golo do empate pro intermédio de João Novais. A partir daí a equipa Portista não se encontrou nunca mais e a boa organização dos “Caxineiros” tomou conta do jogo fazendo com que o resultado final fosse o desejado pelos comandados de Pedro Martins.

 

Positivo: A paciência dos adeptos Portistas. Antes do jogo arrancar foi pedido ao adepto Azul e Branco muita paciência e crença na equipa e este correspondeu até ao limite.

 

Negativo: Julen Lopetegui mais uma vez. Mal a decidir, teimoso, e, sobretudo, “meteu muita água” antes, durante e depois do jogo

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publicado às 23:55


Venceu. Fez-se o mais importante

por Pedro Silva, em 11.04.15

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Antes de mais há que dizer que o Futebol Clube do Porto venceu. Jogou pouco, o futebol não foi um primor mas fez-se o mais importante que foi ganhar e ficar com os três pontos que permitem aos Dragões continuar a na corrida pelo Título.

 

Não estive em Vila do Conde. Segui esta partida ora via rádio ora via stream e, repito, a ideia com que fiquei é que o Clube Azul e Branco entrou bem e com força e depois descansou quando chegou aos dois golos de vantagem. Ficou a sensação que os Dragões poderiam ter feito mais um pouquinho, mas tendo em consideração que já na próxima Quarta-feira os Alemães vistam a Invicta é normal que se tenha “tirado um pouco o pé da tábua” para se gerir o esforço. É que o Bayern, mesmo desfalcado não é, nem nunca será, pera doce.

 

Claro que vai haver gente a reclamar porque o Rio Ave teve imensas dificuldades para poder apresentar uma linha defensiva em condições e fiável (tantas que eram as lesões e castigos), mas desta vez não posso dar razão a esta malta. O Futebol Clube do Porto foi um justíssimo vencedor na casa de uma equipa que é muito competitiva e onde é sempre complicado jogar. Que o diga o SL Benfica que deixou por lá três pontos.

 

Quanto a Julen Lopetegui, ao contrário das jornadas anteriores, “mexeu bem” no onze tendo tido no golo de Hernâni o seu ponto máximo. Fica desta forma provado que o Basco quando não tem a pressão de poder ultrapassar o Líder do nosso Campeonato consegue orientar a sua equipa de uma forma eficaz e segura. È uma pena que Julen não perca de vez esta maldita malapata.

 

Agora não deixei de reparar em certos disparates.

 

Um deles prende-se com a fixação que de Julen tem em que todas as jogadas (TODAS no verdadeiro sentido do termo) têm de passar por todos os sectores com uma calma enervante e sempre na posse da bola. Se tal táctica é utilizada quando o Porto está em vantagem é uma coisa e até que serve para poupar a equipa de desgastes desnecessários, já quando se está empatado ou a perder é enervante para todos (Jogadores inclusive). Seria bom que se parasse com esta treta da “posse pela posse” e se opte por jogar feio quando tem de ser.

 

Outro disparate, e este bem grave, têm a ver com a incapacidade que o Guardião Fabiano tem de comunicar com os seus colegas da defesa. Já na jornada anterior o Brasileiro quase que “destruía” Marcano e agora voltamos a ver mais do mesmo. Desta vez com passes ridículos… Tais cenas contra o Bayern podem ser a morte do artista.

 

Se há jogo onde o Futebol Clube do Porto tem razões de queixa da arbitragem é neste jogo de Vila do Conde. O primeiro golo dos Portistas não estava nunca em fora de jogo! Depois os árbitros publicam longos textos nas redes sociais onde mostram estar muito indignados com os protestos dos Adeptos e Dirigentes…

 

Venha o Bayern de Munique!

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publicado às 20:29


Até que foi interessante

por Pedro Silva, em 30.12.14

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Esta é aquela Competição onde Julen Lopetegui está como peixe em água. Isto porque a Taça da Liga e o seu formato ridículo e batoteiro retiram qualquer responsabilidade de quem se vê obrigado a disputar tal coisa. Para mais este ano os Clube abdicaram dos prémios em nome da recuperação financeira da Liga Portuguesa de Futebol. Como tal o Basco pode fazer os disparates que fez em Vila do Conde que ninguém leva a mal.

 

Olhemos então para o Rio Ave 0 x FC Porto 1.

 

O Rio ave apresentou um onze muito próximo do seu habitual. Já o Futebol Clube do Porto levou a cabo a “panca” habitual de rodar tudo e mais alguma coisa e entrou em campo com uma linha defensiva completamente nova e com ela vieram os naturais disparates defensivos que só não foram aproveitados pelos Vila-condenses por mera “azelhice”.

 

No meio campo Portista podemos dizer que reinou alguma normalidade. Quintero, Evandro e Casemiro já tinham levado a cabo alguns jogos em conjunto e a verdade seja dita que os disparates neste sector foram poucos. Aqui o ponto negativo está no facto de a equipa ter sempre, mas sempre, de ter de sair em posse para o ataque e quando pressionada vê-se obrigada a recorrer aos lances de bola longa, lances estes que parecem não estar ainda devidamente assimilados e treinados. Convêm só realçar que estamos a meio da Temporada e este problema não está ainda resolvido.

 

Teoricamente o ataque dos Dragões era composto por três elementos, mas na prática só dois deram “sinal de Vida” dado que o terceiro era um defesa do Rio Ave. Pergunto se porventura Ádrien López não suborna Lopetegui para que este o ponha a jogar porque o Jogador parece o Hélder Postiga. O Ataque do FC Porto viveu de Quaresma enquanto o Ciganito teve “pernas” e do poderio e oportunismo do brilhante Aboubakar.

 

E não, a culpa não é da juventude da equipa mas sim do Treinador que parece não saber preparar a sua equipa para as variantes que o jogo lhe oferece.

 

Resumindo e concluindo; o jogo no seu todo até que foi interessante e pode-se dizer que o Futebol Clube do Porto mereceu ganhar a partida, mas preocupa-me que certas malapatas continuem por resolver e que Lopetegui insista nos erros que lhe têm sido apontados ao longo dos últimos meses.

 

Venha o Gil Vicente já no próximo Sábado. E nesta deslocação a Barcelos é proibido perder pontos!

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publicado às 23:03


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