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Momento Mafalda (176)

por Pedro Silva, em 31.01.18

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publicado às 23:55


2 pontos que “foram ao ar”

por Pedro Silva, em 30.01.18

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imagem  retirada de zerozero

 

Pode haver quem discorde (e está no seu direito), mas eu sou da opinião de que hoje o Futebol Clube do Porto “atirou 2 pontos ao ar” na sua vista a Moreira de Cônegos para disputar com a equipa local mais uma jornada da Liga NOS. E, na minha opinião, tal aconteceu por duas razões completamente distintas. Uma é a culpa própria e outra os “factores estranhos”. E não, uma não terá tido mais peso do que a outra neste empate com sabor a derrota. Cada coisa no seu lugar.

 

Comecemos então pela culpa dos Dragões neste “tropeção” minhoto. Sérgio Conceição (SC) sabia muito bem que ia enfrentar uma equipa “pequenina” em todos os aspectos. SC sabia perfeitamente que o Moreirense FC ia jogar atrás da linha da bola. SC sabia muito bem que a equipa dos Cônegos ia usar e abusar do pontapé para a frente para que os dois tipos musculados e com alguma técnica que estavam na frente mantivessem a bola o mais longe possível do meio campo da sua equipa.

 

SC sabia disto tudo e mais alguma coisa. Na jornada anterior o “filme” foi idêntico (a única diferença foi o golo afortunado de Marga marcado na fase inicial da partida). Exigia-se, portanto, que a equipa de SC tivesse aprendido a lição. Mas não o fez e, mais uma vez, vimos a equipa portista a desperdiçar uma primeira parte onde se limitou a andar a passear a bola de um lado para o outro num ritmo lento. Tivesse entrado em campo da mesma forma que entrou na segunda parte deste jogo de Moreira de Cônegos e SC teria tido a oportunidade de “rodar” os seus jogadores. E já que falo aqui em rotação do plantel, é deveras preocupante que nesta fase do campeonato já haja tanta gente fatigada… Nada que me admire dado que nestas coisas SC é muito parecido com Jorge Jesus.

 

A juntar a tudo isto tivemos as substituições de SC. Mesmo algo degastado Aboubakar é um jogador que joga muito bem de costas para a baliza (tem físico para tal). Soares e Aboubakar na frente com Marega e Brahimi nas faixas teriam sido uma boa aposta. Mas SC pareceu estar mais interessado em mostrar a todos que os reforços de inverno são muito bons. Como se um reforço de inverno tivesse o condão de “chegar, ver e vencer”.

 

Chegados aqui há que dar conta do tal segundo factor que contribuiu para este empate forasteiro dos azuis e brancos.

 

Que eu saiba, quando um guarda-redes sai mal a um cruzamento e abalroa um jogador na grande área o árbitro deve marcar a falta e punir a equipa do guarda-redes com a marcação de uma grande penalidade. Hoje um tal de Jhonatan Luiz do Moreirense fez tal coisa sobre Felipe na segunda parte do jogo sem que o árbitro Luís Ferreira tivesse seguido o devido e adequado procedimento disciplinar. Até que aceito a tese de que o árbitro e os seus assistentes não tenham visto o lance, mas o tal de Vídeo Árbitro (VAR) viu de certeza e nada fez. Já o fora de jogo (mal assinalado) nos minutos finais da partida que invalidou o golo portista, Luís Ferreira & companhia a(VAR)iada não teve dificuldade alguma em ver.

 

E já agora, as simulações dos atletas têm como punição a exibição do devido cartão amarelo. Pelo menos é o que está escrito no Regulamento de Competição. Contudo em Portugal vigora a jurisprudência arbitral de que tal não se aplica aos adversários do Futebol Clube do Porto.

 

Por tudo o que aqui expus, espero sinceramente que SC tenha aprendido de vez a lição. Lição esta que não terá forçosamente de ser aplicada na jornada seguinte dado que não me parece que o Braga venha ao Dragão jogar “à equipa pequenina” (embora o seja na verdade).

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. De todos os jogadores deste FC Porto, Brahimi foi o mais inconformado com o resultado. O argelino deu tudo o que tinha em campo para que o empate não tivesse “aguentado” até ao fim. Apenas se critica alguns excessos nas fintas quando por vezes um simples toque de bola para o lado resolveriam o problema.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas cosnegu9oram criar um lance que fizesse pender o desfecho da partida para o seu lado.

 

Arbitragem: Luís Ferreira teve uma péssima arbitragem com erros e graves que influenciaram o resultado final. Ficou por marcar uma grande penalidade a favor do FC Porto no lance de Felipe na área do Moreirense e Waris estava totalmente em jogo. O golo que poderia ter ditado a vitória do FC Porto foi mal anulado.

 

Positivo: Brahimi à Brahimi (outra vez). Hoje o argelino mostrou aquilo que é capaz de fazer. É verdade que esteve longe de ser brilhante, mas Brahimi correu, fintou, driblou e criou imensas oportunidades de golo.

 

Negativo: Sérgio Conceição. Insistiu no erro e pagou um preço elevado pela sua teimosia. Para mais os reforços de inverno devem entrar progressivamente na equipa Sérgio.

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publicado às 23:55


Justiça na Justiça

por Pedro Silva, em 29.01.18

imagem crónica RS.jpg 

A temática não é nova dado que já aqui a abordei. Contudo volto a ela porque na passada Sexta-feira um grupo organizado de Advogados e Solicitadores protestou em Lisboa diante da Ordem dos Advogados (OA) e Ministério da Justiça por causa do actual Regulamento Contributivo da Caixa de Providência dos Advogados e Solicitadores (CPAS).

