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A moral e – muita, muita – sorte

por Pedro Silva, em 11.12.18

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imagem retirada de zerozero

 

Hoje é dia de festa no Dragão. Primeiro lugar na Fase de Grupos da Champions, 0 derrotas e um empate e um recorde pontual igualado. Nada mau se bem que podemos, e devemos, dizer que o Futebol Clube do Porto não fez mais do que a sua obrigação num grupo onde o equilíbrio em termos de qualidade foi – quase sempre – a nota dominante. Contudo esta deslocação à Turquia fez soar alguns alarmes”. Especialmente se tivermos em linha de conta que o Galatasaray SK é uma equipa mediana (muito mediana) que só não venceu hoje por manifesta falta de sorte. E também porque do outro lado do campo esteve um FC Porto altamente moralizado.

 

Convenhamos, tenho de ser curto e directo. Felicito Sérgio Conceição (e a equipa) quando este está bem, na minha opinião, no jogo sobre o qual opino, mas não posso, de forma alguma, “embarcar” na actual onda de euforia que parece ter toldado certas mentes portistas. Não estivesse o Futebol Clube do Porto num momento de forma execpecional e com a moral nos píncaros, e tenho sérias dúvidas de que este teria regressado das terras de Recep Tayyip Erdoğan com os três pontos e um recorde igualado.

 

A juntar ao exposto no parágrafo anterior há que dizer que o Galatasaray de Fatih Terim teve um azar tremendo na hora de rematar à baliza. Aliás, se quiser ser mesmo sincero (por muito que me custe) tenho de dizer que os Dragões não mereceram, de todo, vencer hoje. Nem empatar mereciam! A equipa da casa foi - de longe – a melhor equipa em campo. O meio campo turco “engolia” sempre o meio campo português. Não fosse a eficácia, a moral em alta e uma sorte tremenda e, repito, isto teria corrido muito mal.

 

Espero que Sérgio Conceição tenha retirado muitas ilações desta partida. Especialmente sabendo que daqui para a frente irá ter de enfrentar equipas de maior qualidade que pressionam como este Galatasaray. E não, o facto de este ter sido obrigado a mudar algumas das suas habituais “peças” não justifica metade do que aconteceu hoje em campo. Até porque se assim fosse, esse teria intervindo muito mais cedo no onze. Especialmente quando todos percebíamos que o FC Porto já não podia mais com a tremenda avalanche ofensiva da equipa da capital turca.

 

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. Efectivamente o internacional maliano é “aquela máquina” na UEFA Champions League. Hoje Marega foi uma “locomotiva” que colocou, quase sempre, em “xeque” a linha defensiva da equipa da casa. Um golo e uma assistência são um parco pecúlio para tão excelente exibição.

 

Chave do Jogo67´ Sofiane Féghouli (Galatasaray) falha a grande penalidade! Atira à barra!. E deita por terra toda e qualquer vontade do Galatasaray SK lutar pelo resultado final. Após tal Sérgio Conceição “acordou de vez” para o jogo e fez as alterações tácticas de que a equipa precisava para trazer os três pontos para a Invicta. Como tal penso ser manifestamente impossível não se classificar este lance como a “chave do jogo” que ditou – em definitivo - a vitória portista.

 

Arbitragem: Jogo fica marcado por uma decisão logos nos minutos iniciais. É marcado um fora de jogo num lance que daria grande penalidade e provável expulsão para Diogo Leite. A interpretação deixa muitas dúvidas. Depois não existe falta sobre Hernâni e parece estar em fora de jogo Garry Rodrigues no lance da grande penalidade do Galatasaray. Análise e opinião de  Igor Gonçalves (jornalista do site zerozero)

 

Positivo: Vitórias que moralizam. São vitórias em jogos como este que fazem equipas campeãs. Quando as coisas não correm bem mas a equipa luta até ao fim, acredita em si e vence é algo que tem de ser visto como positivo.

 

Negativo: Diogo Leite. Se calhar sou eu qu estou a ficar mal habituado dadas as boas exibições de Militão, mas hoje Diogo Leite esteve mal. Muito mal em todos os aspectso do jogo. Que tanha sido somente um dia mau do jovem central.

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publicado às 22:25


Sérgio, o inventor vencedor

por Pedro Silva, em 07.12.18

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NOTA: Por razões de cariz pessoal não me foi possível publicar a tempo a análise do jogo FC Porto 4 x SC Portimonense 1. Por este facto peço, desde já, as minhas desculpas.

