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É por causa destas coisas

por Pedro Silva, em 06.12.20
Os “cavalheiros” do futebol português
 
“O futebol é um desporto de cavalheiros jogado por rufias; o rugby é um jogo de brutos jogado por cavalheiros”
 
Lembrei-me desta frase ao ver o que se passou no final do Famalicão x Sporting de ontem.
 
E aquilo que eu vi foram as cenas no relvado, após o VAR ter chamado à atenção do árbitro para a falta (ÓBVIA!) de Coates sobre o guarda-redes do Famalicão, seguidas pela expulsão do treinador do Sporting.
 
Depois ouvi o jogador João Mário, na flash-interview da Sport TV, dizer que tinham anulado um golo limpo ao Sporting e que “não nos deixaram ganhar” (o Conselho de Arbitragem vai deixar passar estas declarações sem reagir?).
 
Vi, também, a confusão provocada por jogadores e elementos do Sporting no túnel de acesso aos balneários (veremos o que irão escrever os delegados e se a Liga tem coragem para castigar os “viscondes” de Alvalade).
 
E tudo isto foi o prelúdio para a “cereja em cima do bolo”: as declarações incendiárias do “cavalheiro” que a comunicação social colocou na presidência do Sporting.
 
Depois do que disse após o Sporting x FC Porto; depois dos insultos que dirigiu ao Presidente do FC Porto; será desta que a Liga/FPF irá aplicar um castigo exemplar ao “cavalheiro” Frederico Varandas?
 
Retirado daqui

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É por causa destas coisas que da Liga NOS eu vejo apenas os jogos do Futebol Clube do Porto.
 
Prefiro, de longe, ver jogos de outros campeonatos onde o que interessa é o jogo de futebol e não as palhaçadas made in campeonato português que tem somente como intenção condicionar as decisões das equipas de arbitragem nos próximos jogos.

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publicado às 21:23


Isto de dormir na forma

por Pedro Silva, em 05.12.20

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imagem retirada de zerozero

Mau. Mauzinho meus caros. Assim é realmente complicado para qualquer um de nós. Treinador inclusive pois quando um onze de jogadores profissionais - “pagos a peso de ouro “ - se comporta em campo como se de um conjunto de amadores se trate a coisa fica mesmo muito complicada. 3 golos sofridos de uma forma ridícula dado que estamos a falar do Futebol Clube do Porto, equipa com títulos, história e muito mais no futebol português e internacional.

Não se pode defender desta forma. Sérgio Conceição foi muito directo na critica que fez aos seus jogadores e, ao contrário do habitual, assino por baixo todas as palavras, pontuação, acentos e vírgulas ditas pelo treinador portista dado que os Dragões jogaram mal. Muito mal não obstante t6erem vencido a partida e, desta forma, encurtado a distância pontual para o primeiro classificado da Liga NOS.

A linha defensiva e o meio campo portista não pode deixar que o adversário tenha espaço para poder jogar à vontade… O primeiro golo da equipa beirã foi uma anedota que dava direito a que se distribuísse um par de estalos a quem na altura equipava de azul e branco… No segundo golo do Tondela, idem, aspas, aspas. E nem vale a pena falar no terceiro golo que dá razão ao ditado popular “burro velho, não aprende línguas”. Assim não pode ser! Concentração, dedicação, posicionamento, empenho e outras coisas tais exigem.se da parte dos atletas do FC Porto seja o adversário o “poderoso” Manchester City ou o “acessível” CD Tondela.

Ora bem, zangas e puxões de orelha à parte a verdade é que o Futebol Clube do Porto venceu. Poderia, e deveria, ter vencido de uma forma bem mais tranquila diante de um adversário que tem por hábito dar muito que fazer à equipa portista (vá-se lá saber porque carga de água não faz o mesmo com Benfica e Sporting).

Quanto ao resto, não creio que Sérgio Conceição tenha estado mal nas substituições embora Evanilson me tenha mostrado (mais uma vez) que (ainda) não tem estaleca para vestir a camisola azul e branca. Já Taremi parece estar aos poucos a ganhar o seu espaço e em boa hora pois Moussa Marega joga muito melhor ao lado de um avançado/ponta de lança do que sozinho na frente de ataque portista. Fábio Vieira tem muito que melhorar (tanto a nível de passe como na marcação de livres) não obstante a sua técnica que lhe permite “segurar” a bola em zonas avançadas do campo e Nakajhima, embora nutra uma tremenda simpatia por ele, tem de ganhar mais músculo sob pena de ficar KO ao mais pequeno encosto do adversário.

