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Tae Guk Gi: The Brotherhood of War

por Pedro Silva, em 29.04.15

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Acção, Drama (2004) - "Taegukgi hwinalrimyeo"

Realizador: Je-kyu Kang

Elenco: Dong-gun Jang, Bin Won, Eun-ju Lee, Hyeong-jin Kong

 

Sinopse: Jin-Tae (Dong-gun Jang) é um sapateiro que trabalha arduamente para pagar os estudos do seu irmão mais novo, Jin-seok (Bin Won). No entanto, os dois homens são obrigados a juntarem-se ao exército e lutar na Guerra da Coreia. Distante da família, Jin-Tae jura proteger Jin-Seok de qualquer perigo. Quando o mais velho descobre que, ao conseguir uma medalha de honra em batalha, poderá ter a chance de enviar seu irmão de volta para casa. Enquanto isso, o caçula não entende o motivo por trás das atitudes do irmão, que são cada vez mais violentas, o que começa a colocar em teste os laços de amor e confiança dos dois.

 

Critica: Começo pela nota e é com imensa satisfação que atribuo a este filme um Excelente! Uma prova de que fora de Hollywood também se criam obras que marcam a história do cinema como é o caso deste poderoso Tae Guk Gi: The Brotherhood of War de Je-kyu Kang-

 

Je-kyu Kang brinda-nos com um argumento genial e isento (n√£o √© politicamente correcto portanto) que nos conta a hist√≥ria de uma Guerra que ainda n√£o tem um fim √† vista (recorde-se que a Guerra das Coreias est√° ‚Äúsuspensa‚ÄĚ e n√£o terminada) e f√°-lo de uma forma que merece o meu enorme aplauso porque relata os crimes de guerra de ambas as partes do conflito com uma perfei√ß√£o e lucidez impressionantes. Naturalmente que o argumento tem em si uma grande carga dram√°tica, sen√£o de outra forma estar√≠amos perante um document√°rio e n√£o uma obra de fic√ß√£o, mas n√£o deixa de ser interessante e cativante ver que Tae Guk Gi: The Brotherhood of War vos relata uma parte da hist√≥ria que a Hist√≥ria Ocidental teima em n√£o relatar pormenorizadamente.

 

Relativamente ao elenco, pese embora a delicada e complicada tarefa que temos de ter relativamente aos nomes das personagens, sou da opini√£o de que estes fizeram um bom trabalho dado que √© imposs√≠vel chegar-se ao fim do filme sem nos sentirmos pr√≥ximos das personagens. A ideia de Je-kyu Kang era a de descrever os horrores da Guerra e conseguiu-o muito por culpa do excelente trabalho do elenco que teve do seu lado. √Č uma pena que o Mundo do cinema n√£o reconhe√ßa tais talentos da S√©tima Arte.

 

Por √ļltimo os cen√°rios. Neste aspecto n√£o posso opinar muito porque n√£o existe muita informa√ß√£o fidedigna sobre a Coreia da altura, mas tendo em considera√ß√£o que falamos de um filme de guerra at√© que se pode dizer que n√£o est√° nada mau n√£o obstante alguns cen√°rios demasiados escuros. Mas apesar de tudo at√© que em termos de cen√°rios o filme est√° bem montado tendo em conta que nos leva para uma realidade completamente nova.

 

Em jeito de conclusão; Tae Guk Gi: The Brotherhood of War é um filme que recomendo vivamente a que vejam, sintam, aprendam e vivam porque vale mesmo a pena.

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publicado às 23:50


JFK

por Pedro Silva, em 19.04.15

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História, Thriller (1991) - "JFK"

Realizador: Oliver Stone 

Elenco: Kevin Costner, Gary Oldman, Jack Lemmon

 

Sinopse: O poderoso filme de Oliver Stone sobre os tiros ouvidos em todo o mundo e o mistério que ainda os rodeia, é uma da mais provocativas obras do nosso tempo. Além do estrondoso sucesso alcançado nas salas de cinema e das excelentes críticas e prémios que averbou, teve nos E.U.A. um papel preponderante no debate nacional que levou à revelação dos documentos confidenciais sobre o assassinato de JFK.

 

Critica: Vou começar pela nota como vêm sendo habitual, e a este JFK de Oiiver Stone dou-lhe um satisfaz.

 

N√£o cometerei a insensatez de dizer que o filme √© mau at√© porque n√£o o √© de forma alguma, mas tamb√©m n√£o me senti em nada cativado por uma produ√ß√£o de Stone que tem como √ļnico alvo o p√ļblico Norte-americano.

 

JFK congrega em si todas as teorias da conspira√ß√£o sobre a morte do Presidente dos Estados Unidos da Am√©rica o que acaba por resultar num argumento ‚Äúpesado‚ÄĚ e algo complicado de ser seguido e entendido pelo espectador. A certo momento senti-me completamente perdido nas variad√≠ssimas explica√ß√Ķes para o sucedido no dia fat√≠dico da morte de Kennedy. Penso que em termos de argumento Oliver Stone deveria ter investido numa vers√£o mais soft apesar do mais que prov√°vel preju√≠zo em termos de p√ļblico do seu Pa√≠s.