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publicado às 23:55


Dragão tubarão

por Pedro Silva, em 28.11.18

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imagem retirada de zerozero

 

Aquando da visita do Futebol Clube do Porto a Gelsenkirchen para defrontar (e empatar a uma bola) este mesmo FC Schalke 04 que hoje foi - naturalmente - derrotado no Estádio do Dragão, eu tinha dito aqui neste mesmo espaço que o resultado era algo de anormal. Não porque a equipa germânica não seja uma boa equipa (é uma boa equipa!), mas antes porque a exibição portista neste jogo ficou muito abaixo das reais capacidades deste FC Porto. Hoje tal ficou bem patente dado que a equipa de Sérgio Conceição banalizou por completo a equipa de Domenico Tedesco. E tanto foi assim no resultado final como na exibição.

 

Efectivamente quando a moral está em alta e o treinador de uma equipa percebe - de vez - que nas competições europeias tem de colocar os seus comandados a jogar de uma forma completamente distinta da que aborda as partidas das competições nacionais, as coisas funcionam. Podem não funcionar na perfeição, mas por alguma razão se diz que os jogadores e treinadores são seres humanos e não máquinas. Se juntarmos a isto um Óliver Torres em forma, um Jesús Corona na melhor fase da época e um Yacine Brahimi a mostrar a todos aquilo de que é verdadeiramente capaz, o resultado só pode bom (senão excelente). È que basicamente foi isto que aconteceu hoje. O Schalke 04 lutou pela vitória, deu que fazer à linha defensiva azul e branca, procurou marcar golos mas hoje os Dragões resolveram assumir o papel de “tubarões” e não tiveram dó nem piedade de uma equipa germânica muito combativa, esforçada e extremamente competitiva.

 

Olhando agora um pouco para o jogo jogado, é para mim um excelso prazer verificar que nas competições europeias este Futebol Clube do Porto procura não se socorrer do tal futebol do tudo para a frente que na época passada custou uma copiosa e histórica derrota caseira diante do Liverpool. Os lances agora parecem mais pensados e sempre que possível aposta-se na transição rápida para o ataque (é nisto que dá ter um moço em campo e em forma de nome Oliver Torres). A continuar assim, tal poderá ser um bom prenúncio para a fase seguinte. Fase para a qual, face à vitória de hoje dos portistas e a derrota do Galatasaray em Moscovo, o Futebol Clube do Porto se apura no primeiro lugar do grupo. Facto que tem uma grande importância a nível financeiro e que poderá ditar muita coisa sobre a continuidade futura dos Dragões na UEFA Champions League.

 

MVP (Most Valuable Player): Jesús Corona. Estive – novamente - para atribuir esta nomeação a Oliver Torres, mas hoje Jesús Corona esteve – mais uma vez! – “endiabrado”. Jogou e fez jogar, o internacional mexicano é, sem sombra de qualquer dúvida, o “terror” de qualquer linha defensiva. Espero que este momento de grande forma e moral elevada de Corona se mantenham por muito tempo para o bem de toda a Nação Azul e Branca.

 

Chave do Jogo: Face ao que vi em campo não creio que se possa falar em chave do jogo dada a segurança e tranquilidade que esta equipa do FC Porto mostrou mesmo depois de o FC Schalke 04 ter reduzido o marcador para 2 a 1, mas vou classificar o golo de Moussa Marega como a “chave do jogo” dado que este lance acabou de vez com as esperanças que a equipa germânica ainda tinha de, pelo menos, levar um ponto da Invicta.

 

Arbitragem:  Arbitragem tranquila de Ovidiu Hategan. O romeno não teve problemas em dirigir uma partida tranquila e sem grandes quezílias.  Análise e opinião de Jorge Ferreira Fernandes (jornalista do site zerozero)

 

Positivo: Bons momentos de futebol (mais uma vez). Quando o Futebol Clube do Porto queria e lhe apetecia até que brindou o público (presente do Estádio do Dragão e não só) com momento de um futebol colectivo fantástico.

 

Negativo: A “zanga” de Brahimi. Todo o jogador gosta de jogar. Espacialmente quando o jogo diz respeito à maior competição de clubes da Europa, mas isto de sair amuado com o treinador quando se é substituído é algo que não fica bem a ninguém.

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publicado às 23:55


Foi você que pediu um apuramento?

por Pedro Silva, em 06.11.18

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imagem retirada de zerozero

 

Efectivamente o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição está em alta. E logo numa das fases de maior importância da época. Os Dragões lideram a Liga NOS e tem o assunto Champions quase que arrumado sendo que na próxima jornada, em pleno Estádio do Dragão, podem garantir a passagem à fase seguinte e podem ainda vencer o grupo. Melhor situação do que esta é impossível.

