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Logan

por Pedro Silva, em 07.05.17

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AcçãoDrama, Ficção Científica - (2017) "Logan"

Realizador: James Mangold

Elenco: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Dafne Keen

 

Sinopse:  Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

 

Critica: Este Logan de James Mangold é a razão pela qual eu gosto tanto dos filmes do Wolferine. Especialmente quando estes são bem concebidos como é o caso deste Logan. Interessante, cativante e emotivo, Logan tem tudo para ser um filme que fica para todo o sempre gravado na nossa memória. Uma das melhores adaptações da saga X-Men que já vi até ao momento.

 

Confesso que gostei imenso do argumento de Logan. Embora diferente do habitual, o argumento deste filme não foge ao esperado. A componente dramática está sempre presente e é servida em doses bem estruturadas para que o nosso interesse pela história seja sempre constante. Este é um argumento ao estilo Wolferine que tem de tudo um pouco. Inclusive a forte e cerrada critica à intolerância humana. Uma mensagem muito importante nos tempos actuais.

 

No elenco o meu nível de elevada satisfação para com este Logan aumenta ainda mais. Isto porque Hugh Jackman é Logan. Uma interpretação perfeita de uma personagem famosa mas muito complexa. Contudo tenho de tirar o meu chapéu à interpretação de Patrick Stewart que leva a cabo um autêntico “papelaço” ao representar um Professor Xavier como nunca o tinha visto.

 

Nos cenários é que a coisa poderia estar um pouco mais bem composta. Não que os ditos estejam maus. Os cenários adequam-se perfeitamente aos vários locais onde tudo se desenrola, mas bem que poderiam estar um pouco mais bem filmados. Já a banda sonora está excelente embora esta seja quase uma raridade em Logan.

 

Em suma, Logan de James Mangold é um excelente filme que vale a pena ver e rever. Obviamente que tem a minha recomendação!

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publicado às 23:49


Underworld: Evolução

por Pedro Silva, em 02.04.17

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FantasiaFicção CientíficaAcção - (2006) "Underworld: Evolution"

Realizador: Len Wiseman

Elenco: Kate Beckinsale, Scott Speedman, Tony Curran, Derek Jacobi

 

Sinopse:  Perseguida pelos seus, Selene (Kate Beckinsale) - a bela e fatal guerreira vampira - procura Marcus (Tony Curran), senhor dos vampiros, na esperança de negociar a sua própria vida. Mas cedo se apercebe que Marcus já não é o mesmo.Juntamente com o seu amado, Michael (Scott Speedman) - um híbrido entre lobisomem e vampiro -, Selene tenta desvendar a todo o custo os segredos e as mentiras que estão por detrás das origens da guerra entre as duas raças.

 

Critica: Cá está um filme que pela sua natureza tem quase que em exclusivo cenas de noite. A diferença deste para outros do género é que as cenas noturnas são perfeitamente visíveis, não deixando por isto de ser cenas noturnas. Desta forma o filme torna-se interessante e muito mais cativante. Uma lição para outras sagas.

 

A saga Underworld não é famosa pelo seu argumento. Não que este não exista. Este existe e até que está bom (tanto no filme anterior como neste Underworld: Evolução, Mas a dita saga é bem mais conhecida pelo número quase infindável de cenas de acção do que propiamente pela sua história. Apesar de tudo acho que o argumento de Underworld: Evolução está muito bem elaborado. Este argumento encaixa na perfeição no que sucedeu na anterior produção. Bem vistas as coisas, apos ter visto Underworld: Evolução fiquei com uma melhor percepção do que se passou no primeiro filme da saga Underworld.

 

No elenco apenas poderei avaliar o trabalho da actriz Kate Beckinsale. Isto porque 90% deste Underworld: Evolução desenrola-se – quase que em exclusivo - em torno da personagem que Kate Beckinsale interpreta. E que interpretação! Muito bom Kate! Já os restantes fazem o seu papel se, no entanto terem metade do “brilho” de Kate.