 

Quanto aos cenários, a parte mais rica deste JFK na minha modesta opinião, o trabalho de Stone nesta área foi excelente. Todos os aspectos da história são muito bem trabalhados para que a actuação das personagens se desenrole no contexto adequado para o momento que estamos a assistir. Gostei imenso desta parte do filme dado que coloca o espectador exactamente na conturbada e contestatária época em que a investigação se desenvolve. Um ponto muito positivo neste trabalho de Oliver Stone.

 

Relativamente ao Elenco, acho que aqui reside o outro ponto negativo do trabalho de Stone. Isto porque √© not√≥ria a enorme capacidade dos Actores e Actrizes que interpretam os seus pap√©is mas nota-se que existe um qualquer ‚Äútrav√£o‚ÄĚ da parte do Realizador que n√£o deixa que sejam aut√™nticos nas suas interpreta√ß√Ķes. A certo momento senti um enorme vazio emocional quando o filme exigia precisamente o contr√°rio acabando por tornar JFK num filme de emo√ß√Ķes artificiais e for√ßadas. Exigia-se mais e melhor a Oliver Stone neste aspecto.

 

Concluindo; não vou aqui dizer que não recomendo o JFK de Stone, mas também não vou dizer que é uma das grandes maravilhas da sétima arte. A meu ver o filme está razoável mas poderia, e deveria, estar muito melhor.

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publicado às 22:00


Uma Entrevista de Loucos

por Pedro Silva, em 24.02.15

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Acção, Comédia (2014) - "The Interview"

Realizador: Evan Goldberg, Seth Rogen 

Elenco: James Franco, Seth Rogen, Randall Park

 

Sinopse: Dave Skylark e o seu produtor, Aaron Rapoport, são as caras de um popular talk-show - "Skylark Tonight". Quando descobrem que o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, é fã do programa, marcam uma entrevista com o próprio, de forma a se legitimarem como jornalistas. No momento em que Dave e Aaron se preparam para viajar para Pyongyang, os seus planos mudam com a CIA a recrutá-los? a eles, que são provavelmente os homens menos qualificados que se possa imaginar - para assassinar Kim Jong-un.

 

Critica: Antes de mais um importante ponto pr√©vio para se evitarem discuss√Ķes sem nexo; n√£o estou aqui a debater, e muito menos a dissecar, o conte√ļdo pol√≠tico do filme. Muito menos tenho interesse algum em voltar a falar sobre a pol√©mica em que este esteve envolvido. O que vou escrever daqui para a frente √© somente a minha opini√£o na qualidade de cin√©filo e nada mais.

 

Vou começar pela nota e serei directo: mau. E não o considero mau pela sua história, mas sim pela forma como esta mesma nos é apresentada.

 

Eu at√© que gosto de filmes de com√©dia, e este ‚ÄúThe Interview‚ÄĚ de Evan Goldberg e Seth Rogen¬†tem todos os ingredientes para ser um filme de sucesso no seu g√©nero. S√≥ que uma s√©rie de erros atiram-no para uma certa banalidade que lhe retiram todo e qualquer interesse.

 

O primeiro grande erro no ‚ÄúUma Entrevista de Loucos‚ÄĚ reside na forma como se desenrola o filme.

 

O dito até que arranca bem, tem umas graçolas interessantes, tem cenas divertidas, polémica q.b. e a coisa vai melhorando até certo ponto. Depois de Aaron Rapoport se deparar com um tigre o filme começa a decair até chegar ao ponto de ser desinteressante e de não conseguir arrancar sequer um sorriso. Tal sucede porque o argumento deixa de ser rico para se centrar numa série interminável de clichés sem nexo que obrigam a que os Actores não façam algo de melhor do que aquilo que vamos vendo. Exigia-se mais, muito mais neste aspecto. E é uma pena que assim seja porque parece haver ali muito potencial por explorar.

 

O segundo grande erro reside no Elenco. Mas este erro est√° intimamente relacionado com o primeiro. Se os Realizadores n√£o apostaram num argumento em condi√ß√Ķes, √© natural que n√£o possam exigir a quem contracena nesta sua produ√ß√£o que fa√ßa algo de jeito. Chega a ser triste ver James Franco, Seth Rogen e Randall Park a trabalhar em algo t√£o in√≥cuo e vazio.

 

Quanto aos Cen√°rios temos aqui o √ļltimo grande erro. S√£o de uma pobreza franciscana sem precedentes. Basicamente tudo se desenrola dentro de casas ou pr√©dios com pouca, ou nenhuma, variante. Sou da opini√£o de que os Cen√°rios s√£o um ponto de extrema import√Ęncia em qualquer filme pois s√£o estes que colocam o espectador dentro da hist√≥ria que o Realizador nos quer contar.