 

Antes de irmos ao jogo de hoje gostaria somente de dizer que para mim o que fez com que a realidade europeia do FC Porto mudasse de uma época para a outra reside, tão simplesmente, no facto de Sérgio conceição ter percebido que no campeonato tem de jogar de uma determinada forma e na Liga dos Campeões tem de jogar de outra forma. Esta época temos um FC Porto ofensivo, agressivo e muitas vezes quase que irracionalmente virado para a frente num claro 4x4x2 na Liga portuguesa e na europa do futebol temos um FC Porto mais cerebral, mais pausado, capaz de sofrer quando é preciso num 4x3x3 onde as transições rápidas são o “pão nosso de cada dia”. Embora eu goste muito mais da “fórmula” Champions, tenho de reconhecer que é muito por causa desta forma de gestão da equipa – e alguma sorte! – que por esta altura tudo parece correr de feição aos azuis e brancos.

 

Entrando agora no jogo que se disputou no Estádio do Dragão, achp que ficou demonstrado – mais uma vez – qie este grupo da Champions é tudo menos fácil. Isto porque o 4 a 1 a favor dos portistas é enganador. Não que durante os 90 e poucos minutos de um enorme dilúvio o FC Porto não tenha mostrado ser superior (em muitos aspectos) a um FK Lokomotiv que não procurou – nunca – abdicar da sua ideia de jogo que consistia, basicamente, no resguardar-se na defesa e sair em velocidade para o ataque. É muito por aí que se explica a vitória “gorda” dos azuis e brancos. No não saber abdicar de uma forma de jogar que em certos momentos obrigou o FC Porto a ter saber “sofrer”. O resto foi eficácia e aquela sorte dado que foram ainda algumas as oportunidades que a equipa moscovita teve de empatar a partida quando perdia por duas bolas a uma.

 

Ainda sobre o jogo gostaria, tão somente, de realçar que sou da opinião de que Sérgio Conceição deveria ter sido mais lesto a “mexer na equipa” quando na segunda parte o Lokomotiv se aproveitou de algum “desleixo” e “desnorte” dos Dragões que estavam em campo. Tardou em fazer tal e sofreu um golo. Felizmente os danos ficaram-se só por aí…

 

O que interessa é que agora o Futebol Clube do Porto venceu e está a um ponto do apuramento para a fase seguinte da prova milionária com o acréscimo de que pode vir a vencer o grupo. Para tal necessita de empatar em casa na próxima jornada diante do Schalke 04 para garantir o apuramento ou de vencer a equipa germânica para garantir o apuramento e a vitória no grupo a uma jornada do fim da fase de grupos da UEFA Champions League.

 

MVP (Most Valuable Player): Héctor Herrera. Estive para atribuir esta distinção a Moussa Marega por tudo o que este fez durante os 90 e alguns minutos da partida, mas tenho de nomear Herrera para o MVP desta partida pois este fez um excelente jogo em todos os aspectos para um jogador quem está com limitações físicas.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 67´, altura em que Jesús Corona teve um lance de génio que lhe permitiu marcar o terceiro golo portista e, desta forma, quebrar por completo todo o ímpeto da equipa russa que entretanto tinha reduzido o marcador para 2 a 1.

 

Arbitragem:  Bom critério nos lances capitais do jogo, talvez algum exagero no âmbito disciplinar. No geral, prestação competente.

 

Positivo: Moussa Marega. Está de volta o Marega que foi responsável por muitas vitórias portistas na época anterior. Uma assistência, um golo e uma capacidade fantástica de no final do jogo de continuar a correr como se tivesse sido dado o apito inicial.

 

Negativo: Substituições tardias. A equipa portista entrou mal na segunda parte e permitiu uma maior pressão do Lokomotiv. Depois de os russos terem marcado exigia-se uma mais rápida intervenção de Sérgio Conceição para se evitar mais danos. Felizmente nada de muito mau aconteceu até Corona ter marcado o terceiro golo.

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publicado às 22:19

tanto-se-falou-de-treinadores-e-este-foi-decisivo. 

imagem retirada de zerozero

 

Jogos existem que, pela sua natureza e tradição, são complicados. E há jogos que não obstante o que disse anteriormente, são mais complicados por força das decisões técnicas de quem dirige as equipas. Dito de outra forma para que todos percebam onde quero chegar; já todos sabíamos que a partida do Futebol Clube do Porto na Madeira ia ser complicada, pelo que Sérgio Conceição escusava de a ter tornado ainda mais complicada ao ter feito alinhar um onze que foi – “simplesmente” - anulado pelo técnico da equipa do CS Marítimo até à entrada de Otávio em campo.

