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Pronto. Mais uma vez volto a bater na mesma tecla: Futebol não é Andebol. O Futebol Clube do Porto não pode jogar sempre da mesma maneira quer esteja a perder, empatado ou a vencer. Uma partida de futebol dura 90 e poucos minutos e tal exige que uma equipa saiba gerir o esforço durante este hiato de tempo. Dito de outra forma; o FC Porto não pode entrar sempre a pressionar durante 20 minutos, andar depois a passear a bola para trás e para os lados, tentar entrar com a bola dominada na área adversária, viver de jogadas individuais e somente quando o cronómetro "aperta" começar a fazer passes longos para as laterais.

 

Já chateia estar sempre a dizer a mesma coisa jogo sim, jogo sim e jogo sim.

 

Os Dragões tinham a passagem á fase seguinte na sua mão e agora tem de vencer em Inglaterra. Sucede que na sua vasta história nunca o Futebol Clube do Porto venceu em Inglaterra. Para mais o Chelsea nem precisa de ganhar o jogo pois o empate chega e basta. Já o empate não serve os interesses dos Azuis e Brancos pois é mais do que certo que o Dynamo Kyiv vai vencer o seu jogo e tem vantagem no confronto directo com o FC Porto.

 

Agora venham-me outra vez com a história do “colinho”. É verdade que a arbitragem deste jogo ante os Ucranianos não foi a melhor, mas a verdade é que os Dragões nunca mostraram capacidade alguma para saírem vencedores … Equipa cuja defesa se aflige com um ou dois Atletas do FC Dynamo Kyiv diz muito deste jogo e da total e repetitiva incapacidade de o Futebol Clube do Porto vencer equipas de mediana qualidade.

 

Chave do Jogo: Pode parecer curioso mas a dita surgiu ainda antes desta partida ter começado no Estádio do Dragão. Julen Lopetegui optou por deixar André André de fora do onze inicial em detrimento de Imbula que realizou um jogo muito fraco e o meio campo dos Dragões ressentiu-se desta opção. Os Dragões começaram a perder o jogo ainda antes de este ter começado.

 

Positivo: É complicado apontar algo de positivo quando uma equipa perde o jogo por culpa própria e depois se refugia na falta de sorte e no árbitro. Destaco somente o grande trabalho de André André dado que foi o único Jogador do Futebol Clube do Porto a fazer algo de jeito.

 

Negativo: Julen Lopetegui. Não soube preparar o jogo, subestimou o adversário, “mexeu mal” no onze quando a equipa mais precisou do Treinador e continua a ser teimoso demais no que á sua filosofia de jogo diz respeito.

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publicado às 22:23


Tranquilo

por Pedro Silva, em 20.10.15

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Vou citar Paulo Bento para uma descrição global desta partida ante o Maccabi Tel Aviv: Tranquilidade. Jogo tranquilo que culminou com a vitória Azul e Branca por 2 bolas a 0 ante uma equipa israelita que quando tinha espaço causava problemas.

 

Como sempre o Futebol Clube do Porto demorou tempo a mais para entrar em campo. Desta vez precisou de 30 minutos para se encontrar ante um Maccabi Tel Aviv que vinha preparado para a luta. O que realmente falhou no Maccabi foi a sua falta de experiência (atente-se que é a segunda vez que participa na Liga dos Campeões), não fosse esta existir e se calhar os Dragões teriam passado um mau bocado durante a meia hora de jogo. Só para dar um exemplo; durante estes 30 minutos da primeira parte da partida o Maccabi conseguia assustar (bastante) a defesa Portista somente com dois jogadores. Obviamente que o jogar para trás e para os lados não ajuda absolutamente nada quando surge esta (habitual) fase de jogo e de pouco adianta o berreiro de Julen…  

 

Repito; já vai sendo mais do que hora de se acabar com isto apostando forte nos treinos (da mesma maneira que também já vai sendo mais do que tempo de se melhore o aproveitamento dos lances de bola parada). Se Julen não consegue melhorar a equipa nos treinos, então que procure quem o ajude a colmatar estas malapatas. O actual FC Porto tem mais do que potencial para entrar em campo e golear equipas do calibre deste Maccabi Tel Aviv.