 

Concluindo; trata-se de um filme que não recomendo mas que até gostaria de recomendar porque potencial o "The Interview" tem. Não teve é quem tivesse sabido explorar este potencial como deve ser.

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publicado às 15:55


Breaking Bad

por Pedro Silva, em 20.02.15

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Drama (2008) - 5 temporadas

 

Sinopse: A express√£o ‚Äúbreaking bad‚ÄĚ √© usada quando algo que j√° estava mal, fica ainda pior. E √© exactamente isso que acontece com Walter White, um professor de qu√≠mica, que vivia a sua vida tranquilamente quando um diagn√≥stico terminal muda tudo. Come√ßa a usar as suas habilidades em qu√≠mica de outra forma: monta um laborat√≥rio de drogas para financiar o futuro da sua fam√≠lia.

 

Crítica: Começo pela nota como vêm sendo hábito: Bom. E digo desde já que é uma nota merecida muito pela forma genial como os Produtores souberam gerir esta série, deixando completamente de parte os excessos que costumam ser fatais em séries de nomeada como o The Walking Dead por exemplo.

 

Quanto ao argumento/hist√≥ria, sou da opini√£o que neste aspecto Breaking Bad est√° bem estruturado. Dito de outra forma; √© poss√≠vel seguirmos com o mesmo n√≠vel de interesse toda a hist√≥ria de Mr. White n√£o obstante os ‚Äútempos mortos‚ÄĚ que por vezes nos aparecem. Com suspense e ac√ß√£o q.b. √© quase imposs√≠vel perder-se o interesse na s√©rie dado que os desenrolares dos acontecimentos despertam-nos sempre o interesse.

 

Genial está também a forma como as personagens colhem a nossa simpatia/antipatia. Sinal de que o elenco trabalhou muito e bem e que os Produtores estiveram atentos a um pormenor tão importante nesta espécie de filme contado aos bocadinhos.

 

Só não fiquei particularmente encantado com alguns estereótipos Norte-americanos. Isto de fazer todos os Latinos Traficantes de Droga e/ou Imigrante Ilegais tem muito que se lhe diga, para além de que parece uma coisa um tudo ou nada racista não obstante haver alguma verdade no meio de tudo isto tendo em consideração o local dos USA onde tudo se desenrola.

 

Trata-se, sem sombra de d√ļvida, de uma s√©rie que recomendo. N√£o faltar√£o s√≠tios onde podem v√™-la online. Acreditem que vale a pena o esfor√ßo.

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publicado às 23:20


Dentro da Tempestade

por Pedro Silva, em 29.11.14

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Acção, Thriller (2014) - Into the Storm

Realizador: Steven Quale

Elenco: Richard Armitage, Sarah Wayne Callies, Matt Walsh, Max Deacon

 

Sinopse: Num √ļnico dia, a cidade de Silverton √© devastada por um violent√≠ssimo ataque de tornados sem precedentes, com os especialistas a preverem que o pior ainda est√° para vir. Enquanto a maioria das pessoas procura abrigo, os ca√ßadores de tempestades correm em dire√ß√£o ao v√≥rtice do tornado √† procura da oportunidade de uma vida. Visto atrav√©s dos olhos e lentes de ca√ßadores de tempestades profissionais, audaciosos amadores em busca de emo√ß√£o e corajosos habitantes da cidade, "Dentro da Tempestade" coloca-nos diretamente no centro do furac√£o para experimentar a M√£e Natureza no seu extremo.

 

Critica: Satisfaz sem ser sublime.

 

√Č o que me apraz dizer sobre este filme. Mas aten√ß√£o, o dito est√° muito bem trabalhado, os efeitos especiais s√£o muito bons e os Actores levam a cabo um excelente trabalho. Para o tipo de filme que √© est√° muito bem produzido e √© imposs√≠vel n√£o ser ver o filme at√© ao fim.

 

Contudo existem falhas que retiram algum brilho a esta produção de Steven Quale.

 

Para come√ßar √© demasiado curto. √ą verdade que o fen√≥meno meteorol√≥gico de que a curta-metragem trata √© r√°pido a surgir e a desaparecer, mas nada na vida real √© assim t√£o r√°pido e √© de todo imposs√≠vel ver-se uma cidade ser completamente devastada sem que o resto do Pa√≠s reaja.

 

A outra falha prende-se com o enredo. A história não pode somente centrar-se num individuo ganancioso que depois tem problemas de consciência no final. Pouco, muito pouco, o que é uma pena pois com Actores tão bons e efeitos especiais tão elaborados e perfeitos este filme tinha tudo para ser uma grande produção.

 

Concluindo; recomendo o dito sem no entanto o ter achado algo de especial.

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publicado às 23:46


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