 

Penso que difícil era não se ter uma ideia, mais ou menos clara, que a equipa madeirense ia entrar em campo para “lutar pelo pontinho”. Especialmente se se tiver em linha de conta dois factores: a posição em que o marítimo se encontra na tabela classificativa da Liga NOS e a forma como o FC Porto de Sérgio Conceição joga no nosso campeonato. Cláudio Braga “montou” a sua equipa num de 3x4x3 defensivo que “engoliu” um meio campo portista onde Danilo Pereira tinha a função de recuperar jogo e Óliver Torres de construir o dito. Ou seja; este CS Marítimo de pendor defensivo e sem extremos que apostava, sempre que possível, nas transições rápidas para o ataque conseguia não só criar lances de perigo na área portista onde Iker (mais uma vez!) brilhou e – pasme-se! – teve ainda a destreza de fazer com que a equipa portista tivesse sido uma perfeita nulidade no que à construção ofensiva diz respeito durante uma parte inteira.

 

A certa altura tornou-se evidente que para este FC Porto vencer hoje e, desta forma, aumentar a vantagem pontual para SC Braga e aproveitar a derrota caseira do SL Benfica com o Moreirense, era preciso algo mais do que um Marega em força, um Tiquinho em velocidade e um Brahimi/Corona a apostar tudo na jogada individual. Ora face a tudo isto a entrada de um médio (no caso Otávio) era algo mais do que natural e exigível. Especialmente tendo em linha de conta que o Marítimo atacava sem extremos e que o meio campo portista era manifestamente inferior em número e capacidade (não em qualidade, sendo que neste aspecto era muito superior) para fazer face ao poderio da equipa insular que tinha como cabal objectivo a conquista do “pontinho” ou, de uma “magra” vitória caso a Deusa da Fortuna lhe sorrisse.

 

Tudo isto para se concluir que era perfeitamente desnecessário os Dragões terem “deitado ao lixo” uma parte inteira de uma partida que poderiam, e deveriam, ter tornado fácil. Pessoalmente prefiro que Sérgio Conceição apostasse na “fórmula” táctica que aplica nos jogos da Champions e depois, caso seja necessário, alterar o sistema táctico para a vertente mais ofensiva de que o Sérgio tanto gosta, mas o técnico portista prefere fazer o oposto e tal forma de estar tem-lhe valido as recentes vitórias e a liderança isolada da Liga NOS. Espero sinceramente que isto cont6inue a ser assim, mas a verdade é que os treinadores das equipas adversárias não estão assim tão a lés como se pode pensar.

 

O primeiro exigente teste de uma semana competitiva e bem complicada para as aspirações azuis e branca está ultrapassado com sucesso. Vamos agora ver como tudo corre na próxima quarta-feira diante dos russos do Lokomotiv.

 

MVP (Most Valuable Player): Iker Casillas. Perante um adversário que tinha em mente o “pontinho” ou o golo fortuito (que até procurou em certos momentos, diga-se desde já) foi de extrema importância os azuis e brancos terem na sua baliza um Casillas inspirado e disposto a dizer “presente” nos momentos mais difíceis. Otávio pode ter dado o tal “impulso” que permitiu ao FC Porto vencer hoje, mas tal não teria sido possível sem um Iker Casillas num grande plano.

 

Chave do Jogo: Já aqui o disse e volto a repetir, a entrada de Otávio para o lugar de Maxi pereira foi o que permitiu ao Futebol Clube do Porto “virar o jogo a seu favor” e alcançar a vitória final.

 

Arbitragem:  Acertou em vário lances de eventual mão na área do Marítimo na primeira parte. Errou num amarelo a Lucas Áfrico, devia ter sido vermelho por uma entrada sem nexo e duríssima sobre Corona. Ficam algumas dúvidas na grande penalidade, mas aceita-se a marcação.

 

Positivo: Sérgio conceição. Apesar de tudo o que dito há que ser justo e reconhecer que foi muito positivo para as aspirações portistas o técnico Sérgio Conceição ter mudado a sua ideia inicial de jogo quando colocou Otávio no lugar de Maxi.

 

Negativo: Insistir no erro. Uma parte inteira e mais alguns minutos da segunda é, a meu ver, tempo a mais para se dar a volta a um jogo cujo adversário “amarrou” tacticamente a equipa do FC Porto.

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publicado às 19:58


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