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Já agora

por Pedro Silva, em 16.03.20
Foi preciso o raio de uma pandemia que está a arrasar o Mundo para que em Portugal os transportes públicos passassem a ser gratuitos.
 
Só é pena que os passes de Março do corrente já tenham sido pagos...

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publicado às 19:32


A parvalheira continua

por Pedro Silva, em 14.03.20

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Para quem não sabe, as fotos são do Continente de Serpa Pinto (Porto) e dizem respeito a leite, fruta e papel higiénico.

Se alguém me puder explicar esta do papel higiénico, agradecia.

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publicado às 20:56


A Sra. Ministra tem mais do que fazer

por Pedro Silva, em 10.03.20

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Não quero, de forma alguma, ser mais um a bater no “ceguinho” (entenda-se aqui Covid-19 ou coronavírus para os amigos). E não quero desempenhar tal papel porque nunca tive grande jeito para o comércio. Vendas não é comigo. Prefiro deixar isto para quem sabe. Na apelidada economia paralela há quem por lá ande e tenha mestrado na matéria do aproveitar é que está o ganho. Felicidades para quem anda nesta vida.

Eu cá prefiro falar de algo que ninguém fala. Eu sei ninguém mais quer saber de outra coisa senão a temática do momento. Ou melhor. Ninguém quer saber até ao dia em que a tal temática lhe entre pela casa adentro por obra de graça da Comunicação Social e afins.

Ora para quem não sabe, sou Solicitador. Já há uns anos que exerço e, como tal, tenho o prazer de poder conviver diariamente com aquilo que por cá no nosso burgo se apelida de burocracia ás paletes, chico-espertice, saloice-mor, preconceitos, frases feitas, discursos batidos e outras coisas tais. Como eu não tenho paciência (e quem me está a ler também não), prefiro deixar todas estas coisas lindas do nosso Portugal de lado e centrar-me numa que, repito, ninguém quer saber mas que acredito que quando passar a onda do vírus vai passar a ser temas de gritaria nas nossas televisões, rádios e jornais. Isto se a chico-espertice de quem nos diz governar não voltar a fazer das suas.

Pouca gente sabe – ou está-se a marimbar porque não os afecta minimamente – mas o nosso Estado (mais concretamente a nossa Assembleia da República) aprovou um pacote legislativo que facilitou a atribuição da nacionalidade portuguesa. Tal é, a meu ver, revelador de uma estratégia inteligente e sensata porque começa a ser cada vez mais complicado fazer-se face ao cada vez mais evidente e progressivo envelhecimento da sociedade portuguesa que há não muito tempo convidou os seus jovens licenciados a dar uma grande curva para os lados do estrangeiro.

Com a pseudo guerra fria que Portugal e mais uns quantos resolveram levar a cabo com a Venezuela do maluquinho Maduro & Companhia para, desta forma, poderem agradar ao Uncle Sam (e Trump a borrifar-se para isto) aliada à profunda crise económica que está a atravessar a América Latina e a arrasar um Brasil que se deixou encantar pelas tretas de Bolsonaro & Comparsas, é natural que o fluxo de migrantes para o nosso querido país tenha aumentado em 1000%.

Tendo, então, em linha de conta a tal flexibilização da atribuição da nacionalidade portuguesa e factores que fiz referência no paragrafo anterior, sõ mesmo um boi a olhar para um palácio não poderia prever um lento, doloroso, claro, manifesto e dramático entupimento dos serviços de Registo Civil do nosso mui querido Instituto dos Registos e Notariado. Instituto este que, para além de não ter promovido o necessário reforço de pessoal e/ou criação de uma alternativa electrónica para o requerimento de atribuição da nacionalidade portuguesa, ainda se arvora no direito de cobrar €175 por pedido e mandar aguardar porque não há pessoal que chegue para fazer face a tanto requerimento.

E nem vale a pena vir para aqui dizer que este mesmo Instituto (mais concretamente na Conservatória dos Registos Centrais de Lisboa – CRC) teve a brilhante ideia de durante os cinco dias de cada semana fazer entrar nas suas instalações o pessoal que vai para a sua porta desde as 4H da manhã não vá a Comunicação Social se aperceber de tal e ir incomodar a Exma. Sra. Ministra da Justiça que, segundo me confidenciaram, tem mais do que fazer do que melhorar os serviços que o seu Ministério presta em troca de uns vulgos €175 (que muita gente os arranja sabe-se lá à custa de que sacrifícios).

Para mais, de nada serve o facto de uma pessoa estar doente e necessitada de cuidados médicos com urgência que o seu país de origem não pode facultar. Há que aguentar três anos ou mais pela decisão ou então morrer, ficar cego(a) ou padecer até definhar de uma outra qualquer doença grave.

Relembro que a legalização da eutanásia está ali ao virar da esquina. A Sra. Ministra tem mais do que fazer.

Artigo publicado no site Repórter Sombra (10/03/2020)

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publicado às 21:30


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