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Até que nem foi mau

por Pedro Silva, em 07.05.16

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Imagem de zerozero

 

Manteve-se a tradição em Vila do Conde. O Futebol Clube do Porto venceu e, desta vez, até se pode dizer que os Dragões não jogaram nada mal. Muito pelo contrário. Os Portistas até que praticaram um futebol aceitável. Tal abre boas perspectivas para a Final do Jamor. Isto se esta forma de estar no campo se mantiver até lá (obviamente).

 

É verdade que o Rio Ave FC não soube aproveitar a vantagem que alcançou muito cedo na partida mas tal deve-se, em grande parte, ao mérito dos Portistas que não deixaram que os Vila-condenses pressionassem. O FC Porto de José Peseiro ganhou o meio campo ao Rio Ave FC de Pedro Martins e foi por isto que venceu hoje, pois se porventura a equipa Verde e Branca tivesse pressionado um bocadinho mais de certeza que não estaria agora a dissecar uma vitória Azul e Branca.

 

Não percebo porquê razão Peseiro insiste em colocar Rúben Neves na posição de trinco. E não o entendo porque o rapaz já mostrou por mais do que uma vez que não tem “estaleca” para desempenhar esta função. O grande golo de Hélder Postiga logo no início do jogo é disto um bom exemplo.

 

Outra coisa que também não consigo perceber é porquê razão Herrera tem de jogar sempre… O Mexicano até que jogou bem, mas quando pressionado o moço não sabe fazer sequer um simples passe curto. Felizmente os comandados do Pedro Martins não estavam com muita vontade de pressionar os Atletas do FC Porto.

 

De resto não haverá muito mais a dizer senão que isto de o Futebol Clube do Porto “canalizar” quase todo o seu jogo pela zona central do terreno poderá vir a ser fatal diante do Sporting Clube de Braga. Não me agradou mesmo nada esta forma de estar no jogo não obstante hoje o melhor jogador dos Azuis e Brancos (Sérgio Oliveira) ter jogado nesta zona do campo. As grandes equipas, por norma, variam o seu estilo de jogo durante os 90 e poucos minutos, mas já se começa a perceber que com José Peseiro este FC Porto não consegue dar muito mais do que isto.

 

Em suma, o FC Porto venceu, convenceu um pouco mas está longe, muito longe, de me satisfazer plenamente. Há ainda muito para melhorar até ao jogo da Final da Taça de Portugal. Preocupa-me que se cometam tantos disparates e se insistam em fórmulas que o passado já mostrou, por mais do que uma vez, que não funcionam, mas lá está o FC Porto venceu e “o resto é letra”.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 20´ da partida. Altura em que Layún marcou o golo do empate a uma bola entre Vila-condenses e Portistas. A partir daí o Rio Ave ”perdeu” toda a força e confiança que tinha mostrado até esta altura entregando, desta forma, o jogo aos Portistas.

 

Positivo: Sérgio Oliveira. O português jogou e fez jogar. Sérgio Oliveira foi excelente e foi muito por sua culpa que os Portistas venceram hoje. Faço votos de que venha a ser mais regular pois Jogadores da sua qualidade fazem sempre muita falta.

 

Negativo: “Defesa de papelão”. Já não é de agora mas é cada vez mais preocupante a forma como o Futebol Clube do Porto sofre golos. Um problema que parece ter tendência a agravar dado que José Peseiro parece estar a ter muitas dificuldades em encontrar a fórmula que coloque um fim a esta situação.

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publicado às 22:04


Fim da linha

por Pedro Silva, em 06.01.16

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imagem de zerozero

 

Não marquei presença no Estádio do Dragão como habitualmente, As razões são as mesmas de sempre: hora tardia do jogo e dia da semana. Segui, portanto, o FC Porto 1 x Rio Ave FC 1 via rádio (com algumas interferências pois tanto Benfica como Sporting estavam também a jogar) e o que fui ouvindo acabou por confirmar aquilo que mais temia: chegou o fim da linha para o Futebol Clube do Porto de Julen Lopetegui.

 

E não digo tal porque os Dragões estão, agora, a quatro pontos de um Sporting Clube de Portugal cada vez mais moralizado, mas sim porque começa a ser notório um claro divórcio entre Lopetegui e o Plantel. Diria até mais, neste momento o Treinador do FC Porto é ainda Julen porque não há nenhuma alternativa credível no mercado, os Azuis e Brancos estão ainda a disputar a Taça de Portugal e há uma Liga Europa para se tentar ir o mais longe possível.

 

È triste, muito triste que tudo isto tenah chegado ao ponto que chegou. Obviamente que a culpa não é somente do Treinador, mas a maior quota-parte deve-lhe ser imputada pois Lopetegui quis sempre fazer omeletes sem ovos. Ou seja, Julen insiste e insiste num sistema de posse que precisa de tempo, jogadores e dinheiro para poder funcionar.  Reparem que já nem o FC Barcelona de Luís Enrique acredita no sistema de posse absoluta porque já não tem plantel para isto.