 

A “pedra no sapato” de Len Wiseman está relacionada com os cenários. Estes deixam algo a desejar. Bem sei que quase tudo se desenrola em ambientes escuros, mas isto não justifica uma tão fraca diversidade de cenários. O mesmo se pode dizer da banda sonora.

 

Concluindo, Underworld: Evolução do Realizador Len Wiseman tem a minha boa recomendação. Espero que o bom nível se mantenha nas seguintes produções cinematográficas da saga Underworld.

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publicado às 22:20


Resident Evil: Capítulo Final

por Pedro Silva, em 26.03.17

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AcçãoTerrorFicção Científica - (2016) "Resident Evil: The Final Chapter"

Realizador: Paul W.S. Anderson

Elenco: Milla Jovovich, Iain Glen, Ali Larter, Shawn Roberts

 

Sinopse: Começando imediatamente após os acontecimentos de Resident Evil: Retaliação, Alice é a única sobrevivente do que era suposto ser o final da Humanidade perante os mortos-vivos. Agora, ela vai regressar ao local onde começou o pesadelo – A Colmeia, em Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está a reunir forças para um ataque final contra os últimos sobreviventes do Apocalipse.

 

Critica: Longe de estar bom, Resident Evil: Capítulo Final é sem sombra de qualquer dúvida a melhor forma de terminar uma saga que já se e4stava a “esticar” por tempo a mais. Especialmente se tivermos em linha de conta que este tipo de cinema já evoluiu para outros patamares bem mais modernos. O filme até que nem está mau mas tem falhas graves que lhe retiram qualidade e interesse. Vamos a elas.

 

Tendo em consideração o historial desta saga que tem muitos dos aspectos dos famosos jogos Resident Evil, posso dizer que em termos de argumento até que está razoável. Aliás, tendo em consideração o que foi sendo contado em produções anteriores não seria de esperar outra coisa. Basicamente o que cativa a atenção do espectador são as lutas constantes entre a protagonista e seus aliados e os monstros que vão aparecendo. Dito de outra forma; argumento é coisa que quase não existe neste Resident Evil: Capítulo Final, mas tal não impede que o seu final seja muito bem elaborado. Mas atenção, para se perceber este filme é necessário ver todos os anteriores.

 

Se a produção em termos de argumento é bastante satisfatória, o mesmo se pode dizer do elenco. Milla Jovovich demonstrou – mais uma vez – que tem um jeitinho especial para este tipo de filmes, mas está longe (mesmo muito longe) de ter levado a cabo um trabalho fora de série. Já o resto do elenco poderia e deveria ser merecedor da minha análise caso o filme tivesse sido filmado para que pudesse ser visto.

 

É nos cenários que o Realizador Paul W.S. Anderson “mete água”. Isto porque não se consegue mesmo ver com quem está a personagem principal a travar as suas batalhas. Acredito que a ideia fosse a de poupar dinheiro em cenários, figurantes e efeitos especiais, mas o resultado de tais opções é algo de tão fraquinho que acaba por retirar qualidade e interesse ao filme. E já agora, bem que poderiam ter criado uma banda sonora não?

 

Concluindo; Resident Evil: Capítulo Final tem a minha recomendação se bem que poderia, e deveria, estar muito mais bem produzido.

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publicado às 19:13


Viral

por Pedro Silva, em 05.11.16

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DramaTerrorFicção Científica - (2016) "Viral"

Realizador: Henry Joost, Ariel Schulman

Elenco: Sofia Black-D'Elia, Analeigh Tipton, Travis Tope, Michael Kelly

 

Sinopse: Emma (Sofia Black-D'Elia) e sua irmã levam uma vida normal em um pequena cidade, ao menos até um vírus começar a se espalhar. Com a cidade em quarentena, os pais das garotas ficam presos do outro lado da barreira. Elas passam a viver de fast food e festas, mas, quando o vírus começa a atingir pessoas que elas conhecem, as duas se unem com o vizinho Evan (Travis Tope), paixão secreta de Emma, e fazem um barricada em sua casa. Porém pode ser tarde, pois o vírus já está entre eles.