 

Ainda sobre esta vitória Azul e Branca que quase coloca os Dragões na fase seguinte da Liga dos campeões (o Chelsea FC empatou ante o Dínamo Kiev), há que dizer que Julen Lopetegio “mexeu” bem e esteve muito bem no timing das substituições e hoje bateu o recorde de invencibilidade no Dragão que era pertença de José Mourinho (20 jogos sempre a vencer no Dragão). Sempre disse que Julen Lopetegui não é mau treinador de todo e parece estar a melhorar.

 

Uma palavra final sobre Rúben Neves. Capitão da equipa Portista com apenas 18 anos de idade. Já não bastava o moço ser uma espécie de “Xavi Hernández” e agora é, somente, o mais jovem Capitão da história do Futebol Clube do Porto. Um Portista que merece tudo de bom. Espero que o rapaz se mantenha por cá por muito e bons anos pois uma saída prematura poderá ser a “morte do artista”.

 

Chave do Jogo: Já aqui o disse, o Futebol Clube do porto demorou quase 30 minutos a “entrar nos eixos” e esta entrou por uma simples razão: iniciativa do seu treinador. Durante este período de tempo foi notória uma falta de coordenação no meio campo Portista e perante tal cenário Julen Lopetegui mandou aquecer Danilo pereira e esteve mesmo para o fazer entrar ainda durante os tais 30m, mas não o fez e foi a partir do momento em que o Basco tomou a iniciativa de fazer entrar Danilo que o Dragão se encontrou até marcar o seu primeiro golo ao minuto 37. A partir daí o FC Porto tomou conta por inteiro da partida.

 

Positivo: Para além do que já aqui expus o que de mais positivo se viu nesta noite de Champions foi mais uma grandiosa exibição de Brahimi. Ao que parece o Argelino só gosta de mostrar todo o seu talento neste tipo de jogos. E que jeito tem dado! Mas acho que não se perdia nada se este desse sempre o seu melhor em todos os jogos do FC Porto.

 

Negativo: Já aqui galei e volto a repetir: o Futebol Clube do Porto tem qualidade a mais para esta a dar sempre 30 ou mais minutos de avanço aos seus adversários. A equipa tem de entrar forte e “mandona” em campo. Especialmente quando do outro lado da barricada estão equipas acessíveis como a de hoje. O desacerto do meio campo não se justifica, assim como também não se justifica o fraquíssimo aproveitamento dos lances de bola parada.

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publicado às 22:48


Quando tudo corre bem

por Pedro Silva, em 29.09.15

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Efectivamente quando tudo corre bem os jogos ganham-se, somam-se os três pontos da vitória e alcança-se o primeiro lugar do seu grupo da Liga dos Campeões. Basicamente foi isto que sucedeu nesta fabulosa vitória do Dragão sobre os Blues de José Mourinho.

 

Nada, mas mesmo nada, retira a justiça a este FC Porto de Lopetegui que “vergou” um Chelsea de milhões com um sistema táctico diferente do habitual. Os Portistas entraram em campo numa espécie de 4x2x3x1 onde apenas Maxi Pereira tinha funções de extremo dado que Brahimi deambulava sempre em diagonal da sua faixa para o meio e André André fazia o mesmo apesar de não ter as mesmas características do Argelino. Tal aposta de Julen acabou por se revelar acertada mas há que dizer que durante os 30 minutos da parte inicial do jogo tivemos um Futebol Clube do Porto um tudo ou nada perdido em campo sem saber muito bem o que fazer.

 

A meu ver continua a faltar a este FC Porto algum treino de preparação dos jogos. Julen Lopetegui não é tão mau como muita gente tem feito c4rer nos últimos dias, mas creio que lhe falta melhorar o aspecto treino de preparação e acho que este deveria deixar este aspecto para outro membro do seu staff ou então procurar alguém que o ajude a colmatar est6e problema que já lhe custou pontos em Moreira de Cónegos (por exemplo). Já começa a preocupar isto de ter de esperar 30 minutos e/ou pelo intervalo para que a equipa perceba o que tem de fazer… O golo do Chelsea tem muito a ver com esta falta de treino de que aqui falo.