 

E, ao contrário daquilo que muita da imprensa escreveu, a razão do protesto não se prende com o pagamento das contribuições. Muito pelo contrário. Convinha que quem tem o dever de informar se desse ao trabalho – mesmo que minimalista – de ser honesto naquilo que escreve porque o assunto é deveras delicado. E a temática é delicada porque nem todos os Advogados e Solicitadores tiveram a sorte de terem nascido no seio de uma família abastada. Para mais este conceito antiquado de que filho/filha de gente rica é que pode exercer Direito está há muito ultrapassado.

 

O que move Advogados e Solicitadores contra a CPAS é o facto de que hoje as contribuições são completamente desajustadas da realidade. Para além de obrigatórias, o valor mensal das ditas contribuições é determinado partindo do princípio irrealista de que todos os Advogados e Solicitadores a exercer em Portugal auferem para cima de dois ordenados mínimos. Para a CPAS e Ministério da Justiça parece que se trata de duas Classes Profissionais cujos membros fazem parte de grandes Sociedades onde cobram fortunas pelos seus serviços. Não é bem assim. E é muito por isto que a sustentabilidade da CPAS está actualmente ameaçada por dívidas relativas a contribuições de associados que, em 2017, atingiam cerca de 132 milhões de euros.

 

E fica mal ao Gabinete de Francisca Van Dunem utilizar os dados que expus no parágrafo anterior para justificar a manutenção e futuro agravamento da situação. E sim, futuro agravamento porque, segundo o actual Regulamento de Contribuições da CPAS, até 2020 o valor das contribuições vai aumentar até perfazer 40% do ordenado mínimo nacional. Não será difícil fazer as contas e verificar quantos terão os Advogados e Solicitadores de pagar todos os meses à CPAS quando em 2020 o ordenado mínimo for de €600.

 

A agravar toda esta situação temos o facto de que caso o profissional da advocacia e/ou solicitadoria adoeça, este não tem direito a qualquer tipo de apoio por parte da CPAS. A única coisa que tem é a obrigação de pagar a contribuição mensal sob pena de vir a contrair uma dívida crescente para com a dita Caixa de Providência. Isto salvo nos casos em que o profissional seja internado, faleça ou fique venha a padecer de alguma deficiência. Situações extremas em que a CPAS presta algum apoio financeiro ao beneficiário.

 

Tal estado de coisas não se entende. Especialmente numa altura em que os partidos políticos mais à esquerda se orgulham de tudo fazer para proteger os trabalhadores dos ataques a que foram submetidos durante os anos da Troika. Ainda há bem pouco tempo o Bloco de Esquerda se orgulhava de ter trazido justiça aos Recibos Verdes e de lutar pelo fim da precariedade no trabalho.

 

E convêm que nós, cidadãos, não nos deixemos levar pelo argumento fácil de que se trata de profissionais liberais até porque já aqui o disse e repito, se foi possível fazer-se justiça nos Recibos Verdes, porque não há de haver também justiça na Justiça?

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (29/01/2018)

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publicado às 21:30


Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi

por Pedro Silva, em 28.01.18

film_3688.jpg 

"Star Wars: The Last Jedi"

AventuraAcçãoFantasia - (2017)

Realizador: Rian Johnson

Elenco: Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley

 

Sinopse: Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker (Mark Hammil) numa ilha isolada, a jovem Rey (Daisy Ridley) procura entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren (Adam Driver) reorganiza-se para enfrentar a Aliança Rebelde. A saga de Skywalker continua, enquanto os heróis de O Despertar da Força se juntam às lendas galácticas, para uma aventura épica, que desvenda mistérios antigos!

 

Critica: Star Wars a ser – finalmente! – Star Wats. Confesso que não gostei do episódio que antecedeu este “Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi” do Realizador Rian Johnson. A razão para tal está guardada nos arquivos do Blog. Basta que procurem pela crítica do dito. E é muito por isto que este novo episódio da saga Star Wars me agradou bastante.- É quase como se u8am lufada de ar fresco que veio salvar um dos ícones do cinema das “garras” infantis da Disney.

 

Argumento de Star Wars. É preciso dizer-se algo mais de positivo sobre o argumento deste “Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi”? Penso que não. Está tão bom que nem se dá pela sua extensa duração. E a forma como este termina está simplesmente deliciosa. A ver se não estragam tudo no episódio seguinte.

 

Relativamente ao elenco, sou da opinião que difícil é encontrar uma razão que seja para se criticar o dito. O que podemos é não gostar das personagens que alguns destes interpretam, mas isto é outra conversa…

 

Nos cenários e banda sonora, uma das partes que mais me agradou neste filme, tenho mesmo de repetir aquilo que já aqui disse. Finalmente habemos um Star Wars à Star Wars. Nada de “bichinhos” de olhos esbugalhados quase que a pedir um abraço ou uma canção à moda da Disney. Nada disto! Desta vez temos cenários e banda sonora que se enquadram naquilo que é a saga Star Wars.

 

Em suma; “Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi” tem a minha altíssima recomendação!

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publicado às 21:22

 

Artista: Eurythmics

Álbum: Be Yourself Tonight

Ano: 1985

LetraThere Must Be An Angel (Playing With My Heart)

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publicado às 23:55

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