 

Crítica: “Viral” é, sem sombra de qualquer dúvida, mais do mesmo no que aos filmes apocalípticos mas acaba pro ser muito satisfatório porque os seus intervenientes são pessoas comuns que se cem “apanhas” no meio de um turbilhão que acaba por destruir tudo aquilo que conhecem. Obviamente que a crítica disfarçada à sociedade norte-americana (e não só) traz um certo brilho a este “Viral “ de Henry Joost e Ariel Schulman.

 

Como já aqui o disse, “Viral” é mais do mesmo. E assim porque o seu argumento não nos traz novidade alguma. O que acaba por ser bom dado que invenções em filmes/séries da temática já abundam e aborrecem. O argumento não é nada mau e até que tem momentos em que prende por completo a nossa atenção, mas em certos pontos está “altamente americanizado” até porque me custa a crer que em situações de alto risco os jovens adultos tenham o tipo de comportamento que vamos vendo neste “Viral”. Repito; o argumento está bom mas longe de ser algo que nos “fique na retina”.

 

Quanto ao elenco sou da opinião de que todos tiveram um desempenho normal. Dentro do que é exigido para este tipo de filmes pois claro. A dupla de realizadores procurou actores e actrizes “normais” para fazerem o papel de pessoas normais e o resultado até que foi bastante positivo. Existe aqui e acolá um ou outro exagero, mas convêm não esquecer que falamos de um filme que tem dentro de si uma crítica feroz à sociedade.

 

Já os cenários e banda sonora desiludem um pouco. Claro que os filmes deste género não exigem um trabalho muito profundo em termos de cenários, mas o mesmo não sucede na banda sonora. A banda sonora é um elemento fulcral neste tipo de cinema e “Viral” passa muito ao lado no que a este aspecto diz respeito. Exigia-se algo mais, muito mais, a Henry Joost e Ariel Schulman em termos de cenários e banda sonora.

 

Concluindo; “Viral” tem a minha recomendação não obstante estar longe de ser um filme brilhante.

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publicado às 23:32


Maze Runner: Prova de Fogo

por Pedro Silva, em 29.11.15

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AcçãoFicção Científica, Suspense (2015) – “Maze Runner: The Scorch Trials”

Realizador: Wes Ball

Elenco:  Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster

 

Sinopse: Após escapar do labirinto, Thomas (Dylan O'Brien) e restantes companheiros que o acompanharam na sua fuga da Clareira vão agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles vão ter de lidar com criaturas disformes chamadas Cranks, que querem devorá-los vivos.

 

Critica: para ser sincero gostei muito mais desta segunda parte do Maze Runner. Dou-lhe um satisfaz mas bem que lhe poderia ter dado uma satisfaz mais. Isto porque parece ter um claro esforço da parte de Wes Ball em criar algo que se percebesse e cativasse a nossa atenção.

 

Se há coisa que me despertou a atenção nesta segunda parte da saga é o argumento, Desconheço se este se aproximou mais do livro ou se o dito se distanciou um pouco, o que sei é que está interessante, elucidativo e, sobretudo, cativante. Tem acção q.b., drama em doses aceitáveis e diálogos perfeitamente adequados aos vários momentos em que a história se desenrola.

 

Relativamente ao elenco mantenho o que já tinha dito no primeiro Maze Runner. Nada de especial mas cumprem, com a eficácia desejada, os seus variados papéis. Não é pelo Actores que Maze Runner: Prova de Fogo não obteve um Bom da minha parte.

 

Já os cenários são, para mim, o Calcanhar de Aquiles deste Maze Runner. Isto porque as partes nocturnas são escuras demais, obrigando a que muitas vezes o espectador tenha de batalhar um pouco para poder perceber o que se está realmente a passar. De resto o cenário apocalíptico em que tudo se desenrola está bem trabalhado e acompanhado de uma banda sonora que nos “puxa! pela nossa atenção.

 

Em suma; trata-se de um filme que recomendo. Espero é que a última parte da história seja tão esclarecida como a deste Maze Runner: Prova de Fogo.

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publicado às 22:03


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