 

Por resolver continua o problema do aproveitamento das bolas paradas. Maicon marcou hoje um grande golo após um ponta pé de canto, mas ainda há muito que trabalhar neste aspecto. Outro aspecto que continua por resolver prende-se com o contra ataque dos Portistas que parece nunca “sair em condições”. Duas questões que, a meu ver, Julen tem de rever até porque estes jogos de Champions vão exigir muito da sua equipa nestes dois aspectos.

 

Por último, se eu fosse Treinador do FC Porto criava uma espinha dorsal da qual Casillas, Maicon, Marcano, Rúben Neves e André André nunca sairiam jogasse o Futebol Clube do Porto com o Chelsea ou o Tondela. Se hoje não tivemos o raio da posse pela posse foi muito porque Rúben Neves jogou na sua posição. Notas que gostaria que fizessem chegar a Lopetegui antes que este se lembre de mudar tudo na próxima partida ante o Belenenses.

 

Chave do Jogo: Ao contrário do que tem sucedido até aqui a chave desta vitória ante o Chelsea de Mourinho não surgiu durante os 90 e poucos minutos da partida. Esteve antes no onze inicial que Julen Lopetegio apresentou dado que colocou Rúben Meves em campo na sua posição: a de 8 a organizar jogo. Digo muitas vezes que Rúben me faze lembrar o Xavi Hernández do FC Barcelona dada a qualidade e calma que este miúdo apresenta durante o jogo. Se os Dragões venceram hoje foi muito por culpa de Rúben Neves que é, sem sombra de dúvida alguma, o Maestro do Dragão.

 

Positivo: O ambiente do Estádio do Dragão. Simplesmente espectacular o apoio que os adeptos Portistas deram á sua equipa durante toda uma partida que foi complicada. Custou mas parece que está de volta o verdadeiro Estádio do Dragão e isto será deveras importante na hora das grandes conquistas nacionais e europeias. Positiva foi também a postura de José Mourinho que não festejou o golo da sua equipa quando este dava o empate ao Chelsea. Uma enorme bofetada de luva branca para alguns ingratos que habitam na Nação Azul e Branca.

 

Negativo: Infelizmente por vezes no melhor pano cai a nódoa e é um facto que Julen Lopetegui apresentou um sistema táctico eficaz, soube melhorar o que tinha de melhorar ao intervalo mas quando chegou a hora de substituir não esteve particularmente feliz. É verdade que ante um Chelsea ofensivo não se pode jogar de igual para igual, mas também não abona nada a favor da equipa que está a ganhar levar a cabo uma série de su8bsitituições defensivas que só não custaram caro por mero acaso pois se os Ingleses tivessem marcado no último lance da partida…

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publicado às 22:26


Desperdiçar pontos (ou não)

por Pedro Silva, em 16.09.15

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Falar sobre este jogo que o Futebol Clube do Porto realizou em Kiev é o mesmo que falar em dois tipos distintos de Futebol Clube do Porto. Isto porque os Dragões apresentaram um pobre e muito confuso futebol na primeira parte e na segunda emendaram a mão e dominaram um jogo que empataram por mera aselhice.

 

Para ser sincero não entendo a ideia que Julen Lopetegui tem de apostar em sistemas de jogo para os quais não tem a sua equipa preparada. O FC Porto entrou em campo numa espécie de 4x5x1/4x2x3x1 onde Danilo Pereira e Rúben Neves eram os pivots defensivos, Herrera e André André faziam a ligação entre os sectores e Brahimi vagueava de uma faixa para a outra do ataque no apoio a Aboubakar. Pelo menos na teoria terá sido assim que Julen terá pensado mas o que veio a suceder não foi isto dado que a equipa Portista andou completamente perdida em campo e o golo do Dynamo Kyiv foi um bom exemplo disto mesmo. Felizmente Aboubakar empatou quase de imediato a partida e salvou o FC Porto de males maiores.

 

Já na segunda parte os Azuis e Brancos entraram em campo mais arrumados e com uma clara ideia daquilo que tinham de fazer em campo. Como tal foi com a maior das naturalidades que o FC Porto chegou à vantagem. Os Dragões empurraram a equipa da capital Ucraniana para a sua metade do campo e obrigaram-na a ter de recorrer aos lançamentos logos na vã tentativa de explorar o adiantamento da defesa Portista. Tudo parecia estar a correr bem até a defesa Portista se ter esquecido de que só há fora de jogo quando a equipa de arbitragem o assinala. “Dormiu na forma” e sofreu o golo do empate (golo este que, salvo melhor opinião, foi marcado através de uma posição legal).