3 pontos e aproximação ao Sporting CP que agora está a 4 pontos de distância após ter empatado (com justiça) em Famalicão. Mesmo ”a dormir na forma” o Futebol Clube do Porto fez o seu trabalho e continua na luta pela renovação do título. E já agora, em termos de golos marcados Dragões e Leões estão empatados… O problema está mesmo nos golos sofridos… Algo que não se pode aceitar se tivermos em linha de conta que até o Braga até tem estado bem melhor do que o FC Porto neste capítulo.

Melhor em Campo: Moussa Marega. Sem dúvida o melhor em campo. Marcou dois golos e trabalhou sempre muito enquanto esteve em campo tendo criado oportunidades de golo e procurado provocar o pânico na defesa do Tondela com as suas arrancadas de bola no pé. A ver se Marega mantêm este bom nível de forma e se não deixa que o “sucesso lhe suba à cabeça”.

Pior em Campo: Zaidu. Lamento ter de o dizer, mas por vezes no melhor pano cai a nódoa. É verdade que o agora internacional nigeriano tem vindo a mostrar serviço e a evoluir muito. Hoje até que marcou um golo. Mas tal não lhe dá o direito de passar o jogo quase todo a fazer disparates. Deixo a Zaidou o memso recado que deixei a Marega. Manter o bom nível de forma e não deixar que o “sucesso lhe suba à cabeça”.

Arbitragem: Sem problemas de maior, tenho de dizer que Tiago Martins e os seus assistentes fizeram um bom jogo. A minha única dúvida prende-se com uma suposta grande penalidade sobre Marega. De resto, a equipa de arbitragem esteve bem.

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publicado às 22:40


Diaz e pouco mais

por Pedro Silva, em 28.11.20

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imagem retirada de zerozero

Fraco. Fraquinho. “Mauzinho”. Assim se pode designar a prestação do Futebol Clube do Porto em casa de um Clube Desportivo Santa Clara que até começou a partida praticando um futebol ofensivo, pressionante e bem interessante, mas rapidamente a equipa açoriana se remeteu à habitual “pequenez” muito típica do nosso futebol.

Claro que se pode – e se deve – fazer referência ao temporal que quase que instantaneamente se apossou do encontro mal esse começou para justificar a fraca exibição portista, mas esse não justifica, na minha opinião, o excessivo jogo lateral que o FC Porto utilizou e abusou sempre que pretendia atacar a baliza do Santa Clara. É que tal forma de estar em campo fez com que a linha avançada dos portistas praticamente não existisse tanto Taremi como Marega não conseguiram, em momento algum, explanar a sua qualidade e futebol.

Efectivamente, o ataque da equipa de Sérgio Conceição resumia-se a Luís Diaz que queria sempre fazer tudo sozinho como se o futebol não fosse um desporto colectivo, velocidade de Corona quando este estava para aí virado e cruzamentos para a área de Zaidou e Manafá que subiam em velocidade pelos seus respectivos flancos. Quis o acaso, sorte e técnica do internacional colombiano Diaz que um dos famosos cruzamentos à balda que Manafá produz jogo sim, jogo sim acabasse no fundo da baliza do CD Santa Clara. Manafá cruza e Luís Diaz disfere um pontapé de bicicleta e a isso se resume todo um jogo da parte de CD Santa Clara e FC Porto. Depois há quem fique muito admirado quando dizem que o nosso campeonato é fraco, fraquinho, fracote…

Num estádio pequeno, de relvado de pequena dimensão, com uma segunda parte em que o vento corria bem forte contra a baliza da equipa da casa e necessidade de se gerir esforço para o jogo da próxima terça-feira que pode ditar a passagem do FC Porto à fase a eliminar na Liga dos Campeões, questiono-me sobre a insistência dos Dragões nos cruzamentos pelo ar, a ausência de remates à distância à baliza açoriana e o usar e abusar de jogadores importantes como Otávio (por exemplo) que a certa altura andavam a “arrastar-se” por um relvado que a intempérie se encarregou de - rapidamente - tornar “pesado”.

Contudo, o treinador Sérgio Conceição é que sabe de facto. Ele é que trabalha com o seus jogadores todos os dias e, melhor do que ninguém, sabe qual a melhor forma de gerir esforço e moral dos seus comandados, mas coisas existem que até para o comum dos adeptos (como eu) é complicado de se entender de tão óbvias que (parecem) ser. Para mais, essas vitórias à moda “da estrelinha de campeão” dão 3 pontos, mantem a equipa azul e branca na corrida pela renovação do título mas não podem ser um hábito e muito menos toleradas porque um dia a coisa pode correr e mal e num campeonato equilibrado como o nosso tal pode vir a “morte do artista”.