 

Efectivamente o pecado capital do Futebol Clube do Porto nestas duas temporadas foi o de querer ser igual ao Barcelona. Mas uma coisa é o Futebol Clube do Porto e outra, nuito diferente, é o Futebol Clube Barcelona… Um pecisa de vender Jogadores toads as époacs e o outro não. E podem dar os poderes todos do mundo ao Treinador que ele nunca conseguirá montar um FC Porto à moda do Barça de Guardiola.

 

A Liga NOS época 2015/16 está praticamente perdida e os Dragões só podem acusar-se a eles próprios.

 

Quanto ao que sucedeu no empate caseiro com os Vila-condenses, pelo que fui ouvindo, foi mais do mesmo. Um Porto apático, amorfo, sem ideias, sem capacidade para “matar o jogo”. Basicamente o mesmo de sempre. A agravante é que agora me parece os Jogadores perderam toda a confiança que tinham em Julen. E a forma como este tenta dar a volta a um mau resultado não ajuda nada dado que acaba, invariavelmente, por “queimar” jogadores minando-lhes por completo a confiança.

 

Em suma cabe agora à Direcção do Futebol Clube do Porto ponderar o que fazer a seguir. Mude-se ou não de Treinador o Campeonato está irremediavelmente perdido. Há é que ter consciência de que não existem soluções mágicas que mudem tudo da manhã para a noite.

 

Uma última palavra para os adeptos. Estes têm servido de arma de arremesso pela SAD Azul e Branca, e alguns Portistas, para justificar o futebol descaracterizado e demasiado mecanizado que os Portistas apresentam em quase todos os jogos, mas a verdade é que os assobios só surgiram no final do jogo com o Rio Ave. Até lá, mesmo empatados e com o relógio a avançar, os adeptos Portistas apoiaram a equipa… Por isto os cavalheiros ad SAD, e seus acólitos apoiantes, que se deixem de tretas e assumam o erro!

Chave do Jogo: Aos 33` da partida o Rio Ave chega ao golo do empate pro intermédio de João Novais. A partir daí a equipa Portista não se encontrou nunca mais e a boa organização dos “Caxineiros” tomou conta do jogo fazendo com que o resultado final fosse o desejado pelos comandados de Pedro Martins.

 

Positivo: A paciência dos adeptos Portistas. Antes do jogo arrancar foi pedido ao adepto Azul e Branco muita paciência e crença na equipa e este correspondeu até ao limite.

 

Negativo: Julen Lopetegui mais uma vez. Mal a decidir, teimoso, e, sobretudo, “meteu muita água” antes, durante e depois do jogo

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publicado às 23:55


Houve "Manita" no Dragão

por Pedro Silva, em 30.11.14

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Estive no Dragão a ver a goleada (goleada no verdadeiro sentido do termo e não aquelas vitórias de 3 a 0 que são transformadas em goleadas quando dá jeito) e confesso que foi melhor o resultado do que a exibição. Contudo ressalvo desde já que o que importa no futebol são os resultados. As exibições estão num patamar secundário.

 

Este jogo ante o Rio Ave teve duas partes muito distintas. Uma primeira em que os Vila-condenses estavam com força e conseguiram “empenar" (mais uma vez) o futebol de posse radical de Julen Lopetegui e uma segunda parte onde sofreram um golo e se foram abaixo animica e fisicamente. Daí a goleada de 5 a favor dos Dragões.

 

Ao que parece já toda a gente percebeu o que tem de fazer para travar o Futebol Clube do porto. É certo e sabido que a posse pela posse vai marcar sempre presença, então a solução passa por fazer pressão no meio campo para forçar os Atletas Azuis e Brancos a passar a bola para trás e para os lados sem progressão... Como se fosse uma máquina de lavar roupa. Com isto enerva-se a equipa, o Treinador e o Público ao ponto de se ir ganhando confiança à medida que o tempo passa e o Clube Azul e Branco não marca. Depois é aproveitar os nervos à flor da pele para tentar o golo e foi isto que aconteceu na primeira parte deste jogo onde no intervalo os comandados de Pedro Martins quase que chegavam ao golo.

 

Depois veio a segunda parte e voltamos a ter o cliché do costume. Lopetegui manda “desligar a máquina de lavar roupa” (a tal de posse pela posse) e os Jogadores começam a ter mais liberdade para as transições rápidas. Foi, portanto, com alguma naturalidade que o primeiro golo Portista surgiu. Os restantes foram fruto do cansaço da equipa de Vila do Conde que pagou um preço elevado pela pressão que fez no primeiro tempo.

 

Não se retira aqui mérito algum à equipa Portista nesta sua vitória gorda, só que já chateia ter de esperar u8ma parte inteira para ver a equipa jogar tão bem como sabe.

 

Venha a Académica em Coimbra. È um jogo que antecede o Clássico com o SL Benfica pelo que vai ser de uma importância extrema vir de Coimbra com os três pontos.

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publicado às 23:55


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