 

Julen Lopetegui estava na bancada do Estádio Olímpico de Kiev (o Basco estava suspenso para este jogo) e nem assim conseguiu fazer uma leitura do jogo como deve ser pois em vez de ter mandado Rui Barros apostar num Tello fora de forma, deveria antes ter apostado no reforço do meio campo defensivo do FC Porto que estava a perder “muito gás”. Não foi por aí que surgiu o golo Ucraniano, mas se os Dragões tivessem retirado de campo Rúben Neves (que nunca foi “talhado” para a posição de médio defensivo) e feito entrar Imbula para dar uma preciosa ajuda a Danilo Pereira talvez a coisa tivesse corrido melhor.

 

O FC Porto entrou na Liga dos Campeões a empatar. Se foi um bom ou mau resultado só o tempo o dirá se bem que nesta prova não perder fora de portas é meio caminho andado para o apuramento, mas é preciso ter-se em linha de conta que o cavalheiro que se segue dá pelo nome de Chelsea e não estou a ver o Maccabi Tel Aviv a derrotar/empatar na sua recepção ao Dynamo.

 

Chave do Jogo: Penso que ficou claro para todos os que assistiram ao jogo que o Futebol Clube do Porto entrou definitivamente em campo após a palestra ao intervalo. Até esta altura a equipa Azul e Branca parecia perdida em campo e sem saber bem o que fazer e como fazer. O intervalo serviu para assentar ideias e melhorar posições. Foi a partir deste momento que os Dragões tomaram conta da partida.

 

Positivo: Mais uma vez sou "obrigado" a destacar a exibição de André André. O Jogador Português mostrou serviço e uma enorme disponibilidade para jogar em qualquer posição do meio campo. Coube-lhe, muitas vezes, a dura tarefa de “carregar o piano” e este correspondeu da melhor maneira. Na segunda parte “apagou-se” um bocado mas tal deveu-se ao enorme esforço que o Atleta teve de fazer numa partida muito física.

 

Negativo: A defesa Portista (muito em especial Martins Indi). Martins Indi parece ter ficado muito em baixo após a sua última fraca prestação ao serviço da Holanda e hoje ao serviço do Futebol Clube do Porto não esteve nada bem. Foi ele o principal responsável pelo golo inaugural dos Ucranianos. Outro aspecto negativo prende-se com o facto de se colocar o destro Layún na posição de defesa esquerdo. Por vezes a ideia até que funciona mas na hora de defender/atacar os “calafrios” aparecem e foi muito por aí que o Dynamo atacou com bastante perigo.

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publicado às 22:48


Lopeteguices dão nisto

por Pedro Silva, em 21.04.15

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Não há muito a dizer senão que o Futebol Clube do Porto teve na Alemanha o resultado que o seu Treinador mereceu. Quando fiz a antevisão do Bayern x Porto já tinha alertado para o facto de que ser fundamental Lopetegui não ter um “ataque de Treinador à Portuguesa”, mas pelo vistos o Espanhol não me deu ouvidos e preferiu ir atrás da cisma da muita malta da Nação Azul e Branca para com Ricardo Pereira.

 

Apostar em quatro centrais para a linha defensiva, sendo que só dois deles (Martins Indi e Maicon) tinham alguma rotatividade nas faixas laterais da defesa é estúpido. Já apostar em Diego Reyes, jogador que sempre que jogou tem sido uma tremenda nulidade, para defesa lateral direito, deixar a Quaresma a tarefa de defender e atacar por todo o flano direito e fazer entrar o único defesa lateral direito disponível (Ricardo Pereira) após estar a perder por três boas, a zero na primeira parte do jogo nem suicídio é… É bem pior do que isto. É uma Lopeteguice!

 

Nem vale a pena dizer mais nada. Só peço para que não retirem desta pesada e histórica derrota (desde 1978 que os Dragões não sofriam uma derrota tão pesada na Europa) coisas positivas.

 

Apontem antes o dedo a toda a trapalhada que o Treinador e equipa do FC Porto fizeram numa eliminatória que esteve na mão dos Azuis e Brancos pois no próximo Domingo é toda uma Época que vai estar em jogo!

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publicado às 22:03


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