Vamos a ver o que vai acontecer di9ante do City. Já dizia o falecido Reinado Teles que no futebol não existem impossíveis e um tal de Bernardo Silva e a “cambada de parolos” que o defendeu na altura bem que merecem “levar na cara”. Vamos a ver…

Melhor em Campo: Malang Sarr. Confesso que estou a gostar cada vez mais deste jovem central. Longe de ser agressivo, Sarr sabe como se posicionar no campo e o seu bom jogo de cabeça tornam muito difícil a tarefa de qualquer avançado de criar perigo para a baliza de Marchesín. A ver vamos se o atleta vai continuar a evoluir se bem que me custa saber que nja próxima época esse vai regressar à sua equipa de origem.

Pior em Campo: Marko Grujic. Começo a perguntar-me se o médio internacional sérvio é “peixe fora de água ou se é peixe fora do aquário”. Ainda não percebi muito bem em que posição do meio campo o jogador se sente mais confortável e rende aquilo que fez com que a direcção portista tivesse solicitado o seu empréstimo ao Liverpool, mas já sáo dois ou três jogos em que Grujic não joga absolutamente nada.

Arbitragem: Dúvidas no golo anulado ao Futebol Clube do Porto. De resto, tirando um ou outro lance, exibição discreta e correcta da parte de João Pinheiro e seus assistentes.

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publicado às 22:32


(Quase) mais do mesmo

por Pedro Silva, em 08.11.20

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imagem retirada de zerozero

Quase que íamos vendo mais do mesmo. Dada a minha formação académica (não sou Treinador de futebol) não sou propriamente a pessoa mais indicada para estar aqui a falar sobre aquele que considero ser o maior problema do Futebol Clube do Porto mas acho que começa a ser gritante essa falta de capacidade de “dar a volta” a um problema que só não vê quem não quer.

Então é assim, qual o grande segredo para que equipas como o SC Portimonense possam vir ao Estádio do Dragão “bater o pé” aos Azuis e Brancos? Simples. Remeter-se à defesa e sair em transição rápida sempre que a equipa portista falhe um passe. Foi assim que a equipa algarvia se colocou hoje em vantagem e não tivesse aparecido Mbemba quase no final da primeira parte a empatar a partida a uma bola e não sei se estaria agora a falar sobre uma vitória dos Dragões por 3 bolas a 1 sobre o último classificado da Liga NOS.

O problema maior é que ninguém sabe ao certo o que se passa. E pelos vistos ninguém vai querer saber pois o Futebol Clube do Porto venceu e nada mais interessa. Esquecido vai ficar o facto de que é notório o trabalho de todos no clube dado que as rotinas de jogo estão lá e os atletas comandados por Sérgio Conceição sabem como quando e onde se devem posicionar mas, mesmo assim, basta aparecer pela frente uma equipa super defensiva que aposte nas transições rápidas e lá andamos todos com o coração nas mãos.

Olhando agora somente para o jogo de hoje. Primeiro que tudo tenho que dizer que gosto bem mais de ver um FC Porto a entrar em campo com dois avançados do que somente com Marega sozinho a ser apoiado ora por Diaz ora por Corona. Dois avançados (Marega e Taremi) apoiados por dois alas (Corona e Diaz) e apenas um médio a recuperar bolas no meio campo (Sérgio Oliveira) fazem com que seja possível criar triangulações que, quando bem trabalhadas, geram situações de golo como a que serviu para  que Sérgio Oliveira “sentenciasse” o jogo a favor dos portistas. Se calhar, digo eu, a solução para se defrontar e vencer equipas da nossa Liga do estilo desse Portimonense de Paulo Sérgio passa muito por aí.

Contudo repito a ideia que aqui deixei no início. Não sou a pessoa mais indicada para estar a aqui a dizer como deve Sérgio Conceição a fazer o seu trabalho, mas começo a ficar um pouco farto de ver o Futebol Clube do Porto a ter de correr atrás do prejuízo.

Na época anterior houve uma paragem forçada do nosso campeonato que beneficiou o clube azuis e branco, mas esta época a coisa pode não ser bem assim e como tal há que procurar corrigir o que estiver mal a tempo e horas. Para mais, esta coisa de “há um FC Porto na Champions e outro na Liga NOS” é uma treta do estilo “ceguinho que não vê o que não quer ver”.

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira. Especialmente a partir do momento em que deixou de ter de partilhar o meio campo com Uribe. Jogou e fez jogar, o internacional português fez um jogo tremendo. Trabalhou muito, lutou, criou situações de golo, fez duas assistências para golo e até marcou um golo. A ver vamos se essa boa forma de Sérgio dura para lá do Natal.

Pior em Campo: Entrar a dormir em campo. Começa a ser demais e quando é demais, é erro. Desta vez a coisa até que acabou por correr bem, mas isso de o Futebol Clube do Porto entrar em campo meio que adormecido na esperança que um lance fortuito resolva as coisas a seu favor pode mal. Não se aprendeu nada com a derrota de Paços de Ferreira?

