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É urgente salvar a Europa!

por Pedro Silva, em 04.11.14

Acredito não ser o único a notar o óbvio. O problema, na minha modesta opinião, é que muitos vêm o óbvio, mas preferem ignora-lo porque se não o fizerem a sua realidade desintegra-se.

 

Mas é urgente acabar de vez com isto de assobiar para o lado e começar a enfrentar os problemas de frente e a chamar os bois pelos nomes. É isto ou então adeus Europa e importantíssima construção Europeia das últimas décadas.

 

Já o disse e nunca me canso de repetir: O Tratado de Lisboa foi um erro crasso. Um equívoco que tem sido maleficamente aproveitado pela Alemanha da Sra. Merkel para voltar a fazer da sua Germânia a Gloriosa Ariana Fardada, de Cruz de Ferro ao pescoço marchando imponentemente por todo o Velho Continente pisando tudo e todos com as suas enormes botas pretas. Quem se atreve a fazer frente a tal Sra. é ameaçado com a ordem de expulsão e rotulado de dissidente. E tanto faz este dissidente ser uma das maiores Economias do Mundo e membro dos G8 como são o caso do Reino Unido e França por exemplo.

 

Claro está que no passado a Alemanha e seus Satélites tentaram fazer aquilo que tanto incomoda a Chanceler. É bom relembrar que a Dinamarca, País vizinho e “irmão” da Sra., levou a cabo a ideia que deu origem ao ultimatum feito à “rebelde” Inglaterra

 

Ora, perante tão nefasto e hipócrita cenário (tão hipócrita que até parece mal), é urgente que os Europeus (Portugueses inclusive) comecem a pensar seriamente em fazer algo para que isto mude de rumo rapidamente. E de preferência antes que o tal de ponto sem retorno que a tal de Ariana tanto deseja se torne uma realidade.

 

Isto porque no dia em que a Inglaterra, ou outro qualquer Estado Membro da UE, for expulsa porque não faz aquilo que agrada à Sra. das Botas Pretas, então todo um trabalho levado a cabo no pós 2ª Guerra Mundial irá pelo “cano abaixo”. E quando tal acontecer as cicatrizes do Velho Continente voltarão a abrir-se para nunca mais se fechar.

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publicado às 10:30


Sra. Merkel vs Emprego vs Desemprego

por Pedro Silva, em 13.11.13

In: Edição Impressa do Diário de Notícias

 

São frases como estas que me assustam e fazem com que cada vez mais antipatize com a actual União Europeia. A Sra. Merkel devia parar um pouco para pensar antes de dizer coisas como estas, ou melhor, devia analisar seriamente aquilo que alguém lhe escreveu no papel que mais tarde dita em forma de discurso à audiência global que a escuta.

 

Como tal proponho que todos façamos o seguinte exercício:

 

O que procura uma Empresa? O Lucro. O Lucro é a razão de existência de uma Empresa e esta para alcançar tal objectivo vai servir-se de uma série de mecanismos que tem à sua disposição.

 

Entre estes mecanismos está a mão-de-obra, mão-de-obra essa que tem um preço. Contudo quanto mais qualificada for a mão-de-obra mais a Empresa terá de pagar para poder utilizar este mecanismo. E quando tal sucede por norma o que a Empresa faz é procurar um local onde possa pagar o menos possível pela mão-de-obra mesmo que esta seja altamente qualificada.

 

Temos então que para poder obter o Lucro a Empresa desloca-se para Países Estrangeiros, na sua grande maioria pobres e com uma grande densidade populacional (por exemplo Índia, China, Vietname, Indonésia, etc.) onde o preço da mão-de-obra é mais vantajoso. Dito de outra forma, para poderem obter Lucro as Empresas têm de sair do espaço Europeu (entenda-se União Europeia) dado que na Europa a mão-de-obra é cara, altamente qualificada e para mais vive numa comunidade desenvolvida e não quer abdicar deste status seja a que preço for.

 

Uma coisa leva à outra; se as Empresas são “obrigadas” a ter de deixar a Europa para poderem lucrar então é natural que o desemprego aumente nos Países Europeus, tendo depois este aumento consequências nefastas para a União Europeia dado que aumenta também a instabilidade social. O cenário é ainda pior nos Países (como Portugal) que não tem a sorte de poder contar com uma Indústria Farmacêutica e Automóvel forte e competitiva como sucede na Alemanha.

 

Perante tal cenário a única possibilidade que os Estados Membros da União Europeia têm de evitar que as Empresas saiam da Europa (com as consequências já aqui expostas) reside única e exclusivamente na intervenção Estatal através de políticas de cativação de investimento que passam pela criação de regimes fiscais muito vantajosos como sucede na Áustria e pelo incentivo à empregabilidade através de programas e parcerias estratégicas que terão de ser sempre patrocinadas pelos Estados e União Europeia.

 

Como se pode verificar não é assim tão complicado de se perceber que estas declarações da Sra. Merkel são descabidas e profundamente disparatadas, porque directa ou indirectamente os Estados são obrigados a ter de criar Emprego. Qualquer tipo de Estado não consegue sobreviver a uma Sociedade onde os Desempregados são a maioria.

 

O Neo Liberalismo não é a solução e ainda estou para perceber porquê carga de água a Europa insiste na importação de um modelo no qual os seus criadores (USA) já não acreditam.

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publicado às 18:00


Desta Alemanha já gosto!

por Pedro Silva, em 19.10.13

 

Micaela Schäfer

 

Leipzig no seu melhor {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Não percebo é porque razão os Alemães elegem um calhau com dois olhos como a Merkel para Cnanceler e deixam esta obra prima de fora...

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publicado às 18:00


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