Arbitragem: No geral o trabalho de António Nobre e seus Assistentes foi positivo. A verdade seja dita que os jogadores em campo não complicaram muito o trabalho da equipa de arbitragem. O único senão reside no golo anulado a Beto (seria o segundo de avançado do Portimonense) que de certeza que irá dividir a opinião dos especialistas em arbitragem.

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publicado às 19:54


De coração nas mãos

por Pedro Silva, em 24.10.20

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imagem retirada de zerozero

Jogo sofrível. Mau. Mauzinho. Fraco. Muito fraquinho. Mais um sinal de que o Futebol Clube do Porto é - ainda – uma equipa em construção. Não obstante as bolas na barra, as defesas “apertadas” do Guarda-redes do Gil Vicente e a palermice de Uribe que falhou uma Grande Penalidade há que ser sério e assumir que o jogo de hoje foi daqueles que se pode apelidar de “estrelinha de campeão”.

Compreendo e até que percebo que a “táctica da moda” (o tal 3x4x3) tenha caído no gosto de Sérgio Conceição, mas uma coisa é querer apostar na dita havendo tempo para se treinar até que os jogadores percebam onde tem de estar, como tem de estar e o que tem de fazer em campo, outra bem diferente e para bem pior é fazer tal com intervalo de 2/3 dias entre jogos da Liga NOS e jogos da UEFA Champions League.

“Crescer” a competir (por obrigação dado que a pandemia a isto obriga) exige,  a meu ver, que se aposte em algo simples que permita a solidificação de ideias e a integração de atletas que há coisa de 2 meses jogavam numa realidade completamente diferente da actual. Tudo isto explica, creio eu, a tremenda trapalhada que foi o jogo de hoje. Trapalhada, tirando um ou outro momento da segunda parte em que a entrada de Baró e (talvez) uma mudança táctica tenham trazido alguma organização ao FC Porto e o normal “empurrar” para trás da equipa de Barcelos face à melhor qualidade do plantel dos Dragões.

Confesso que não gostei do que vi. E confesso também que não sei se isto vai correr bem na próxima terça diante do Olimpiacos… Não tenho por hábito pensar assim até porque o futebol é muitas vezes uma “caixinha de surpresas” e o treinador (sempre ele) é que trabalha diariamente com os jogadores e saberá melhor do que ninguém o que fazer em cada jogo. Mas… Vejo ali muitos “mas” e a competição a avançar.

Vamos dar tempo ao tempo. Essa pandemia tem tido um efeito estranho no mundo do futebol e tal tem sido notório nos resultados que vamos vendo por essa Europa fora. Por isto é que acho que se deve dar tempo ao tempo embora admita que a minha paciência com jogadores como Zaidu e Manafá começa a ficar curta… Muito curta mesmo. O mesmo digo de Sérgio Conceição que parece querer complicar o que por si só já é complicado por força das circunstâncias do momento.

Apesar de tudo, vencer é mais importante. Os azuis e brancos continuam na corrida pela renovação do título de campeão nacional e ainda existem muitas jornadas para se disputar. Somente o tempo nos dirá mais à frente se Sérgio Conceição é um visionário ou se está a dar uma de “Professor Pardal”. E até que entendo a necessidade de se gerir um plantel para se poder fazer face a um calendário bem congestionado. Ma isto não me impede de ter chegado ao final da partida de hoje com o coração nas mãos perguntado se havia necessidade disso.

Melhor em Campo: Shoya Nakajima. O internacional japonês fez hoje um jogo tremendo! Quem o viu jogar hoje não se acreditava que o jogador esteve desparecido (no verdadeiro sentido do termo) quase uma época inteira. Correu muito, procurou desmarcar os seus colegas, controlou a bola, sofreu faltas atrás de faltas e tentou o golo que merecia ter marcado.

Pior em Campo: Entre Manafá e Zaidu escolho Toni Martínez. Prestação muito fraquinha da parte do avançado espanhol. Quase não se deu por ele em campo e  na única vez que o vi tocar na bola foi para cabecear a dita em direcção à figura do Guardião do Gil. Não admira que tenha sido substituído ao intervalo. Melhores dias virão para Mar+inez, mas terá de trabalhar mais se quiser ser feliz no Dragão.

Arbitragem: Diz quem está atento a essas coisas que o trabalho de Hélder Malheiro e dos seus assistentes foi positivo. Não vou discordar, mas acho que ao jovem árbitro faltou alguma garra e capacidade de impor a calma em certos momentos do jogo. E quando falo em impor a calma refiro-me a ser um pouco mais distante e não em mostrar amarelos à primeira contestação.

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publicado às 22:42


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